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Q1816673 Biologia
A palmeira-marinha é uma espécie de alga parda, que vive sobre rochas ao longo da costa do noroeste dos Estados Unidos e oeste do Canadá. O corpo desta alga é bem adaptado para se manter em uma posição firme, apesar do impacto das ondas. Essa espécie tem tecidos especializados e órgãos que se assemelham aos das plantas. Considerando o sistema de classificação, pode-se afirmar que a palmeira-marinha se caracteriza por ser:
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Q1816672 Biologia
O quimo, uma massa acidificada e semilíquida, é formado a partir do alimento ou bolo alimentar. À medida que a digestão estomacal ocorre, pequenas porções de quimo são liberadas no duodeno pelo relaxamento e contração do esfíncter pilórico. Predominantemente, a digestão do quimo acontece no duodeno e nas primeiras porções do jejuno. Na mucosa intestinal, há pequenas glândulas que produzem o suco intestinal que contém diversas enzimas importantes, como a enterocinase, que é responsável por:
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Q1816671 Ciências
Uma família, durante uma viagem de carro, percorreu uma trajetória de 100 km, em uma estrada plana e reta, com uma velocidade constante de 80 km/h. O movimento do carro durante a viagem pode ser denominado como:
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Q1816670 Biologia
O organismo humano necessita receber um fornecimento constante de energia para manter suas atividades vitais, e é capaz de sintetizar grande parte das substâncias de que necessita, pela transformação química dos nutrientes ingeridos como alimento. Porém, algumas substâncias nutritivas não são produzidas pelo nosso organismo e têm que ser obtidas pela dieta, como o caso dos aminoácidos essenciais que devem ser adquiridos a partir da ingestão de alimentos ricos em proteínas. Sobre tais aminoácidos, é correto afirmar que:
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Q1816669 Biologia
Homens diagnosticados com criptorquidia, varicocele, que tiveram trauma testicular, ou que são expostos a radiações, podem apresentar azoospermia não obstrutiva, que se trata do comprometimento na produção de espermatozoides. No entanto, na região onde essas células são produzidas, a espermatogênese continua acontecendo; e, nesses casos, são indicadas as técnicas de recuperação de espermatozoides através de punções com agulhas finas diretamente nos testículos ou por meio de biópsia ou por microcirurgia. Através dessas técnicas, é possível obter espermatozoides diretamente:
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Q1816668 Direito Administrativo
Augusto, servidor público do Município de Formiga/MG, agiu negligentemente na fiscalização da prestação de contas de uma parceria firmada com a entidade privada “Letras Filantropia”. Nos termos da Lei de Improbidade Administrativa, Augusto está sujeito, após o devido processo legal, à:
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Q1816666 Direito Constitucional
A Constituição Federal estabelece expressamente que o Plano Nacional de Educação:
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Q1816665 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Mariana é concursada desde 2015 no cargo de professora do Município do Formiga/MG e, recentemente, foi aprovada no concurso público para o cargo efetivo de pedagoga no mesmo ente federativo. Nos termos da Lei Municipal nº 44/2011, é correto afirmar que a servidora:
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Q1816655 Pedagogia

A diferença e o preconceito são efeitos do exercício político nos espaços públicos, inclusive na escola, sendo que a forma como as ações e/ou as políticas são engendradas acentuam ou diminuem sua ocorrência. Ainda assim, é na esfera pública que o indivíduo se distingue dos demais. Pensando nos espaços públicos, sobretudo na escola, analise as afirmativas a seguir.


I. O contato com o trabalho normativo, fora do mundo peculiar da família, realiza-se na escola e será tarefa sua impor ao espaço privado das necessidades e paixões individuais o mundo público e as heterogeneidades que permite.

II. Não é a essência do indivíduo que o diferencia do outro, mas a possibilidade de agir e falar de tal forma que sua existência factual possa ser ultrapassada e, assim, alçar a excelência das realizações humanas que imprimem direções ao mundo.

III. Diferenciar é atingir a dignidade da narrativa dos homens e, assim, afirmar sua presença no mundo dos vivos.


Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

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Q1816654 Pedagogia

Volta e meia, o tema multiculturalismo toma as páginas dos jornais, sem que se saiba exatamente do que se trata. O igualitarismo de hoje não é o igualitarismo de ontem, que foi pensado como homogeneização e nivelamento das necessidades. Atualmente ele passa pela política de reconhecimento das diversidades culturais que sempre existiram, mas longe da atenção pública. Considerando esta forma de entender o igualitarismo de hoje no contexto do multiculturalismo, analise as afirmativas a seguir.


I. A afirmação da diversidade cultural, anulada pelo discurso dos vencedores, é contra-hegemônica.

II. O começo triunfal da história das Américas se deu quando o viajante colonizador europeu colocou os seus pés nas terras ultramarinas.

III. É um desmonte crítico das verdades estabelecidas, uma multiplicidade arrasadora que retraça o mapa da geografia identitária de uma sociedade e de uma nação construída sobre representações congeladas de si mesma.

IV. As novas identidades, não reconhecidas pelo processo de opressão e da desigualdade, quebram o espelho narcísico e impõem à cultura igual respeito ao diverso.


Estão corretas as afirmativas

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Q1816652 Conhecimentos Gerais

O sistema de gerações, antes muito utilizado na Literatura, passou a ser empregado constantemente após a Segunda Guerra Mundial, em um contexto de boom populacional e desenvolvimento da tecnologia em todos os setores. Essa classificação foi ramificada em cinco grupos: os Silver Sneakers, os Baby Boomers, a Geração X, a Geração Y e a Geração Z. Autores que empregam a classificação em gerações, como o pesquisador canadense Don Tapscott (2010), ainda não chegaram a um consenso sobre quando começa e termina um ciclo.


Imagem associada para resolução da questão


Considerando os dados da tabela, analise as afirmativas a seguir.


I. A Geração Z nasce imersa em uma sociedade dominada pelas “novas tecnologias da informação e comunicação”, surgidas em meados dos anos 70, com a chamada Revolução Tecnológica ou Terceira Revolução Industrial, que ganhou extrema força nos anos 90.

II. A Geração Z é a que mais assiste televisão dentre as demais, além de ser a que mais considera os computadores e as tecnologias da informação como extensões naturais de si mesma.

III. A Geração X é chamada assim pois é conhecida como geração sem identidade; tem a necessidade de enfrentar as incertezas do mundo e toda a sua hostilidade e a falta de identidade que os jovens da geração X tiveram na sua juventude e início de carreira, influenciaram no seu desenvolvimento. Eventos importantes ocorreram nesta época, tais como a queda do muro de Berlim, a Guerra Fria, a epidemia de AIDS, a indústria do entretenimento e suas inovações tecnológicas; fatores que marcaram muito esta geração. Uma das expressões dessas mudanças foram os movimentos sociais, defendendo direitos iguais para todos.

IV. A Geração Baby Boomer recebeu esse nome devido à alta taxa de natalidade percebida nos EUA no seu período, principalmente pelo retorno dos soldados da guerra. Essa geração foi educada para obedecer a hierarquias e aos outros; esta postura autoritária adotada pelos pais acabou gerando rebeldia em vários jovens desta geração. Essa rebeldia veio em forma do comportamento e movimentos sociais, como o feminismo e a igualdade de condições de trabalho. Formaram-se nesta geração dois grupos de jovens disciplinados e rebeldes, sendo que os rebeldes quebravam as regras e gostavam de beber, fumar, praticar sexo antes do casamento, além de vestir roupas ousadas. No Brasil, os rebeldes lutavam contra a Ditadura Militar.


Estão corretas apenas as afirmativas

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Q1816646 Geografia
Pode-se definir o Neoliberalismo como uma configuração de poder particular dentro do capitalismo, na qual o poder e a renda da classe capitalista foram restabelecidos depois de um período de retrocesso. Considerando o crescimento da renda financeira e o novo progresso das instituições financeiras, esse período pode ser descrito como uma nova hegemonia financeira, que faz lembrar as primeiras décadas do século XX nos EUA. Para compreender a natureza do Neoliberalismo, podemos pontuar como características mais relevantes da fase anterior à sua aplicação a partir de 1979, EXCETO:
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Q1816643 Português

A Amazônia é o centro do mundo


    Eu quero começar lembrando onde nós estamos. E quero lembrar que nós estamos no centro do mundo. Essa não é uma frase retórica. Também não é uma tentativa de construir uma frase de efeito. No momento em que o planeta vive o colapso climático, a floresta Amazônica é efetivamente o centro do mundo. Ou, pelo menos, é um dos principais centros do mundo. Se não compreendermos isso, não há como enfrentar o desafio do clima.

    Esta é justamente a razão de colocarmos o nosso corpo aqui, nesta cidade, Manaus, capital do Amazonas, estado do Brasil, país que abriga cerca de 60% da Amazônia. Manaus é tanto uma floresta em ruínas como as ruínas de uma ideia de país. Manaus pode ser vista como a escultura viva de um conflito iniciado em 1500, com a invasão europeia que causou a morte de centenas de milhares de homens e mulheres indígenas e a extinção de dezenas de povos. Neste momento, em 2019, testemunhamos o início de um novo e desastroso capítulo.

    O Brasil é um grande construtor de ruínas. O Brasil constrói ruínas em dimensões continentais desde que começou a ser inventado pelos europeus no século 16. Para sermos capazes de resistir nós precisamos nos tornar floresta — e resistir como floresta. Como floresta que sabe que carrega consigo as ruínas, que carrega consigo tanto o que é quanto o que deixou de ser. Parece-me que é a esse sentimento afetivo que precisamos dar forma para dar sentido à nossa ação. Para isso temos que deslocar algumas placas tectônicas de nosso próprio pensamento. Temos que descolonizar a nós mesmos.

    O fato de a Amazônia ainda ser vista como um longe e também — ou principalmente — como uma periferia dá a dimensão da estupidez da cultura ocidental branca, de matriz primeiro europeia e depois norte-americana, essa estupidez que molda e dá forma às elites políticas e econômicas do mundo e também do Brasil. E, em parte, também às elites intelectuais do Brasil e do planeta. Acreditar que a Amazônia é longe e que a Amazônia é periferia, quando qualquer possibilidade de controle do aquecimento global só é possível com a floresta viva, é uma ignorância de proporções continentais. A floresta é o perto mais perto que todos nós aqui temos. E o fato de muitos de nós nos sentirmos longe quando aqui estamos só mostra o quanto o nosso olhar está contaminado, formatado e distorcido. Colonizado.

    Dias atrás eu conversava com procuradores e defensores públicos que chegaram há pouco em cidades do interior amazônico. Era o primeiro posto deles. Porque essa é a lógica. A Amazônia é o epicentro dos conflitos, mas, para fiscalizar o Estado e defender os direitos dos maisdesamparados, as instituições mandam os sem nenhuma experiência. Alguns deles — não todos — interpretam que estão sendo enviados a uma região amazônica como um teste ou mesmo um castigo, um calvário que precisam passar antes de ter um posto “decente”. Parte deles — não todos — não vê a hora de ter o que é chamado de “remoção” e deixar essa bad trip para trás. E não é culpa deles, ou não é só culpa deles, porque essa é a lógica das instituições, este é o olhar para a Amazônia. Felizmente alguns deles percebem à importância do seu papel, aprendem, compreendem, permanecem e se tornam servidores públicos essenciais para a luta pelos direitos em regiões onde os direitos pouco ou nada valem.

    Lembrei a eles que, como eu, eram privilegiados. Eles estavam justamente no centro do mundo. Eles estavam no melhor lugar para se estar para quem tinha escolhido aquela profissão. Mas teriam que se esforçar muito para superar a sua ignorância, como eu me esforço todos os dias para superar a minha. Era a população local, eram os povos da floresta que teriam de ter enorme paciência para explicar a eles o que precisam saber, já que pouco ou nada sabem quando aqui chegam. O mesmo princípio vale para jornalistas e também para cientistas.

    Somos nós que precisamos da ajuda dos povos da floresta. É deles o conhecimento sobre como viver apesar das ruínas. São eles os que têm experiência sobre como resistir às grandes forças de destruição. Para que tenhamos alguma chance de produzir movimento de resistência precisamos compreender que, nesta luta, nós não somos os protagonistas.


(Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/08/09/opinion/1565386635_3112 70.html. Acesso em: 12/12/2019.)

A palavras “atrás” (5º§) é morfologicamente classificada como:
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Q1816638 Português

A Amazônia é o centro do mundo


    Eu quero começar lembrando onde nós estamos. E quero lembrar que nós estamos no centro do mundo. Essa não é uma frase retórica. Também não é uma tentativa de construir uma frase de efeito. No momento em que o planeta vive o colapso climático, a floresta Amazônica é efetivamente o centro do mundo. Ou, pelo menos, é um dos principais centros do mundo. Se não compreendermos isso, não há como enfrentar o desafio do clima.

    Esta é justamente a razão de colocarmos o nosso corpo aqui, nesta cidade, Manaus, capital do Amazonas, estado do Brasil, país que abriga cerca de 60% da Amazônia. Manaus é tanto uma floresta em ruínas como as ruínas de uma ideia de país. Manaus pode ser vista como a escultura viva de um conflito iniciado em 1500, com a invasão europeia que causou a morte de centenas de milhares de homens e mulheres indígenas e a extinção de dezenas de povos. Neste momento, em 2019, testemunhamos o início de um novo e desastroso capítulo.

    O Brasil é um grande construtor de ruínas. O Brasil constrói ruínas em dimensões continentais desde que começou a ser inventado pelos europeus no século 16. Para sermos capazes de resistir nós precisamos nos tornar floresta — e resistir como floresta. Como floresta que sabe que carrega consigo as ruínas, que carrega consigo tanto o que é quanto o que deixou de ser. Parece-me que é a esse sentimento afetivo que precisamos dar forma para dar sentido à nossa ação. Para isso temos que deslocar algumas placas tectônicas de nosso próprio pensamento. Temos que descolonizar a nós mesmos.

    O fato de a Amazônia ainda ser vista como um longe e também — ou principalmente — como uma periferia dá a dimensão da estupidez da cultura ocidental branca, de matriz primeiro europeia e depois norte-americana, essa estupidez que molda e dá forma às elites políticas e econômicas do mundo e também do Brasil. E, em parte, também às elites intelectuais do Brasil e do planeta. Acreditar que a Amazônia é longe e que a Amazônia é periferia, quando qualquer possibilidade de controle do aquecimento global só é possível com a floresta viva, é uma ignorância de proporções continentais. A floresta é o perto mais perto que todos nós aqui temos. E o fato de muitos de nós nos sentirmos longe quando aqui estamos só mostra o quanto o nosso olhar está contaminado, formatado e distorcido. Colonizado.

    Dias atrás eu conversava com procuradores e defensores públicos que chegaram há pouco em cidades do interior amazônico. Era o primeiro posto deles. Porque essa é a lógica. A Amazônia é o epicentro dos conflitos, mas, para fiscalizar o Estado e defender os direitos dos maisdesamparados, as instituições mandam os sem nenhuma experiência. Alguns deles — não todos — interpretam que estão sendo enviados a uma região amazônica como um teste ou mesmo um castigo, um calvário que precisam passar antes de ter um posto “decente”. Parte deles — não todos — não vê a hora de ter o que é chamado de “remoção” e deixar essa bad trip para trás. E não é culpa deles, ou não é só culpa deles, porque essa é a lógica das instituições, este é o olhar para a Amazônia. Felizmente alguns deles percebem à importância do seu papel, aprendem, compreendem, permanecem e se tornam servidores públicos essenciais para a luta pelos direitos em regiões onde os direitos pouco ou nada valem.

    Lembrei a eles que, como eu, eram privilegiados. Eles estavam justamente no centro do mundo. Eles estavam no melhor lugar para se estar para quem tinha escolhido aquela profissão. Mas teriam que se esforçar muito para superar a sua ignorância, como eu me esforço todos os dias para superar a minha. Era a população local, eram os povos da floresta que teriam de ter enorme paciência para explicar a eles o que precisam saber, já que pouco ou nada sabem quando aqui chegam. O mesmo princípio vale para jornalistas e também para cientistas.

    Somos nós que precisamos da ajuda dos povos da floresta. É deles o conhecimento sobre como viver apesar das ruínas. São eles os que têm experiência sobre como resistir às grandes forças de destruição. Para que tenhamos alguma chance de produzir movimento de resistência precisamos compreender que, nesta luta, nós não somos os protagonistas.


(Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/08/09/opinion/1565386635_3112 70.html. Acesso em: 12/12/2019.)

Na frase “O Brasil constrói ruínas em dimensões continentais desde que começou a ser inventado pelos europeus no século 16.” (3º§), a locução conjuntiva assinalada exprime:
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Q1816633 Pedagogia
Em cada aluno há dois seres inseparáveis; porém, distintos. Um deles seria o que o sociólogo francês Émile Durkheim (1858-1917) chamou de individual. Tal porção do sujeito, o jovem bruto, segundo ele, é formada pelos estados mentais de cada pessoa. O desenvolvimento dessa metade do homem foi a principal função da educação até o século XIX. (...) “Ele ampliou o foco conhecido até então, considerando e estimulando também o que concebeu como o outro lado dos alunos, algo formado por um sistema de ideias que exprimem, dentro das pessoas, a sociedade de que fazem parte”, explica Demerval Saviani. Acerca das ideias do sociólogo francês Émile Durkheim, está correto o que se afirma em:
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Q1816632 Pedagogia
Jean Piaget (1896-1980) foi um dos investigadores mais influentes do século XX na área da psicologia do desenvolvimento. Sobre esse estudioso, NÃO está correto o que se afirma em:
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Q1816631 Pedagogia

Com o subtítulo, a reconstrução educacional no Brasil: ao povo e ao governo, o documento foi publicado simultaneamente em vários órgãos da grande imprensa brasileira no dia 19 de março de 1932. A ação pretendia alcançar a maior difusão possível no território nacional. Sobre o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, de 1932, analise as afirmativas a seguir.


I. A democracia no Brasil era um dos pontos importantes abordados no Manifesto de 1932. A educação era vista como instrumento de reconstrução da democracia, permitindo a integração dos diversos grupos sociais.

II. O documento se encaixa na agenda de discussão de qualquer política pública atual; também pregava a necessidade de se criar uma escola de qualidade no Brasil, em sistema integral e acessível a todos, sem discriminação de classes ou de gênero.

III. Além da laicidade, da gratuidade, da obrigatoriedade e da coeducação, o Manifesto propugnava pela escola única, constituída sobre a base do trabalho produtivo, tido como fundamento das relações sociais, e pela defesa do Estado como responsável pela disseminação da escola brasileira.

IV. Refere-se a um documento escrito por 26 educadores; entre os nomes de vanguarda que o assinaram estavam, além de Anísio Teixeira, Fernando de Azevedo, que aplicou a sociologia à educação e reformou o ensino em São Paulo nos anos 1930, o professor Lourenço Filho e a poetisa Cecília Meireles.


Assinale a alternativa correta.

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Q1816630 Pedagogia

Considera-se o Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola como um referencial teórico da escola e constitui-se de três marcos: situacional, conceitual e operacional. Considerando esses marcos, analise as afirmativas a seguir.


I. “O marco __________________ explicita objetivamente e estabelece relações entre os fundamentos teóricos.”

II. “O marco __________________ trata da análise da realidade, diagnóstico da escola e suas especificidades.”

III. “O marco __________________ define linhas de ação e a reorganização do trabalho pedagógico escolar na perspectiva pedagógica administrativa, financeira e político-social.”


Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as afirmativas anteriores.

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Q1816629 Pedagogia

Para minimizar os problemas de conflito e violência na escola torna-se necessário desenvolver uma educação para a gestão positiva dos conflitos, de modo a fomentar uma cultura de paz e de cidadania, contribuindo para o desenvolvimento do papel da escola como uma “política da vida” (GIDDENS, 1994 apud SARMENTO, 2002). Acerca desse assunto, alguns estudiosos identificam que a mediação do conflito escolar deve ser inserida no meio escolar através de seus gestores, que devem assumir que existem os conflitos e que estão aptos a superá-los de uma maneira que a escola consiga cumprir com os seus objetivos. São algumas vantagens identificadas para a mediação do conflito escolar:


I. O conflito não faz parte da vida pessoal e não está presente nas instituições.

II. Apresenta uma visão negativa do conflito, favorecendo a imagem histórica de que ele é sempre renegado.

III. Cria sistemas mais organizados para enfrentar o problema divergência ➔ antagonismo ➔ conflito ➔ violência.

IV. Desenvolve o autoconhecimento e o pensamento crítico, uma vez que o aluno é chamado a fazer parte da solução do conflito.

V. Consolida a boa convivência entre diferentes e divergentes, permitindo o surgimento e o exercício da tolerância.

VI. Permite que a vivência da tolerância seja um patrimônio individual que se manifestará em outros momentos da vida social.


Estão corretas apenas as afirmativas

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Q1816628 Pedagogia

A eficiência do ensino por projetos dependerá das ações práticas desenvolvidas como “atividades pedagógicas” relacionadas aos conteúdos escolares, intencionando ampliar e aprofundá-los. Daí, qualquer projeto pedagógico será importante para o ensino-aprendizagem se for concebido e executado a partir:


I. Da necessidade dele, com relação ao professor ou aos alunos, para explorar e compreender um tema.

II. Da mobilização das competências cognitivas e das habilidades dos alunos para investigar informações e experiências sobre determinado assunto.

III. Dos conceitos a serem adquiridos que contribuirão com as disciplinas curriculares ampliando seus significados e pelo registro sistemático dos resultados obtidos.

IV. Das linguagens e de outras maneiras de comunicação a serem usadas, envolvendo todos e o objeto de estudo, promovendo uma aprendizagem significativa.

V. Do entendimento do papel do professor, em sala de aula, como um mero repassador de conhecimentos, já que são os alunos que irão organizar o processo de construção de conhecimento.


Estão corretas apenas as afirmativas

Alternativas
Respostas
681: D
682: A
683: A
684: B
685: A
686: B
687: B
688: D
689: A
690: D
691: C
692: C
693: A
694: D
695: D
696: C
697: A
698: C
699: D
700: D