Questões de Concurso Para prefeitura de sena madureira - ac

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Q3528082 Português
Leia o texto e responda à questão.


A xícara de café


Ela tomava café e olhava pela janela. O mundo lá fora parecia distante, quase irreal. O barulho da cidade, os passos apressados na calçada, os carros que iam e vinham. Tudo aquilo acontecia sem que ela se sentisse parte.

O café esfriava lentamente na xícara, enquanto seus pensamentos vagavam. Lembranças surgiam sem aviso: a infância na casa dos avós, o cheiro do bolo recém-assado, o riso despreocupado dos tempos que não voltam.

Suspirou. Terminou o café, vestiu o casaco e saiu para a rua. O mundo continuava o mesmo, mas algo dentro dela havia mudado.


Fonte: CRÔNICA ADAPTADA DE LISPECTOR, Clarice. Para não esquecer. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. 
Leia a frase abaixo e identifique a alternativa que preenche corretamente as lacunas de acordo com a regência verbal e nominal:

"Ela ___ grata ___ apoio que recebeu dos amigos, pois sabia que sempre poderia ___ eles."
Alternativas
Q3528081 Português
Leia o texto e responda à questão.


A xícara de café


Ela tomava café e olhava pela janela. O mundo lá fora parecia distante, quase irreal. O barulho da cidade, os passos apressados na calçada, os carros que iam e vinham. Tudo aquilo acontecia sem que ela se sentisse parte.

O café esfriava lentamente na xícara, enquanto seus pensamentos vagavam. Lembranças surgiam sem aviso: a infância na casa dos avós, o cheiro do bolo recém-assado, o riso despreocupado dos tempos que não voltam.

Suspirou. Terminou o café, vestiu o casaco e saiu para a rua. O mundo continuava o mesmo, mas algo dentro dela havia mudado.


Fonte: CRÔNICA ADAPTADA DE LISPECTOR, Clarice. Para não esquecer. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. 
No trecho "O café esfriava lentamente na xícara, enquanto seus pensamentos vagavam.", o conectivo "enquanto" estabelece uma relação de:
Alternativas
Q3528080 Português
Leia o texto e responda à questão.


A xícara de café


Ela tomava café e olhava pela janela. O mundo lá fora parecia distante, quase irreal. O barulho da cidade, os passos apressados na calçada, os carros que iam e vinham. Tudo aquilo acontecia sem que ela se sentisse parte.

O café esfriava lentamente na xícara, enquanto seus pensamentos vagavam. Lembranças surgiam sem aviso: a infância na casa dos avós, o cheiro do bolo recém-assado, o riso despreocupado dos tempos que não voltam.

Suspirou. Terminou o café, vestiu o casaco e saiu para a rua. O mundo continuava o mesmo, mas algo dentro dela havia mudado.


Fonte: CRÔNICA ADAPTADA DE LISPECTOR, Clarice. Para não esquecer. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. 
No trecho "O barulho da cidade, os passos apressados na calçada, os carros que iam e vinham.", todas as palavras estão grafadas corretamente. Assinale a alternativa em que há um erro ortográfico
Alternativas
Q3528079 Português
Leia o texto e responda à questão.


A xícara de café


Ela tomava café e olhava pela janela. O mundo lá fora parecia distante, quase irreal. O barulho da cidade, os passos apressados na calçada, os carros que iam e vinham. Tudo aquilo acontecia sem que ela se sentisse parte.

O café esfriava lentamente na xícara, enquanto seus pensamentos vagavam. Lembranças surgiam sem aviso: a infância na casa dos avós, o cheiro do bolo recém-assado, o riso despreocupado dos tempos que não voltam.

Suspirou. Terminou o café, vestiu o casaco e saiu para a rua. O mundo continuava o mesmo, mas algo dentro dela havia mudado.


Fonte: CRÔNICA ADAPTADA DE LISPECTOR, Clarice. Para não esquecer. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. 
A crônica apresenta um tom predominantemente:
Alternativas
Q3527459 Pedagogia
Com o avanço das tecnologias digitais, muitas escolas estão adotando o ensino híbrido como metodologia inovadora. No entanto, alguns professores demonstram dúvidas sobre sua aplicação. Para garantir a integração eficiente das tecnologias no ensino híbrido, a estratégia mais adequada seria:
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Q3527456 Pedagogia
Durante um conselho escolar, professores debatem a eficácia da política de inclusão educacional na escola. Alguns alegam que os alunos com deficiência devem receber atendimento separado, enquanto outros defendem a permanência em turmas regulares. De acordo com as políticas de inclusão educacional, o modelo mais adequado para garantir equidade é:
Alternativas
Q3527454 Pedagogia
Um professor do 9º ano decidiu utilizar portfólios digitais para acompanhar a evolução da produção escrita dos alunos ao longo do semestre. No entanto, alguns estudantes demonstraram dificuldades em compreender o propósito dessa abordagem. A principal vantagem do uso de portfólios como instrumento avaliativo é: 
Alternativas
Q3527451 Pedagogia
Em um projeto interdisciplinar envolvendo Matemática e História, os professores propuseram um estudo sobre a evolução dos sistemas numéricos ao longo das civilizações antigas. Considerando a proposta interdisciplinar, a estratégia pedagógica mais adequada seria:
Alternativas
Q3527450 Pedagogia
Uma escola implementou a metodologia da aprendizagem baseada em problemas (PBL) em turmas do Ensino Fundamental II. No entanto, alguns professores demonstraram dificuldades em adaptar suas práticas. Para que o PBL seja efetivo, o professor deve:
Alternativas
Q3527431 Português
Presos na telinha

Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição às telas está associado à redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros
Paloma Oliveto | 12/02/25

        No início dos anos 1980, a TV a cabo se popularizou nos Estados Unidos. Com o aumento da grade de programação, um novo medo foi desbloqueado entre a classe média: o da televisão "abduzir" crianças e adolescentes. Não a1 toa, é exatamente o que acontece em um dos filmes de terror de maior sucesso da época, Poltergeist (1982), no qual a menininha Caroline é literalmente sugada pelo aparelho.

        Se, na obra escrita e produzida por Steven Spielberg, são fantasmas que puxam a protagonista-mirim para dentro da tela, na realidade, os pais temiam perder os filhos para o excesso de canais. De fato, a oferta excessiva de programas mudou a dinâmica das famílias. 

        Diversos estudos exploraram o impacto negativo da TV em aspectos do comportamento infantojuvenil, incluindo maus hábitos alimentares, sedentarismo, redução de atividades sociais e queda no interesse pelos estudos. Além disso, pesquisas de longo prazo não só nos Estados Unidos atestaram redução na leitura e na pontuação em testes cognitivos.

        Mas mesmo quem cresceu com a "babá eletrônica" não estava preparado para o fenômeno que viria assombrar os pais décadas depois. O verdadeiro Poltergeist não viria da telona, mas da microtela dos smartphones, de onde 96% dos usuários de internet acessam a rede de computadores (dados do DataReportal).

        Agora, não estamos mais falando de um punhado de canais de televisão, mas de um conteúdo infinito disponível em qualquer lugar, 24 horas por dia. Adolescentes passam, em média, nove horas conectados, um número conservador, considerando que as pesquisas sobre o tema trabalham, geralmente, com autorrelato.

        Em um artigo para o site The Conversation, psiquiatras da Universidade Estadual de Wayne calcularam que, se uma pessoa passa "apenas" 50 horas por semana conectada entre os 13 e 18 anos, no fim, terá dedicado as2 telas mais do que os 12 anos passados na escola. Essa "graduação" on-line cobra seu preço: em todas as partes do mundo, independentemente da renda familiar, as estatísticas de ansiedade e de depressão entre crianças dispararam. Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição as3 telas está associado a4 redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros.

        Assim como na televisão, nem tudo é lixo na rede. Nos anos 1970, uma pesquisa constatou que crianças que assistiam a5 Vila Sésamo tinham um nível de letramento superior — 80% do programa era de conteúdo educativo. Agora, um estudo recente também encontrou ganhos cognitivos entre meninos e meninas que acessam, como os pais, conteúdos de qualidade.

         O problema é que, se na época de ouro da televisão, bastava desligar o botão para limitar a exposição, hoje, a não ser que os celulares sejam confiscados e trancafiados, é impossível fazer esse controle.

        Em Poltergeist, com a ajuda de orações, a família de Caroline consegue expulsar os espíritos que puxavam a menina para dentro da tela. Agora, talvez precisemos de um exorcismo para arrancar as crianças de lá.

Paloma Oliveto (Repórter sênior) - Formada na Universidade de Brasília, é especializada na cobertura de ciência e saúde há mais de uma década. Entre as premiações recebidas, estão primeiro lugar no Grande Prêmio Ayrton Senna e menção honrosa no Prêmio Esso.

OLIVETO, Paloma. Presos na telinha. Correio Braziliense, 13 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7058174-presos-na-telinha.html. Acesso em: 13 fev. 2025.
Adaptado para esta avaliação.
Dentre as ocorrências da vogal A destacadas com números sobrescritos no texto, quais necessitam de vir acompanhadas do acento indicativo de crase?
Alternativas
Q3527430 Português
Presos na telinha

Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição às telas está associado à redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros
Paloma Oliveto | 12/02/25

        No início dos anos 1980, a TV a cabo se popularizou nos Estados Unidos. Com o aumento da grade de programação, um novo medo foi desbloqueado entre a classe média: o da televisão "abduzir" crianças e adolescentes. Não a1 toa, é exatamente o que acontece em um dos filmes de terror de maior sucesso da época, Poltergeist (1982), no qual a menininha Caroline é literalmente sugada pelo aparelho.

        Se, na obra escrita e produzida por Steven Spielberg, são fantasmas que puxam a protagonista-mirim para dentro da tela, na realidade, os pais temiam perder os filhos para o excesso de canais. De fato, a oferta excessiva de programas mudou a dinâmica das famílias. 

        Diversos estudos exploraram o impacto negativo da TV em aspectos do comportamento infantojuvenil, incluindo maus hábitos alimentares, sedentarismo, redução de atividades sociais e queda no interesse pelos estudos. Além disso, pesquisas de longo prazo não só nos Estados Unidos atestaram redução na leitura e na pontuação em testes cognitivos.

        Mas mesmo quem cresceu com a "babá eletrônica" não estava preparado para o fenômeno que viria assombrar os pais décadas depois. O verdadeiro Poltergeist não viria da telona, mas da microtela dos smartphones, de onde 96% dos usuários de internet acessam a rede de computadores (dados do DataReportal).

        Agora, não estamos mais falando de um punhado de canais de televisão, mas de um conteúdo infinito disponível em qualquer lugar, 24 horas por dia. Adolescentes passam, em média, nove horas conectados, um número conservador, considerando que as pesquisas sobre o tema trabalham, geralmente, com autorrelato.

        Em um artigo para o site The Conversation, psiquiatras da Universidade Estadual de Wayne calcularam que, se uma pessoa passa "apenas" 50 horas por semana conectada entre os 13 e 18 anos, no fim, terá dedicado as2 telas mais do que os 12 anos passados na escola. Essa "graduação" on-line cobra seu preço: em todas as partes do mundo, independentemente da renda familiar, as estatísticas de ansiedade e de depressão entre crianças dispararam. Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição as3 telas está associado a4 redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros.

        Assim como na televisão, nem tudo é lixo na rede. Nos anos 1970, uma pesquisa constatou que crianças que assistiam a5 Vila Sésamo tinham um nível de letramento superior — 80% do programa era de conteúdo educativo. Agora, um estudo recente também encontrou ganhos cognitivos entre meninos e meninas que acessam, como os pais, conteúdos de qualidade.

         O problema é que, se na época de ouro da televisão, bastava desligar o botão para limitar a exposição, hoje, a não ser que os celulares sejam confiscados e trancafiados, é impossível fazer esse controle.

        Em Poltergeist, com a ajuda de orações, a família de Caroline consegue expulsar os espíritos que puxavam a menina para dentro da tela. Agora, talvez precisemos de um exorcismo para arrancar as crianças de lá.

Paloma Oliveto (Repórter sênior) - Formada na Universidade de Brasília, é especializada na cobertura de ciência e saúde há mais de uma década. Entre as premiações recebidas, estão primeiro lugar no Grande Prêmio Ayrton Senna e menção honrosa no Prêmio Esso.

OLIVETO, Paloma. Presos na telinha. Correio Braziliense, 13 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7058174-presos-na-telinha.html. Acesso em: 13 fev. 2025.
Adaptado para esta avaliação.
Os conectivos sublinhados nos parágrafos iniciais do texto podem ser adequadamente substituídos por
Alternativas
Q3527429 Português
Presos na telinha

Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição às telas está associado à redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros
Paloma Oliveto | 12/02/25

        No início dos anos 1980, a TV a cabo se popularizou nos Estados Unidos. Com o aumento da grade de programação, um novo medo foi desbloqueado entre a classe média: o da televisão "abduzir" crianças e adolescentes. Não a1 toa, é exatamente o que acontece em um dos filmes de terror de maior sucesso da época, Poltergeist (1982), no qual a menininha Caroline é literalmente sugada pelo aparelho.

        Se, na obra escrita e produzida por Steven Spielberg, são fantasmas que puxam a protagonista-mirim para dentro da tela, na realidade, os pais temiam perder os filhos para o excesso de canais. De fato, a oferta excessiva de programas mudou a dinâmica das famílias. 

        Diversos estudos exploraram o impacto negativo da TV em aspectos do comportamento infantojuvenil, incluindo maus hábitos alimentares, sedentarismo, redução de atividades sociais e queda no interesse pelos estudos. Além disso, pesquisas de longo prazo não só nos Estados Unidos atestaram redução na leitura e na pontuação em testes cognitivos.

        Mas mesmo quem cresceu com a "babá eletrônica" não estava preparado para o fenômeno que viria assombrar os pais décadas depois. O verdadeiro Poltergeist não viria da telona, mas da microtela dos smartphones, de onde 96% dos usuários de internet acessam a rede de computadores (dados do DataReportal).

        Agora, não estamos mais falando de um punhado de canais de televisão, mas de um conteúdo infinito disponível em qualquer lugar, 24 horas por dia. Adolescentes passam, em média, nove horas conectados, um número conservador, considerando que as pesquisas sobre o tema trabalham, geralmente, com autorrelato.

        Em um artigo para o site The Conversation, psiquiatras da Universidade Estadual de Wayne calcularam que, se uma pessoa passa "apenas" 50 horas por semana conectada entre os 13 e 18 anos, no fim, terá dedicado as2 telas mais do que os 12 anos passados na escola. Essa "graduação" on-line cobra seu preço: em todas as partes do mundo, independentemente da renda familiar, as estatísticas de ansiedade e de depressão entre crianças dispararam. Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição as3 telas está associado a4 redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros.

        Assim como na televisão, nem tudo é lixo na rede. Nos anos 1970, uma pesquisa constatou que crianças que assistiam a5 Vila Sésamo tinham um nível de letramento superior — 80% do programa era de conteúdo educativo. Agora, um estudo recente também encontrou ganhos cognitivos entre meninos e meninas que acessam, como os pais, conteúdos de qualidade.

         O problema é que, se na época de ouro da televisão, bastava desligar o botão para limitar a exposição, hoje, a não ser que os celulares sejam confiscados e trancafiados, é impossível fazer esse controle.

        Em Poltergeist, com a ajuda de orações, a família de Caroline consegue expulsar os espíritos que puxavam a menina para dentro da tela. Agora, talvez precisemos de um exorcismo para arrancar as crianças de lá.

Paloma Oliveto (Repórter sênior) - Formada na Universidade de Brasília, é especializada na cobertura de ciência e saúde há mais de uma década. Entre as premiações recebidas, estão primeiro lugar no Grande Prêmio Ayrton Senna e menção honrosa no Prêmio Esso.

OLIVETO, Paloma. Presos na telinha. Correio Braziliense, 13 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7058174-presos-na-telinha.html. Acesso em: 13 fev. 2025.
Adaptado para esta avaliação.
Em qual dos vocábulos abaixo a partícula “auto-” NÃO possui o mesmo sentido que ocorre na palavra “autorrelato”?
Alternativas
Q3245913 Pedagogia
Para efetivar a proposta de educação híbrida em uma escola que atende estudantes com múltiplas deficiências, o professor mediador sugeriu o uso de plataformas digitais adaptadas, aliadas a encontros presenciais de orientação e socialização. Contudo, parte da equipe não vê necessidade de ajustes, argumentando que o conteúdo virtual é padronizado e suficiente para todos. De acordo com a perspectiva inclusiva:
Alternativas
Q3245912 Pedagogia
Embora a LDB e a Política Nacional de Educação Especial incentivem a inclusão de estudantes com Transtorno do Espectro Autista, algumas escolas relatam que os alunos são retidos repetidamente nas séries iniciais por suposta “falta de maturidade”. Para atuar em conformidade com esses dispositivos legais, o professor mediador deve:
Alternativas
Q3245911 Pedagogia
Uma estudante com deficiência física e alta habilidade em Matemática relata que se sente desmotivada devido à falta de desafios proporcionais ao seu potencial e às dificuldades de locomoção pelo prédio escolar. O professor mediador, em diálogo com a gestão, verificou que havia barreiras arquitetônicas e pouca flexibilidade para enriquecer o currículo. Qual solução pode atender simultaneamente às necessidades de acessibilidade e de estimulação cognitiva?
Alternativas
Q3245910 Pedagogia
A Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência reforça a importância de garantir a participação efetiva dos estudantes com deficiência em todos os espaços escolares, inclusive em projetos extracurriculares. Se a escola não oferece nenhuma opção de atividade cultural ou esportiva acessível, o professor mediador pode:
Alternativas
Q3245909 Pedagogia
Em uma atividade de campo sobre educação ambiental, um estudante com deficiência intelectual apresentou crise de ansiedade ao se deparar com um ambiente desconhecido. O professor mediador, preocupado em prestar primeiros socorros emocionais, escolheu:
Alternativas
Q3245908 Pedagogia
Em uma escola urbana, um estudante com surdez ingressou no 2º ano do Ensino Fundamental sem registros de acompanhamento prévio. A equipe pedagógica, ao elaborar o Plano Educacional Individualizado (PEI), constatou que ele dominava Libras, mas apresentava atraso na alfabetização em Língua Portuguesa. Além disso, percebia-se dificuldade de socialização com seus colegas ouvintes. Depois de algumas semanas, as adaptações aplicadas não surtiram o efeito esperado, pois o uso de intérprete se restringia a poucas aulas. Qual ação pode otimizar o PEI, favorecendo a inclusão e o desenvolvimento integral do estudante?
Alternativas
Q3245907 Pedagogia
Em uma série de encontros formativos, o professor mediador discutiu com profissionais de saúde mental a adoção de protocolos de acolhimento para estudantes em situação de vulnerabilidade emocional. Uma das propostas envolve a criação de espaços de escuta, mas alguns gestores temem que isso possa desviar o foco dos conteúdos curriculares. De acordo com a perspectiva inclusiva, identifique a ação mais coerente:
Alternativas
Q3245906 Pedagogia
Em uma classe multisseriada, uma estudante com deficiência motora enfrentava barreiras para se locomover e participar plenamente das atividades, pois a escola situava-se em área rural e havia degraus em todas as salas. Apesar de a gestão alegar recursos limitados, o professor mediador apontou a necessidade de adequação arquitetônica imediata. Como é possível conciliar o acesso físico com as práticas pedagógicas inclusivas?
Alternativas
Respostas
181: A
182: D
183: C
184: B
185: D
186: D
187: C
188: B
189: A
190: D
191: A
192: B
193: A
194: B
195: C
196: B
197: A
198: D
199: D
200: B