Questões de Concurso
Para prefeitura de valparaíso de goiás - go
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No primeiro quartel do século XX, o intercâmbio entre africanos e negros da diáspora ocorreu de diversas formas. De um lado, por meio do retorno de afrodescendentes, principalmente da América do Norte, para a Libéria, mas também das Antilhas e Brasil para diversas regiões da África. De outro, através da saída de jovens pertencentes à elite africana para ingressar nas universidades dos Estados Unidos e da Europa.
CLARO, Regina. Olhar a África: fontes visuais para a sala de aula. São Paulo: Hedra, 2012.
O impacto do fenômeno apresentado no texto acima resultou no
Disciplina escolar e conhecimento histórico acadêmico são campos permeáveis. No caso da História, ao acompanharmos sua constituição, na escola e na universidade, verificamos que a partir do século XIX, existem constantes aproximações e separações entre a História escolar e a dos historiadores.
Circe Maria Fernandes Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2004.
Acerca do saber histórico escolar, constatamos aproximações e separações entre a educação básica e a universidade, uma vez que temos práticas de ensino
Há uma pergunta central na História que não pode ser evitada, no mínimo porque todos nós queremos saber a resposta: como a humanidade passou do homem das cavernas para o astronauta, de um tempo em que éramos assustados por tigres de dentes de sabre para um tempo em que somos assustados por explosões nucleares – isto é, não assustados pelos perigos da natureza, mas por aqueles que nós mesmos criamos? O que faz desta uma pergunta essencialmente histórica é que os seres humanos, embora recentemente bem mais altos e pesados que nunca, são biologicamente quase os mesmos que no início do registro histórico.
HOBSBAWM, Eric. Sobre História. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.
A “pergunta central” a que se refere o trecho está relacionada a um aspecto fundamental do ofício do historiador com implicações no ensino de história. Trata-se da
Se concluímos que não existe um fato histórico eterno, mas existe um fato que consideramos hoje um fato histórico, é fácil deduzir que o conceito de documento siga a mesma lógica. Fato e documento histórico demonstram nossa visão atual sobre o passado, num diálogo entre a visão contemporânea e as fontes pretéritas.
KARNAL, Leandro e TATSCH, Flávia G. Documento e história: a memória evanescente. In. PINSKY, Carla e LUCA, Tania de (Orgs.). O historiador e suas fontes. São Paulo, Contexto, 2009.
Sobre fato e documento histórico, os autores afirmam que
O ensino de Geografia no Brasil enfrenta diversos desafios, especialmente no que diz respeito à formação de professores. A formação inicial muitas vezes não prepara adequadamente os docentes para lidar com as complexidades do ensino de Geografia, que exige não apenas conhecimento teórico, mas também habilidades práticas e metodológicas. Além disso, a formação continuada é frequentemente negligenciada, deixando os professores sem o suporte necessário para atualizar seus conhecimentos e práticas pedagógicas.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) enfatiza a importância de desenvolver competências que permitam aos alunos compreender e analisar criticamente o espaço geográfico. No entanto, para que isso seja possível, é fundamental que os professores estejam bem-preparados e motivados.
Outro desafio significativo é a valorização do trabalho docente. Professores de Geografia muitas vezes enfrentam condições de trabalho precárias, com salários baixos e falta de reconhecimento profissional. Isso pode levar à desmotivação e ao desinteresse, impactando negativamente a qualidade do ensino.
Considerando os desafios mencionados no texto e as diretrizes da BNCC, quais medidas podem ser adotadas para melhorar o processo de ensino e aprendizagem de Geografia nos níveis fundamental e médio no Brasil?
Um professor de Geografia do ensino fundamental deseja planejar uma atividade prática para seus alunos utilizando ferramentas de geoprocessamento. Ele decide criar um mapa temático que represente a distribuição das áreas verdes na cidade onde a escola está localizada.
Considerando os conceitos de cartografia e geoprocessamento, o professor deve
A população do país chegou a 203.062.512 em 2022, com aumento de 6,5% frente ao censo demográfico anterior, realizado em 2010. Isso representa um acréscimo de 12,3 milhões de pessoas no período. De 2010 a 2022, a taxa de crescimento anual da população do país foi de 0,52%. Trata-se da menor taxa desde o primeiro Censo do Brasil, em 1872. A região Sudeste tem 84,8 milhões de habitantes, o que representa 41,8% da população do país. Os três estados brasileiros mais populosos - São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro - concentram 39,9% da população brasileira. A região Centro-Oeste é a menos populosa, com 16,3 milhões de habitantes, ou 8,0% da população do país. Em 2022, as concentrações urbanas abrigavam 124,1 milhões de pessoas, 61%. Cerca de 44,8% dos municípios brasileiros tinham até 10 mil habitantes, mas apenas 12,8 milhões de pessoas, ou 6,3% da população do país, viviam em cidades desse porte.
Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012- agencia-de-noticias/noticias/37237-de-2010-a-2022-populacao-brasileiracresce-6-5-e-chega-a-203-1-milhoes. Acesso em: 03 set. 2024.
Considere que a população do Brasil em 2022 era de 203.062.512 habitantes, representando um aumento de 6,5% em relação ao Censo de 2010. Tendo isso em vista, a população do Brasil em 2010 era de