Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia - verbos em português

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Q3502628 Português

A forma correta de flexionar alguns verbos costuma trazer dúvidas. Sabendo disso, assinale abaixo a única alternativa em que a flexão do verbo em destaque está correta tanto do ponto de vista do sentido quanto da grafia recomendada pela norma culta da língua portuguesa.

Alternativas
Q3502624 Português
       Desde que me lembro por gente, sempre gostei muito da escola. No Ensino Médio, como estudei em ETEC, precisei escolher um técnico. Das minhas opções a que mais calhava era Técnico em Saneamento. No fim do Ensino Médio, por pura pressão, acabei escolhendo Química Tecnológica na UNICAMP. Fui por impulso, orgulhosa por ‘não estar perdendo tempo’, direto do Ensino Médio pra faculdade, sem saber ao certo o que queria. Logo arrumei um emprego e estudava à noite. Foi quase um ano e meio assim. Nunca me senti apaixonada pela graduação, mas sempre colocava a culpa em trabalhar de dia, dormir pouco, morar longe... Até que resolvi largar o emprego para ver se melhorava. Mas eu estava tão confusa e exausta da vida a esse ponto, que percebi que não trabalhar mais não ajudou em nada na minha motivação, só piorou.
           Eu empurrava meus dias com a barriga e uma certeza cresceu em mim, um sentimento, de que ali não era meu lugar. Em questão de uma semana tranquei meu curso, sem ideia do que queria fazer do meu futuro. Foi uma época de rompimento total com tudo, na parte afetiva, profissional e acadêmica. Estava perdida, mas sabia que no sentido certo.
        Depois disso, fui deixando a vida me levar, entregando currículos, até que por uma coincidência, comecei como Jovem Aprendiz em um banco. Gostei da área, fui pesquisar cursos a respeito e me interessei muito por Economia. Comecei Ciências Econômicas numa faculdade pequena. A decisão não foi difícil de tomar em nenhum momento porque em algum lugar eu já sentia que a vida que eu tentei levar não era pra mim. Hoje, consegui um emprego fixo como efetiva no banco e estou muito feliz com isso. Agora sim, sinto que achei o meu lugar. Talvez não pra sempre, mas pelo menos por hora. Não me arrependo de ter feito nada na vida. Pra mim não foi perda de tempo. Consigo ver que misturei uma paixão, hobbie e a conexão com a natureza que sempre senti com a minha vocação profissional.


YARA SZLACHKA, BANCÁRIA, 20 ANOS.
Revista Ler & saber. Ano 2 – nº 28 (adaptado)

Uma das funções do uso de tempos e modos verbais em português é estabelecer a ordem cronológica das ações narradas. No texto, sabemos primeiro que Yara sempre gostou de estudar, depois que ela não sabia ao certo o que queria quando terminou o Ensino Médio, depois que ela escolheu o curso de Química Tecnológica e por fim que ela nunca se apaixonou por este curso. Sabendo disso, assinale a alternativa que corretamente representa, por meio do uso dos tempos e modos verbais, esta sequência de ações.
Alternativas
Q3502175 Português
        Entre as décadas de 1890 e 1930, período caracterizado pelo processo de modernização das grandes cidades, observou-se uma das maiores transformações técnicas nas habitações: a sua articulação aos sistemas de infraestrutura urbana. Com a chegada dos serviços de abastecimento de energia e saneamento no interior da moradia, surgiu a necessidade de espaços e práticas específicas para o funcionamento da nova aparelhagem, o que implicava a reorganização dos ambientes e da vida doméstica. 
        Um dos grandes feitos da tecnologia das canalizações foi concentrar e organizar os fluxos de água pura e servida, antes dispersos pelo espaço da cidade, e estabelecer, assim, maior controle sobre a captação e o descarte da água. Simultaneamente à oferta da infraestrutura sanitária, existia uma série de ações deliberadas para a extinção do uso compartilhado e gratuito da água, como a destruição dos chafarizes, para forçar a conexão das residências às redes urbanas, e a proibição do uso dos rios e córregos para banho, lavagem de roupa ou despejo de dejetos. Além dos riscos que ofereciam à saúde pública, essas práticas, comuns até então, passaram a ser consideradas como expressão do atraso civilizacional das grandes cidades do país, obstáculos em seu processo de modernização.
        Nesse sentido, o cerceamento de determinadas práticas no espaço público respondia ao enquadramento de ordem do sistema de higiene, pelo qual se promovia a casa como lugar privilegiado do domínio sobre o consumo da água e de eliminação dos dejetos. Trata-se do processo que François Béguin, engenheiro de materiais e ex-líder do Grupo de Energia e Meio Ambiente, na França, denomina de “domesticação da circulação dos fluidos”, em referência ao pioneiro sistema urbano de redes nas cidades industriais inglesas do século XIX.
        Béguin mostra que, embora não tenham sido desenvolvidos para as habitações residenciais, o aparelhamento técnico e as atividades de captação de água, lavagem de roupa, banhos, despejo de água servida etc. passaram a ter lugar nos espaços domésticos. A configuração arquitetônica foi transformada com a instalação de dispositivos e equipamentos, bem como com a formulação de ambientes especiais, como os banheiros.

Clarissa de Almeida Paulillo. Padrões e apropriações da higiene na consolidação do banheiro nas moradias paulistanas (1890−1930). In: Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, São Paulo, v. 30, p. 1–38, 2022. Internet: (com adaptações).

Julgue o item que se seguem, com base na estruturação linguística do texto CG1A1 e no vocabulário nele empregado.

A oração que constitui o primeiro período do texto é construída na voz passiva.

Alternativas
Q3502101 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Os caminhos para a reconciliação

        Existe um setor do nosso sistema de justiça que trabalha em nome de reconciliação. Ele atua mediando conflitos de todo tipo. Ele busca uma sociedade reconciliada, livre e madura. Eu não sabia de sua existência até ser convidada para palestrar num encontro de mulheres sobre o tema da Justiça Restaurativa, realizado em Brasília. Quando me dediquei a estudar o assunto, fiquei absolutamente perplexa e emocionada.

        Qualquer pessoa que já se propôs a enfrentar um processo de reconciliação na vida, em qualquer escala, sabe que a empreitada não é fácil. Muitas vezes, ao encarar "o outro lado", a gente se dá conta de estar olhando no espelho e essa revelação é perturbadora.

        Não se trata aqui de diminuir a gravidade de crimes cometidos e a responsabilidade do criminoso. Muito pelo contrário. Trata se de uma tentativa honesta de reconciliar um país e de compreender que estruturas de poder segregacionistas produzem segregação e autorizam comportamentos. Como disse Nelson Mandela: se sabemos como ensinar pessoas a odiar umas às outras também podemos ensiná-las a amar.

        A justiça restaurativa é um conjunto ordenado e sistêmico de princípios, métodos, técnicas e atividades próprias, que visa à conscientização sobre os fatores relacionais, institucionais e sociais motivadores de conflitos. É um conceito que implica a sociedade na formação das pessoas que nela vivem. É a ideia de que a sociedade é corresponsável pelos crimes que seus membros cometem. Como poderia ser diferente? Uma sociedade que se quer inocente dos horrores que dentro dela operam não é uma sociedade justa e igualitária.
 
        A luta pela reconciliação encontra abrigo nesse setor da justiça, e acredita que a reconciliação se faz por restauração do diálogo e não por cancelamentos ou prisões. O poder da transformação positiva de pessoas e de comunidades não será o que temos de mais humano?

(Adaptado de: LACOMBE, Milly. São Paulo: Folha de S. Paulo, 27/03/25) 
Os tempos e os modos das formas verbais estão adequadamente articulados na frase:
Alternativas
Q3502092 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

[A máquina funcional e a arte literária]

        O homem está começando a entender como se desmonta e como se torna a montar a mais complicada e imprevisível de todas as suas máquinas: a linguagem. O mundo de hoje, em relação àquele que cercava o homem primitivo, é muito mais rico de palavras, de conceitos e de signos. Mas é sobretudo mais rico em operações computacionais.
       
        Entregue-se a um computador a tarefa de realizar operações de fato criativas: será a máquina capaz de substituir o poeta e o escritor? Assim como já temos máquinas que leem, máquinas que executam análises linguísticas de textos literários, máquinas que traduzem, máquinas que resumem, teríamos, então, máquinas capazes de criar e compor poemas e romances?
        
        O que interessa nem tanto é essa pergunta específica, mas sua viabilidade teórica, que poderia abrir uma série de conjecturas insólitas. Nesse momento, não estou pensando numa máquina capaz apenas de uma produção literária em série; estou pensando numa máquina que escreva e ponha em jogo, na página, todos aqueles elementos que costumamos considerar como os mais ciosos atributos da intimidade psicológica, da experiência, da imprevisibilidade das mudanças de humor, os sobressaltos, as aflições e as iluminações interiores. E o que seriam eles, senão um número correspondente de campos linguísticos, dos quais podemos tranquilamente chegar a estabelecer léxico, gramática, sintaxe e propriedades permutativas?
        
        Com efeito, já que os desenvolvimentos da cibernética têm por alvo máquinas capazes de aprender, de mudar o próprio programa, de desenvolver suas próprias necessidades, nada nos impede de prever uma máquina literária que, a certa altura, sinta-se insatisfeita com o próprio tradicionalismo de suas funções e comece a propor novas maneiras de entender a escritura e a desorganizar completamente os próprios códigos, na busca não apenas de uma nova linguagem, mas de novas percepções do mundo.

(Adaptado de: CALVINO, Italo. Assunto encerrado. Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 203-204)
Máquinas computacionais logo terão desenvolvido sua plena capacidade de criação.
Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante deverá ser
Alternativas
Q3498107 Português
Leia o texto a seguir:


Cientistas descobrem hábito que envelhece o cérebro em quase 3 anos


    Ter um sono de má qualidade tem um impacto significativo na saúde do cérebro, podendo acelerar o envelhecimento cerebral em até três anos. Um estudo conduzido por cientistas da Universidade da Califórnia em São Francisco, nos EUA, revelou que a dificuldade para adormecer ou permanecer dormindo está diretamente associada a uma piora na saúde cerebral ao longo dos anos.


    A pesquisa analisou cerca de 600 pessoas de meia-idade, acompanhando seus padrões de sono e realizando exames cerebrais ao longo de 15 anos. Mesmo após ajustes para fatores como idade, sexo, hipertensão e diabetes, os resultados indicaram que a má qualidade do sono influencia negativamente o cérebro.


    Segundo Kristine Yaffe, membro da Academia Americana de Neurologia, é essencial tratar os problemas de sono precocemente para preservar a função cerebral ao longo da vida. Ela recomenda manter um horário de sono regular, praticar exercícios físicos, evitar cafeína e álcool antes de dormir e adotar técnicas de relaxamento. 


Metodologia do estudo


    Os participantes do estudo responderam questionários sobre seis características do sono: sono curto, má qualidade, dificuldade para adormecer, dificuldade para manter o sono, acordar cedo e sonolência diurna. Com base nas respostas, foram divididos em três grupos: baixo, médio e alto risco de envelhecimento cerebral acelerado. Aqueles do grupo intermediário apresentaram uma idade cerebral média 1,6 ano maior do que os do grupo baixo, enquanto os do grupo alto tiveram um envelhecimento médio de 2,6 anos a mais. 


    Esta não é exatamente uma novidade, pois estudos anteriores já haviam relacionado distúrbios do sono a déficits cognitivos e maior risco de demência.


Fonte:https://www.msn.com/pt-br/saude/medicina/cientistas-descobremh%C3%A1bito-queenvelhece-o-c%C3%A9rebro-em-quase-3-anos/ar-AA1zUZBQ?ocid=msedgdhp&pc=DCTS&cvid=f7edb7262e634a2bab7fbabc56781a26&ei=14.Acesso em 02/06/2025. Excerto adaptado. 
No título do texto (“Cientistas descobrem hábito que envelhece o cérebro em quase 3 anos”), as duas formas verbais em destaque estão respectivamente flexionadas no:
Alternativas
Q3497931 Português
TEXTO V


GUARDIÕES DA BIODIVERSIDADE: UMA
VIAGEM AO NÚCLEO DO BANCO MUNDIAL
DE SEMENTES


     Em outubro de 2023, o Instituto de Recursos Genéticos Vegetais do Gana tornou-se a 100ª instituição a partilhar as suas plantas com a Noruega. Em quatro caixas, o Gana enviou um total de 422 variedades de arroz, milho, leguminosas e solanáceas, como as beringelas locais. Para tal, tiveram de preparar o material vegetal antes do envio, de acordo com os escrupulosos métodos noruegueses.

        A primeira parte do processo consiste em seleccionar as sementes ou partes de plantas com as melhores características. Normalmente, são incluídas cerca de 500 sementes em cada lote, embora isso dependa, naturalmente, do tamanho da semente. Uma vez seleccionadas, costumavam ser colocadas numa garrafa de vidro hermética, mas actualmente são seladas numa embalagem de alumínio e refrigeradas para serem enviadas para a Noruega. No entanto, como não há pessoal permanente no banco-bunker, os envios só podem ser efectuados em determinados meses, quando o clima permite um acesso seguro às instalações.


Disponível em: <https://abrir.link/jPVus>. Adaptado. Acesso
em: 26 de maio de 2025.

No trecho “costumavam ser colocadas numa garrafa de vidro hermética”, a construção verbal constitui um caso de:
Alternativas
Q3497928 Português
TEXTO IV

POR QUE O BRASIL GUARDOU ARROZ E
FEIJÃO NO 'COFRE DO APOCALIPSE'?


         Imagine um grande backup de sementes de quase todo o mundo, protegendo a humanidade contra um evento apocalíptico ou catástrofe global que nos faça recomeçar do zero. Assim é o Seed Vault, conhecido como “cofre do apocalipse” ou “arca de Noé das plantas”. Foi nesse grande banco de dados genéticos que o Brasil depositou seus cultivares de arroz e feijão no fim de fevereiro, precavendo o nosso país do “fim do mundo”.

         “Tive o privilégio de entregar pessoalmente as caixas para depósito nesse banco. As sementes dessas cultivares de arroz e feijão e a diversidade contida nelas estarão preservadas por décadas”, diz Elcio Perpetuo Guimarães, chefe-geral da Embrapa Arroz e Feijão, ao UOL.

       Ele é operado em uma parceria entre o Ministério Norueguês de Alimentos e Agricultura, o banco regional de genes NordGen e o Crop Trust, uma organização internacional independente. A ideia, no entanto, foi concebida na década de 1980 por Cary Fowler, ex-diretor executivo do Crop Trust, e só começou a se tornar realidade depois que um Tratado Internacional de Sementes, negociado pela ONU, foi assinado em 2001. 

Disponível em: <https://abrir.link/wlxUt>. Adaptado. Acesso em: 26 de maio de 2025.

Em “Imagine um grande backup de sementes de quase todo o mundo, protegendo a humanidade contra um evento apocalíptico ou catástrofe global que nos faça recomeçar do zero”, assinale a alternativa que julga CORRETAMENTE a eventual substituição do termo destacado no excerto por “fizesse”.
Alternativas
Q3497895 Português
TEXTO I


― Ainda na véspera eram seis viventes, contando com o papagaio. Coitado, morrera na areia do rio, onde haviam descansado, à beira de uma poça: a fome apertara demais os retirantes e por ali não existia sinal de comida. Baleia jantara os pés, a cabeça, os ossos do amigo, e não guardava lembrança disto. Agora, enquanto parava, dirigia as pupilas brilhantes aos objetos familiares, estranhava não ver sobre o baú de folha a gaiola pequena onde a ave se equilibrava mal. Fabiano também às vezes sentia falta dela, mas logo a recordação chegava. Tinha andado a procurar raízes, à toa: o resto da farinha acabara, não se ouvia um berro de rês perdida na caatinga.


Fonte: RAMOS, Graciliano. Vidas secas. Rio de Janeiro: José Olympio, 1953.
A forma verbal “apertara” exprime o aspecto:
Alternativas
Q3497656 Português
A lente
(Ramires Linhares)

    Quando menino, eu tinha por apelido “o fogo de palha”. Estava sempre com um plano novo na cabeça e, a respeito dele, falava entusiasticamente à minha família. Começava a tarefa, porém logo me sentia desanimado e a largava, desinteressado. E uma outra ideia magnífica jorrava de meu espírito, para ter o fim de sempre. Embora o fato se repetisse constantemente, não existiam, em minha casa, comentários a respeito.
    Em certo dia de verão, meu pai, que lia o seu jornal na varanda, chamou-me. Estava com uma lente na mão e me disse:
    - Preste atenção e irá ver uma coisa muito interessante. É uma experiência...
    Com o sol incidindo na lente, passeava o foco de luz pela folha do jornal, porém nada acontecia. Eu estava intrigado. Então, ele deteve o movimento e manteve o ponto de luz imóvel por algum tempo, focalizando os raios solares. Dentro de poucos segundos, o papel se incendiou e surgiu ali um furo. Aquilo me fascinou, mas não entendi logo o significado da experiência. Então meu pai me explicou:
    - Meu filho, este princípio se aplica a tudo que fazemos. Para alcançarmos qualquer êxito na vida, é indispensável concentrar todos os nossos esforços na tarefa do momento. É como a concentração dos raios do sol filtrados pela lente. Enquanto ela percorreu às tontas a folha do jornal, nada aconteceu. Mas quando se deteve, você viu o furo provocado. Tudo é questão de paciência, tempo e concentração. Às vezes, quando estamos prestes a desistir, aparece-nos a solução do problema, justamente como no caso do furo no papel.

Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/a-lente-36077 
Dado o excerto:
“(...) não existiam, em minha casa, comentários a respeito.”
Caso o verbo em destaque fosse substituído pelo verbo “haver”, mantendo os mesmos tempo e modo verbais, a correta redação seria: 
Alternativas
Q3497342 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A pequena mancha azul do cérebro que regula o sono

Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta de sono.

Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.

Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.

A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas, fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em latim.

Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.

Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação psicológica e fisiológica.

Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono. Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.

Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições como a ansiedade. 

O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios que contém, em média, o sistema nervoso central.

O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber atenção.

Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.

A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.

Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor, ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os neurônios naquela região.
Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus coeruleus "desempenhava" papel fundamental na sinalização do cérebro.

O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no:
Alternativas
Q3497334 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A pequena mancha azul do cérebro que regula o sono

Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta de sono.

Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.

Mas a ideia de um atenuador mental não é algo tão forçado como pode parecer.

A maior parte dos neurocientistas concorda atualmente que a nossa vigília ocorre em uma espécie de "continuum". Ela é coordenada por uma complexa rede de regiões cerebrais e, no centro delas, fica um minúsculo feixe de neurônios conhecido como "locus coeruleus" – "mancha azul", em latim.

Esta descrição é literal. Os neurônios do locus coeruleus são tingidos em cor de safira devido à produção de um neurotransmissor específico, chamado norepinefrina.

Esta também é uma indicação da função da mancha azul. A norepinefrina controla nossa agitação psicológica e fisiológica.

Por muito tempo, os cientistas acreditaram que o locus coeruleus ficava dormente durante o sono. Mas, agora, torna-se mais claro que ele nunca fica totalmente quieto. Na verdade, ele mantém baixos níveis de atividade intermitentes que podem regular a profundidade do nosso sono.

Compreender melhor este processo ajuda a tratar os distúrbios do sono associados a condições como a ansiedade. 

O locus coeruleus fica no tronco encefálico, pouco acima da parte de trás do pescoço. Ele contém cerca de cinquenta mil células, o que é uma parcela minúscula dos oitenta bilhões de neurônios que contém, em média, o sistema nervoso central.

O primeiro a observar sua existência foi o médico da rainha francesa Maria Antonieta, Félix Vicq d'Azyr, no final do século XVIII. Mas a mancha azul passaria ainda muito tempo sem receber atenção.

Tudo começou a mudar no século XX, quando ficou claro que o pigmento azul do locus coeruleus desempenhava papel fundamental na sinalização do cérebro.

A norepinefrina – também conhecida como noradrenalina – aumenta a possibilidade de que os neurônios sofram "picos", causados por correntes elétricas.

Quando ficam ativas, as células do locus coeruleus transmitem pacotes desse neurotransmissor, ao lado das suas projeções para outras regiões do cérebro, aumentando a comunicação entre os neurônios naquela região.
Qualquer pessoa que sofra de insônia conhece a impaciência e a frustração que acompanha a falta de sono. Você luta para desligar as luzes da sua cabeça e silenciar sua voz interior. Você queria ter um botão que pudesse amortecer instantaneamente toda aquela atividade mental.

Com base no texto apresentado, analise as alternativas abaixo quanto à correção da concordância verbal e assinale a única verdadeira.
Alternativas
Q3496561 Português
Assinale a alternativa que apresenta a correta transposição da seguinte frase do discurso direto para o indireto:

Discurso Direto: "Iremos apresentar os resultados da pesquisa na próxima semana", afirmou a pesquisadora.
Alternativas
Q3496558 Português
Analise a seguinte frase: "Se ele tivesse estudado mais, talvez conseguisse uma nota melhor na prova". Assinale a alternativa que descreve corretamente os modos e tempos verbais utilizados e a relação semântica estabelecida entre eles.
Alternativas
Q3496476 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Aprendizagem para o futuro


Marcos de Lacerda Pessoa


    As rotinas dos indivíduos e os cenários profissionais estão mudando muito rapidamente, ensejando as seguintes questões, que já permeiam todas as atividades humanas: Quem serão as pessoas do novo tempo? Estamos prontos para construir o futuro num ambiente com tantas mudanças? Estamos sendo devidamente educados ou educando-nos para isso?


    O grupo The Economist publicou recentemente um relatório sobre aprendizagem, com vistas a estabelecer critérios que garantam educação dos jovens voltada para o futuro. O documento afirma que muitos governos não estão fazendo o suficiente a fim de preparar os jovens para as grandes mudanças que têm ocorrido no trabalho e na vida, e para os complexos desafios do século 21. Assuntos cruciais, como o aprendizado baseado na solução de problemas e os conceitos de cidadania global, estão sendo ignorados. Pensamento crítico, prática de trabalho em colaboração e consciência a respeito das questões globais precisam ser desenvolvidos.


    O relatório ainda afirma que as políticas educacionais necessitam ser implementadas por um conjunto de professores bem equipados, com capacidade para orientar os estudantes no sentido de eles adquirirem as competências que serão relevantes no futuro. As salas de aula precisam ter suas paredes “derrubadas”. Os alunos necessitam enxergar a aprendizagem como um processo não confinado aos ambientes tradicionais de ensino. Os programas no exterior podem ser um caminho para isso, bem como a colaboração entre universidade e empresa.


    Professores bem pagos e fundos de apoio à educação são fatores importantes, mas o dinheiro não pode ser uma panaceia. Salários dignos e elevação do prestígio da classe dos professores são temas essenciais, mas deve-se atentar para o fato de que só esses fatores não resolverão as complexas questões inerentes ao sistema educacional. Uma questão é essencial: a reciclagem para a permanente atualização do corpo docente.


    O texto destaca que a educação holística, voltada ao futuro, tem ligação direta com uma sociedade que seja tolerante e também aberta em termos de diversidade cultural, liberdade de expressão, respeito e valorização das mulheres etc. E o documento também identifica algumas habilidades que devem ser cultivadas nos alunos para, quando adultos, poderem vencer as complexidades dos problemas a surgir no futuro. Entre elas, estão habilidade no tratamento interdisciplinar, habilidade criativa e analítica, habilidade para o empreendedorismo, habilidade de liderança, habilidade digital e técnica, consciência global e educação cívica.


    Se o modelo educacional de hoje foi criado para a era industrial, um novo modelo é agora necessário visando preparar os estudantes para as demandas e desafios da era da informação, quando as inovações serão cada vez mais frequentes.


    Com respeito à inovação – algo que certamente estará no centro da economia do futuro –, o governo da Austrália publicou recentemente a primeira minuta de um documento listando o comportamento esperado daqueles que queiram desenvolver trabalhos inovadores. A lista, apresentada a seguir, está baseada no documento australiano e pode servir de direcionamento para uma aprendizagem voltada ao futuro. Segundo ela, os alunos – em todos os ambientes, mas especialmente em sala de aula – devem ser estimulados e treinados para formular perguntas. Como inovação diz respeito a mudar comportamentos e alterar a maneira como as coisas são feitas, faz-se relevante que os alunos fiquem habituados a questionar hipóteses; questionar como e por que as coisas são feitas de certo modo; questionar se haveria maneira melhor de se fazer; perguntar se haveria algum ângulo diferente de olhar para as coisas, ou se haveria outras pessoas que pudessem adicionar novos insights. Os alunos devem ser treinados a usar as respostas a essas questões para construir uma compreensão mais rica de uma determinada situação, de quais são os problemas existentes e do que pode ser feito para resolvê-los.


    Eles também têm de ser incentivados a realizar testes e a experimentar. Inovação é incerteza: se houvesse alguém sabendo exatamente o que vai acontecer, não seria inovação. Para reduzir essa incerteza, é preciso testar, experimentar uma nova ideia e aferir os resultados. Os alunos precisam estar treinados nisso.


    Os alunos, ainda, devem ser treinados para contar histórias. É comum que uma nova ideia pareça para outros como uma atividade adicional de trabalho, ou como uma fuga em relação ao negócio principal. Se uma história for contada como parte do processo inovador, deixando claros quais os benefícios a alcançar, pode-se identificar como e por que a inovação se faz relevante. Assim, a inovação terá mais chances de passar a ser encarada como parte de um trabalho existente, em vez de uma carga adicional de trabalho.


    Outra qualidade é a de ter foco no problema a ser solucionado. Há sempre muitas ideias, mas quais serão as mais relevantes para a solução de problemas existentes? É importante não ficar “grudado” a uma ideia específica, mas concentrar-se nos benefícios que cada ideia poderá proporcionar. Sempre podem aparecer ideias melhores, o que demandará uma mudança de direção. Focar no problema (e não em ideia especifica) tende a proporcionar maior flexibilidade, escolhendo-se sempre a ideia mais adequada.


    E, por fim, os estudantes devem estar conscientizados sobre o valor da persistência. Desenvolver uma ideia inovadora pode requerer novas habilidades e competências. Isso exige que as pessoas saiam da sua posição de conforto, o que geralmente resulta em antagonismos. Nessa hora, é preciso não desistir ante o primeiro problema. Eventualmente, se a resistência for grande, pode ser necessária a formação de novas equipes e novas redes de relacionamentos, para que o novo empreendimento possa ser viabilizado.


    Há bastante tempo dividem-se as opiniões quanto ao propósito dos locais de aprendizagem – escolas, colégios, faculdades, universidades. Em termos um tanto simplificados, a grande cisão é entre as pessoas de convicção conservadora, que se satisfazem em apoiar um ensino que reflita e preserve o statu quo, e aquelas que acreditam que os ambientes de aprendizagem devem ser postos avançados que atuem na fronteira das mudanças socioeconômicas. Entre essas duas posições polares, há, naturalmente, infinitas nuances de opinião.


    Aceitar a ideia da aprendizagem orientada para o futuro é ingressar nas fileiras dos que creem que a educação deva ser um agente de mudança e de transformação para a construção de um mundo melhor para todos!


Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br 
Leia o período “[...] se houvesse alguém sabendo exatamente o que vai acontecer, não seria inovação [...]” retirado do oitavo parágrafo do texto “Aprendizagem para o futuro” e analise, como verdadeiras (V) ou falsas (F), as afirmativas a seguir.

( ) A oração “se houvesse alguém sabendo exatamente o que vai acontecer” classifica-se sintaticamente como oração subordinada adverbial causal;
( ) O verbo “houvesse” está conjugado no tempo pretérito imperfeito do modo subjuntivo;
( ) “inovação” é o complemento verbal do verbo “seria”; 
( ) Após leitura do período no texto, percebe-se que o sujeito da oração “não seria inovação” é “alguém”.

Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é: 
Alternativas
Q3494980 Português

Leia o texto a seguir:



Internet é como o fogo: uma coisa maravilhosa, mas não na mão de criança, diz Vera Iaconelli


Em curso na CasaFolha, psicanalista analisa desafios da parentalidade, como limitar uso de smartphone


    "A internet é uma ferramenta maravilhosa. Eu gosto de comparar a internet com a capacidade que o homem teve de produzir o fogo", diz a psicanalista Vera Iaconelli em seu curso na CasaFolha. "Só que o fogo não é para dar na mão de criança. Ele queima, ele machuca."


    O problema é que, como pais e mães sabem muito bem, já faz anos que a rede mundial de computadores cabe inteira dentro da maioria dos celulares — os quais, por sua vez, cabem na palma da mão das crianças.


    Mudar essa realidade está longe de ser fácil. "Tem uma geração que já começa com a internet, para quem a internet é como a luz elétrica", diz Iaconelli [...], no sentido de que se trata de algo dado como certo e sem o qual não se imagina a vida moderna.


    Mas é preciso lidar com essa questão, sustenta a psicanalista, [...] autora dos livros "Criar Filhos no Século XXI" e "Manifesto Antimaternalista", entre outros. Em uma de suas aulas, ela argumenta que a infância é uma proteção para que as crianças não tomem contato com certos aspectos do mundo adulto antes da hora.


    "A internet pula o cercadinho da infância e faz com que a criança tenha acesso a inúmeras coisas inadequadas para o desenvolvimento dela." A consequência pode ser vista nos danos à saúde mental de crianças e adolescentes, que sofrem com ansiedade, insatisfação com o próprio corpo, depressão.


    "Nós somos uma geração que está pagando o preço não do fato de a internet existir, mas de ela ter sido usada sem nenhuma regulação, sem nenhum controle, sem nenhuma seletividade", afi rma na CasaFolha.


    O curso de Iaconelli, chamado "Criar fi lhos no século 21", está na plataforma desde o lançamento, em setembro de 2024. É anterior, portanto, à aprovação da lei que proíbe o uso de celulares em todas as escolas públicas e privadas do país.


    Até por isso, a discussão que a psicanalista propõe vai além dos espaços escolares. Ela argumenta [...] que é necessário adotar ações coletivas e individuais para proteger as crianças da internet em todos os ambientes — não só na sala de aula.


    "Ficar sem internet, para algumas crianças, é como perder um amigo", diz Iaconelli. "Tem crianças tendo um ataque porque estão tirando o melhor amigo dela."


    Isso significa, em muitos casos, que a criança confi a mais na internet do que nos adultos e que ela perde uma parte relevante da experiência de vida em sociedade.



Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2025/02/internet-e-como-o-fogouma-coisa-maravilhosa-mas-nao-na-mao-de-crianca-diz-vera-iaconelli.shtml. Acesso em 05/04/2025. Excerto. Texto adaptado.

“O problema é que, como pais e mães sabem muito bem, já faz anos que a rede mundial de computadores cabe inteira dentro da maioria dos celulares — os quais, por sua vez, cabem na palma da mão das crianças” (2º parágrafo). Nesse trecho, as duas formas verbais em destaque estão flexionadas, respectivamente, no:
Alternativas
Q3494022 Português

Texto para a questão.



O naufrágio


    Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.

    Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.

    A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.

    O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.

    A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.

    A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.

    Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.

    Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.


Vittorio Medioli – Texto Adaptado


Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio

No trecho “Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, me sinto feliz...”, o uso dos tempos e modos verbais ao longo da sequência contribui para a construção de sentido, sobretudo no que diz respeito à relação entre passado e presente. Nesse contexto, a escolha desses tempos verbais indica
Alternativas
Q3492864 Português
Estudante do Paraná morre durante intercâmbio no Canadá


   Um aluno da rede estadual de ensino do Paraná morreu na cidade de Nackawic, distrito de New Brunswick, no Canadá. O aluno Victor Gabriel Camargo, de 16 anos, participava do programa de intercâmbio Ganhando o Mundo e estava desaparecido desde segunda-feira (16) quando entrou num rio perto da região onde morava.

   Gabriel estava acompanhado da família canadense e de outra intercambista do programa. Equipes de resgate da região foram mobilizadas nas buscas. Em nota, a Secretaria Estadual de Educação lamentou o acidente. “Toda a rede estadual está de luto e presta solidariedade aos familiares e amigos do estudante neste momento de profunda dor”.

   Para acompanhar os desdobramentos do caso, o diretor de educação da SEED-PR será enviado ao país. A secretaria informou que está em contato direto com a família do estudante, que mora na região Oeste do Paraná, prestando todo o apoio necessário e suporte com informações e orientações em relação às medidas legais, consulares e logísticas que envolvem o caso.

  O Governo do Paraná também estabeleceu com a cúpula da Polícia Federal a emissão de passaporte de maneira emergencial para os pais, se desejarem acompanhar todo o processo. O corpo consular canadense está à disposição para ajudar com vistos e outros procedimentos.



Fonte: Estudante do Paraná morre durante intercâmbio no Canadá
Assinale a alternativa que apresente o tempo verbal do verbo em destaque no período: Em nota, a Secretaria Estadual de Educação lamentou o acidente.
Alternativas
Q3491276 Português
  1. Leia a charge a seguir para responder a próxima duas questão.


https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/133873/T02.png


CAZO. 1 em cada 5 brasileiros admite usar o celular ao dirigir. Blog do AFTM. 07 jul. 2019. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge1-em-cada-5-brasileiros-admite-usar-o-celular-ao-dirigir/>.

A expressão verbal “estava dirigindo e mexendo” indica duas ações que:
Alternativas
Q3489880 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   É lista de compra do mercado, vídeos de cachorros fofos, os episódios da sua série ou podcast favoritos... É tanta coisa ao redor que fica quase impossível vencer a procrastinação, uma atitude comum e totalmente humana. Difícil é encontrar uma única pessoa que não tenha adiado a realização de alguma tarefa pelo menos uma vez na vida. Mas uma pesquisadora está tentando ajudar quem sofre disso, principalmente as pessoas que têm vários problemas no trabalho, nos estudos e até na vida pessoal e familiar por causa disso.

  Fuschia Sirois, professora de psicologia da Universidade de Durham, na Inglaterra, estuda há 20 anos a procrastinação. Ela já ouviu tantas histórias comoventes que agora está publicando um guia baseado em pesquisa, oferecendo insights e estratégias práticas para lidar com isso. "Eu falo muito em público e recebo e-mails após as palestras, pessoas cujas vidas são prejudicadas pela procrastinação, elas não podem seguir em frente com seus objetivos, está afetando sua saúde e elas estão desesperadas por qualquer tipo de conselho", disse ao site The Guardian.

"Há muitos conselhos e opiniões sobre o assunto, o que não ajuda", disse Sirois. Frases como "Você é preguiçoso, vá fazer um curso de gerenciamento de tempo" não ajudam. Na verdade, de acordo com ela, os procrastinadores precisam entender melhor qual é a origem do problema para resolvê-lo. Eles também devem parar de se culpar por procrastinar e serem mais gentis consigo mesmos. Sirois explica que a procrastinação entre os estudantes é preocupantemente alta. "Estima-se que entre 80 e 95% dos novos alunos procrastinam pelo menos uma vez ou mais, mas 50% dos alunos procrastinam cronicamente e isso é um problema real". Para ela, a procrastinação nunca foi uma coisa boa, apesar de alguns pesquisadores argumentarem sobre os benefícios da "procrastinação positiva".

  Sirois afirma: "Embutido na definição de procrastinação está que você atrasa desnecessariamente e voluntariamente uma tarefa importante, apesar de saber que as consequências são prejudiciais. Como isso pode ser positivo?"


Adaptado de De VivaBem, em São Paulo 07/08/2022 16h10
Na frase "Ela já ouviu tantas histórias comoventes que agora está publicando um guia baseado em pesquisa..." (parágrafo 2, linha 2), a palavra em destaque é um verbo no:
Alternativas
Respostas
1361: D
1362: E
1363: C
1364: C
1365: E
1366: A
1367: B
1368: C
1369: D
1370: D
1371: E
1372: D
1373: D
1374: A
1375: A
1376: A
1377: C
1378: A
1379: D
1380: B