Foram encontradas 5.525 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3641591 Matemática
A frota de automóveis de uma determinada empresa de transporte possui mais de 92 e menos do que 115 veículos, e esses veículos são nacionais ou importados, movidos ou não a gás. Do total da frota, 7/10 são nacionais e 5/9  dos carros nacionais são movidos a gás. Dessa forma, a soma dos algarismos do número que representa a quantidade de carros nacionais movidos a gás é:
Alternativas
Q3641590 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


Em “Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta-feira” (1º parágrafo), o verbo destacado está flexionado no mesmo modo e tempo do verbo destacado em:
Alternativas
Q3641589 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


No período “Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral” (3º parágrafo), a oração destacada pode ser classificada como:
Alternativas
Q3641588 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


O trecho “Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta-feira” (1º parágrafo) poderia ser reescrito, sem modificação do sentido, por:
Alternativas
Q3641587 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


Em “No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor” (3º parágrafo), o termo destacado poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q3641586 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


Em “As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas” (8º parágrafo), o termo destacado indica a ideia de:
Alternativas
Q3641585 Português

 Dezenas de nações assinarão tratado oceânico da ONU,

mas a implementação aguarda resoluções internas



Um novo tratado da ONU para proteger os oceanos do mundo deverá ser assinado por dezenas de países nesta quarta feira (20), mais um passo nos esforços para reverter os danos causados aos frágeis ambientes marinhos pela pesca excessiva e outras atividades humanas.


O pacto global para a conservação da biodiversidade no alto mar foi finalmente acordado em março e formalmente adotado pelas Nações Unidas em junho. É visto como uma ferramenta crucial para cumprir uma meta de proteger 30% da terra e do mar do planeta até 2030, conhecida como “30 por 30”.


Espera-se que pelo menos 60 países assinem o acordo na Assembleia Geral. No entanto, ainda precisa de ser ratificado internamente em cada um dos países para entrar em vigor.


Mads Christensen, diretor executivo interino do Greenpeace Internacional, descreveu o acordo como um “sinal poderoso” de ajuda a manter o ímpeto para cumprir a meta “30 por 30”.


"Mas esta assinatura é um momento puramente simbólico", disse ele. "Agora os políticos devem trazer o tratado para casa e garantir que seja ratificado em tempo recorde."


O acordo criará santuários oceânicos onde a pesca será proibida e também garantirá que a atividade humana em alto mar seja sujeita a avaliações de impacto ambiental.


A União Internacional para a Conservação da Natureza estima que serão necessários 500 milhões de dólares em financiamento para dar início ao tratado, e um fundo especial de implementação e capacitação poderá exigir outros 100 milhões de dólares por ano.


As ameaças ao ambiente oceânico têm aumentado nos últimos anos em resultado da pesca excessiva, bem como do aumento das temperaturas, e novas ameaças também poderão surgir da mineração nos fundos oceânicos e da utilização de tecnologias de geoengenharia para aumentar a capacidade do oceano de absorver dióxido de carbono.


Grupos ambientalistas dizem que o tratado deve entrar em vigor até 2025, o mais tardar, para garantir que a meta de proteção “30 por 30” seja alcançada.


“O oceano não pode esperar, e com o tratado em preparação durante a maior parte dos últimos 20 anos, não há tempo a perder”, disse Jessica Battle, especialista em oceanos do Fundo Mundial para a Natureza. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2023/09/1046071-dezenas-de--nacoes-assinarao-tratado-oceanico-da-onu-mas-a-implementacao-aguarda-reso

lucoes-internas.html. Acesso em 21/09/2023


De acordo com o texto, o tratado oceânico da ONU visa a:
Alternativas
Q3641314 Administração de Recursos Materiais
Curva ABC é uma técnica utilizada na gestão de estoques para controle e organização. O uso dessa ferramenta permite identificar os itens de maior importância e valor dentro do estoque. A também chamada classificação ABC define os produtos em: 
Alternativas
Q3641313 Nutrição
 Maria, professora e orientadora de estágio do curso de Nutrição, ao iniciar suas atividades, consultou a Resolução do Conselho Federal dos Nutricionistas, n° 698, de 11 de agosto de 2021, e pôde verificar que é vedado ao(à) nutricionista professor(a) orientador(a) e ao(à) nutricionista supervisor(a) de estágio permitir a execução de jornada de atividade em estágio maior que:
Alternativas
Q3641312 Nutrição
 A Educação Alimentar e Nutricional ocupa posição estratégica para a prevenção e para o controle dos problemas alimentares e nutricionais atuais e também para a promoção da alimentação adequada e saudável. Nesse contexto, um avanço fundamental e balizador das ações de EAN, no âmbito das Políticas Públicas no Brasil, foi a elaboração, em 2012, do:
Alternativas
Q3641311 Matemática
Maria, a nutricionista de uma Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN), tem recebido muitas reclamações pelo atraso quando serve bife acebolado. Sabe-se que o restaurante funciona das 10h às 13h, atendendo 1200 pessoas, e que a cozinha dispõe de 2 chapas, sendo que cada uma pode produzir 50 bifes por hora. Com essas informações, o número de chapas que Maria deverá solicitar para complementar seus equipamentos será de:
Alternativas
Q3641310 Nutrição
Nos lactários, os alimentos podem ser veículos de transmissão de microrganismos e toxinas. Por isso, sendo a alimentação láctea a base alimentar e terapêutica para crianças, é necessária uma atenção especial, de modo a estabelecer condições higiênico-sanitárias adequadas para garantir a qualidade microbiológica da água e dos alimentos utilizados no preparo de fórmulas e alimentos. Sobre o preparo de fórmulas infantis, é recomendado que:
Alternativas
Q3641309 Nutrição
A Síndrome Metabólica (SM) é um transtorno complexo representado por um conjunto de fatores de risco cardiovascular usualmente relacionados à deposição central de gordura e à resistência à insulina. A circunferência abdominal, por ser o índice antropométrico mais representativo da gordura intra-abdominal e de aferição mais simples e reprodutível, é a medida recomendada. O ponto de corte estabelecido para a circunferência abdominal, de mulheres e homens é, respectivamente, de:
Alternativas
Q3641308 Nutrição
No Brasil, os estudos sobre ambientes alimentares vêm crescendo nos últimos anos. Estudos com foco em mapeamento de oferta de alimentos em bairros, comunidades e municípios estão cada vez mais sendo produzidos, buscando-se entender em que medida a caracterização desses ambientes, em relação ao tipo de alimento ofertado – saudável ou não saudável – estaria sendo determinante nas escolhas alimentares e no perfil nutricional da população. O mapeamento de territórios nos quais há pouca oferta de alimentos saudáveis é conhecido como:
Alternativas
Q3641307 Nutrição
Após a nutricionista estimar o consumo alimentar de Dona Rosa, por meio do Recordatório de 24h, ficou constatado que sua ingestão energética foi equivalente a 2000kcal. Desse valor, 35% foram de proteínas e 25% de lipídeos. O valor em gramas de carboidratos que dona Rosa consumiu foi o equivalente a:
Alternativas
Q3641306 Nutrição
A antropometria tem sido muito utilizada para o diagnóstico nutricional em nível populacional, principalmente na infância e na adolescência, pela facilidade de execução, pelo baixo custo e pela inocuidade. Em relação ao escore z, o valor da mediana considerado “ideal” deve ser de:
Alternativas
Q3641305 Nutrição
A diarreia é uma manifestação comum nas doenças gastrintestinais, sendo definida como três ou mais episódios de evacuação líquida ou semilíquida em um intervalo de 24h. A classificação da diarreia que tem como causas mais frequentes o uso de laxativos e má absorção intestinal de carboidratos, cuja característica é ter grande quantidade de solutos osmoticamente ativos e pouco absorvidos no trato gastrintestinal, levando à retenção de água, é conhecida como diarreia:
Alternativas
Q3641304 Pedagogia
De acordo com a Resolução Normativa 08 do Conselho Municipal de Cuiabá – MT, que fixa normas específicas para a educação especial na educação infantil e no ensino fundamental, as unidades educacionais públicas e privadas do Sistema Municipal de Ensino de Cuiabá devem assegurar na organização de suas turmas regulares/comuns:
Alternativas
Q3641303 Pedagogia
Na perspectiva inclusiva, a avaliação deve se diferenciar da verificação, que opera na lógica classificatória, a serviço da seleção. Enquanto processo, ela tem como finalidade a:
Alternativas
Q3641302 Pedagogia
 Solange, professora da sala de recurso multifuncional de uma escola municipal de Cuiabá, atende um estudante que está impedido de falar como decorrência de uma paralisia cerebral. Pensando na necessidade de comunicação com esse estudante, Solange deve:
Alternativas
Respostas
801: D
802: C
803: C
804: D
805: A
806: B
807: C
808: A
809: A
810: C
811: D
812: B
813: A
814: B
815: D
816: A
817: C
818: D
819: A
820: B