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Q3584373 Português
Leia o texto a seguir:


Faixa seletiva da Avenida Brasil já tem mais de 34 mil multas aplicadas em um mês


Motoristas, que são proibidos de trafegar no local, foram flagrados no espaço, tentando fugir do esquema de segurança


Rio - Em apenas um mês de funcionamento, a faixa seletiva da Avenida Brasil já tem registradas pouco mais de 34 mil multas aplicadas para motoristas que foram flagrados circulando irregularmente no espaço. A infração é considerada gravíssima, no valor de R$ 293,47.


O valor total de multas aplicadas no período de 7 a 31 de outubro chega aos R$ 10 milhões, sendo 60% de carros, 30% de motos e 10% outros veículos. A faixa tem como objetivo reduzir o tempo de deslocamento no transporte público e de ser uma preparação para o BRT Transbrasil.


Na seletiva, só podem circular ônibus interestaduais, intermunicipais e ônibus urbanos. É autorizada também para veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, os de polícia, os de fiscalização e operação de trânsito, ambulâncias, de policiamento ostensivo ou de preservação da ordem pública.


A faixa exclusiva é localizada mais à esquerda em cada direção com 22 km de extensão, entre as estações do BRT Guadalupe e Caju. O limite de velocidade é de 70 km/h e a fiscalização é feita por 19 radares fixos e oito lombadas eletrônicas.


Para tentar fugir do esquema de segurança, motoristas fazem bandalhas no decorrer da via. A maior parte deles segue pela seletiva e, ao chegar perto da próxima fiscalização, voltam para a faixa normal. Ao passarem do radar ou da lombada, retornam para a faixa, que é proibida para táxis, carros de passeio e vans.


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2023/11/6737369-faixa-seletiva-da-avenida-brasil-ja-tem-mais-de-34-mil-multas-aplicadas-em-um-mes.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
Em “Em apenas um mês de funcionamento, a faixa seletiva da Avenida Brasil tem registradas pouco mais de 34 mil multas aplicadas para motoristas que foram flagrados circulando irregularmente no espaço” (1º parágrafo), as palavras destacadas são classificadas, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3584372 Português
Leia o texto a seguir:


Faixa seletiva da Avenida Brasil já tem mais de 34 mil multas aplicadas em um mês


Motoristas, que são proibidos de trafegar no local, foram flagrados no espaço, tentando fugir do esquema de segurança


Rio - Em apenas um mês de funcionamento, a faixa seletiva da Avenida Brasil já tem registradas pouco mais de 34 mil multas aplicadas para motoristas que foram flagrados circulando irregularmente no espaço. A infração é considerada gravíssima, no valor de R$ 293,47.


O valor total de multas aplicadas no período de 7 a 31 de outubro chega aos R$ 10 milhões, sendo 60% de carros, 30% de motos e 10% outros veículos. A faixa tem como objetivo reduzir o tempo de deslocamento no transporte público e de ser uma preparação para o BRT Transbrasil.


Na seletiva, só podem circular ônibus interestaduais, intermunicipais e ônibus urbanos. É autorizada também para veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, os de polícia, os de fiscalização e operação de trânsito, ambulâncias, de policiamento ostensivo ou de preservação da ordem pública.


A faixa exclusiva é localizada mais à esquerda em cada direção com 22 km de extensão, entre as estações do BRT Guadalupe e Caju. O limite de velocidade é de 70 km/h e a fiscalização é feita por 19 radares fixos e oito lombadas eletrônicas.


Para tentar fugir do esquema de segurança, motoristas fazem bandalhas no decorrer da via. A maior parte deles segue pela seletiva e, ao chegar perto da próxima fiscalização, voltam para a faixa normal. Ao passarem do radar ou da lombada, retornam para a faixa, que é proibida para táxis, carros de passeio e vans.


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2023/11/6737369-faixa-seletiva-da-avenida-brasil-ja-tem-mais-de-34-mil-multas-aplicadas-em-um-mes.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
Em “Ao passarem do radar ou da lombada, retornam para a faixa, que é proibida para táxis, carros de passeio e vans” (5º parágrafo), o verbo está flexionado no:
Alternativas
Q3584371 Português
Leia o texto a seguir:


Faixa seletiva da Avenida Brasil já tem mais de 34 mil multas aplicadas em um mês


Motoristas, que são proibidos de trafegar no local, foram flagrados no espaço, tentando fugir do esquema de segurança


Rio - Em apenas um mês de funcionamento, a faixa seletiva da Avenida Brasil já tem registradas pouco mais de 34 mil multas aplicadas para motoristas que foram flagrados circulando irregularmente no espaço. A infração é considerada gravíssima, no valor de R$ 293,47.


O valor total de multas aplicadas no período de 7 a 31 de outubro chega aos R$ 10 milhões, sendo 60% de carros, 30% de motos e 10% outros veículos. A faixa tem como objetivo reduzir o tempo de deslocamento no transporte público e de ser uma preparação para o BRT Transbrasil.


Na seletiva, só podem circular ônibus interestaduais, intermunicipais e ônibus urbanos. É autorizada também para veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, os de polícia, os de fiscalização e operação de trânsito, ambulâncias, de policiamento ostensivo ou de preservação da ordem pública.


A faixa exclusiva é localizada mais à esquerda em cada direção com 22 km de extensão, entre as estações do BRT Guadalupe e Caju. O limite de velocidade é de 70 km/h e a fiscalização é feita por 19 radares fixos e oito lombadas eletrônicas.


Para tentar fugir do esquema de segurança, motoristas fazem bandalhas no decorrer da via. A maior parte deles segue pela seletiva e, ao chegar perto da próxima fiscalização, voltam para a faixa normal. Ao passarem do radar ou da lombada, retornam para a faixa, que é proibida para táxis, carros de passeio e vans.


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2023/11/6737369-faixa-seletiva-da-avenida-brasil-ja-tem-mais-de-34-mil-multas-aplicadas-em-um-mes.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
Em “Para tentar fugir do esquema de segurança, motoristas fazem bandalhas no decorrer da via” (5º parágrafo), o conectivo destacado cumpre o papel de veicular a noção semântica de:
Alternativas
Q3584370 Português
Leia o texto a seguir:


Faixa seletiva da Avenida Brasil já tem mais de 34 mil multas aplicadas em um mês


Motoristas, que são proibidos de trafegar no local, foram flagrados no espaço, tentando fugir do esquema de segurança


Rio - Em apenas um mês de funcionamento, a faixa seletiva da Avenida Brasil já tem registradas pouco mais de 34 mil multas aplicadas para motoristas que foram flagrados circulando irregularmente no espaço. A infração é considerada gravíssima, no valor de R$ 293,47.


O valor total de multas aplicadas no período de 7 a 31 de outubro chega aos R$ 10 milhões, sendo 60% de carros, 30% de motos e 10% outros veículos. A faixa tem como objetivo reduzir o tempo de deslocamento no transporte público e de ser uma preparação para o BRT Transbrasil.


Na seletiva, só podem circular ônibus interestaduais, intermunicipais e ônibus urbanos. É autorizada também para veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, os de polícia, os de fiscalização e operação de trânsito, ambulâncias, de policiamento ostensivo ou de preservação da ordem pública.


A faixa exclusiva é localizada mais à esquerda em cada direção com 22 km de extensão, entre as estações do BRT Guadalupe e Caju. O limite de velocidade é de 70 km/h e a fiscalização é feita por 19 radares fixos e oito lombadas eletrônicas.


Para tentar fugir do esquema de segurança, motoristas fazem bandalhas no decorrer da via. A maior parte deles segue pela seletiva e, ao chegar perto da próxima fiscalização, voltam para a faixa normal. Ao passarem do radar ou da lombada, retornam para a faixa, que é proibida para táxis, carros de passeio e vans.


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2023/11/6737369-faixa-seletiva-da-avenida-brasil-ja-tem-mais-de-34-mil-multas-aplicadas-em-um-mes.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
“A faixa exclusiva é localizada mais à esquerda em cada direção com 22 km de extensão, entre as estações do BRT Guadalupe e Caju. O limite de velocidade é de 70 km/h e a fiscalização é feita por 19 radares fixos e oito lombadas eletrônicas” (4º parágrafo). Todo esse trecho é predominantemente:
Alternativas
Q3584369 Português
Leia o texto a seguir:


Faixa seletiva da Avenida Brasil já tem mais de 34 mil multas aplicadas em um mês


Motoristas, que são proibidos de trafegar no local, foram flagrados no espaço, tentando fugir do esquema de segurança


Rio - Em apenas um mês de funcionamento, a faixa seletiva da Avenida Brasil já tem registradas pouco mais de 34 mil multas aplicadas para motoristas que foram flagrados circulando irregularmente no espaço. A infração é considerada gravíssima, no valor de R$ 293,47.


O valor total de multas aplicadas no período de 7 a 31 de outubro chega aos R$ 10 milhões, sendo 60% de carros, 30% de motos e 10% outros veículos. A faixa tem como objetivo reduzir o tempo de deslocamento no transporte público e de ser uma preparação para o BRT Transbrasil.


Na seletiva, só podem circular ônibus interestaduais, intermunicipais e ônibus urbanos. É autorizada também para veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, os de polícia, os de fiscalização e operação de trânsito, ambulâncias, de policiamento ostensivo ou de preservação da ordem pública.


A faixa exclusiva é localizada mais à esquerda em cada direção com 22 km de extensão, entre as estações do BRT Guadalupe e Caju. O limite de velocidade é de 70 km/h e a fiscalização é feita por 19 radares fixos e oito lombadas eletrônicas.


Para tentar fugir do esquema de segurança, motoristas fazem bandalhas no decorrer da via. A maior parte deles segue pela seletiva e, ao chegar perto da próxima fiscalização, voltam para a faixa normal. Ao passarem do radar ou da lombada, retornam para a faixa, que é proibida para táxis, carros de passeio e vans.


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2023/11/6737369-faixa-seletiva-da-avenida-brasil-ja-tem-mais-de-34-mil-multas-aplicadas-em-um-mes.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
 A notícia anterior tem a finalidade de:
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Q3584368 Saúde Pública
De acordo com o Art. 4° da Portaria n° 2.436/17, a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) tem como estratégia prioritária, para expansão e consolidação da Atenção Básica, o programa da Saúde:  
Alternativas
Q3584367 Direito Sanitário
De acordo com o Art. 9° da Lei nº 8.080/1990, a Direção do Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito da União, será exercida pelo Ministério: 
Alternativas
Q3584366 Direito Sanitário
De acordo com o Art. 19-J da Lei nº 8.080/1990, os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS), da rede própria ou conveniada ficam obrigados a permitir a presença, junto à parturiente, durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, da seguinte quantidade de acompanhantes: 
Alternativas
Q3584365 Saúde Pública
Compondo o Sistema Único de Saúde (SUS), conforme disposto no Art. 19-A da Lei nº 8.080/1990, há um Subsistema de Atenção à Saúde da seguinte população:
Alternativas
Q3584364 Direito Sanitário
Conforme o Art. 4°, §2° da Lei nº 8.080/1990, a participação da iniciativa privada no Sistema Único de Saúde (SUS) poderá ser em caráter:
Alternativas
Q3584363 Matemática
Observe os dois gráficos a seguir. O Gráfico I mostra os gastos totais, em reais, de uma microempresa durante três meses consecutivos, e o Gráfico II, o percentual desses gastos usado para pagamento de salários em cada um desses meses.
A diferença, em reais, dos gastos com salários, entre os meses com o maior e o menor gastos, corresponde a:

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q3584362 Matemática
O patrocinador de um campeonato de futebol vai distribuir um total de R$ 4.000.000,00 para os times que ficarem nas duas primeiras colocações. A divisão será feita de forma proporcional ao número de pontos que cada time fez.

Se o time A foi campeão marcando 45 pontos, e o time B foi o segundo colocado com 35 pontos, o valor que o time B receberá, em reais, é igual a:

Alternativas
Q3584361 Raciocínio Lógico
Preparando-se para um concurso público, Ronaldo estuda, todas as tardes, uma hora dos seguintes conteúdos: Raciocínio Lógico, Português, Noções de Informática e Conhecimentos Específicos. Em seu planejamento, Ronaldo sempre estuda Português imediatamente após Raciocínio Lógico. O número máximo de maneiras diferentes de Ronaldo organizar a sequência de seu estudo diário é igual a: 
Alternativas
Q3584360 Matemática
Quatro caixas contêm oito pacotes cada uma, e cada pacote contém 16 lápis. Nessas condições, o total de lápis corresponde a: 
Alternativas
Q3584359 Matemática
Um pátio retangular tem área igual a 400 m². Se uma de suas dimensões aumentar 10 m e a outra não sofrer alteração, a área do pátio aumentará 100 m². Portanto, após a alteração, o perímetro desse pátio será, em metros, igual a:
Alternativas
Q3584358 Português
Leia o texto a seguir:


Em sua primeira vez no Brasil, Rei de Angola fala sobre a importância da reparação histórica para os povos negros


Tchongolola Tchongonga Ekuikui 6º participou de um debate no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na Gamboa


Em sua primeira vez no Brasil, o Rei de Angola, Tchongolola Tchongonga Ekuikui 6º, participou de um debate no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na Gamboa, Zona Portuária do Rio, sobre a importância da reparação histórica para os povos negros do Brasil. O encontro aconteceu na manhã desta terça-feira (7), a convite da Secretaria Municipal de Cultura via DiversaCom em parceria com a UNIperiferias.


A conversa com o tema "Futuro ancestral - História, reparação e avanço" foi mediada pela jornalista Louise Freire e pelo professor doutor babalaô Ivanir dos Santos.


"Chegou o momento de nos unirmos e cumprir a vontade dos nossos ancestrais", disse o rei, na língua umbundu, a segunda mais falada em seu país, depois da portuguesa. Tchongolola foi recebido no palco sem aplausos - uma questão protocolar - saudado por Louise Freire, que abriu a bateria de perguntas a ele sobre os efeitos da escravidão em seu povo.


"Aos 7 anos, já ouvia sobre os povos ancestrais. Éramos um reinado organizado, com ministros, tudo estava bem. Quando chegou a primeira fase da colonização, foi o momento mais difícil. O colonizador não respeitou nossa tradição, cultura, o poder tradicional. Isso fez com que muitos reis africanos fracassassem, levando o colonizador a entrar em todo o continente africano", comentou Ekuikui.


O Rei de Angola pontuou mais dois momentos cruciais que marcaram a história de seu país: a guerra civil iniciada em 1975 (o ano da "independência") e os tempos atuais com a globalização.


"Nossa foco agora é reencontrar e reestabelecer nossa identidade cultural. A globalização destrói tudo aquilo que é nosso. Identidade cultural, língua, monumentos etc". Em sua fala, Tchongolola Tchongonga Ekuikui também desmistificou narrativas históricas e falou em resgate.


"Se alguma vez disseram que os negros nascidos no Brasil eram filhos de escravizados é mentira, são filhos de reis e rainhas africanos. Eu vim cumprir uma profecia e reencontrar a vontade dos nossos ancestrais, que sempre souberam que precisávamos lutar com a sabedoria para alcançar a via mais segura para chegar ao triunfo. Enquanto houver misticismo, essa amizade não vai acontecer de fato. Precisamos de uma mudança muito rápida. Somos mal interpretados, se eu deixar meu cajado aqui ele fica por anos", destacou.


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2023/11/6737529-em-sua-primeira-vezno-brasil-rei-de-angola-fala-sobre-a-importancia-da-reparacao-historica-para-os-povos-negros.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
Se alguma vez disseram que os negros nascidos no Brasil eram filhos de escravizados é mentira, são filhos de reis e rainhas africanos” (7º parágrafo). Nesse trecho, a palavra destacada tem valor semântico de:
Alternativas
Q3584357 Português
Leia o texto a seguir:


Em sua primeira vez no Brasil, Rei de Angola fala sobre a importância da reparação histórica para os povos negros


Tchongolola Tchongonga Ekuikui 6º participou de um debate no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na Gamboa


Em sua primeira vez no Brasil, o Rei de Angola, Tchongolola Tchongonga Ekuikui 6º, participou de um debate no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na Gamboa, Zona Portuária do Rio, sobre a importância da reparação histórica para os povos negros do Brasil. O encontro aconteceu na manhã desta terça-feira (7), a convite da Secretaria Municipal de Cultura via DiversaCom em parceria com a UNIperiferias.


A conversa com o tema "Futuro ancestral - História, reparação e avanço" foi mediada pela jornalista Louise Freire e pelo professor doutor babalaô Ivanir dos Santos.


"Chegou o momento de nos unirmos e cumprir a vontade dos nossos ancestrais", disse o rei, na língua umbundu, a segunda mais falada em seu país, depois da portuguesa. Tchongolola foi recebido no palco sem aplausos - uma questão protocolar - saudado por Louise Freire, que abriu a bateria de perguntas a ele sobre os efeitos da escravidão em seu povo.


"Aos 7 anos, já ouvia sobre os povos ancestrais. Éramos um reinado organizado, com ministros, tudo estava bem. Quando chegou a primeira fase da colonização, foi o momento mais difícil. O colonizador não respeitou nossa tradição, cultura, o poder tradicional. Isso fez com que muitos reis africanos fracassassem, levando o colonizador a entrar em todo o continente africano", comentou Ekuikui.


O Rei de Angola pontuou mais dois momentos cruciais que marcaram a história de seu país: a guerra civil iniciada em 1975 (o ano da "independência") e os tempos atuais com a globalização.


"Nossa foco agora é reencontrar e reestabelecer nossa identidade cultural. A globalização destrói tudo aquilo que é nosso. Identidade cultural, língua, monumentos etc". Em sua fala, Tchongolola Tchongonga Ekuikui também desmistificou narrativas históricas e falou em resgate.


"Se alguma vez disseram que os negros nascidos no Brasil eram filhos de escravizados é mentira, são filhos de reis e rainhas africanos. Eu vim cumprir uma profecia e reencontrar a vontade dos nossos ancestrais, que sempre souberam que precisávamos lutar com a sabedoria para alcançar a via mais segura para chegar ao triunfo. Enquanto houver misticismo, essa amizade não vai acontecer de fato. Precisamos de uma mudança muito rápida. Somos mal interpretados, se eu deixar meu cajado aqui ele fica por anos", destacou.


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2023/11/6737529-em-sua-primeira-vezno-brasil-rei-de-angola-fala-sobre-a-importancia-da-reparacao-historica-para-os-povos-negros.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
No trecho “[...] língua umbundu, a segunda mais falada em seu país” (3º parágrafo), a palavra “segunda” forma um par de homônimos com o termo destacado em:
Alternativas
Q3584356 Português
Leia o texto a seguir:


Em sua primeira vez no Brasil, Rei de Angola fala sobre a importância da reparação histórica para os povos negros


Tchongolola Tchongonga Ekuikui 6º participou de um debate no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na Gamboa


Em sua primeira vez no Brasil, o Rei de Angola, Tchongolola Tchongonga Ekuikui 6º, participou de um debate no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na Gamboa, Zona Portuária do Rio, sobre a importância da reparação histórica para os povos negros do Brasil. O encontro aconteceu na manhã desta terça-feira (7), a convite da Secretaria Municipal de Cultura via DiversaCom em parceria com a UNIperiferias.


A conversa com o tema "Futuro ancestral - História, reparação e avanço" foi mediada pela jornalista Louise Freire e pelo professor doutor babalaô Ivanir dos Santos.


"Chegou o momento de nos unirmos e cumprir a vontade dos nossos ancestrais", disse o rei, na língua umbundu, a segunda mais falada em seu país, depois da portuguesa. Tchongolola foi recebido no palco sem aplausos - uma questão protocolar - saudado por Louise Freire, que abriu a bateria de perguntas a ele sobre os efeitos da escravidão em seu povo.


"Aos 7 anos, já ouvia sobre os povos ancestrais. Éramos um reinado organizado, com ministros, tudo estava bem. Quando chegou a primeira fase da colonização, foi o momento mais difícil. O colonizador não respeitou nossa tradição, cultura, o poder tradicional. Isso fez com que muitos reis africanos fracassassem, levando o colonizador a entrar em todo o continente africano", comentou Ekuikui.


O Rei de Angola pontuou mais dois momentos cruciais que marcaram a história de seu país: a guerra civil iniciada em 1975 (o ano da "independência") e os tempos atuais com a globalização.


"Nossa foco agora é reencontrar e reestabelecer nossa identidade cultural. A globalização destrói tudo aquilo que é nosso. Identidade cultural, língua, monumentos etc". Em sua fala, Tchongolola Tchongonga Ekuikui também desmistificou narrativas históricas e falou em resgate.


"Se alguma vez disseram que os negros nascidos no Brasil eram filhos de escravizados é mentira, são filhos de reis e rainhas africanos. Eu vim cumprir uma profecia e reencontrar a vontade dos nossos ancestrais, que sempre souberam que precisávamos lutar com a sabedoria para alcançar a via mais segura para chegar ao triunfo. Enquanto houver misticismo, essa amizade não vai acontecer de fato. Precisamos de uma mudança muito rápida. Somos mal interpretados, se eu deixar meu cajado aqui ele fica por anos", destacou.


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2023/11/6737529-em-sua-primeira-vezno-brasil-rei-de-angola-fala-sobre-a-importancia-da-reparacao-historica-para-os-povos-negros.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
"Chegou o momento de nos unirmos e cumprir a vontade dos nossos ancestrais" (3º parágrafo). Nesse trecho, as aspas foram empregadas para indicar:
Alternativas
Q3584355 Português
Leia o texto a seguir:


Em sua primeira vez no Brasil, Rei de Angola fala sobre a importância da reparação histórica para os povos negros


Tchongolola Tchongonga Ekuikui 6º participou de um debate no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na Gamboa


Em sua primeira vez no Brasil, o Rei de Angola, Tchongolola Tchongonga Ekuikui 6º, participou de um debate no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na Gamboa, Zona Portuária do Rio, sobre a importância da reparação histórica para os povos negros do Brasil. O encontro aconteceu na manhã desta terça-feira (7), a convite da Secretaria Municipal de Cultura via DiversaCom em parceria com a UNIperiferias.


A conversa com o tema "Futuro ancestral - História, reparação e avanço" foi mediada pela jornalista Louise Freire e pelo professor doutor babalaô Ivanir dos Santos.


"Chegou o momento de nos unirmos e cumprir a vontade dos nossos ancestrais", disse o rei, na língua umbundu, a segunda mais falada em seu país, depois da portuguesa. Tchongolola foi recebido no palco sem aplausos - uma questão protocolar - saudado por Louise Freire, que abriu a bateria de perguntas a ele sobre os efeitos da escravidão em seu povo.


"Aos 7 anos, já ouvia sobre os povos ancestrais. Éramos um reinado organizado, com ministros, tudo estava bem. Quando chegou a primeira fase da colonização, foi o momento mais difícil. O colonizador não respeitou nossa tradição, cultura, o poder tradicional. Isso fez com que muitos reis africanos fracassassem, levando o colonizador a entrar em todo o continente africano", comentou Ekuikui.


O Rei de Angola pontuou mais dois momentos cruciais que marcaram a história de seu país: a guerra civil iniciada em 1975 (o ano da "independência") e os tempos atuais com a globalização.


"Nossa foco agora é reencontrar e reestabelecer nossa identidade cultural. A globalização destrói tudo aquilo que é nosso. Identidade cultural, língua, monumentos etc". Em sua fala, Tchongolola Tchongonga Ekuikui também desmistificou narrativas históricas e falou em resgate.


"Se alguma vez disseram que os negros nascidos no Brasil eram filhos de escravizados é mentira, são filhos de reis e rainhas africanos. Eu vim cumprir uma profecia e reencontrar a vontade dos nossos ancestrais, que sempre souberam que precisávamos lutar com a sabedoria para alcançar a via mais segura para chegar ao triunfo. Enquanto houver misticismo, essa amizade não vai acontecer de fato. Precisamos de uma mudança muito rápida. Somos mal interpretados, se eu deixar meu cajado aqui ele fica por anos", destacou.


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2023/11/6737529-em-sua-primeira-vezno-brasil-rei-de-angola-fala-sobre-a-importancia-da-reparacao-historica-para-os-povos-negros.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
"Eu vim cumprir uma profecia” (7º parágrafo). Se o pronome destacado fosse substituído pelo pronome NÓS, mantendo-se o mesmo modo e tempo verbais, a frase seria reescrita, à luz da norma-padrão, como:
Alternativas
Q3584354 Português
Leia o texto a seguir:


Em sua primeira vez no Brasil, Rei de Angola fala sobre a importância da reparação histórica para os povos negros


Tchongolola Tchongonga Ekuikui 6º participou de um debate no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na Gamboa


Em sua primeira vez no Brasil, o Rei de Angola, Tchongolola Tchongonga Ekuikui 6º, participou de um debate no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na Gamboa, Zona Portuária do Rio, sobre a importância da reparação histórica para os povos negros do Brasil. O encontro aconteceu na manhã desta terça-feira (7), a convite da Secretaria Municipal de Cultura via DiversaCom em parceria com a UNIperiferias.


A conversa com o tema "Futuro ancestral - História, reparação e avanço" foi mediada pela jornalista Louise Freire e pelo professor doutor babalaô Ivanir dos Santos.


"Chegou o momento de nos unirmos e cumprir a vontade dos nossos ancestrais", disse o rei, na língua umbundu, a segunda mais falada em seu país, depois da portuguesa. Tchongolola foi recebido no palco sem aplausos - uma questão protocolar - saudado por Louise Freire, que abriu a bateria de perguntas a ele sobre os efeitos da escravidão em seu povo.


"Aos 7 anos, já ouvia sobre os povos ancestrais. Éramos um reinado organizado, com ministros, tudo estava bem. Quando chegou a primeira fase da colonização, foi o momento mais difícil. O colonizador não respeitou nossa tradição, cultura, o poder tradicional. Isso fez com que muitos reis africanos fracassassem, levando o colonizador a entrar em todo o continente africano", comentou Ekuikui.


O Rei de Angola pontuou mais dois momentos cruciais que marcaram a história de seu país: a guerra civil iniciada em 1975 (o ano da "independência") e os tempos atuais com a globalização.


"Nossa foco agora é reencontrar e reestabelecer nossa identidade cultural. A globalização destrói tudo aquilo que é nosso. Identidade cultural, língua, monumentos etc". Em sua fala, Tchongolola Tchongonga Ekuikui também desmistificou narrativas históricas e falou em resgate.


"Se alguma vez disseram que os negros nascidos no Brasil eram filhos de escravizados é mentira, são filhos de reis e rainhas africanos. Eu vim cumprir uma profecia e reencontrar a vontade dos nossos ancestrais, que sempre souberam que precisávamos lutar com a sabedoria para alcançar a via mais segura para chegar ao triunfo. Enquanto houver misticismo, essa amizade não vai acontecer de fato. Precisamos de uma mudança muito rápida. Somos mal interpretados, se eu deixar meu cajado aqui ele fica por anos", destacou.


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2023/11/6737529-em-sua-primeira-vezno-brasil-rei-de-angola-fala-sobre-a-importancia-da-reparacao-historica-para-os-povos-negros.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
No trecho “Éramos um reinado organizado, com ministros, tudo estava bem” (4º parágrafo), o verbo destacado está flexionado no:
Alternativas
Respostas
1561: A
1562: D
1563: C
1564: B
1565: A
1566: C
1567: A
1568: D
1569: B
1570: A
1571: D
1572: A
1573: B
1574: C
1575: B
1576: C
1577: D
1578: A
1579: B
1580: C