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Q3878776 Português
“Regência é, em gramática, sinônimo de dependência, subordinação. Assim, a sintaxe de regência trata das relações de dependência que as palavras mantêm na frase. Dizemos que um termo rege o outro que o complementa. ”
(Redação Oficial – 11.8 – página 73)

No que diz respeito as regras de regência, ASSINALE a alternativa em que houve DESVIO da norma culta.
Alternativas
Q3878775 Português
Levando em consideração as regras de concordância, ASSINALE a alternativa em que a reescrita no plural INFRINGIU a norma culta da língua.
Alternativas
Q3878774 Redação Oficial
“Ambígua é a frase ou oração que pode ser tomada em mais de um sentido. Como a clareza é requisito básico de todo texto oficial, deve-se atentar para as construções que possam gerar equívocos de compreensão. A ambiguidade decorre, em geral, da dificuldade de identificar-se a que palavra se refere um pronome que possui mais de um antecedente na terceira pessoa.”
(Redação Oficial – 11.6 – página 65)

Ocorreu AMBIGUIDADE em:
Alternativas
Q3878773 Redação Oficial
São características dos atributos da redação oficial, EXCETO
Alternativas
Q3878772 Português
ATENTE para as frases a seguir.


I. Ele entendeu _______________ minha resposta.
II. Que horas será a _______________ da terapia?
III. A _______________ do motorista no trânsito resultou numa multa alta.
IV. O _______________ na avenida, no dia do natal, ficou intransitável.

A alternativa que completa CORRETA e RESPECTIVAMENTE as lacunas acima é:
Alternativas
Q3878771 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

    A educação é a base para o desenvolvimento de uma sociedade. Em países desenvolvidos, como a Finlândia e o Canadá, os investimentos em educação de qualidade resultaram em cidadãos críticos, inovadores e com melhores condições de vida, o que, por sua vez, impulsionaram o crescimento social e econômico dessas nações. Portanto, é evidente que a valorização do sistema educacional é um caminho sólido para um progresso coletivo.
A alternativa em que todas as expressões retiradas do texto exercem função de NÚCLEO DO SUJEITO é: 
Alternativas
Q3878770 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

    A educação é a base para o desenvolvimento de uma sociedade. Em países desenvolvidos, como a Finlândia e o Canadá, os investimentos em educação de qualidade resultaram em cidadãos críticos, inovadores e com melhores condições de vida, o que, por sua vez, impulsionaram o crescimento social e econômico dessas nações. Portanto, é evidente que a valorização do sistema educacional é um caminho sólido para um progresso coletivo.
O elemento coesivo destacado, “portanto”, ESTABELECE em relação ao texto, uma:
Alternativas
Q3878769 Português
ATENTE para a charge a seguir.

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Assinale a alternativa em que todas as palavras foram divididas silabicamente de forma CORRETA
Alternativas
Q3878768 Português
ATENTE para a charge a seguir.

Captura_de tela 2026-02-11 110345.png (539×208)
Pode-se afirmar que há relações sintáticas e morfológicas na charge acima, EXCETO de: 
Alternativas
Q3878767 Português
LEIA o trecho a seguir.

A PAIXÃO SEGUNDO G. H. – Fragmento

Clarice Lispector

[...]
    Não tenho uma palavra a dizer. Por que não me calo, então? Mas se eu não forçar a palavra a mudez me engolfará para sempre em ondas. A palavra e a forma serão a tábua onde boiarei sobre vagalhões de mudez.
[...]
    Vou criar o que me aconteceu. Só porque viver não é relatável. Viver não é vivível. Terei que criar sobre a vida. E sem mentir. Criar sim, mentir não. Criar não é imaginação, é correr o grande risco de se ter a realidade. Entender é uma criação, meu único modo. Precisarei com esforço traduzir sinais de telégrafo – traduzir o desconhecido para uma língua que desconheço, e sem sequer entender para que valem os sinais. Falarei nessa linguagem sonâmbula que se eu estivesse acordada não seria linguagem.
[...].

São Paulo: ALLCA XX/Scipione Cultural, 199. p. 14-15.
Falarei nessa linguagem sonâmbula que se eu estivesse acordada não seria linguagem.” Das frases a seguir, a palavra destacada que possui a mesma classificação quanto à sílaba tónica que a palavra em ênfase nesse trecho é:
Alternativas
Q3878766 Português
LEIA o trecho a seguir.

A PAIXÃO SEGUNDO G. H. – Fragmento

Clarice Lispector

[...]
    Não tenho uma palavra a dizer. Por que não me calo, então? Mas se eu não forçar a palavra a mudez me engolfará para sempre em ondas. A palavra e a forma serão a tábua onde boiarei sobre vagalhões de mudez.
[...]
    Vou criar o que me aconteceu. Só porque viver não é relatável. Viver não é vivível. Terei que criar sobre a vida. E sem mentir. Criar sim, mentir não. Criar não é imaginação, é correr o grande risco de se ter a realidade. Entender é uma criação, meu único modo. Precisarei com esforço traduzir sinais de telégrafo – traduzir o desconhecido para uma língua que desconheço, e sem sequer entender para que valem os sinais. Falarei nessa linguagem sonâmbula que se eu estivesse acordada não seria linguagem.
[...].

São Paulo: ALLCA XX/Scipione Cultural, 199. p. 14-15.
Precisarei com esforço traduzir sinais de telégrafo – traduzir o desconhecido para uma língua que desconheço, e sem sequer entender para que valem os sinais. Falarei nessa linguagem sonâmbula que se eu estivesse acordada não seria linguagem.” Morfologicamente, a palavra destacada ESTÁ como:
Alternativas
Q3878765 Português
LEIA o trecho a seguir.

A PAIXÃO SEGUNDO G. H. – Fragmento

Clarice Lispector

[...]
    Não tenho uma palavra a dizer. Por que não me calo, então? Mas se eu não forçar a palavra a mudez me engolfará para sempre em ondas. A palavra e a forma serão a tábua onde boiarei sobre vagalhões de mudez.
[...]
    Vou criar o que me aconteceu. Só porque viver não é relatável. Viver não é vivível. Terei que criar sobre a vida. E sem mentir. Criar sim, mentir não. Criar não é imaginação, é correr o grande risco de se ter a realidade. Entender é uma criação, meu único modo. Precisarei com esforço traduzir sinais de telégrafo – traduzir o desconhecido para uma língua que desconheço, e sem sequer entender para que valem os sinais. Falarei nessa linguagem sonâmbula que se eu estivesse acordada não seria linguagem.
[...].

São Paulo: ALLCA XX/Scipione Cultural, 199. p. 14-15.
Não tenho uma palavra a dizer.” O NÃO emprego da crase na expressão “a dizer” se dá pelo mesmo motivo em: 
Alternativas
Q3878764 Português
LEIA o trecho a seguir.

A PAIXÃO SEGUNDO G. H. – Fragmento

Clarice Lispector

[...]
    Não tenho uma palavra a dizer. Por que não me calo, então? Mas se eu não forçar a palavra a mudez me engolfará para sempre em ondas. A palavra e a forma serão a tábua onde boiarei sobre vagalhões de mudez.
[...]
    Vou criar o que me aconteceu. Só porque viver não é relatável. Viver não é vivível. Terei que criar sobre a vida. E sem mentir. Criar sim, mentir não. Criar não é imaginação, é correr o grande risco de se ter a realidade. Entender é uma criação, meu único modo. Precisarei com esforço traduzir sinais de telégrafo – traduzir o desconhecido para uma língua que desconheço, e sem sequer entender para que valem os sinais. Falarei nessa linguagem sonâmbula que se eu estivesse acordada não seria linguagem.
[...].

São Paulo: ALLCA XX/Scipione Cultural, 199. p. 14-15.
O dilema apresentado pela narradora se dá pela necessidade de falar. Para ela:
Alternativas
Q3878763 Português
LEIA o poema a seguir.

Amar, sentimento este, capaz de superar quaisquer tipos de adversidades.

Captura_de tela 2026-02-11 105719.png (273×191)

AMAR

Que pode uma criatura senão,
Entre criaturas, amar?
Amar e esquecer, amar e malamar,
Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,
Sozinho, em rotação universal, senão
Rodar também, e amar?
Amar o que o mar traz à praia,
O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,
O que é entrega ou adoração expectante,
E amar o inóspito, o áspero,
Um vaso sem flor, um chão de ferro,
E o peito inerte, e a rua vista em sonho,
E uma ave de rapina.

Este o nosso destino: Amor sem conta,
Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
Doação ilimitada a uma completa ingratidão,
E na concha vazia do amor à procura medrosa,
Paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor,
E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.

Carlos Drummond de Andrade
Ainda em relação às palavras citadas acima (INERTE, PÉRFIDO e TÁCITO, estas estão, morfologicamente, e respectivamente, como:
Alternativas
Q3878762 Português
LEIA o poema a seguir.

Amar, sentimento este, capaz de superar quaisquer tipos de adversidades.

Captura_de tela 2026-02-11 105719.png (273×191)

AMAR

Que pode uma criatura senão,
Entre criaturas, amar?
Amar e esquecer, amar e malamar,
Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,
Sozinho, em rotação universal, senão
Rodar também, e amar?
Amar o que o mar traz à praia,
O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,
O que é entrega ou adoração expectante,
E amar o inóspito, o áspero,
Um vaso sem flor, um chão de ferro,
E o peito inerte, e a rua vista em sonho,
E uma ave de rapina.

Este o nosso destino: Amor sem conta,
Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
Doação ilimitada a uma completa ingratidão,
E na concha vazia do amor à procura medrosa,
Paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor,
E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.

Carlos Drummond de Andrade
Os vocábulos INERTE, PÉRFIDO e TÁCITO, exprimem, respectivamente, o mesmo que: 
Alternativas
Q3878761 Português
LEIA o poema a seguir.

Amar, sentimento este, capaz de superar quaisquer tipos de adversidades.

Captura_de tela 2026-02-11 105719.png (273×191)

AMAR

Que pode uma criatura senão,
Entre criaturas, amar?
Amar e esquecer, amar e malamar,
Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,
Sozinho, em rotação universal, senão
Rodar também, e amar?
Amar o que o mar traz à praia,
O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,
O que é entrega ou adoração expectante,
E amar o inóspito, o áspero,
Um vaso sem flor, um chão de ferro,
E o peito inerte, e a rua vista em sonho,
E uma ave de rapina.

Este o nosso destino: Amor sem conta,
Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
Doação ilimitada a uma completa ingratidão,
E na concha vazia do amor à procura medrosa,
Paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor,
E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.

Carlos Drummond de Andrade
A expressão que o eu-lírico DEMONSTRA, o amor como algo “inesgotável”, ocorre: 
Alternativas
Q3878760 Português
LEIA o poema a seguir.

Amar, sentimento este, capaz de superar quaisquer tipos de adversidades.

Captura_de tela 2026-02-11 105719.png (273×191)

AMAR

Que pode uma criatura senão,
Entre criaturas, amar?
Amar e esquecer, amar e malamar,
Amar, desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,
Sozinho, em rotação universal, senão
Rodar também, e amar?
Amar o que o mar traz à praia,
O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,
O que é entrega ou adoração expectante,
E amar o inóspito, o áspero,
Um vaso sem flor, um chão de ferro,
E o peito inerte, e a rua vista em sonho,
E uma ave de rapina.

Este o nosso destino: Amor sem conta,
Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
Doação ilimitada a uma completa ingratidão,
E na concha vazia do amor à procura medrosa,
Paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor,
E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.

Carlos Drummond de Andrade
De acordo com o poema e o eu-lírico, AMAR é algo:
Alternativas
Respostas
86: D
87: A
88: A
89: D
90: C
91: C
92: B
93: C
94: D
95: D
96: B
97: D
98: B
99: C
100: B
101: D
102: A