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Para determinar a bitola de um condutor por meio do método de capacidade de corrente, utilizam-se as tabelas de capacidade de corrente da norma ABNT NBR 5410: Instalações Elétricas de Baixa Tensão, 2004, revisão de 2008, que exprimem tais correntes considerando os circuitos de forma individual e na temperatura ambiente de 30°C. Contudo, tais tabelas não fornecem informações quando os circuitos estão alocados com mais de um circuito ou então quando estão instalados em ambientes com temperaturas diferentes de 30°C. Para este ajuste, são utilizadas as tabelas de correção. As tabelas a seguir referem-se à correção de temperatura ambiente e ao agrupamento de circuito em diversas situações:
Tabela Fatores de correção para temperatura ambiente diferente de 30°C para linhas não subterrâneas
Fonte: NBR 5410

Tabela para fatores de correção para
agrupamento de circuitos
Fonte: NBR 5410

Considere que um determinado circuito tenha a
corrente nominal
será instalado em
eletroduto embutido em alvenaria, juntamente com
outros três circuitos e a temperatura ambiente local é
de 45°C. De posse das tabelas de correção de
temperatura e de agrupamento de circuitos da NBR
citada, sabendo que os condutores utilizados serão
de isolação de PVC, o valor de corrente corrigida a
ser utilizada na tabela de capacidade de corrente para determinar a bitola correta do condutor pelo
método da capacidade de corrente será de:
O circuito da figura é a modelagem de um equipamento que está sendo desenvolvido.

O fator de potência desse equipamento é igual a:
Algumas células epiteliais possuem
especializações na superfície livre, com a função de
aumentar sua superfície ou mover partículas. Essas
células são denominadas:
Os elos de uma cadeia alimentar são chamados
níveis tróficos e incluem os consumidores
secundários que são descritos por:
Os tecidos responsáveis pela sustentação da
planta são os:
O professor Fábio deu uma aula expositiva com o auxílio de slides sobre os tecidos do corpo humano. Como atividade, pediu à turma que desenhasse as células do tecido conjuntivo.
São células do tecido conjuntivo:
O Artigo 157 da Lei nº 5.956/2015, Lei da Gestão
Democrática do Município de Cuiabá, versa sobre a
autonomia da gestão pedagógica e “estabelece
princípios e regras, reconhecendo os valores e o
contexto em que a unidade educacional está
inserida”. Porém, o parágrafo único desse artigo,
esclarece que essa autonomia é relativa,
considerando que o projeto político-pedagógico deve
estar:
Admita que n(X) represente o número de elementos de um conjunto X. Dados os conjuntos A e B é verdade que:
• n(A ∪ B) = 42
• n(A – B) = 2.n(A ∩ B)
• n(B) = 4.n(A ∩ B)
O valor de n(A) é:
Considere as 3 proposições abaixo:
• 2 + 7 = 9 e 4 + 8 = 12
• 3 ≠ 3 ou 5 ≠ 5
• Se √3> 1 então √2 é um número irracional
O número de proposições que possui o valor lógico verdade é igual a:
A tabela 'antinutricional' de legumes e verduras que vale a pena conhecer
Fazer bem as compras domésticas tem seus segredos, e entre os mais importantes está o de saber ler o rótulo nutricional dos produtos. Quanta gordura tem este queijo? Aquele tomate refogado leva muito açúcar? Quantas vitaminas há nos iogurtes? Mas a maioria dos compostos químicos presentes nos alimentos não aparece na lista, embora alguns influenciem diretamente a qualidade nutricional do que levamos para casa. Não há um “rótulo antinutricional”, mas os antinutrientes existem, e esses compostos químicos dificultam que o organismo assimile os nutrientes da dieta. Eles estão nas frutas e hortaliças em geral, nos cereais de grão integral (os que são realmente integrais), nos ovos, nas sementes, no cacau puro e até o chá preto – nos dois últimos, na forma de taninos.
A maioria dos antinutrientes é o resultado de uma guerra silenciosa que as plantas travam contra o mundo. São parte das dezenas de milhares de compostos que esses seres vivos desenvolveram, aparentemente apenas para se defenderem dos seus inimigos naturais, que só querem saber de comê-los. “São fitoquímicos, substâncias que exercem funções de proteção da planta contra fatores ambientais externos”, explica Iva Marques, professora da Universidade de Zaragoza.
Nossa comida tem diversas formas de sabotar sua própria qualidade nutricional. A avidina da clara do ovo e o niacina do milho se unem a outras substâncias dos alimentos com um resultado indesejável: inativam as vitaminas; os bociogênicos presentes em muitas frutas e hortaliças bloqueiam o iodo, que faz parte da estrutura da tiroide; os ácidos oxálico e fítico, presentes em alimentos como os espinafres, a beterraba e a acelgas, se juntam no intestino a minerais como o ferro, o zinco e o cálcio e impedem sua absorção. Também há antinutrientes que inibem as proteases e as amilases, que são enzimas que catalisam as reações necessárias para digerir as proteínas e os carboidratos. As enzimas aceleram processos bioquímicos necessários para a digestão e, se desaparecessem, esse processos seriam tão lentos que se tornariam ineficazes.
(Extraído e adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/
10/03/ciencia/1570102074_391394.html)