Foram encontradas 2.224.168 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4307830 Português
Leia o texto a seguir.
Versão I Condeno o réu, não absolvo. Versão II Condeno o réu não, absolvo.
O uso da vírgula exerce papel fundamental na construção de sentidos. Assim, verifica-se que
Alternativas
Q4307827 Português

Leia o texto a seguir.


[...]

— Tens levado uma vida bem engraçada, Castelo!

— Só assim se pode viver... Isto de uma ocupação única: sair de casa a certas horas, voltar a outras, aborrece, não achas?

Não sei como me tenho aguentado lá, no consulado!

— Cansa-se; mas, não é disso que me admiro. O que me admira é que tenhas corrido tantas aventuras aqui, neste Brasil imbecil e burocrático.

— Qual! Aqui mesmo, meu caro Castro, se podem arranjar belas páginas de vida. Imagina tu que eu já fui professor de javanês!

— Quando? Aqui, depois que voltaste do consulado?

— Não; antes. E, por sinal, fui nomeado cônsul por isso.

— Conta lá como foi. Bebes mais cerveja?


Disponível em: https://humanitas.ufrn.br/wp-content/uploads/2025/02/OHomem-que-Sabia-Javanes.pdf. Acesso em: 23 jun. 2026.



O texto é um trecho extraído do conto O homem que falava Javanês, de Lima Barreto. O predomínio do diálogo em uma construção da narrativa como essa contribui para sua estrutura porque

Alternativas
Q4307824 Português
Leia o texto a seguir.
Prezada Senhora:
Recebo com surpresa sua carta perguntando-me so­bre vovó. Como descobriu o meu endereço? Vim para cá logo depois que presenciei aquela cena. Aqui ninguém sabe quem sou, mas, mesmo assim, estou atordoada. Sim, essa é a palavra certa, atordoada. A insônia me persegue. Sabe, fatos estranhos aconteceram enquanto morei naquela casa. "Foi ele quem pediu pra voltar", foi a última coisa que vovó disse. Tudo começou quando eu, papai e mamãe fomos despejados da nossa quitinete em Copacabana. Fui morar com vovó Olívia no subúrbio do Rio de Janeiro. Moráva­mos na Rua Major Mascarenhas, no Bairro de Todos os Santos. Eu devia ter uns onze anos na época. Apesar de mamãe ser a filha única de vovó, as duas eram geniosas. [...].
RIBEIRO, Esmeralda. Guarde Segredo. Literafro, 23 ago. 2021, Belo Horizonte. Disponível em: https://www.letras.ufmg.br/literafro/teatro/24-textosdas-autoras/961-esmeralda-ribeiro-guarde-segredo. Acesso em: 20 jun. 2026.



O texto é o trecho inicial do conto Guarde Segredo, de Esmeralda Ribeiro. Considerando a organização do texto, o fragmento apresenta características simultâneas do gênero carta e da narrativa literária porque
Alternativas
Q4307822 Português
Leia o texto a seguir.

História da Música Sertaneja

A música sertaneja tem sua origem nas modas de viola, quando as pessoas se reuniam em roda para contar histórias – os chamados “causos” – comer e beber. A viola é um instrumento de cordas que chegou à América Portuguesa com os primeiros colonizadores. Os jesuítas o utilizaram para catequizar os indígenas, que tinham especial predileção pela música. A viola também era empregada em festas religiosas populares, como procissões, Folia de Reis, festas do padroeiro, rezas do rosário, etc. Daí surgiu o modo anasalado de cantar, onde a letra tem mais importância que a melodia e o canto mais parece um lamento.
BEZERRA, Juliana. História do Sertanejo: a música do nosso sertão. Toda matéria. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/musica-sertaneja/. Acesso em: 25 jun. 2026.


Os elementos destacados no texto são
Alternativas
Q4307821 Português
Leia o texto a seguir.

O luto é uma coisa cruel, que nos desmantela. A gente descobre como ele é pesado, como é cheio de uma substância densa que afasta qualquer possibilidade de leveza. Descobre também como ele é solitário: as pessoas ao redor expressam simpatia, mas você habita um planeta totalmente diferente, onde a gravidade funciona de outro jeito.
ADICHIE, C.N. Notas sobre o luto. Trad. Julia Romeu. São Paulo: Companhia das Letras, 2021, p. 6.


As palavras destacadas no texto funcionam como 
Alternativas
Q4307791 Saúde Pública
À luz da Lei nº 8.080/1990, Lei Orgânica da Saúde, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) A saúde é direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício.
( ) Os fatores determinantes da saúde possuem natureza exclusivamente biológica.
( ) A garantia da saúde se restringe à oferta de serviços assistenciais organizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 
Alternativas
Q4307785 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.
A casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de _________, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial.
Alternativas
Q4307783 Segurança da Informação
Assinalar a alternativa que apresenta a principal função de um firewall. 
Alternativas
Q4307782 Arquitetura de Computadores
Assinalar a alternativa que apresenta apenas dispositivos de entrada de dados.
Alternativas
Q4307780 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Entre os elementos presentes em um transporte público, deve haver adaptações específicas para que pessoas com deficiências possam frequentá-lo. Considerando isso, as alternativas abaixo apresentam essas adaptações:
I. Plataformas e rampas.
II. Assentos preferenciais.
III. Piso baixo.
Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q4307779 Saúde Pública
A tuberculose é uma doença infecciosa bacteriana. Qual das seguintes situações apresenta maior risco para sua transmissão?
Alternativas
Q4307770 Português
O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar de novo

    Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio. Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a impressão de que muita gente está correndo por outro motivo: para conseguir respirar.
     Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas, comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia, o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
    O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda, claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho, uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade, o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro. Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É perceber que você não está sozinho tentando dar conta da vida.
    A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em 2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics, consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma competição técnica: durante cinco dias, toma conta das ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de encontro.

Fonte: Veja Rio. Adaptado. 
Assinalar a alternativa que apresenta uma frase no modo imperativo.
Alternativas
Q4307768 Português
O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar de novo

    Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio. Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a impressão de que muita gente está correndo por outro motivo: para conseguir respirar.
     Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas, comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia, o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
    O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda, claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho, uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade, o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro. Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É perceber que você não está sozinho tentando dar conta da vida.
    A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em 2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics, consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma competição técnica: durante cinco dias, toma conta das ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de encontro.

Fonte: Veja Rio. Adaptado. 
Assinalar a alternativa em que há uma frase com sentido denotativo. 
Alternativas
Q4307767 Português
O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar de novo

    Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio. Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a impressão de que muita gente está correndo por outro motivo: para conseguir respirar.
     Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas, comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia, o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
    O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda, claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho, uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade, o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro. Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É perceber que você não está sozinho tentando dar conta da vida.
    A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em 2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics, consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma competição técnica: durante cinco dias, toma conta das ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de encontro.

Fonte: Veja Rio. Adaptado. 
Quanto ao uso do hífen, analisar os itens.
I. Aquele menino era muito mal-criado.
II. Ele sempre foi muito anti-higiênico.
III. É normal ficar cansado com as correrias do dia-a-dia.
Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q4307766 Português
O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar de novo

    Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio. Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a impressão de que muita gente está correndo por outro motivo: para conseguir respirar.
     Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas, comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia, o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
    O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda, claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho, uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade, o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro. Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É perceber que você não está sozinho tentando dar conta da vida.
    A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em 2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics, consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma competição técnica: durante cinco dias, toma conta das ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de encontro.

Fonte: Veja Rio. Adaptado. 
Sobre as normas de acentuação, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) As palavras “saúde” e “nível” são acentuadas pelo mesmo motivo.
( ) Tanto a palavra “herói” quanto a palavra “heróico” estão corretamente acentuadas.
( ) As palavras “álibi” e “álcool” são acentuadas pelo mesmo motivo.
( ) As palavras “juiz” e “raiz” não recebem acento, mas seus plurais são “juízes” e “raízes”. 
Alternativas
Q4307763 Português
O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar de novo

    Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio. Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a impressão de que muita gente está correndo por outro motivo: para conseguir respirar.
     Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas, comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia, o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
    O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda, claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho, uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade, o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro. Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É perceber que você não está sozinho tentando dar conta da vida.
    A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em 2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics, consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma competição técnica: durante cinco dias, toma conta das ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de encontro.

Fonte: Veja Rio. Adaptado. 
Considerando o 4º parágrafo do texto, é CORRETO inferir que a Maratona do Rio:
Alternativas
Q4307677 Psiquiatria
Homem de 82 anos, previamente independente para atividades básicas e sem diagnóstico de demência, é internado após queda da própria altura com fratura transtrocanteriana do fêmur direito. Aguarda correção cirúrgica há 36 horas. Durante o dia, mantém contato adequado, reconhece familiares e coopera com a equipe. Nas duas últimas noites, porém, passa a apresentar períodos de desorientação, tenta retirar o acesso venoso e levantar-se da cama, afirma que “há pessoas entrando no quarto” e alterna esses episódios com intervalos de sonolência.
Recebe dipirona regularmente e pequenas doses de morfina de resgate. Não faz uso habitual de álcool ou benzodiazepínicos. Ao exame, encontra-se afebril, PA 138 × 74 mmHg, FC 88 bpm, FR 18 irpm, SpO₂ 96% em ar ambiente. Não apresenta déficit neurológico focal. A ferida traumática está limpa e não há sinais clínicos de infecção.
Exames laboratoriais mostram: Hb 10,4 g/dL; leucócitos 8.900/mm³; plaquetas 210.000/mm³; Na⁺ 137 mEq/L; K⁺ 3,1 mEq/L; Mg²⁺ 1,5 mg/dL; Ca²⁺ total 8,7 mg/dL; creatinina 1,0 mg/dL; glicemia 112 mg/dL. Urina tipo I sem leucocitúria ou nitrito. ECG mostra ritmo sinusal e QTc de 486 ms.
Na terceira noite, apesar de reorientação frequente, presença de familiar, redução de ruídos e interrupções noturnas e tentativa de preservar o ciclo sono-vigília, o paciente apresenta agitação intensa, tenta repetidamente sair do leito sem apoio e agride um profissional que procura contê-lo verbalmente.

Com base nesse caso, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4307654 Psiquiatria
Mulher de 78 anos é internada por fratura de fêmur. No segundo dia, passa a alternar sonolência e agitação, desatenção, pensamento desorganizado e inversão do ciclo sono vigília. Usa clonazepam crônico, oxibutinina, tramadol e difenidramina. Exames não mostram infecção ou distúrbio metabólico grave.

A intervenção inicial mais apropriada é 
Alternativas
Q4307623 Psiquiatria
Homem, 82 anos, previamente independente para atividades básicas de vida diária (Katz 6/6), com hipertensão arterial e doença renal crônica estágio G3bA2, creatinina basal de 1,7 mg/dL, é internado por pielonefrite aguda por Escherichia coli. Facultativo iniciou empiricamente cefepima 2 g IV a cada 8 horas. No quarto dia de tratamento, encontra-se afebril e com melhora da leucocitose, porém evolui com alteração aguda e flutuante do estado mental, desatenção, desorientação, alucinações visuais, mioclonias multifocais em membros superiores, asterixis e intensa agitação psicomotora. O Confusion Assessment Method (CAM) é positivo.
O paciente tenta repetidamente retirar o cateter venoso central e a sonda vesical, procura levantar-se do leito sem auxílio e apresenta agressividade física contra a equipe. Medidas de reorientação, adequação ambiental, redução de estímulos, correção de desconfortos e presença de familiar não controlaram o comportamento de risco.
Exames laboratoriais demonstram creatinina de 3,6 mg/dL, ureia de 118 mg/dL, sódio de 139 mEq/L e potássio de 4,5 mEq/L. Gasometria arterial sem alterações relevantes. ECG demonstra QTc de 412 ms.

Considerando a principal hipótese diagnóstica e a necessidade imediata de prevenção de danos, assinale a conduta mais adequada.
Alternativas
Q4307600 Psicologia
Há situações em que a equipe se encontra diante de uma pessoa que precisa ser comunicada de uma notícia difícil. Nesses casos, temos ferramentas que nos auxiliam a organizar de maneira mais adequada a aproximação, como o protocolo SPIKES, que é amplamente utilizado na prática da medicina de família e comunidade.

As seguintes ações fazem parte do protocolo SPIKES, exceto uma. Assinale-a. 
Alternativas
Respostas
17681: B
17682: C
17683: A
17684: B
17685: A
17686: C
17687: C
17688: C
17689: D
17690: D
17691: D
17692: D
17693: C
17694: A
17695: B
17696: D
17697: C
17698: D
17699: D
17700: E