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O professor de História pode ensinar ao aluno a adquirir as ferramentas de trabalho possíveis; o saber fazer, o saber fazer bem, lançar os germes do histórico. Ele é responsável por ensinar o aluno a captar e a valorizar a diversidade dos pontos de vista. Ao professor cabe ensinar ao aluno a levantar problemas e a reintegrá-los num conjunto mais vasto de outros problemas, procurando transformar, em cada aula de História, temas em problemas.
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. O saber histórico na sala de aula. São Paulo: Contexto, 1998. p. 57.
Com uma prática pedagógica racionalmente orientada, conforme retratado, o ensino de História deve ser baseado na seguinte concepção:
O conceito mais abrangente de patrimônio cultural abre perspectivas de adoção de políticas de preservação patrimonial. O compromisso do setor educacional articula-se a uma educação patrimonial para as gerações atuais e futuras, centrada no pluralismo cultural [...]. O compromisso educacional orienta-se por objetivos associados à pluralidade de nossas raízes e matrizes étnicas e deve ser inserido no currículo real em todos os níveis de ensino. Várias atividades de campo apresentam essa preocupação e são constituídas em práticas iniciadas a partir do processo de alfabetização.
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2005. p. 278.
Essa abordagem sobre patrimônio histórico, apresentada na obra de Bittencourt, dialoga com as propostas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Nesse sentido, ao planejar uma atividade de campo sobre tal tema, o professor de História deve articular uma prática pedagógica que tenha como princípio
Deve-se buscar uma transformação pedagógica onde o papel do professor supere a compreensão e prática sobre sua disciplina, abrangendo uma reflexão sobre os conteúdos e valores a ele associados, ampliando a responsabilidade do educador com a formação dos alunos. Ou seja, com base nos temas transversais propostos e na necessidade de cada realidade escolar, o professor deve aproximar seus conteúdos e sua prática escolar para o desenvolvimento da capacidade do aluno ler e interpretar a realidade, contextualizando-a, aprendendo a aprender.
NETO, José Alves de Freitas; KARNAL, Leandro (organizador). História na Sala de Aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2003. p. 62.
O texto apresentado oferece reflexões e orientações sobre o ensino de História. A partir dessa linha pedagógica, em um planejamento de aula deve ser considerado(a)
Nessa época não era incomum assistir a procissões, participar de rituais, cerimônias emocionais em teatros de corte ou de manifestações pelo fim da escravidão, que perdiam em eficácia e facilidades. Por mais que o governo tentasse recorrer a uma estratégia “reformista” — como a promulgação da Lei dos Sexagenários —, o resultado começou a ser o oposto. E os ataques vieram de todo lado, isso sem falar das rebeliões escravas que estouravam nos quatro cantos do país. “Medo” era uma palavra e um sentimento que se socializava [...]. Os senhores, impedindo o fim do regime, e tendo boa parte de seu capital imobilizado em escravos, passando-lhes a exigência de uma jornada ainda mais carregada de trabalho. As consequências foram fugas constantes, ataques e assassinatos de fazendeiros e feitores, protestos de forros e populares; movimento paralelo, diga-se de passagem, ao aumento do recurso aos castigos e sevícias [...]. Para conter o pânico, uma política atuosa ao lado dos senhores, prendendo escravos considerados indisciplinados, descaracterizando denúncias de maus-tratos e reprimindo atos de abolicionistas. Mas a indisciplina tornava-se coletiva, e os crimes cada vez mais violentos, rompendo-se assim um dos tabus de uma escravista: o monopólio do castigo corporal e da violência por parte dos brancos.
SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. p. 420-421.
No contexto apresentado no texto, diversas lutas e eventos moldaram a transição para um regime de trabalho livre no Brasil. Ao trabalhar com esses dados em sala de aula, e considerar os estudos mais atualizados sobre essa transição, o professor de História pode
Há mais de uma década no ramo da moda, a estilista Dayana Molina almeja um maior protagonismo para os criativos indígenas. Criada em Niterói (RJ), tem família originária da aldeia indígena Fulni-ó, em Pernambuco. Day é dona da marca NALIMO, que, comprometida com a responsabilidade ambiental, conta com peças próximas ao estilo minimalista e com códigos ancestrais. A estilista foi uma das convidadas do Baile da Vogue de 2022, “uma mulher indígena descolonizando esse espaço embranquecido e tradicionalmente elitista, é ato político”, disse em seu Instagram.
Disponível em: https://portalbrasilcriativo.com.br/4586/. Acesso em: 11 jan. 2024.
O trabalho em sala de aula sobre a temática apresentada no texto é um dos meios de atender à proposta da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o ensino e a aprendizagem da História e da cultura indígena, uma vez que a
No basquetebol, durante o jogo, quem causa a saída da bola da quadra é o último jogador que toca a bola ou é tocado por ela, antes de ela sair da quadra, mesmo que a bola, em seguida, saia da quadra por tocar algo que não seja um jogador.
Analise as afirmativas a seguir relativas à corrida da bola lateral no jogo de basquetebol.
I. Uma substituição ocorre quando uma bola é passada para dentro da quadra de jogo por um jogador que está fora da quadra, efetuando uma reposição.
II. O jogador que está fazendo a ordem não poderá levar mais que cinco segundos para soltar a bola, e nem pisar na quadra de jogo enquanto tiver a bola em sua(s) mão(s).
III. Ao jogador que está fazendo uma ordem é permitido mover-se diretamente para trás da linha limítrofe, quando as situações assim o permitirem.
Estão corretas as afirmativas
Na brincadeira de “rouba bandeira”, os alunos são divididos em duas vezes. Cada um fica com um lado da quadra. Na linha de fundo de cada espaço, é fincada a bandeira do tempo. O objetivo é roubar a bandeira adversária e proteger a sua atravessando o campo adversário correndo.
Na realização do torneio interno de “rouba bandeira” para os alunos do Ensino Fundamental Anos Finais, o professor de Educação Física recebeu 78 inscrições, ou seja, 78 vezes específicas na disputa colegial. O sistema de disputa adotado foi o eliminatório simples.
Para conhecer a equipe campeã do torneio, é correto afirmar que foram realizados
Na perspectiva da Educação Integral, o Currículo Referência de Minas Gerais não se limita à organização de conteúdos a serem ensinados e aprendidos, mas orienta como e quais são as competências e habilidades que, traduzidas em direitos de aprendizagem, contribuem para a formação integral dos estudantes.
Sobre o que pretende a construção de um currículo referência para a educação infantil, norteador das ações pedagógicas para todo o território mineiro, assinale a alternativa incorreta.
Para o funcionamento normal do metabolismo, é necessária energia, encontrada armazenada em todas as células humanas sob a forma de ATP (trifosfato de adenosina).
O músculo é um tecido especialmente adaptado para a transformação de energia química (ATP) em mecânica (tensão muscular decorrente do mecanismo fisiológico da contração muscular).
No processo de transformação de energia química em mecânica, consideramos três vias possíveis; são elas:
Segundo a Base Nacional Comum Curricular, as práticas corporais são textos culturais passíveis de leitura e produção. A vivência da prática é uma forma de gerar um tipo de conhecimento muito particular e insubstituível, e, para que ela seja significativa, é preciso problematizar, desnaturalizar e evidenciar a multiplicidade de sentidos e significados que os grupos sociais conferem às diferentes manifestações da cultura corporal de movimento.
A organização dos objetos de conhecimento (meio para o desenvolvimento das habilidades) em Educação Física para o Ensino Fundamental, proposta na BNCC, está sistematizada em
Baseado no resultado do teste, esse nutricionista não deverá
A quantidade de sal per capita, quando ofertada em uma refeição, deverá ser de
A) Serão destinados no máximo 20% dos recursos financeiros para aquisição de alimentos industrializados.
B) Biscoitos, bolachas, pães e bolos devem ser ofertados sete vezes por semana para os alunos em período integral.
C) O mínimo de 10% dos recursos financeiros deve ser utilizado para aquisição de alimentos da Agricultura Familiar.
D) É permitida a adição de açúcar, porém é proibida adição de mel e adoçantes nas preparações culinárias e bebidas para crianças de até três anos de idade.
Assinale a sequência correta.
( ) Compete ao nutricionista RT da Entidade Executora planejar, elaborar, acompanhar e avaliar o cardápio da alimentação escolar com base no diagnóstico nutricional e referências nutricionais.
( ) O cardápio deve estar adequado à faixa etária e ao perfil epidemiológico, respeitar os hábitos alimentares e a cultura, além de utilizar produtos da agricultura familiar.
( ) A participação da comunidade escolar por meio de diálogo e avaliação da aceitação das refeições fornecidas é uma condição fundamental no planejamento de cardápios.
( ) As necessidades alimentares especiais de alunos com doenças metabólicas, alergias e intolerâncias alimentares só devem ser consideradas caso o número desses alunos atinja o preconizado em legislação específica.
Assinale a sequência correta.