Questões de Concurso Para prefeitura de cidade ocidental - go

Foram encontradas 969 questões

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Q2311911 Português
Leia o Texto 7 para responder à questão.

Texto 7

O Padlet é um mural virtual que permite ao usuário expressar as suas ideias/opiniões sobre um determinado assunto, interagindo com outros usuários, compartilhando textos, fotos, áudios, vídeos e links. Cada espaço colaborativo é chamado de “mural”, podendo ser usado também como um quadro de avisos. Professores e empresas utilizam o Padlet para encorajar conversas criativas multimídia e brainstorming. O site pode ser acessado a partir de computadores, tablets e smartphones. É usado para ensinar conteúdos específicos, construir murais, marcar favoritos, gerir e registrar resultados de discussões, brainstorming, fazer anotações, fazer listas, planejar eventos, ouvir música, assistir vídeos, dar feedbacks etc.

Disponível em: <http://www.larhud.ibict.br/index.php?title=Padlet>. Acesso em
31 ago. 2023.
No texto, o uso de algumas palavras originadas da língua inglesa é chamado de estrangeirismo. O seu uso denota que
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Q2311910 Português
Leia o Texto 7 para responder à questão.

Texto 7

O Padlet é um mural virtual que permite ao usuário expressar as suas ideias/opiniões sobre um determinado assunto, interagindo com outros usuários, compartilhando textos, fotos, áudios, vídeos e links. Cada espaço colaborativo é chamado de “mural”, podendo ser usado também como um quadro de avisos. Professores e empresas utilizam o Padlet para encorajar conversas criativas multimídia e brainstorming. O site pode ser acessado a partir de computadores, tablets e smartphones. É usado para ensinar conteúdos específicos, construir murais, marcar favoritos, gerir e registrar resultados de discussões, brainstorming, fazer anotações, fazer listas, planejar eventos, ouvir música, assistir vídeos, dar feedbacks etc.

Disponível em: <http://www.larhud.ibict.br/index.php?title=Padlet>. Acesso em
31 ago. 2023.
O texto apresenta o Padlet como um software tecnológico que auxilia no processo educacional porque 
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Q2311909 Português
Leia o Texto 6 para responder à questão.

Texto 6

O homem é um ser político por natureza

Para Aristóteles, os homens não nascem como indivíduos livres num hipotético estado de natureza anterior à criação do Estado civil. Ao contrário, para Aristóteles, nesse estado de natureza não pode haver humanidade, mas podem viver somente os a-polides por natureza. Humanidade plena só pode existir numa comunidade política na qual os homens compartilham a percepção do bem e do mal, do justo e do injusto, e essa comunidade tem precedência sobre cada um de nós, como o todo precede cada uma das suas partes. A cidade é autossuficiente, mas o indivíduo não é autossuficiente e não pode viver sem a comunidade.

TOSI, Giuseppe. Aristóteles e os direitos humanos (p. 169-193). In: DÜRMAIER, Ana Thereza de M. C. (Org.). Trilhas filosóficas: um guia para estudantes. João Pessoa: Editora UFPB, 2022. 
Ao utilizar as afirmações de Aristóteles na construção dos sentidos do texto, Tossi (2022) se vale do argumento de
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Q2311908 Português
Leia o Texto 6 para responder à questão.

Texto 6

O homem é um ser político por natureza

Para Aristóteles, os homens não nascem como indivíduos livres num hipotético estado de natureza anterior à criação do Estado civil. Ao contrário, para Aristóteles, nesse estado de natureza não pode haver humanidade, mas podem viver somente os a-polides por natureza. Humanidade plena só pode existir numa comunidade política na qual os homens compartilham a percepção do bem e do mal, do justo e do injusto, e essa comunidade tem precedência sobre cada um de nós, como o todo precede cada uma das suas partes. A cidade é autossuficiente, mas o indivíduo não é autossuficiente e não pode viver sem a comunidade.

TOSI, Giuseppe. Aristóteles e os direitos humanos (p. 169-193). In: DÜRMAIER, Ana Thereza de M. C. (Org.). Trilhas filosóficas: um guia para estudantes. João Pessoa: Editora UFPB, 2022. 
De acordo com Tosi (2022), Aristóteles defende a tese de que a
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Q2311907 Português
Leia o texto a seguir.
Sinopse
A palavra brincalhar só existe no dicionário da imaginação. Quem me ensinou foi um menino que, um dia, depois de ouvir estes poemas, me confessou: — Estes são poemas para brincalhar... Fiquei perplexo e retorqui: — Mas a palavra brincalhar não existe... — Pois não, inventei-a hoje ao ouvir-te: são poemas brincalhões para brincar... Não estás a ver? Claro que vi! E adotei esta palavra nova. Espero que todos o façam também e, com ela, brinquem e se tornem brincadores.
João Manuel Ribeiro. Poemas para brincalhar. Ilustração: Anabela Dias. Disponível em: <https://www.bertrand.pt/livro/poemas-para-brincalhar-joaomanuel-ribeiro/21293571>. Acesso em: 31 ago. 2023.
Com relação à análise linguística, a atividade predominante no texto centra-se na
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Q2311906 Português
Leia o Texto 5 para responder à questão.

Texto 5

Juliana Salvadori: Numa visada dos estudos pedagógicos sobre a leitura na esfera escolar, várias pesquisas – as quais não vêm de hoje, particularmente aquelas que têm apostado na explosão das discursividades do mundo contemporâneo, na produção e circulação de discursos e suas diferentes formas de textualização e formulação, na irrupção e dispersão de outros e novos sentidos e saberes – concorrem para problematizar que a instituição escolar ainda tende a circunscrever, delimitar, limitar as leituras de discursos e textos, sejam os da esfera da literatura ou de outros campos discursivos, por exemplo, das ciências naturais, exatas ou das humanidades, elegendo como legítimas ou verdadeiras algumas. Frente a isso, perguntamos-lhe como tomar o ensino de literatura e a formação de leitores, sob tais injunções escolares /pedagógicas, para além da instituição, do institucional, do instituído?

Nabil Araújo: Como sempre insistiu Magda Soares, nome maior dos estudos sobre letramento no país, não há escola sem escolarização – de discursos, conhecimentos, saberes, os quais se veem, então, devidamente formalizados em currículos, programas, disciplinas, metodologias: a escolarização é inerente, em suma, à instituição escolar, é o próprio processo, aliás, que a institui e constitui como tal. Desde, pelo menos, A ordem do discurso (1971), de Michel Foucault, tem-se estado cada vez mais consciente e vigilante em relação ao modo como as instituições limitam e regulamentam a circulação social dos discursos, o que também se aplica, evidentemente, à escola e à universidade. Mas não se trata aqui, bem entendido, de se “desinstitucionalizar” a leitura literária ou o ensino de literatura, e sim de combater a equivocada pedagogização/didatização dessas práticas, que acaba por distorcê-las e desvirtuá-las de seus objetivos e metas educacionais. 

SALVADORI, J. C. (2022). Entrevista com o Prof. Dr. Nabil Araújo. Scripta, 26(56), 383-386. Disponível em: <https://doi.org/10.5752/P.2358-3428.2022v26n56p383-386>.  Acesso em: 31 ago. 2023.
No texto, o entrevistador se vale do discurso de autoridade para argumentar que na instituição escolar a leitura é um
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Q2311905 Português
Leia o Texto 5 para responder à questão.

Texto 5

Juliana Salvadori: Numa visada dos estudos pedagógicos sobre a leitura na esfera escolar, várias pesquisas – as quais não vêm de hoje, particularmente aquelas que têm apostado na explosão das discursividades do mundo contemporâneo, na produção e circulação de discursos e suas diferentes formas de textualização e formulação, na irrupção e dispersão de outros e novos sentidos e saberes – concorrem para problematizar que a instituição escolar ainda tende a circunscrever, delimitar, limitar as leituras de discursos e textos, sejam os da esfera da literatura ou de outros campos discursivos, por exemplo, das ciências naturais, exatas ou das humanidades, elegendo como legítimas ou verdadeiras algumas. Frente a isso, perguntamos-lhe como tomar o ensino de literatura e a formação de leitores, sob tais injunções escolares /pedagógicas, para além da instituição, do institucional, do instituído?

Nabil Araújo: Como sempre insistiu Magda Soares, nome maior dos estudos sobre letramento no país, não há escola sem escolarização – de discursos, conhecimentos, saberes, os quais se veem, então, devidamente formalizados em currículos, programas, disciplinas, metodologias: a escolarização é inerente, em suma, à instituição escolar, é o próprio processo, aliás, que a institui e constitui como tal. Desde, pelo menos, A ordem do discurso (1971), de Michel Foucault, tem-se estado cada vez mais consciente e vigilante em relação ao modo como as instituições limitam e regulamentam a circulação social dos discursos, o que também se aplica, evidentemente, à escola e à universidade. Mas não se trata aqui, bem entendido, de se “desinstitucionalizar” a leitura literária ou o ensino de literatura, e sim de combater a equivocada pedagogização/didatização dessas práticas, que acaba por distorcê-las e desvirtuá-las de seus objetivos e metas educacionais. 

SALVADORI, J. C. (2022). Entrevista com o Prof. Dr. Nabil Araújo. Scripta, 26(56), 383-386. Disponível em: <https://doi.org/10.5752/P.2358-3428.2022v26n56p383-386>.  Acesso em: 31 ago. 2023.
No texto, a entrevistadora aponta que a leitura na escola é 
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Q2311904 Português
Texto 4

Quando o vírus nos trancou em casa, as telas nos deixaram sem casa

Eliane Brum

Encerro 2020, o ano que anuncia que o tempo das pandemias chegou, com estranhos sintomas. A ideia de fazer mais uma live, mais um meeting pelo Jitsi, Zoom ou Google, ou mesmo pelo WhatsApp, me deixa fisicamente enjoada. Escrever, como faço agora, enquanto as notícias e as mensagens pipocam num canto da tela, me deixa tonta e exausta. Amigos me pedem encontros de Natal, happy hours de Ano-Novo. Quero. Mas não consigo. Que o excesso de telas cansa e pode causar transtornos e até doenças, sabemos. A experiência atual, porém, vai muito além disso. O home office, as lives e os meetings mudaram o conceito de casa. Ou talvez tenham provocado algo ainda mais radical, ao nos despejar não apenas da casa, mas também da possibilidade de fazer da casa uma casa.

Disponível em: <https://brasil.elpais.com/opiniao/2020-12-23/quando-o-virus-nostrancou-em-casa-as-telas-nos-deixaram-sem-casa.html>. Acesso em: 31 ago. 2023.
A autora do texto apresenta a opinião de que
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Q2311903 Português
Texto 4

Quando o vírus nos trancou em casa, as telas nos deixaram sem casa

Eliane Brum

Encerro 2020, o ano que anuncia que o tempo das pandemias chegou, com estranhos sintomas. A ideia de fazer mais uma live, mais um meeting pelo Jitsi, Zoom ou Google, ou mesmo pelo WhatsApp, me deixa fisicamente enjoada. Escrever, como faço agora, enquanto as notícias e as mensagens pipocam num canto da tela, me deixa tonta e exausta. Amigos me pedem encontros de Natal, happy hours de Ano-Novo. Quero. Mas não consigo. Que o excesso de telas cansa e pode causar transtornos e até doenças, sabemos. A experiência atual, porém, vai muito além disso. O home office, as lives e os meetings mudaram o conceito de casa. Ou talvez tenham provocado algo ainda mais radical, ao nos despejar não apenas da casa, mas também da possibilidade de fazer da casa uma casa.

Disponível em: <https://brasil.elpais.com/opiniao/2020-12-23/quando-o-virus-nostrancou-em-casa-as-telas-nos-deixaram-sem-casa.html>. Acesso em: 31 ago. 2023.
Para a construção dos efeitos de sentido no título do texto, a autora utiliza o recurso expressivo denominado
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Q2311902 Português
Leia o texto a seguir.

Prefácio:  Pensando o mundo, propondo práticas.

Esta obra mobilizou o trabalho de professores universitários e seus estudantes. Certamente não quaisquer professores universitários, mas professores formadores de professores. Envolver-se com esta formação implica opções de diferentes ordens que resumiria na expressão “presença responsiva”. Presença implica uma atitude para com o tempo. Atenção com o que ocorre no presente. Olhar atento e crítico – o que significa “escutar” para compreender a complexidade inarredável. E a ocupação com a formação faz transver, ir além e imaginar um tempo futuro. Não há necessidade de formação se o futuro não estiver no horizonte. Não há razões, exceto aquelas de um positivismo estreito, para compreender o mundo e as gentes se nenhum interesse houver em transformá-lo.
GERALDI, J. W. Prefácio. In: BALTAR, Marcos; FRAGA, Camila Farias; ESPÍNDOLA, Michela Ribeiro; ANDRADE, Tayná Miranda de (Orgs.). Práticas educativas com o gênero canção na Educação Básica. São Carlos: Pedro & João Editores, 2022, p. 8 – 9.

Na visão de Geraldi, a formação de professores os 
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Q2311861 Psicologia
O estresse é uma reação natural do organismo quando vivenciamos situações de perigo ou ameaça. Esse mecanismo nos coloca em estado de alerta ou alarme, provocando alterações físicas e emocionais. A reação ao estresse é uma atitude biológica necessária para a adaptação às situações novas. As três fases em que se dá a evolução do estresse são:
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Q2311860 Psicologia
Na Psicologia do Desenvolvimento, o envelhecimento tem sido cada vez mais investigado. Não mais como um período de crises, declínios e perdas, mas como uma fase de aquisições e transformações, prenhe de significados e possibilidades que conferem um novo status ao idoso nos estudos contemporâneos. Os idosos são considerados o grupo populacional de maior risco para o suicídio em todo o mundo. No Brasil, as taxas de suicídio mais elevadas concentram-se na população acima de 80 anos. Os suicídios nessa faixa etária
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Q2311859 Psicologia
Leia o caso a seguir.
Um adolescente de 17 anos está em psicoterapia devido a sua timidez extrema e dificuldade em ter relacionamentos amorosos. Em uma das sessões, o paciente afirma que nunca chamou alguém para sair, seja amigos ou a garota de que gosta, pois acredita que ninguém vai querer sair com ele. O psicólogo que o atende emprega técnicas cognitivas e comportamentais. Devido à crença de que ninguém gostaria de sair com o paciente, o psicólogo solicita que ele se planeje e convide alguém para sair e verifique o que acontece.
A técnica utilizada pelo psicólogo é denominada
Alternativas
Q2311858 Psicologia
A abordagem humanista revela muito pouco interesse pela nosografia e pela estrutura da personalidade. Segundo Rogers (1996), em todo o ser humano existem possibilidades de realizar-se numa relação interpessoal e potencialidades que podem ser desenvolvidas. A entrevista psicológica com base humanista é
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Q2311857 Psicologia
Leia o caso a seguir.
Um paciente de 52 anos, casado, com filhos e netos, é trabalhador autônomo e o principal provedor da família. Buscou o pronto-socorro nos últimos 2 meses com sintomas de gripe e, na última vez, foi internado para tratar uma pneumonia e recebeu o diagnóstico positivo para HIV. O paciente encontra-se com humor rebaixado, preocupado com a reação da família e com sentimento de culpa. O psicólogo foi chamado para acompanhar o caso.
Considerando o caso apresentado, qual deve ser a conduta do psicólogo?
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Q2311856 Psicologia
Leia o caso a seguir.
Paciente do sexo feminino, 41 anos, recebeu o diagnóstico de câncer de mama um mês após se divorciar de forma litigiosa do marido. Os médicos recomendaram uma mastectomia bilateral para melhor chance de cura, mas a paciente mostra-se resistente ao tratamento, adiando a cirurgia toda vez que era marcada. Durante o atendimento psicológico, a paciente conversava sobre o medo da cirurgia, as fantasias de como seria a vida sem o seio e as questões relacionadas à separação. Ela também sentia-se um pouco culpada em relação aos problemas causados ao filho com a separação.
No hospital, em que os atendimentos psicológicos costumam ser breves e com pouca possibilidade de conclusão, é importante estabelecer um foco. De acordo com o caso apresentado, qual foco deve ser trabalhado pelo psicólogo no momento?
Alternativas
Q2311855 Psicologia
A prática dos psicólogos da saúde foi regulamentada em 1970 pela American Psychological Association (APA). A Psicologia da Saúde é uma disciplina ou o campo de especialização da Psicologia que aplica seus princípios, técnicas e conhecimentos científicos para avaliar, diagnosticar, tratar, modificar e prevenir os problemas físicos e mentais nos processos de saúde e doença. O objetivo da psicologia da saúde é 
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Q2311854 Psicologia
Freud (1976), ao estudar o sonho como fenômeno humano universal, destacou a semelhança da criação onírica com os mitos e contos de fadas. Segundo ele, a paridade está no fato de se utilizarem de uma linguagem coletiva – os símbolos – de conflitos da humanidade. Nesse sentido, os contos de fadas partem de um problema vinculado à realidade, que desequilibra a tranquilidade inicial. Qual a função dos contos de fadas na clínica com crianças? 
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Q2311853 Psicologia
O desastre é um acontecimento traumático que causa perda de vidas, da saúde, de bens materiais e impacta muitas pessoas. A atuação do psicólogo em situações de desastre constitui-se por
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Q2311852 Psicologia
Leia o caso a seguir.
Uma menina de seis anos de idade hospitalizada sofre de um câncer avançado sem possibilidade de cura e desconhece seu prognóstico. Os pais, em sofrimento intenso, não sabem como se comportar com a filha internada, nem o que fazer em relação ao aniversário da criança, que acontecerá nos próximos dias.
Considerando que o atendimento psicológico voltado às crianças hospitalizadas assume características próprias, no caso apresentado, o psicólogo deverá
Alternativas
Respostas
441: D
442: C
443: A
444: D
445: C
446: C
447: A
448: B
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460: C