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Uma mulher de 20 anos procura ajuda psicológica, pois tem sentido dificuldades em seus relacionamentos pessoais. Após algumas consultas, a psicóloga observa que a sua paciente vive intensas oscilações emocionais e comportamentos impulsivos. Sua autoimagem varia constantemente, com momentos de confiança seguidos de sensações de vazio e inadequação. Tem dificuldade em controlar a raiva, reagindo de forma exagerada a situações cotidianas, e sente-se facilmente incompreendida. O medo da rejeição e do abandono é um gatilho forte, levandoa sentir-se desamparada e com medo da solidão. Seus relacionamentos são instáveis e intensos, com muita oscilação entre idealização e desvalorização. Sua baixa tolerância à frustração a leva a agir impulsivamente, e ela pode recorrer a ameaças de suicídio ou automutilação como uma forma de lidar com a dor emocional.
Após essas observações, a psicóloga conclui que a paciente apresenta
Um psicólogo está realizando uma consulta com um paciente que tem se mostrado preocupado após uma possível exposição ao HIV. Durante a conversa, o paciente menciona que teve uma relação sexual desprotegida e está com medo de ter contraído o vírus. O psicólogo começa a orientar o paciente sobre a Profilaxia Pós-Exposição (PEP), um tratamento que pode ser feito nesse tipo de situação para reduzir o risco de infecção pelo HIV.
O tratamento consiste no uso de antirretrovirais que devem ser iniciados até setenta e duas horas após o episódio (relação sexual) que eventualmente resultou na exposição ao vírus e os medicamentos devem ser tomados por
Ao realizar a avaliação do estado mental de um paciente, um psicólogo identificou um quadro de hiperprosexia.
A hiperprosexia consiste em uma alteração na
Durante uma atividade no Centro de Convivência do Idoso, a psicóloga percebeu que uma mulher, de 67 anos, evitava interações sociais, ficava isolada e demonstrava desconforto ao falar sobre sua família. Além disso, ela escondia hematomas nos braços, o que levantou suspeitas de maus-tratos.
Ao suspeitar de sinais de violência, a psicóloga deve, de acordo com estatuto da pessoa idosa,
A mãe de um menino de nove anos procura uma psicóloga infantil após a recomendação da professora que acompanha a criança. Ela relata que a professora observou que o menino tem grande dificuldade em manter a atenção nas atividades propostas, distraindo-se facilmente. Ele não consegue perceber quando está distraído e não consegue retomar a concentração sem a intervenção de um adulto. A dificuldade de memorização também é um fator que limita seu aprendizado. Por exemplo, quando é apresentado a uma sílaba, ele tem dificuldade em reconhecê-la pouco tempo depois. Diante disso, a psicóloga decide acompanhar o caso.
Para iniciar o acompanhamento psicoterapêutico, a profissional deve