Questões Discursivas

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Q4212087 Não definido
Assinale a alternativa em que o emprego do eu ou mim esteja INCORRETO.
Alternativas
Q4212086 Não definido
Analise as duas orações que seguem e atenda ao propósito de responder ao seguinte questionamento:
Eu vi um homem estranho parado na porta da padaria. Na biblioteca havia apenas um garoto estudando.
Quanto à classe morfológica, os termos em destaque:
Alternativas
Q4212085 Não definido
Ainda em relação ao trecho da questão anterior. Qual desses verbos indica um estado ou uma característica do sujeito?
Alternativas
Q4212084 Não definido
“Certa vez, no cinema, uma turma de adolescentes gritava e fazia zorra com um laser vermelho mirado para a tela. A sessão ficou tão insuportável que saí no meio do filme”, conta a historiadora Emanuele de Maupeou,”
Em relação aos verbos destacados, aquele que apresenta um sujeito posposto é:
Alternativas
Q4212083 Não definido
“Certa vez, no cinema, uma turma de adolescentes gritava e fazia zorra com um laser vermelho mirado para a tela. A sessão ficou tão insuportável que saí no meio do filme”, conta a historiadora Emanuele de Maupeou, que reclamou na gerência da sala do Multiplex do Shopping Recife, e recebeu ingressos para ver o filme em outra oportunidade.”
O que MELHOR define o tópico, ou seja, o assunto desse texto é:
Alternativas
Q4212082 Não definido
Por que algumas pessoas não sabem como se comportar numa casa de espetáculos?”
Levando em consideração o emprego de “por que”, assinale a alternativa em que o emprego deva ser o mesmo do trecho em evidência. 
Alternativas
Q4212081 Não definido

O efeito de sentido do humor está:


34.jpg (506×301)

Alternativas
Q4212080 Não definido
Atente-se para as frases abaixo:
I. Tantas datas lhe informaram, ao mesmo tempo.
II. Muitas palestras assistiram, durante o congresso.
III. Eu o pagarei assim que puder.
IV. Confiei-lhe estes segredos.
V. Sempre lhe quis como meu filho.
Observando a regência, estão CORRETOS: 
Alternativas
Q4212079 Não definido
“Agora dá licença que vou ali tomar meus remédios e depois eu volto para ensinar mais...” Os termos destacados expressam, respectivamente:
Alternativas
Q4212078 Não definido

Atente-se para o cartaz a seguir. 


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“Fé é confiar que ela se abrirá.” Pode-se afirmar que a palavra destacada está como:
Alternativas
Q4212077 Não definido

Atente-se para o cartaz a seguir. 


30.jpg (546×360)

Na primeira frase verbal desse cartaz (Esperança é uma janela para o amanhã.) há um recurso estilístico denominado: 
Alternativas
Q4212076 Não definido
Explicitamente, há a presença de uma frase que não pode ser considerada oração em:
Alternativas
Q4212075 Não definido
“... uma vez que aprendeu a ninar nos longes da senzala...”.
A crase consiste na junção da preposição “a” com o artigo “a”. Ela é representada pelo acento grave (`). Em alguns casos, o emprego desse acento é obrigatório, em outros, indevido e, em outros, facultativo. No verso acima, a não utilização do emprego da crase se deu pelo mesmo motivo que em:
Alternativas
Q4212074 Não definido
Atente-se para a segunda estrofe do poema para responder a questão.

“No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu
Chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
Café gostoso
Café bom”.
No quarto verso dessa estrofe, houve um recurso estilístico denominado:
Alternativas
Q4212073 Não definido
Atente-se para a segunda estrofe do poema para responder a questão.

“No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu
Chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
Café gostoso
Café bom”.
Percebe-se na segunda estrofe que a lembrança do passado é sugerida por meio de sentidos: Pode-se perceber, assim, que nessa estrofe, os sentidos que se identificam, de forma subentendida, na lembrança são:
Alternativas
Q4212072 Não definido

TEXTO I


Infância

Carlos Drummond de Andrade 


Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.

Minha mãe ficava sentada cosendo.

Meu irmão pequeno dormia.

Eu sozinho menino entre mangueiras.

Lia a história de Robinson Crusoé,

Comprida história que não acaba mais.


No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu

A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu

Chamava para o café.

Café preto que nem a preta velha

Café gostoso

Café bom. 


Minha mãe ficava sentada cosendo

Olhando pra mim:

-- Psiu... Não acorde o menino.

Para o berço onde pousou um mosquito.

E dava um suspiro... que fundo! 


Lá longe meu pai campeava

No mato sem fim da fazenda.


E eu não sabia que minha história

Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.

Leia as afirmações feitas a seguir.
I. No poema, o poeta relembra momentos de sua infância.
II. O poeta em seus relatos de memória, demonstra momentos de uma vida cotidiana pautada nos mesmos pequenos acontecimentos de uma pacata vida doméstica.
III. O poeta “burla” a monotonia e a solidão, em sua infância, lendo as histórias de Robinson Crusoé.
IV.O poeta, lendo as histórias de Robson Crusoé, percebia desde cedo que sua vida era bem melhor que a do personagem, o que se confirma o seu sentimento na vida adulta.
Estão CORRETAS as afirmações feitas em:
Alternativas
Q4212071 Não definido

TEXTO I


Infância

Carlos Drummond de Andrade 


Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.

Minha mãe ficava sentada cosendo.

Meu irmão pequeno dormia.

Eu sozinho menino entre mangueiras.

Lia a história de Robinson Crusoé,

Comprida história que não acaba mais.


No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu

A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu

Chamava para o café.

Café preto que nem a preta velha

Café gostoso

Café bom. 


Minha mãe ficava sentada cosendo

Olhando pra mim:

-- Psiu... Não acorde o menino.

Para o berço onde pousou um mosquito.

E dava um suspiro... que fundo! 


Lá longe meu pai campeava

No mato sem fim da fazenda.


E eu não sabia que minha história

Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.

Agora, na perspectiva do homem adulto, Robinson Crusoé também aparece como um símbolo, um elemento de comparação. Essa comparação desperta no eu poético:
Alternativas
Q4212070 Não definido

TEXTO I


Infância

Carlos Drummond de Andrade 


Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.

Minha mãe ficava sentada cosendo.

Meu irmão pequeno dormia.

Eu sozinho menino entre mangueiras.

Lia a história de Robinson Crusoé,

Comprida história que não acaba mais.


No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu

A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu

Chamava para o café.

Café preto que nem a preta velha

Café gostoso

Café bom. 


Minha mãe ficava sentada cosendo

Olhando pra mim:

-- Psiu... Não acorde o menino.

Para o berço onde pousou um mosquito.

E dava um suspiro... que fundo! 


Lá longe meu pai campeava

No mato sem fim da fazenda.


E eu não sabia que minha história

Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.

Além de contar sua história, ocorre a confissão de um estado de espírito atual do poeta, podendo ser caracterizada, até certo ponto:
Alternativas
Q4212069 Não definido

TEXTO I


Infância

Carlos Drummond de Andrade 


Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.

Minha mãe ficava sentada cosendo.

Meu irmão pequeno dormia.

Eu sozinho menino entre mangueiras.

Lia a história de Robinson Crusoé,

Comprida história que não acaba mais.


No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu

A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu

Chamava para o café.

Café preto que nem a preta velha

Café gostoso

Café bom. 


Minha mãe ficava sentada cosendo

Olhando pra mim:

-- Psiu... Não acorde o menino.

Para o berço onde pousou um mosquito.

E dava um suspiro... que fundo! 


Lá longe meu pai campeava

No mato sem fim da fazenda.


E eu não sabia que minha história

Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.

O sentido global do texto traz como foco principal: 
Alternativas
Q4212068 Não definido

TEXTO I


Infância

Carlos Drummond de Andrade 


Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.

Minha mãe ficava sentada cosendo.

Meu irmão pequeno dormia.

Eu sozinho menino entre mangueiras.

Lia a história de Robinson Crusoé,

Comprida história que não acaba mais.


No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu

A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu

Chamava para o café.

Café preto que nem a preta velha

Café gostoso

Café bom. 


Minha mãe ficava sentada cosendo

Olhando pra mim:

-- Psiu... Não acorde o menino.

Para o berço onde pousou um mosquito.

E dava um suspiro... que fundo! 


Lá longe meu pai campeava

No mato sem fim da fazenda.


E eu não sabia que minha história

Era mais bonita que a de Robinson Crusoé.

O texto de Drummond, apesar de ser escrito em forma de poema, segue uma linha de uma tipologia textual: 
Alternativas
Respostas
41: C
42: B
43: C
44: D
45: B
46: B
47: D
48: B
49: C
50: D
51: A
52: C
53: A
54: D
55: D
56: C
57: D
58: A
59: A
60: B