Questões de Concurso Comentadas sobre pontuação em português

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Q3832239 Português
Pequenas pausas no trabalho previnem impactos negativos na saúde

Mesmo quem se exercita pode sofrer os efeitos do sedentarismo ocupacional. Entre um e-mail e outro, levantar-se vira um ato de saúde

Por trás das longas horas em frente ao computador, existem vários efeitos negativos para o corpo e a mente. Chamado de sedentarismo ocupacional, comum entre quem passa o dia sentado no trabalho, o comportamento é fator de risco para quem não inclui pausas ativas durante os expedientes − mesmo que faça algum exercício físico depois. [...] E esse padrão se tornou ainda mais comum após a consolidação do home office.

De acordo com Daniel Sandy, especialista em Ciência da Motricidade Humana e fundador da Pausa Ativa Ocupacional, o perigo está justamente naquilo que parece inofensivo: "O sedentarismo ocupacional é muitas vezes confundido apenas com a ausência de prática esportiva, mas também se manifesta nos longos períodos de inatividade diante do computador", explica.

Os riscos desse tipo de sedentarismo até são comparados com os do fumo. "Nos anos 80, fumar era amplamente aceito, e só depois de muita conscientização os riscos foram reconhecidos. Atualmente, ocorre o mesmo com o comportamento sedentário. Não percebemos o quanto ele é prejudicial." [...]

Os efeitos vão muito além das dores musculares. De acordo com Sandy, o comportamento sedentário está ligado a um aumento expressivo dos riscos cardiometabólicos, dores de coluna, cefaleia, transtornos mentais como ansiedade e depressão, além de síndrome de burnout, diabetes, doenças autoimunes e até demência.

A quantidade de tempo segura para permanecer sentado é de 30 minutos, intercaladas por pausas ativas, sem nunca ultrapassar uma hora sem se levantar. As chamadas pausas ativas são breves intervalos de movimento, entre 2 e 10 minutos, como alongamentos, exercícios respiratórios, caminhadas curtas ou pequenos deslocamentos dentro do escritório. "Essas pausas quebram o ciclo do sedentarismo, ativando músculos, oxigenando o cérebro e prevenindo doenças crônicas. Além disso, ajudam a aliviar o estresse, promovem disposição e podem reduzir o risco de burnout", comenta Sandy. [...] "todo movimento conta": caminhar rápido, subir escadas, alongar-se, fazer agachamentos, flexões de panturrilha, polichinelos ou mesmo corrida estacionária são gestos simples, mas eficazes. O segredo está na intenção e na regularidade.

Para além dos benefícios fisiológicos, Sandy acredita que as pausas ativas têm um papel simbólico: elas rompem com a cultura de exaustão. "Além dos danos físicos, ficar sentado por longos períodos gera impactos sociais e culturais, perpetuando ambientes de trabalho pouco saudáveis", afirma. Quando um funcionário se levanta para se mover, ele também envia uma mensagem silenciosa de que produtividade e autocuidado podem coexistir.

(Júlia Custódio. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/pequenas-pausas-no-trabalho-pr evinem-impactos-negativos-na-saude/. Acesso em: 09 nov. 2025. Adaptado.) 
A coordenação das orações pode ser feita usando conectivos coordenativos, no caso, conjunções que ajudam a estabelecer relações semânticas entre as orações: adição, alternância, oposição, explicação, etc. Porém, há situações em que a conjunção é suprimida e os sinais de pontuação indicam a coordenação, sem alterar o sentido construído. Tendo isso em consideração, analise o excerto a seguir:
"Para além dos benefícios fisiológicos, Sandy acredita que as pausas ativas têm um papel simbólico: elas rompem com a cultura de exaustão."
Assinale a alternativa que indica corretamente a conjunção que, substituída pelos dois pontos, faz a coordenação mantendo o sentido do texto: 
Alternativas
Q3831763 Português
Pequenas pausas no trabalho previnem impactos negativos na saúde

Mesmo quem se exercita pode sofrer os efeitos do sedentarismo ocupacional. Entre um e-mail e outro, levantar-se vira um ato de saúde

Por trás das longas horas em frente ao computador, existem vários efeitos negativos para o corpo e a mente. Chamado de sedentarismo ocupacional, comum entre quem passa o dia sentado no trabalho, o comportamento é fator de risco para quem não inclui pausas ativas durante os expedientes − mesmo que faça algum exercício físico depois. [...] E esse padrão se tornou ainda mais comum após a consolidação do home office.

De acordo com Daniel Sandy, especialista em Ciência da Motricidade Humana e fundador da Pausa Ativa Ocupacional, o perigo está justamente naquilo que parece inofensivo: "O sedentarismo ocupacional é muitas vezes confundido apenas com a ausência de prática esportiva, mas também se manifesta nos longos períodos de inatividade diante do computador", explica.

Os riscos desse tipo de sedentarismo até são comparados com os do fumo. "Nos anos 80, fumar era amplamente aceito, e só depois de muita conscientização os riscos foram reconhecidos. Atualmente, ocorre o mesmo com o comportamento sedentário. Não percebemos o quanto ele é prejudicial." [...]

Os efeitos vão muito além das dores musculares. De acordo com Sandy, o comportamento sedentário está ligado a um aumento expressivo dos riscos cardiometabólicos, dores de coluna, cefaleia, transtornos mentais como ansiedade e depressão, além de síndrome de burnout, diabetes, doenças autoimunes e até demência.

A quantidade de tempo segura para permanecer sentado é de 30 minutos, intercaladas por pausas ativas, sem nunca ultrapassar uma hora sem se levantar. As chamadas pausas ativas são breves intervalos de movimento, entre 2 e 10 minutos, como alongamentos, exercícios respiratórios, caminhadas curtas ou pequenos deslocamentos dentro do escritório. "Essas pausas quebram o ciclo do sedentarismo, ativando músculos, oxigenando o cérebro e prevenindo doenças crônicas. Além disso, ajudam a aliviar o estresse, promovem disposição e podem reduzir o risco de burnout", comenta Sandy. [...] "todo movimento conta": caminhar rápido, subir escadas, alongar-se, fazer agachamentos, flexões de panturrilha, polichinelos ou mesmo corrida estacionária são gestos simples, mas eficazes. O segredo está na intenção e na regularidade.

Para além dos benefícios fisiológicos, Sandy acredita que as pausas ativas têm um papel simbólico: elas rompem com a cultura de exaustão. "Além dos danos físicos, ficar sentado por longos períodos gera impactos sociais e culturais, perpetuando ambientes de trabalho pouco saudáveis", afirma. Quando um funcionário se levanta para se mover, ele também envia uma mensagem silenciosa de que produtividade e autocuidado podem coexistir.

(Júlia Custódio. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/pequenas-pausas-no-trabalho-pr evinem-impactos-negativos-na-saude/. Acesso em: 09 nov. 2025. Adaptado.)
A coordenação das orações pode ser feita usando conectivos coordenativos, no caso, conjunções que ajudam a estabelecer relações semânticas entre as orações: adição, alternância, oposição, explicação, etc. Porém, há situações em que a conjunção é suprimida e os sinais de pontuação indicam a coordenação, sem alterar o sentido construído. Tendo isso em consideração, analise o excerto a seguir:
"Para além dos benefícios fisiológicos, Sandy acredita que as pausas ativas têm um papel simbólico: elas rompem com a cultura de exaustão."
Assinale a alternativa que indica corretamente a conjunção que, substituída pelos dois pontos, faz a coordenação mantendo o sentido do texto:
Alternativas
Q3831364 Português
Pequenas pausas no trabalho previnem impactos negativos na saúde

Mesmo quem se exercita pode sofrer os efeitos do sedentarismo ocupacional. Entre um e-mail e outro, levantar-se vira um ato de saúde

Por trás das longas horas em frente ao computador, existem vários efeitos negativos para o corpo e a mente. Chamado de sedentarismo ocupacional, comum entre quem passa o dia sentado no trabalho, o comportamento é fator de risco para quem não inclui pausas ativas durante os expedientes − mesmo que faça algum exercício físico depois. [...] E esse padrão se tornou ainda mais comum após a consolidação do home office.

De acordo com Daniel Sandy, especialista em Ciência da Motricidade Humana e fundador da Pausa Ativa Ocupacional, o perigo está justamente naquilo que parece inofensivo: "O sedentarismo ocupacional é muitas vezes confundido apenas com a ausência de prática esportiva, mas também se manifesta nos longos períodos de inatividade diante do computador", explica.

Os riscos desse tipo de sedentarismo até são comparados com os do fumo. "Nos anos 80, fumar era amplamente aceito, e só depois de muita conscientização os riscos foram reconhecidos. Atualmente, ocorre o mesmo com o comportamento sedentário. Não percebemos o quanto ele é prejudicial." [...] Os efeitos vão muito além das dores musculares. De acordo com Sandy, o comportamento sedentário está ligado a um aumento expressivo dos riscos cardiometabólicos, dores de coluna, cefaleia, transtornos mentais como ansiedade e depressão, além de síndrome de burnout, diabetes, doenças autoimunes e até demência.

A quantidade de tempo segura para permanecer sentado é de 30 minutos, intercaladas por pausas ativas, sem nunca ultrapassar uma hora sem se levantar. As chamadas pausas ativas são breves intervalos de movimento, entre 2 e 10 minutos, como alongamentos, exercícios respiratórios, caminhadas curtas ou pequenos deslocamentos dentro do escritório. "Essas pausas quebram o ciclo do sedentarismo, ativando músculos, oxigenando o cérebro e prevenindo doenças crônicas. Além disso, ajudam a aliviar o estresse, promovem disposição e podem reduzir o risco de burnout", comenta Sandy. [...] "todo movimento conta": caminhar rápido, subir escadas, alongar-se, fazer agachamentos, flexões de panturrilha, polichinelos ou mesmo corrida estacionária são gestos simples, mas eficazes. O segredo está na intenção e na regularidade.

Para além dos benefícios fisiológicos, Sandy acredita que as pausas ativas têm um papel simbólico: elas rompem com a cultura de exaustão. "Além dos danos físicos, ficar sentado por longos períodos gera impactos sociais e culturais, perpetuando ambientes de trabalho pouco saudáveis", afirma. Quando um funcionário se levanta para se mover, ele também envia uma mensagem silenciosa de que produtividade e autocuidado podem coexistir.

(Júlia Custódio. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/pequenas-pausas-no-trabalho-pr evinem-impactos-negativos-na-saude/. Acesso em: 09 nov. 2025. Adaptado.)
A coordenação das orações pode ser feita usando conectivos coordenativos, no caso, conjunções que ajudam a estabelecer relações semânticas entre as orações: adição, alternância, oposição, explicação, etc. Porém, há situações em que a conjunção é suprimida e os sinais de pontuação indicam a coordenação, sem alterar o sentido construído. Tendo isso em consideração, analise o excerto a seguir:
"Para além dos benefícios fisiológicos, Sandy acredita que as pausas ativas têm um papel simbólico: elas rompem com a cultura de exaustão."
Assinale a alternativa que indica corretamente a conjunção que, substituída pelos dois pontos, faz a coordenação mantendo o sentido do texto:
Alternativas
Q3831050 Português
Leia o texto a seguir:

A professora Amy Hornbeck percebe que algo está errado assim que seus alunos entram na sala de aula. Antes, as crianças chegavam com os bolsos cheios de pedras, brinquedos e bugigangas coletadas durante aventuras ao ar livre. Agora, elas chegam com os olhos grudados nas telas dos celulares ou dos tablets. E isso é evidente em outras tarefas do dia a dia das crianças: elas não conseguem fechar o zíper dos casacos, virar as páginas de um livro ou até mesmo segurar uma colher corretamente.

[...] "É como se eles nunca tivessem visto um bloco de brinquedo de montar", diz Hornbeck, [...] descrevendo como as crianças se atrapalham quando solicitadas a empilhar apenas três blocos. "O que eles fazem com o bloco depois que você mostra o que fazer é impressionante."

As crianças de hoje estão perdendo habilidades motoras finas essenciais — os movimentos pequenos e precisos necessários para amarrar um cadarço, escrever com uma caneta ou construir uma torre. Especialistas apontam uma combinação complexa de tempo de tela, hábitos diferentes e uma mudança nas experiências da infância como os culpados. [...]

Como as telas estão substituindo as brincadeiras práticas e manuais dos pequenos?

O tempo passado diante das telas — sejam celulares, tablets, eBooks ou TV — é tempo que as crianças não se dedicam a atividades manuais, como brincar com blocos, bonecos, artesanato, desenho e construção. Embora aprender matemática ou criar arte digital possa ser educativo, isso não desenvolve o controle motor fino que vem da escrita à mão, do recorte ou de desenhar e colorir.

As brincadeiras ao ar livre, que são cruciais para o desenvolvimento motor fino e grosso, também estão diminuindo. [...] A conveniência na criação dos filhos também afetou o desenvolvimento de habilidades: calças elásticas sem zíperes ou botões economizam tempo nas manhãs agitadas, e lanches pré-embalados eliminam a bagunça — mas esses atalhos privam as crianças de oportunidades de praticar fechar zíperes, abotoar botões ou usar talheres.

As preferências das crianças por brinquedos também mudaram, afirma Hornbeck. Peças magnéticas, que se encaixam facilmente, substituíram quebra-cabeças e blocos de madeira, que exigem muito mais paciência e precisão. [...] a diminuição da capacidade das crianças de se concentrarem em uma tarefa, especialmente aquelas que exigem esforço, é um fator-chave para o declínio das habilidades motoras finas. Veja os quebra-cabeças, por exemplo. Para montar um, é preciso ter estratégia, virar as peças e tentar várias vezes até acertar. [...] "Muitas crianças simplesmente dizem 'Não'. Elas estão acostumadas a jogar no computador, que gira as peças para elas." Hornbeck acrescenta: "Os tablets oferecem muito mais apoio imediato do que a vida real."

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/10/as-criancasestao-perdendo-suas-habilidades-motoras-as-telas-podem-ser-as-culpa das. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando o uso da vírgula (apenas as destacadas em negrito) com a regra que o justifica:

Primeira coluna: uso da vírgula
1."As brincadeiras ao ar livre, que são cruciais para o desenvolvimento motor fino e grosso, também estão diminuindo."
2."[...] as crianças não se dedicam a atividades manuais, como brincar com blocos, bonecos, artesanato, desenho e construção."
3."Para montar um, é preciso ter estratégia [...]".

Segunda coluna: regra
(__) Separação da oração subordinada adverbial anteposta.
(__) Separação de oração adjetiva de valor explicativo.
(__) Separação de termos coordenados de mesmo valor sintático, mas independentes entre si.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q3829012 Português
Leia o texto a seguir:


A professora Amy Hornbeck percebe que algo está errado assim que seus alunos entram na sala de aula. Antes, as crianças chegavam com os bolsos cheios de pedras, brinquedos e bugigangas coletadas durante aventuras ao ar livre. Agora, elas chegam com os olhos grudados nas telas dos celulares ou dos tablets. E isso é evidente em outras tarefas do dia a dia das crianças: elas não conseguem fechar o zíper dos casacos, virar as páginas de um livro ou até mesmo segurar uma colher corretamente.

[...] "É como se eles nunca tivessem visto um bloco de brinquedo de montar", diz Hornbeck, [...] descrevendo como as crianças se atrapalham quando solicitadas a empilhar apenas três blocos. "O que eles fazem com o bloco depois que você mostra o que fazer é impressionante."

As crianças de hoje estão perdendo habilidades motoras finas essenciais — os movimentos pequenos e precisos necessários para amarrar um cadarço, escrever com uma caneta ou construir uma torre. Especialistas apontam uma combinação complexa de tempo de tela, hábitos diferentes e uma mudança nas experiências da infância como os culpados. [...]

Como as telas estão substituindo as brincadeiras práticas e manuais dos pequenos?


O tempo passado diante das telas — sejam celulares, tablets, eBooks ou TV — é tempo que as crianças não se dedicam a atividades manuais, como brincar com blocos, bonecos, artesanato, desenho e construção. Embora aprender matemática ou criar arte digital possa ser educativo, isso não desenvolve o controle motor fino que vem da escrita à mão, do recorte ou de desenhar e colorir.

As brincadeiras ao ar livre, que são cruciais para o desenvolvimento motor fino e grosso, também estão diminuindo. [...] A conveniência na criação dos filhos também afetou o desenvolvimento de habilidades: calças elásticas sem zíperes ou botões economizam tempo nas manhãs agitadas, e lanches pré-embalados eliminam a bagunça — mas esses atalhos privam as crianças de oportunidades de praticar fechar zíperes, abotoar botões ou usar talheres.

As preferências das crianças por brinquedos também mudaram, afirma Hornbeck. Peças magnéticas, que se encaixam facilmente, substituíram quebra-cabeças e blocos de madeira, que exigem muito mais paciência e precisão. [...] a diminuição da capacidade das crianças de se concentrarem em uma tarefa, especialmente aquelas que exigem esforço, é um fator-chave para o declínio das habilidades motoras finas. Veja os quebra-cabeças, por exemplo. Para montar um, é preciso ter estratégia, virar as peças e tentar várias vezes até acertar. [...] "Muitas crianças simplesmente dizem 'Não'. Elas estão acostumadas a jogar no computador, que gira as peças para elas." Hornbeck acrescenta: "Os tablets oferecem muito mais apoio imediato do que a vida real."


(Disponível em:
https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/10/as-criancasestao-perdendo-suas-habilidades-motoras-as-telas-podem-ser-as-culpa
das. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando o uso da vírgula (apenas as destacadas em negrito) com a regra que o justifica: 

Primeira coluna: uso da vírgula

1."As brincadeiras ao ar livre, que são cruciais para o desenvolvimento motor fino e grosso, também estão diminuindo."
2."[...] as crianças não se dedicam a atividades manuais, como brincar com blocos, bonecos, artesanato, desenho e construção."
3."Para montar um, é preciso ter estratégia [...]".

Segunda coluna: regra

(__)Separação da oração subordinada adverbial anteposta.
(__)Separação de oração adjetiva de valor explicativo.
(__)Separação de termos coordenados de mesmo valor sintático, mas independentes entre si.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q3828971 Português

Leia o texto a seguir:


Câmara aprova urgência de projeto que prevê regras para influenciadores mirins


Entre os principais pontos, o projeto determina que crianças e adolescentes só poderão participar de gravações audiovisuais com fins comerciais mediante autorização judicial


    A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 9, a urgência do projeto de lei que prevê regulamentar a atividade de influenciadores digitais no Brasil. A proposta, apresentada pela deputada Lídice da Mata (PSB-BA), cria regras para publicidade, transparência e uso da imagem, além de prever proteção especial a crianças e adolescentes que atuam como "influenciadores mirins". A aprovação do requerimento de urgência permite que o texto seja votado diretamente em plenário, sem a necessidade de passar pelas comissões.


    O PL 3.444/2023 define como influenciador toda pessoa física ou jurídica que, de forma remunerada, utiliza sua reputação online para promover produtos, marcas ou causas em plataformas digitais A medida busca coibir abusos e práticas enganosas que se tornaram frequentes e ganharam repercussão após a denúncia do influenciador Felca sobre a adultização de crianças, que resultou na aprovação de um projeto de lei para proteção infantil nas redes.


    Entre os principais pontos, o projeto determina que crianças e adolescentes só poderão participar de gravações audiovisuais com fins comerciais mediante autorização judicial. A Justiça deverá avaliar os riscos psicológicos da exposição, compatibilidade com a frequência escolar e controle da renda obtida.


    A proposta também estabelece regras de transparência na publicidade digital. Postagens patrocinadas deverão ser identificadas de forma clara, com os termos "publicidade" ou "conteúdo pago" visíveis durante todo o vídeo ou publicação. A ausência dessa sinalização poderá ser enquadrada como propaganda enganosa ou abusiva, conforme o Código de Defesa do Consumidor.


    Outro ponto prevê a obrigatoriedade de informar quando imagens forem editadas ou criadas com inteligência artificial. Postagens que utilizem filtros, manipulação estética ou recursos de IA deverão conter os selos "imagem editada" ou "imagem virtual". O descumprimento poderá resultar em pena de detenção de seis meses a dois anos e multa.


Fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2025/10/7143163-camara-aprova-urgencia-de projeto-que-preve-regras-para-influenciadores-mirins.html. Acesso em 09/10/2025. Excerto

No trecho que determina a identificação das postagens como “publicidade” ou “conteúdo pago”, o uso das aspas tem a função principal de:
Alternativas
Q3828773 Português

Leia o texto a seguir:


Fim de semana do Dia das Crianças tem exposição do Chaves, Palhaço Topetão e mais


    O Dia das Crianças é celebrado neste domingo (12) e traz muitas opções imperdíveis, que farão a alegria dos pequenos e adultos. A programação conta com shows, espetáculos, exposições e festivais, incluindo muitos eventos gratuitos. Nesta sexta-feira (10), 'Chaves – A Exposição', a maior mostra mundial em homenagem ao clássico seriado mexicano, estrelado por Roberto Gómez Bolaños (1929-2014) -, tem início no Via Parque Shopping, Barra da Tijuca, Zona Sudoeste.


    O público carioca poderá mergulhar no universo da produção que marcou gerações - ao ser exibido no SBT por 36 anos -, com um acervo original vindo do México. O projeto foi idealizado por Roberto Gómez Fernández, filho de Chespirito – apelido do ator e comediante.


    "É muito emocionante ver que, tantos anos depois, o universo que ele criou com tanto carinho continua despertando risos e reflexões. É mais do que uma homenagem a um programa de TV. É um reencontro com valores simples e universais: amizade, inocência, empatia e humor", vibra Fernández.


    A mostra apresenta mais de 20 cenários imersivos que marcaram gerações, como a Vila do Chaves, a Casa do Seu Madruga, o restaurante da Dona Florinda, a sala de aula do Professor Girafales e a inédita Sala da Bruxa do 71, recriada pela primeira vez fora da televisão. Também há espaços dedicados ao herói trapalhão Chapolin Colorado.


    "O público poderá entrar literalmente na Vila, sentir a presença dos personagens e reviver um pedacinho da infância. É uma forma de manter viva a essência do que sempre foi transmitido: que, mesmo com pouco, podemos ter muito. Ver esse legado sendo levado adiante nos enche de orgulho", diz o filho de Bolaños, que também destaca a importância dos fãs brasileiros que acompanham a produção mexicana.


    "O Brasil abraçou o Chaves, o Chapolin e todos os personagens como se fossem seus. Saber que gerações inteiras cresceram rindo, se emocionando e repetindo nossas frases... isso é o maior prêmio que um grande criador, como meu pai, pode receber. Sempre acreditamos que o humor deve unir as pessoas. E o amor do povo brasileiro é a prova viva de que conseguimos isso. Por isso, digo com muito carinho: Gracias, meus queridos, e que nunca falte um pouquinho de boa vizinhança", completa.


Fonte: https://odia.ig.com.br/diversao/show-e-lazer/2025/10/7142697-fim-desemana-do-dia-das-criancas-tem-exposicao-do-chaves-palhaco-topetao-e-mais.html. Acesso em 10/10/2025

“É um reencontro com valores simples e universais: amizade, inocência, empatia e humor", vibra Fernández” (3º parágrafo). O uso da vírgula imediatamente antes da forma verbal “vibra” tem como função:
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Q3828439 Português
Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?


O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.

O Plano Diretor define as diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de proteção ambiental.

O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas que vivem nelas.

A fragilidade natural dos solos e o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos. Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da vegetação nativa.

O Plano Diretor Ambiental (PDA) é um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais, considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do território municipal.

De acordo com o pesquisador Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades responsáveis pela gestão territorial, promovendo uma ocupação urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.

Construir cidades sustentáveis requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.

Outro ponto essencial é a distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.

Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
Leia os excertos a seguir:

1."Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável."
2."Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA)."

A partir da análise dos dois excertos e dos sinais de pontuação destacados (negrito), assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para o uso dos dois pontos e da vírgula em destaque:
Alternativas
Q3827980 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?


O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.

 

O Plano Diretor define as diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de proteção ambiental.

 

O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas que vivem nelas.

 

A fragilidade natural dos solos e o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos. Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da vegetação nativa.

 

O Plano Diretor Ambiental (PDA) é um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais, considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do território municipal.

 

De acordo com o pesquisador Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades ocupação urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.

 

Construir cidades sustentáveis requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.

 

Outro ponto essencial é a distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.

 

Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)

Leia os excertos a seguir:


1."Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável."


2."Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA)."


A partir da análise dos dois excertos e dos sinais de pontuação destacados (negrito), assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para o uso dos dois pontos e da vírgula em destaque:

Alternativas
Q3826863 Português
Ao revisar um texto coletivo de 9º ano, a equipe detecta períodos longos com orações adjetivas mal pontuadas e conectores sem valor lógico definido. Considerando coesão, pontuação e legibilidade, assinale a afirmativa que qualifica a intervenção.
Alternativas
Q3826483 Português
Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?


O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.

O Plano Diretor define as diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de proteção ambiental.

O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas que vivem nelas.

A fragilidade natural dos solos e o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos. Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da vegetação nativa.

O Plano Diretor Ambiental (PDA) é um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais, considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do território municipal.

De acordo com o pesquisador Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades responsáveis pela gestão territorial, promovendo uma ocupação urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas

. Construir cidades sustentáveis requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.

Outro ponto essencial é a distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.

Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
Leia os excertos a seguir:

1."Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável."
2."Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA)."

A partir da análise dos dois excertos e dos sinais de pontuação destacados (negrito), assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para o uso dos dois pontos e da vírgula em destaque: 
Alternativas
Q3826361 Português
Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?


O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.

O Plano Diretor define as diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de proteção ambiental.

O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas que vivem nelas.

A fragilidade natural dos solos e o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos. Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da vegetação nativa.

O Plano Diretor Ambiental (PDA) é um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais, considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do território municipal.

De acordo com o pesquisador Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades responsáveis pela gestão territorial, promovendo uma ocupação urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas

. Construir cidades sustentáveis requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.

Outro ponto essencial é a distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.

Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
Leia os excertos a seguir:

1."Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável."
2."Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA)."

A partir da análise dos dois excertos e dos sinais de pontuação destacados (negrito), assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para o uso dos dois pontos e da vírgula em destaque: 
Alternativas
Q3826230 Português
Leia o texto a seguir:


A professora Amy Hornbeck percebe que algo está errado assim que seus alunos entram na sala de aula. Antes, as crianças chegavam com os bolsos cheios de pedras, brinquedos e bugigangas coletadas durante aventuras ao ar livre. Agora, elas chegam com os olhos grudados nas telas dos celulares ou dos tablets. E isso é evidente em outras tarefas do dia a dia das crianças: elas não conseguem fechar o zíper dos casacos, virar as páginas de um livro ou até mesmo segurar uma colher corretamente.

[...] "É como se eles nunca tivessem visto um bloco de brinquedo de montar", diz Hornbeck, [...] descrevendo como as crianças se atrapalham quando solicitadas a empilhar apenas três blocos. "O que eles fazem com o bloco depois que você mostra o que fazer é impressionante."

As crianças de hoje estão perdendo habilidades motoras finas essenciais — os movimentos pequenos e precisos necessários para amarrar um cadarço, escrever com uma caneta ou construir uma torre. Especialistas apontam uma combinação complexa de tempo de tela, hábitos diferentes e uma mudança nas experiências da infância como os culpados. [...]

Como as telas estão substituindo as brincadeiras práticas e manuais dos pequenos?

O tempo passado diante das telas — sejam celulares, tablets, eBooks ou TV — é tempo que as crianças não se dedicam a atividades manuais, como brincar com blocos, bonecos, artesanato, desenho e construção. Embora aprender matemática ou criar arte digital possa ser educativo, isso não desenvolve o controle motor fino que vem da escrita à mão, do recorte ou de desenhar e colorir.

As brincadeiras ao ar livre, que são cruciais para o desenvolvimento motor fino e grosso, também estão diminuindo. [...] A conveniência na criação dos filhos também afetou o desenvolvimento de habilidades: calças elásticas sem zíperes ou botões economizam tempo nas manhãs agitadas, e lanches pré-embalados eliminam a bagunça — mas esses atalhos privam as crianças de oportunidades de praticar fechar zíperes, abotoar botões ou usar talheres.

As preferências das crianças por brinquedos também mudaram, afirma Hornbeck. Peças magnéticas, que se encaixam facilmente, substituíram quebra-cabeças e blocos de madeira, que exigem muito mais paciência e precisão. [...] a diminuição da capacidade das crianças de se concentrarem em uma tarefa, especialmente aquelas que exigem esforço, é um fator-chave para o declínio das habilidades motoras finas. Veja os quebra-cabeças, por exemplo. Para montar um, é preciso ter estratégia, virar as peças e tentar várias  vezes até acertar. [...] "Muitas crianças simplesmente dizem 'Não'. Elas estão acostumadas a jogar no computador, que gira as peças para elas." Hornbeck acrescenta: "Os tablets oferecem muito mais apoio imediato do que a vida real."


(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/10/as-criancasestao-perdendo-suas-habilidades-motoras-as-telas-podem-ser-as-culpa das. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando o uso da vírgula (apenas as destacadas em negrito) com a regra que o justifica:

Primeira coluna: uso da vírgula
1."As brincadeiras ao ar livre, que são cruciais para o desenvolvimento motor fino e grosso, também estão diminuindo."
2."[...] as crianças não se dedicam a atividades manuais, como brincar com blocos, bonecos, artesanato, desenho e construção."
3."Para montar um, é preciso ter estratégia [...]". 
Segunda coluna: regra
(__)Separação da oração subordinada adverbial anteposta. (__)Separação de oração adjetiva de valor explicativo. (__)Separação de termos coordenados de mesmo valor sintático, mas independentes entre si.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q3825925 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Em “Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.”, a vírgula foi usada para:
Alternativas
Q3825924 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Sobre o uso da vírgula, analise os itens abaixo.

I. Em “A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.”, a vírgula foi utilizada para marcar a elipse do verbo, essa vírgula também é chamada de vírgula vicária.
II. Em “A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.”, a vírgula foi utilizada para marcar a elipse do complemento verbal, essa vírgula também é chamada de vírgula vicária.
III. Em “À noite, o sono chega ansioso”, a vírgula foi utilizada para separar um adjunto adverbial deslocado.
IV. Em “À noite, o sono chega ansioso”, a vírgula foi empregada para isolar um objeto direto pleonástico.
V. Em “À noite, o sono chega ansioso”, a vírgula foi empregada para isolar um vocativo.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3825044 Português

Leia o texto a seguir:

 

Má alimentação ameaça o futuro das crianças e do Brasil

 

Autores: Raul Cutait, Marcos Kisil e Aracélia Costa

 

O Dia Mundial da Alimentação, celebrado nesta quinta-feira (16/10), enseja reflexões. Segundo relatório do IBGE desta semana, 25% dos brasileiros vivem com algum grau de insegurança alimentar: incerteza quanto à próxima refeição (grave), limitação na quantidade (moderada) ou composição inadequada dos alimentos disponíveis (leve). Quanto a crianças de 0 a 10 anos, 7% convivem com insegurança alimentar grave.

No estado de São Paulo, responsável pelo maior PIB do país, 12 milhões de pessoas não conseguem realizar as refeições diárias de forma adequada; ou seja, 25% da população paulista enfrenta algum grau de insegurança alimentar. Estudo da Rede Pensan estima que em um terço dos lares paulistas com crianças menores de 10 anos ocorre insegurança moderada ou grave.

Ora, o desenvolvimento saudável de uma criança depende não só de educação e amor, mas também da boa alimentação, que desempenha um papel central em sua formação física, cognitiva e emocional desde os primeiros anos de vida. Assim, carências impactam diretamente na formação do futuro cidadão. Porém, além da desnutrição, crianças vivenciam outro grave problema, a obesidade, relacionada com a ingestão excessiva de alimentos inadequados do ponto de vista nutricional.

No Brasil, 3 milhões de crianças com menos de 10 anos são obesas, e 6,4 milhões apresentam excesso de peso, sendo que esse problema afeta 1,2 milhão de crianças paulistas. A obesidade torna essas crianças sérias candidatas a desenvolver doenças crônicas quando adultas, dentre elas hipertensão arterial, diabetes, dislipidemias e câncer, o que irá interferir em sua qualidade de vida futura, sobrecarregar o sistema de saúde e gerar altos custos de tratamentos.

Adicionalmente, a má alimentação compromete uma futura mobilidade social, pois jovens que tiveram crescimento físico, cognitivo e emocional limitados convivem com limitações pessoais para se qualificar e disputar melhores oportunidades no mercado de trabalho. Por outro lado, o setor produtivo encontra dificuldades na busca de profissionais qualificados, o que impacta em produtividade e competitividade econômica. Portanto, insegurança alimentar e nutricional é não só uma questão social, mas também econômica e de desenvolvimento humano.

Alimentar bem as crianças é uma missão para todos. Por esse motivo, a Fiesp, através de seu Conselho Superior de Responsabilidade Social, lançou há dois anos o Programa Alimentar o Futuro, em parceria com instituições nacionais e internacionais, visando aumentar a interação efetiva entre governos municipais e empresariado na busca de caminhos que permitam corrigir distorções como a por nós verificada em duas regiões do estado, onde 92% das refeições escolares não atendem plenamente os critérios nutricionais estabelecidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar.

Assim, políticas de melhoria da alimentação infantil têm sido conjuntamente desenhadas pelos setores público e privado e complementadas com ações de capacitação de nutricionistas e cozinheiros das cidades envolvidas.

Como proposta, pretendemos estender essa experiência para outras regiões do estado e incluir creches públicas, bem como auxiliar na expansão da agricultura familiar, que por lei será responsável por 45% dos cardápios escolares. Acreditamos que, dessa forma, a Fiesp faz mais uma importante contribuição social, ao participar da construção de um futuro mais justo para nossas crianças e, consequentemente, para o desenvolvimento do país.

 

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/10/ma-alimentacao-ameaca-ofuturo-das-criancas-e-do-brasil.shtml (consultado em 16/10/2025)

Analise o período abaixo, retirado do texto:
“Porém, além da desnutrição, crianças vivenciam outro grave problema, a obesidade, relacionada com a ingestão excessiva de alimentos inadequados do ponto de vista nutricional.”
Considerando as regras de pontuação, nesse período do texto, as vírgulas são usadas para: 
Alternativas
Q3824802 Português
Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?


O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.

O Plano Diretor define as diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de proteção ambiental.

O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas que vivem nelas.

A fragilidade natural dos solos e o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos. Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da vegetação nativa.

O Plano Diretor Ambiental (PDA) é um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais, considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do território municipal.

De acordo com o pesquisador Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades responsáveis pela gestão territorial, promovendo uma ocupação urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.

Construir cidades sustentáveis requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.

Outro ponto essencial é a distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.

Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
Leia os excertos a seguir:

1."Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável."
2."Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA)."

A partir da análise dos dois excertos e dos sinais de pontuação destacados (negrito), assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para o uso dos dois pontos e da vírgula em destaque: 
Alternativas
Q3824763 Português
Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?


O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.

O Plano Diretor define as diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de proteção ambiental.

O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas que vivem nelas.

A fragilidade natural dos solos e o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos. Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da vegetação nativa.

O Plano Diretor Ambiental (PDA) é um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais, considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do território municipal.

De acordo com o pesquisador Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades responsáveis pela gestão territorial, promovendo uma ocupação urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.

Construir cidades sustentáveis requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.

Outro ponto essencial é a distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.

Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
Leia os excertos a seguir:

1."Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável."
2."Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA)."

A partir da análise dos dois excertos e dos sinais de pontuação destacados (negrito), assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para o uso dos dois pontos e da vírgula em destaque: 
Alternativas
Q3824569 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?


O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.

O Plano Diretor define as diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de proteção ambiental.

O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas que vivem nelas.

A fragilidade natural dos solos e o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos. Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da vegetação nativa.

O Plano Diretor Ambiental (PDA) é um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais, considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do território municipal.

De acordo com o pesquisador Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades responsáveis pela gestão territorial, promovendo uma ocupação urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.

Construir cidades sustentáveis requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.

Outro ponto essencial é a distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.

Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
Leia os excertos a seguir:

1."Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável."
2."Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA)."

A partir da análise dos dois excertos e dos sinais de pontuação destacados (negrito), assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para o uso dos dois pontos e da vírgula em destaque: 
Alternativas
Q3824290 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que o Plano Diretor Ambiental é importante para o desenvolvimento sustentável das cidades?


O crescimento urbano desordenado na maioria das cidades brasileiras e latino-americanas resultou em desafios para o desenvolvimento equilibrado das áreas urbanas e comprometeu a qualidade de vida da população. O meio ambiente e as periferias são os mais afetados pela falta de um planejamento urbano, e é nesse contexto que o plano diretor ambiental ganha importância, ao propor um modelo de ordenamento territorial que integre sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 determinou que todos os municípios com mais de 20 mil habitantes devem elaborar um Plano Diretor Municipal.

O Plano Diretor define as diretrizes de desenvolvimento urbano, considerando as características e necessidades específicas de cada cidade. Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA). Esse instrumento orienta o uso sustentável do território e a preservação das áreas verdes e de proteção ambiental.

O agravamento dos problemas ambientais tem transformado a forma como pensamos o desenvolvimento das cidades. Já não se trata apenas de crescer, mas de crescer de forma sustentável, equilibrando progresso econômico e conservação ambiental. O desenvolvimento sustentável propõe um desenvolvimento equilibrado, preservando os recursos naturais e garantindo uma melhor qualidade de vida para as pessoas que vivem nelas.

A fragilidade natural dos solos e o uso inadequado da terra ao longo dos anos têm causado sérios danos ambientais. O desmatamento favorece a erosão e o acúmulo de sedimentos nos leitos dos rios, comprometendo o fluxo das águas e a qualidade dos recursos hídricos. Esses problemas exigem uma atenção especial à ação humana e políticas de planejamento que integrem o uso do solo, o manejo da água e a conservação da vegetação nativa.

O Plano Diretor Ambiental (PDA) é um instrumento de planejamento que estabelece orientações para o uso e a ocupação do solo e para o aproveitamento racional dos recursos naturais, considerando as potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Além disso, o plano delimita áreas de proteção ambiental, garantindo o uso sustentável do território municipal.

De acordo com o pesquisador Flávio Sammarco Rosa, o principal resultado do PDA é o zoneamento ambiental, um mapa que delimita zonas homogêneas e define orientações específicas para cada área do território. Esse zoneamento orienta os órgãos e entidades responsáveis pela gestão territorial, promovendo uma ocupação urbana mais equilibrada. [...] o desenvolvimento urbano sustentável só acontece quando a ocupação das cidades privilegia o bem comum, reduz as desigualdades e garante que os benefícios do crescimento alcancem todas as pessoas.

Construir cidades sustentáveis requer equilíbrio entre as necessidades sociais e o respeito ambiental. É necessário valorizar a cultura local, fortalecer identidades e usar os recursos naturais, tecnológicos e financeiros de forma responsável.

Outro ponto essencial é a distribuição justa de infraestrutura, bens e serviços urbanos. O ordenamento do território deve considerar os diferentes contextos e escalas locais, promovendo o uso equilibrado do solo. Tudo isso precisa ocorrer com base em acordos sociais e políticos construídos em ambientes democráticos, por meio de uma governança colaborativa entre Estado e sociedade civil.

Por fim, é fundamental reconhecer que o Brasil é um país diverso, com 5.570 municípios que possuem realidades urbanas, ambientais, econômicas e sociais muito distintas. Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável.


(Disponível em: https://www.politize.com.br/plano-diretor-ambiental/. Acesso em: 08 nov. 2025. Adaptado.)
Leia os excertos a seguir:

1."Essas realidades não são estáticas: elas mudam constantemente, trazendo novos desafios e perspectivas para o planejamento urbano sustentável."
2."Com o agravamento das mudanças climáticas e o avanço das questões ambientais, torna-se essencial complementar o planejamento urbano com o Plano Diretor Ambiental (PDA)."

A partir da análise dos dois excertos e dos sinais de pontuação destacados (negrito), assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para o uso dos dois pontos e da vírgula em destaque: 
Alternativas
Respostas
961: E
962: D
963: E
964: B
965: D
966: D
967: C
968: E
969: E
970: D
971: D
972: D
973: B
974: D
975: C
976: B
977: C
978: B
979: B
980: E