Questões de Concurso Comentadas

Foram encontradas 2.211.911 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4351590 Direito Administrativo
A Lei Federal nº 14.133/2021 define como pregão a modalidade de licitação que deve ser utilizada:
Alternativas
Q4351589 Direito Administrativo
Determinada entidade da Administração Pública pretende realizar contratação de serviços técnicos especializados. Durante a análise jurídica, surgiram dúvidas quanto à incidência da Lei Federal nº 14.133/2021 sobre diferentes entes e situações. À luz da legislação vigente, assinale a alternativa correta acerca do âmbito de aplicação da Lei de Licitações e Contratos Administrativos.
Alternativas
Q4351588 Direito Administrativo
Durante a fase preparatória de uma licitação para contratação de serviços comuns, o agente de contratação elaborou o termo de referência contendo: definição do objeto, requisitos da contratação, modelo de execução, critérios de medição e pagamento e forma de seleção do fornecedor. Contudo, deixou de incluir as estimativas do valor da contratação, com os preços unitários referenciais e as memórias de cálculo. Tomando por base apenas o contido e regulado pela Lei Federal nº 14.133/2021, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4351587 Direito Administrativo
No âmbito da fase preparatória de uma licitação para aquisição de bens comuns, o agente de contratação municipal de Camboriú/SC realizou pesquisa de preços utilizando: (i) dados de contratações similares realizadas há 10 (dez) meses por outros órgãos públicos, devidamente atualizados; (ii) pesquisa em sítios eletrônicos especializados com registro de data e hora de acesso; e (iii) cotação direta com três fornecedores, obtida há 8 (oito) meses da data prevista para divulgação do edital, sem justificativa quanto à escolha dos fornecedores. Considerando apenas a Lei Federal nº 14.133/2021, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4351575 Português
Texto para a questão.
    A biorremediação tem se consolidado como uma estratégia relevante no enfrentamento da contaminação ambiental provocada por resíduos industriais e substâncias tóxicas persistentes. Por meio da utilização de microrganismos, fungos e determinadas espécies vegetais, esse processo favorece a decomposição de compostos químicos nocivos presentes no solo e na água. Em centros urbanos e áreas industriais, pesquisadores vêm ampliando estudos relacionados à capacidade metabólica de bactérias adaptáveis a ambientes altamente poluídos. Além de reduzir impactos ecológicos, a técnica contribui para o restabelecimento gradual de ecossistemas degradados e para a recuperação de áreas anteriormente consideradas impróprias ao desenvolvimento biológico. Apesar dos avanços científicos observados nas últimas décadas, especialistas reconhecem que a aplicação da biorremediação depende de planejamento técnico, monitoramento constante e investimentos compatíveis com a complexidade dos ambientes contaminados.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Biorremediação de áreas contaminadas. Brasília: MMA, 2022. Disponível em: https://www.gov.br/mma. Acesso em: 11 maio 2026.
No contexto sintático do texto, as classes gramaticais exercem funções fundamentais para a organização semântica e argumentativa dos períodos. Considerando os termos destacados, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4351573 Português
Texto para a questão.
    A biorremediação tem se consolidado como uma estratégia relevante no enfrentamento da contaminação ambiental provocada por resíduos industriais e substâncias tóxicas persistentes. Por meio da utilização de microrganismos, fungos e determinadas espécies vegetais, esse processo favorece a decomposição de compostos químicos nocivos presentes no solo e na água. Em centros urbanos e áreas industriais, pesquisadores vêm ampliando estudos relacionados à capacidade metabólica de bactérias adaptáveis a ambientes altamente poluídos. Além de reduzir impactos ecológicos, a técnica contribui para o restabelecimento gradual de ecossistemas degradados e para a recuperação de áreas anteriormente consideradas impróprias ao desenvolvimento biológico. Apesar dos avanços científicos observados nas últimas décadas, especialistas reconhecem que a aplicação da biorremediação depende de planejamento técnico, monitoramento constante e investimentos compatíveis com a complexidade dos ambientes contaminados.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Biorremediação de áreas contaminadas. Brasília: MMA, 2022. Disponível em: https://www.gov.br/mma. Acesso em: 11 maio 2026.
Considerando os processos de formação vocabular empregados no texto, assinale a alternativa cuja análise morfológica apresenta adequação conceitual e terminológica.  
Alternativas
Q4351572 Português

Texto para a questão.

 

Os impactos dos microplásticos sobre a saúde humana

 

A presença crescente de microplásticos no meio ambiente deixou de ser apenas uma preocupação ecológica para se transformar em um problema de saúde pública e de gestão global de resíduos. Estudos recentes identificaram partículas plásticas microscópicas em pulmões, sangue, placentas e tecidos cardíacos humanos, evidenciando que a poluição plástica ultrapassou os limites dos oceanos e passou a integrar o cotidiano biológico das populações. Além disso, pesquisadores alertam que essas partículas podem transportar substâncias tóxicas, provocar inflamações celulares e ampliar desequilíbrios ambientais já existentes.

A expansão do consumo descartável e a dependência econômica de materiais sintéticos intensificaram a circulação de resíduos plásticos em escala mundial. Em grandes centros urbanos, o descarte inadequado de embalagens e produtos industrializados favorece a fragmentação do plástico em partículas invisíveis, posteriormente disseminadas pelo ar, pela água e pelos alimentos. Ainda que campanhas de conscientização ambiental tenham se tornado mais frequentes, especialistas observam que a resposta institucional permanece insuficiente diante da velocidade com que a contaminação avança.

Outro aspecto preocupante relaciona-se aos impactos econômicos e sociais decorrentes da poluição plástica. Setores ligados à pesca, ao turismo e à produção agrícola vêm registrando prejuízos associados à contaminação de ecossistemas e à redução da biodiversidade. Paralelamente, pesquisadores defendem a necessidade de políticas públicas capazes de ampliar sistemas de reciclagem, estimular alternativas biodegradáveis e fortalecer mecanismos de fiscalização ambiental. Nesse cenário, o debate sobre microplásticos deixou de ocupar espaço exclusivamente científico e passou a integrar discussões estratégicas sobre sustentabilidade, saúde coletiva e responsabilidade socioambiental.


Fonte: FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Os impactos dos microplásticos sobre a saúde humana. Revista Pesquisa FAPESP, São Paulo, out. 2023. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/os-impactos-dos-microplasticos-sobre-a-saude-humana. Acesso em: 11 maio 2026.

No terceiro parágrafo, a autora organiza o raciocínio por meio de estruturas complexas de subordinação para expor as consequências econômicas e as propostas de solução para o problema. Analise a função sintática dos termos destacados no segmento: “...pesquisadores defendem a necessidade de políticas públicas¹ capazes de ampliar sistemas² de reciclagem, estimular alternativas biodegradáveis³ e fortalecer mecanismos de fiscalização ambiental⁴.”
Assinale a alternativa que classifica corretamente a função sintática dos termos numerados.
Alternativas
Q4351570 Português

Texto para a questão.

 

Os impactos dos microplásticos sobre a saúde humana

 

A presença crescente de microplásticos no meio ambiente deixou de ser apenas uma preocupação ecológica para se transformar em um problema de saúde pública e de gestão global de resíduos. Estudos recentes identificaram partículas plásticas microscópicas em pulmões, sangue, placentas e tecidos cardíacos humanos, evidenciando que a poluição plástica ultrapassou os limites dos oceanos e passou a integrar o cotidiano biológico das populações. Além disso, pesquisadores alertam que essas partículas podem transportar substâncias tóxicas, provocar inflamações celulares e ampliar desequilíbrios ambientais já existentes.

A expansão do consumo descartável e a dependência econômica de materiais sintéticos intensificaram a circulação de resíduos plásticos em escala mundial. Em grandes centros urbanos, o descarte inadequado de embalagens e produtos industrializados favorece a fragmentação do plástico em partículas invisíveis, posteriormente disseminadas pelo ar, pela água e pelos alimentos. Ainda que campanhas de conscientização ambiental tenham se tornado mais frequentes, especialistas observam que a resposta institucional permanece insuficiente diante da velocidade com que a contaminação avança.

Outro aspecto preocupante relaciona-se aos impactos econômicos e sociais decorrentes da poluição plástica. Setores ligados à pesca, ao turismo e à produção agrícola vêm registrando prejuízos associados à contaminação de ecossistemas e à redução da biodiversidade. Paralelamente, pesquisadores defendem a necessidade de políticas públicas capazes de ampliar sistemas de reciclagem, estimular alternativas biodegradáveis e fortalecer mecanismos de fiscalização ambiental. Nesse cenário, o debate sobre microplásticos deixou de ocupar espaço exclusivamente científico e passou a integrar discussões estratégicas sobre sustentabilidade, saúde coletiva e responsabilidade socioambiental.


Fonte: FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Os impactos dos microplásticos sobre a saúde humana. Revista Pesquisa FAPESP, São Paulo, out. 2023. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/os-impactos-dos-microplasticos-sobre-a-saude-humana. Acesso em: 11 maio 2026.

No texto “Os impactos dos microplásticos sobre a saúde humana”, a seleção vocabular orienta a construção de sentidos sobre a gravidade da crise ambiental. Analise o valor semântico assumido pelas unidades lexicais no contexto em que estão inseridas e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4351569 Português

Texto para a questão.

 

Os impactos dos microplásticos sobre a saúde humana

 

A presença crescente de microplásticos no meio ambiente deixou de ser apenas uma preocupação ecológica para se transformar em um problema de saúde pública e de gestão global de resíduos. Estudos recentes identificaram partículas plásticas microscópicas em pulmões, sangue, placentas e tecidos cardíacos humanos, evidenciando que a poluição plástica ultrapassou os limites dos oceanos e passou a integrar o cotidiano biológico das populações. Além disso, pesquisadores alertam que essas partículas podem transportar substâncias tóxicas, provocar inflamações celulares e ampliar desequilíbrios ambientais já existentes.

A expansão do consumo descartável e a dependência econômica de materiais sintéticos intensificaram a circulação de resíduos plásticos em escala mundial. Em grandes centros urbanos, o descarte inadequado de embalagens e produtos industrializados favorece a fragmentação do plástico em partículas invisíveis, posteriormente disseminadas pelo ar, pela água e pelos alimentos. Ainda que campanhas de conscientização ambiental tenham se tornado mais frequentes, especialistas observam que a resposta institucional permanece insuficiente diante da velocidade com que a contaminação avança.

Outro aspecto preocupante relaciona-se aos impactos econômicos e sociais decorrentes da poluição plástica. Setores ligados à pesca, ao turismo e à produção agrícola vêm registrando prejuízos associados à contaminação de ecossistemas e à redução da biodiversidade. Paralelamente, pesquisadores defendem a necessidade de políticas públicas capazes de ampliar sistemas de reciclagem, estimular alternativas biodegradáveis e fortalecer mecanismos de fiscalização ambiental. Nesse cenário, o debate sobre microplásticos deixou de ocupar espaço exclusivamente científico e passou a integrar discussões estratégicas sobre sustentabilidade, saúde coletiva e responsabilidade socioambiental.


Fonte: FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Os impactos dos microplásticos sobre a saúde humana. Revista Pesquisa FAPESP, São Paulo, out. 2023. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/os-impactos-dos-microplasticos-sobre-a-saude-humana. Acesso em: 11 maio 2026.

No processo de articulação textual do texto, os pronomes, conectores e operadores argumentativos desempenham função essencial para a construção da coesão e da progressão temática. Considerando os mecanismos referenciais e sequenciais empregados no texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4351568 Português

Texto para a questão.

 

Os impactos dos microplásticos sobre a saúde humana

 

A presença crescente de microplásticos no meio ambiente deixou de ser apenas uma preocupação ecológica para se transformar em um problema de saúde pública e de gestão global de resíduos. Estudos recentes identificaram partículas plásticas microscópicas em pulmões, sangue, placentas e tecidos cardíacos humanos, evidenciando que a poluição plástica ultrapassou os limites dos oceanos e passou a integrar o cotidiano biológico das populações. Além disso, pesquisadores alertam que essas partículas podem transportar substâncias tóxicas, provocar inflamações celulares e ampliar desequilíbrios ambientais já existentes.

A expansão do consumo descartável e a dependência econômica de materiais sintéticos intensificaram a circulação de resíduos plásticos em escala mundial. Em grandes centros urbanos, o descarte inadequado de embalagens e produtos industrializados favorece a fragmentação do plástico em partículas invisíveis, posteriormente disseminadas pelo ar, pela água e pelos alimentos. Ainda que campanhas de conscientização ambiental tenham se tornado mais frequentes, especialistas observam que a resposta institucional permanece insuficiente diante da velocidade com que a contaminação avança.

Outro aspecto preocupante relaciona-se aos impactos econômicos e sociais decorrentes da poluição plástica. Setores ligados à pesca, ao turismo e à produção agrícola vêm registrando prejuízos associados à contaminação de ecossistemas e à redução da biodiversidade. Paralelamente, pesquisadores defendem a necessidade de políticas públicas capazes de ampliar sistemas de reciclagem, estimular alternativas biodegradáveis e fortalecer mecanismos de fiscalização ambiental. Nesse cenário, o debate sobre microplásticos deixou de ocupar espaço exclusivamente científico e passou a integrar discussões estratégicas sobre sustentabilidade, saúde coletiva e responsabilidade socioambiental.


Fonte: FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Os impactos dos microplásticos sobre a saúde humana. Revista Pesquisa FAPESP, São Paulo, out. 2023. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/os-impactos-dos-microplasticos-sobre-a-saude-humana. Acesso em: 11 maio 2026.

A organização estrutural dos parágrafos do texto evidencia uma progressão temática construída por ampliação argumentativa e encadeamento lógico das informações. Com base na estrutura composicional do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4351567 Português

Texto para a questão.

 

Os impactos dos microplásticos sobre a saúde humana

 

A presença crescente de microplásticos no meio ambiente deixou de ser apenas uma preocupação ecológica para se transformar em um problema de saúde pública e de gestão global de resíduos. Estudos recentes identificaram partículas plásticas microscópicas em pulmões, sangue, placentas e tecidos cardíacos humanos, evidenciando que a poluição plástica ultrapassou os limites dos oceanos e passou a integrar o cotidiano biológico das populações. Além disso, pesquisadores alertam que essas partículas podem transportar substâncias tóxicas, provocar inflamações celulares e ampliar desequilíbrios ambientais já existentes.

A expansão do consumo descartável e a dependência econômica de materiais sintéticos intensificaram a circulação de resíduos plásticos em escala mundial. Em grandes centros urbanos, o descarte inadequado de embalagens e produtos industrializados favorece a fragmentação do plástico em partículas invisíveis, posteriormente disseminadas pelo ar, pela água e pelos alimentos. Ainda que campanhas de conscientização ambiental tenham se tornado mais frequentes, especialistas observam que a resposta institucional permanece insuficiente diante da velocidade com que a contaminação avança.

Outro aspecto preocupante relaciona-se aos impactos econômicos e sociais decorrentes da poluição plástica. Setores ligados à pesca, ao turismo e à produção agrícola vêm registrando prejuízos associados à contaminação de ecossistemas e à redução da biodiversidade. Paralelamente, pesquisadores defendem a necessidade de políticas públicas capazes de ampliar sistemas de reciclagem, estimular alternativas biodegradáveis e fortalecer mecanismos de fiscalização ambiental. Nesse cenário, o debate sobre microplásticos deixou de ocupar espaço exclusivamente científico e passou a integrar discussões estratégicas sobre sustentabilidade, saúde coletiva e responsabilidade socioambiental.


Fonte: FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Os impactos dos microplásticos sobre a saúde humana. Revista Pesquisa FAPESP, São Paulo, out. 2023. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/os-impactos-dos-microplasticos-sobre-a-saude-humana. Acesso em: 11 maio 2026.

A progressão argumentativa do texto conduz o leitor à compreensão de que a problemática dos microplásticos ultrapassou o campo ambiental e passou a integrar debates relacionados à organização social contemporânea. Considerando os sentidos produzidos ao longo da construção textual, assinale a alternativa que apresenta interpretação compatível com a articulação global das informações expostas.
Alternativas
Q4351564 Direito Sanitário

Paciente de 45 anos, portador de artrite reumatoide grave, ajuíza ação judicial contra o Estado para obter imunobiológico de alto custo prescrito por reumatologista da rede privada. O medicamento não integra os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do Sistema Único de Saúde (SUS), nem foi incorporado após avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). Após o indeferimento do pedido administrativo, o juiz concede tutela provisória com base exclusivamente em laudo médico particular.


À luz do direito sanitário e da jurisprudência sobre a judicialização da saúde, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4351563 Direito Sanitário

Homem de 58 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2 e insuficiência cardíaca, comparece à consulta ambulatorial trazendo a negativa de cobertura emitida pela operadora de seu plano de saúde para um medicamento de uso contínuo prescrito pelo cardiologista. A justificativa informa que o fármaco não integra o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O paciente questiona a médica residente sobre as atribuições da ANS e a cobertura assistencial dos planos privados de saúde.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4351306 Direito Digital
Considerando a classificação estabelecida pela LGPD, constitui exemplo de dado pessoal sensível:
Alternativas
Q4351305 Direito Digital
Uma biblioteca define quais dados serão coletados dos usuários e as finalidades de seu tratamento. Para operar o sistema informatizado, contrata uma empresa que processa esses dados conforme as instruções recebidas. Nessa situação: 
Alternativas
Q4351304 Direito Digital
Um usuário identifica que seu endereço e telefone estão desatualizados no cadastro de uma biblioteca e solicita a alteração das informações. Segundo a LGPD, o titular possui direito à:
Alternativas
Q4351303 Direito Digital
Uma biblioteca solicita, no cadastro de novos usuários, informações que não possuem relação com a finalidade do empréstimo e da identificação do usuário. À luz da LGPD, essa prática contraria diretamente o princípio da:
Alternativas
Q4351286 Português
Texto: ECOANSIEDADE COMO RESPOSTA À CRISE AMBIENTAL

Vinícius de Avelar São Pedro e Danielle Gonzalez


    “Temperatura média global é a maior desde o início das medições”. “Perda de biodiversidade se aproxima do ponto de não retorno”. “Incêndios batem recorde no Pantanal e na Amazônia”. “Temporada de tornados será a mais devastadora em décadas”. Manchetes como essas se tornaram cotidianas e, se por um lado, deixam clara a gravidade e urgência da atual crise ambiental, por outro, apontam para um cenário apocalíptico e desesperançoso.

    Por se tratar de uma crise global, cuja solução demanda transformações profundas nos  diferentes setores da sociedade, é de suma importância que a população seja devidamente esclarecida e sensibilizada sobre os problemas ambientais.

    No entanto, tão importante quanto divulgar os dados científicos é possibilitar às pessoas o devido preparo emocional e a força de vontade para o enfrentamento da degradação ambiental. Nesse sentido, a comunicação da crise ecológica, seja ela feita pelos noticiários, relatórios técnicos ou livros didáticos, tem se mostrado eficiente como alerta, mas pouco promissora em seu potencial de mobilização.

    A atual crise ambiental já é um fator reconhecidamente impactante sobre a saúde mental das pessoas. A iminência de catástrofes climáticas, a perda gradativa dos recursos naturais e dos serviços ecossistêmicos e a incerteza da manutenção da vida no planeta tal como a conhecemos são alguns dos fatores que geram emoções como medo, ansiedade e desespero.

    Esse mal-estar causado pela crise ambiental se tornou um interesse específico da psicologia há menos de duas décadas.

    Classificada como um tipo de emoção moral, decorrente do cuidado inspirado pela crise ecológica, a ecoansiedade não se caracteriza necessariamente como um quadro patológico e sequer é considerada um transtorno mental. Na verdade, ela pode até agir como força motivadora de condutas pró-ambientais ou, contrariamente, pode atuar como fator paralisante e desmotivador.

    Diversos fatores psicossociais podem influenciar os efeitos da ecoansiedade sobre o indivíduo, e compreendê-los pode ajudar a minimizar seus impactos negativos e potencializar os positivos. Como é de se esperar, a ecoansiedade é mais frequente em pessoas que vivem em maior contato com a natureza, sobretudo aquelas afetadas diretamente por problemas ambientais, como enchentes, queimadas e escassez de recursos naturais.

    Outro grupo particularmente propenso à ecoansiedade é o de profissionais e militantes que atuam na área ambiental. A proximidade destes com os impactos ambientais, a frequência e profundidade com que acessam os dados científicos e uma tendência a maior sensibilidade em relação à temática ambiental são vistos como principais fatores de vulnerabilidade desse público à ecoansiedade.

    A faixa etária é outro importante fator de propensão à ecoansiedade, sendo mais frequente em crianças, adolescentes e jovens.

    Vale lembrar que outros fatores, como desigualdade intergeracional, precarização do trabalho e efeitos colaterais das redes sociais, agravam o quadro mental desse público, levando a índices atuais de ansiedade e depressão sem precedentes entre adolescentes e jovens adultos mundo afora.

    Por se tratar de um fenômeno relativamente recente, com consequências gerais ainda pouco compreendidas, ainda há pouca informação na literatura sobre como lidar com a ecoansiedade e, sobretudo, como evitar seu potencial efeito desmotivador na luta contra a crise ambiental.

    Estudiosos da ecoansiedade afirmam que o otimismo e a esperança realistas – isto é, quando não baseados em negação da realidade – estão entre os fatores que mais contribuem para a prática de comportamentos pró-ambientais. Nesse sentido, garantir que se mantenha uma perspectiva positiva no horizonte de possibilidades para o futuro é tarefa fundamental na luta contra a degradação ambiental.

Adaptado de: https://cienciahoje.org.br/artigo/ecoansiedade-comoresposta-a-crise-ambiental/
Segundo a leitura global do texto, o combate aos efeitos psicossociais da crise ambiental pode se resumir ao binômio:
Alternativas
Q4351285 Português
Texto: ECOANSIEDADE COMO RESPOSTA À CRISE AMBIENTAL

Vinícius de Avelar São Pedro e Danielle Gonzalez


    “Temperatura média global é a maior desde o início das medições”. “Perda de biodiversidade se aproxima do ponto de não retorno”. “Incêndios batem recorde no Pantanal e na Amazônia”. “Temporada de tornados será a mais devastadora em décadas”. Manchetes como essas se tornaram cotidianas e, se por um lado, deixam clara a gravidade e urgência da atual crise ambiental, por outro, apontam para um cenário apocalíptico e desesperançoso.

    Por se tratar de uma crise global, cuja solução demanda transformações profundas nos  diferentes setores da sociedade, é de suma importância que a população seja devidamente esclarecida e sensibilizada sobre os problemas ambientais.

    No entanto, tão importante quanto divulgar os dados científicos é possibilitar às pessoas o devido preparo emocional e a força de vontade para o enfrentamento da degradação ambiental. Nesse sentido, a comunicação da crise ecológica, seja ela feita pelos noticiários, relatórios técnicos ou livros didáticos, tem se mostrado eficiente como alerta, mas pouco promissora em seu potencial de mobilização.

    A atual crise ambiental já é um fator reconhecidamente impactante sobre a saúde mental das pessoas. A iminência de catástrofes climáticas, a perda gradativa dos recursos naturais e dos serviços ecossistêmicos e a incerteza da manutenção da vida no planeta tal como a conhecemos são alguns dos fatores que geram emoções como medo, ansiedade e desespero.

    Esse mal-estar causado pela crise ambiental se tornou um interesse específico da psicologia há menos de duas décadas.

    Classificada como um tipo de emoção moral, decorrente do cuidado inspirado pela crise ecológica, a ecoansiedade não se caracteriza necessariamente como um quadro patológico e sequer é considerada um transtorno mental. Na verdade, ela pode até agir como força motivadora de condutas pró-ambientais ou, contrariamente, pode atuar como fator paralisante e desmotivador.

    Diversos fatores psicossociais podem influenciar os efeitos da ecoansiedade sobre o indivíduo, e compreendê-los pode ajudar a minimizar seus impactos negativos e potencializar os positivos. Como é de se esperar, a ecoansiedade é mais frequente em pessoas que vivem em maior contato com a natureza, sobretudo aquelas afetadas diretamente por problemas ambientais, como enchentes, queimadas e escassez de recursos naturais.

    Outro grupo particularmente propenso à ecoansiedade é o de profissionais e militantes que atuam na área ambiental. A proximidade destes com os impactos ambientais, a frequência e profundidade com que acessam os dados científicos e uma tendência a maior sensibilidade em relação à temática ambiental são vistos como principais fatores de vulnerabilidade desse público à ecoansiedade.

    A faixa etária é outro importante fator de propensão à ecoansiedade, sendo mais frequente em crianças, adolescentes e jovens.

    Vale lembrar que outros fatores, como desigualdade intergeracional, precarização do trabalho e efeitos colaterais das redes sociais, agravam o quadro mental desse público, levando a índices atuais de ansiedade e depressão sem precedentes entre adolescentes e jovens adultos mundo afora.

    Por se tratar de um fenômeno relativamente recente, com consequências gerais ainda pouco compreendidas, ainda há pouca informação na literatura sobre como lidar com a ecoansiedade e, sobretudo, como evitar seu potencial efeito desmotivador na luta contra a crise ambiental.

    Estudiosos da ecoansiedade afirmam que o otimismo e a esperança realistas – isto é, quando não baseados em negação da realidade – estão entre os fatores que mais contribuem para a prática de comportamentos pró-ambientais. Nesse sentido, garantir que se mantenha uma perspectiva positiva no horizonte de possibilidades para o futuro é tarefa fundamental na luta contra a degradação ambiental.

Adaptado de: https://cienciahoje.org.br/artigo/ecoansiedade-comoresposta-a-crise-ambiental/
No último parágrafo, a expressão “isto é” introduz, com o termo anterior, uma relação de:
Alternativas
Q4351284 Português
Texto: ECOANSIEDADE COMO RESPOSTA À CRISE AMBIENTAL

Vinícius de Avelar São Pedro e Danielle Gonzalez


    “Temperatura média global é a maior desde o início das medições”. “Perda de biodiversidade se aproxima do ponto de não retorno”. “Incêndios batem recorde no Pantanal e na Amazônia”. “Temporada de tornados será a mais devastadora em décadas”. Manchetes como essas se tornaram cotidianas e, se por um lado, deixam clara a gravidade e urgência da atual crise ambiental, por outro, apontam para um cenário apocalíptico e desesperançoso.

    Por se tratar de uma crise global, cuja solução demanda transformações profundas nos  diferentes setores da sociedade, é de suma importância que a população seja devidamente esclarecida e sensibilizada sobre os problemas ambientais.

    No entanto, tão importante quanto divulgar os dados científicos é possibilitar às pessoas o devido preparo emocional e a força de vontade para o enfrentamento da degradação ambiental. Nesse sentido, a comunicação da crise ecológica, seja ela feita pelos noticiários, relatórios técnicos ou livros didáticos, tem se mostrado eficiente como alerta, mas pouco promissora em seu potencial de mobilização.

    A atual crise ambiental já é um fator reconhecidamente impactante sobre a saúde mental das pessoas. A iminência de catástrofes climáticas, a perda gradativa dos recursos naturais e dos serviços ecossistêmicos e a incerteza da manutenção da vida no planeta tal como a conhecemos são alguns dos fatores que geram emoções como medo, ansiedade e desespero.

    Esse mal-estar causado pela crise ambiental se tornou um interesse específico da psicologia há menos de duas décadas.

    Classificada como um tipo de emoção moral, decorrente do cuidado inspirado pela crise ecológica, a ecoansiedade não se caracteriza necessariamente como um quadro patológico e sequer é considerada um transtorno mental. Na verdade, ela pode até agir como força motivadora de condutas pró-ambientais ou, contrariamente, pode atuar como fator paralisante e desmotivador.

    Diversos fatores psicossociais podem influenciar os efeitos da ecoansiedade sobre o indivíduo, e compreendê-los pode ajudar a minimizar seus impactos negativos e potencializar os positivos. Como é de se esperar, a ecoansiedade é mais frequente em pessoas que vivem em maior contato com a natureza, sobretudo aquelas afetadas diretamente por problemas ambientais, como enchentes, queimadas e escassez de recursos naturais.

    Outro grupo particularmente propenso à ecoansiedade é o de profissionais e militantes que atuam na área ambiental. A proximidade destes com os impactos ambientais, a frequência e profundidade com que acessam os dados científicos e uma tendência a maior sensibilidade em relação à temática ambiental são vistos como principais fatores de vulnerabilidade desse público à ecoansiedade.

    A faixa etária é outro importante fator de propensão à ecoansiedade, sendo mais frequente em crianças, adolescentes e jovens.

    Vale lembrar que outros fatores, como desigualdade intergeracional, precarização do trabalho e efeitos colaterais das redes sociais, agravam o quadro mental desse público, levando a índices atuais de ansiedade e depressão sem precedentes entre adolescentes e jovens adultos mundo afora.

    Por se tratar de um fenômeno relativamente recente, com consequências gerais ainda pouco compreendidas, ainda há pouca informação na literatura sobre como lidar com a ecoansiedade e, sobretudo, como evitar seu potencial efeito desmotivador na luta contra a crise ambiental.

    Estudiosos da ecoansiedade afirmam que o otimismo e a esperança realistas – isto é, quando não baseados em negação da realidade – estão entre os fatores que mais contribuem para a prática de comportamentos pró-ambientais. Nesse sentido, garantir que se mantenha uma perspectiva positiva no horizonte de possibilidades para o futuro é tarefa fundamental na luta contra a degradação ambiental.

Adaptado de: https://cienciahoje.org.br/artigo/ecoansiedade-comoresposta-a-crise-ambiental/
No sétimo parágrafo, o pronome em destaque em “compreendê-los” refere-se a:
Alternativas
Respostas
1481: C
1482: E
1483: B
1484: C
1485: B
1486: C
1487: A
1488: C
1489: E
1490: B
1491: A
1492: B
1493: A
1494: E
1495: B
1496: A
1497: E
1498: A
1499: B
1500: D