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Com base nas regras de colocação pronominal aplicáveis à estrutura "que os sistemas deveriam seguir", assinale a alternativa correta quanto à substituição de "o conjunto de princípios de elevado nível" pelo pronome oblíquo átono correspondente.
Com base na análise sintática dos constituintes do período, analise as assertivas a seguir.
I.O sintagma "O aspecto mais preocupante" exerce a função de sujeito da forma verbal "reside", enquanto "em seus objetivos aparentes" integra o predicado como complemento exigido por essa forma verbal.
II.A forma participial "registrados" estabelece relação sintática com "objetivos aparentes", caracterizando esse constituinte, enquanto "em detalhadas linhas de raciocínio" exerce a função de complemento nominal de "objetivos".
III.O pronome relativo "que" retoma "detalhadas linhas de raciocínio" e exerce a função de sujeito da forma verbal "fundamentam", cujo objeto direto corresponde a "as investigações em andamento".
IV.O sintagma "os agentes" exerce a função de sujeito de "escaparam", enquanto, na estrutura coordenada introduzida por "e", a forma verbal "iniciaram" apresenta sujeito sintaticamente distinto do empregado na oração anterior.
Assinale a alternativa correta.
Com base na regência verbal e nominal presente no trecho, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I.O verbo "criticam" apresenta transitividade direta no trecho, enquanto o nome "relação", na expressão "em relação às previsões catastróficas", estabelece vínculo regencial com termo introduzido pela preposição "a".
PORQUE
II.Em "atribuição de emoções ou ética aos programas", "aos programas" exerce a função de objeto indireto exigido pelo verbo "criticam", ao passo que "de emoções ou ética" se vincula ao nome "atribuição".
Assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As Letras são Infinitas
Estamos acostumados a pensar nos números como infinitos. E, de fato, eles o são. Ainda criança, fui atraído pela Matemática justamente por causa do infinito. Ele não cabe em nossas cabeças e, no entanto, falamos dele sem maior constrangimento. Estranho.
Foi apenas no entardecer da vida, porém, que descobri que as Letras também são Infinitas. E ouso afirmar: pertencem a um tipo de Infinito maior que o dos números.
O infinito, na Matemática, produz resultados profundamente contraintuitivos. Há, por exemplo, infinitos maiores que outros. "Infinito maior que infinito" soa como um paradoxo, mas não é. Para compreender isso, entretanto, é necessário um pouco de esforço e paciência. Algumas Verdades cobram tributo. [...]
O elemento da diagonal de Cantor é rebelde: recusa-se a ser confinado em qualquer lista pretensamente completa. [...]
Não me refiro, evidentemente, ao alfabeto nem às palavras. Ambos são finitos. Refiro-me à Literatura em seu sentido mais elevado. Esta expressa aquilo que os números são incapazes de comunicar. [...]
[...] Recorrendo à Liberdade das Letras, por analogia Poética com o Argumento da Diagonal de Cantor, concluo que elas pertencem a um Infinito superior ao dos números, e que as grandes Obras são rebeldes. Nenhuma interpretação consegue encerrá-las definitivamente. Como o elemento da diagonal de Cantor, elas sempre escapam à lista dos sentidos que julgávamos completos.
Os números podem ser infinitos; as Letras, por sua vez, são inesgotáveis. Tarde reconheci essa outra Verdade. Se a maturidade de hoje me tivesse sido dada na juventude, talvez eu tivesse seguido as Letras. O infinito dos números levou-me à Matemática. O Infinito inesgotável das Letras, esse Infinito maior que o infinito, teria me arrebatado com força maior.
YAMAGISHI, Michel E. Beleza. As Letras são Infinitas. Jornal da Unicamp, Campinas, 28 ago. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/08/28/michel-yamagishi/as-letras-sao-infinitas/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As Letras são Infinitas
Estamos acostumados a pensar nos números como infinitos. E, de fato, eles o são. Ainda criança, fui atraído pela Matemática justamente por causa do infinito. Ele não cabe em nossas cabeças e, no entanto, falamos dele sem maior constrangimento. Estranho.
Foi apenas no entardecer da vida, porém, que descobri que as Letras também são Infinitas. E ouso afirmar: pertencem a um tipo de Infinito maior que o dos números.
O infinito, na Matemática, produz resultados profundamente contraintuitivos. Há, por exemplo, infinitos maiores que outros. "Infinito maior que infinito" soa como um paradoxo, mas não é. Para compreender isso, entretanto, é necessário um pouco de esforço e paciência. Algumas Verdades cobram tributo. [...]
O elemento da diagonal de Cantor é rebelde: recusa-se a ser confinado em qualquer lista pretensamente completa. [...]
Não me refiro, evidentemente, ao alfabeto nem às palavras. Ambos são finitos. Refiro-me à Literatura em seu sentido mais elevado. Esta expressa aquilo que os números são incapazes de comunicar. [...]
[...] Recorrendo à Liberdade das Letras, por analogia Poética com o Argumento da Diagonal de Cantor, concluo que elas pertencem a um Infinito superior ao dos números, e que as grandes Obras são rebeldes. Nenhuma interpretação consegue encerrá-las definitivamente. Como o elemento da diagonal de Cantor, elas sempre escapam à lista dos sentidos que julgávamos completos.
Os números podem ser infinitos; as Letras, por sua vez, são inesgotáveis. Tarde reconheci essa outra Verdade. Se a maturidade de hoje me tivesse sido dada na juventude, talvez eu tivesse seguido as Letras. O infinito dos números levou-me à Matemática. O Infinito inesgotável das Letras, esse Infinito maior que o infinito, teria me arrebatado com força maior.
YAMAGISHI, Michel E. Beleza. As Letras são Infinitas. Jornal da Unicamp, Campinas, 28 ago. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/08/28/michel-yamagishi/as-letras-sao-infinitas/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
A crônica emprega palavras formadas por prefixação e formas verbais com pronome enclítico, casos em que o uso do hífen obedece a critérios diferentes estabelecidos pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
Considerando as regras de emprego do hífen vigentes, assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As Letras são Infinitas
Estamos acostumados a pensar nos números como infinitos. E, de fato, eles o são. Ainda criança, fui atraído pela Matemática justamente por causa do infinito. Ele não cabe em nossas cabeças e, no entanto, falamos dele sem maior constrangimento. Estranho.
Foi apenas no entardecer da vida, porém, que descobri que as Letras também são Infinitas. E ouso afirmar: pertencem a um tipo de Infinito maior que o dos números.
O infinito, na Matemática, produz resultados profundamente contraintuitivos. Há, por exemplo, infinitos maiores que outros. "Infinito maior que infinito" soa como um paradoxo, mas não é. Para compreender isso, entretanto, é necessário um pouco de esforço e paciência. Algumas Verdades cobram tributo. [...]
O elemento da diagonal de Cantor é rebelde: recusa-se a ser confinado em qualquer lista pretensamente completa. [...]
Não me refiro, evidentemente, ao alfabeto nem às palavras. Ambos são finitos. Refiro-me à Literatura em seu sentido mais elevado. Esta expressa aquilo que os números são incapazes de comunicar. [...]
[...] Recorrendo à Liberdade das Letras, por analogia Poética com o Argumento da Diagonal de Cantor, concluo que elas pertencem a um Infinito superior ao dos números, e que as grandes Obras são rebeldes. Nenhuma interpretação consegue encerrá-las definitivamente. Como o elemento da diagonal de Cantor, elas sempre escapam à lista dos sentidos que julgávamos completos.
Os números podem ser infinitos; as Letras, por sua vez, são inesgotáveis. Tarde reconheci essa outra Verdade. Se a maturidade de hoje me tivesse sido dada na juventude, talvez eu tivesse seguido as Letras. O infinito dos números levou-me à Matemática. O Infinito inesgotável das Letras, esse Infinito maior que o infinito, teria me arrebatado com força maior.
YAMAGISHI, Michel E. Beleza. As Letras são Infinitas. Jornal da Unicamp, Campinas, 28 ago. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/08/28/michel-yamagishi/as-letras-sao-infinitas/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As Letras são Infinitas
Estamos acostumados a pensar nos números como infinitos. E, de fato, eles o são. Ainda criança, fui atraído pela Matemática justamente por causa do infinito. Ele não cabe em nossas cabeças e, no entanto, falamos dele sem maior constrangimento. Estranho.
Foi apenas no entardecer da vida, porém, que descobri que as Letras também são Infinitas. E ouso afirmar: pertencem a um tipo de Infinito maior que o dos números.
O infinito, na Matemática, produz resultados profundamente contraintuitivos. Há, por exemplo, infinitos maiores que outros. "Infinito maior que infinito" soa como um paradoxo, mas não é. Para compreender isso, entretanto, é necessário um pouco de esforço e paciência. Algumas Verdades cobram tributo. [...]
O elemento da diagonal de Cantor é rebelde: recusa-se a ser confinado em qualquer lista pretensamente completa. [...]
Não me refiro, evidentemente, ao alfabeto nem às palavras. Ambos são finitos. Refiro-me à Literatura em seu sentido mais elevado. Esta expressa aquilo que os números são incapazes de comunicar. [...]
[...] Recorrendo à Liberdade das Letras, por analogia Poética com o Argumento da Diagonal de Cantor, concluo que elas pertencem a um Infinito superior ao dos números, e que as grandes Obras são rebeldes. Nenhuma interpretação consegue encerrá-las definitivamente. Como o elemento da diagonal de Cantor, elas sempre escapam à lista dos sentidos que julgávamos completos.
Os números podem ser infinitos; as Letras, por sua vez, são inesgotáveis. Tarde reconheci essa outra Verdade. Se a maturidade de hoje me tivesse sido dada na juventude, talvez eu tivesse seguido as Letras. O infinito dos números levou-me à Matemática. O Infinito inesgotável das Letras, esse Infinito maior que o infinito, teria me arrebatado com força maior.
YAMAGISHI, Michel E. Beleza. As Letras são Infinitas. Jornal da Unicamp, Campinas, 28 ago. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/08/28/michel-yamagishi/as-letras-sao-infinitas/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
A crônica emprega palavras que ilustram diferentes regras de acentuação gráfica, algumas das quais variam conforme a flexão do vocábulo ou a posição da sílaba tônica. Com base no Acordo Ortográfico vigente, julgue as afirmações abaixo como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
(__) Em "também" e em "Há", o acento se explica pela mesma regra, que abrange as oxítonas e os monossílabos tônicos terminados em "a", "e", "o" e "em".
(__) "Inesgotáveis" é acentuada por ser paroxítona terminada em ditongo oral seguido de "s", ao passo que "incapazes", também paroxítona, dispensa acento.
(__) "Julgávamos" mantém o acento na forma "julgamos", do presente do indicativo, pois a sílaba tônica permanece a mesma nas duas formas do verbo.
(__) Os acentos de "Poética" e de "Matemática" obedecem à regra das proparoxítonas, e ambos seriam mantidos caso essas palavras fossem pluralizadas.
(__) "Contraintuitivos" não leva acento, mas a forma verbal "intuíram" o recebe, em razão do "i" tônico que forma hiato com a vogal anterior.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As Letras são Infinitas
Estamos acostumados a pensar nos números como infinitos. E, de fato, eles o são. Ainda criança, fui atraído pela Matemática justamente por causa do infinito. Ele não cabe em nossas cabeças e, no entanto, falamos dele sem maior constrangimento. Estranho.
Foi apenas no entardecer da vida, porém, que descobri que as Letras também são Infinitas. E ouso afirmar: pertencem a um tipo de Infinito maior que o dos números.
O infinito, na Matemática, produz resultados profundamente contraintuitivos. Há, por exemplo, infinitos maiores que outros. "Infinito maior que infinito" soa como um paradoxo, mas não é. Para compreender isso, entretanto, é necessário um pouco de esforço e paciência. Algumas Verdades cobram tributo. [...]
O elemento da diagonal de Cantor é rebelde: recusa-se a ser confinado em qualquer lista pretensamente completa. [...]
Não me refiro, evidentemente, ao alfabeto nem às palavras. Ambos são finitos. Refiro-me à Literatura em seu sentido mais elevado. Esta expressa aquilo que os números são incapazes de comunicar. [...]
[...] Recorrendo à Liberdade das Letras, por analogia Poética com o Argumento da Diagonal de Cantor, concluo que elas pertencem a um Infinito superior ao dos números, e que as grandes Obras são rebeldes. Nenhuma interpretação consegue encerrá-las definitivamente. Como o elemento da diagonal de Cantor, elas sempre escapam à lista dos sentidos que julgávamos completos.
Os números podem ser infinitos; as Letras, por sua vez, são inesgotáveis. Tarde reconheci essa outra Verdade. Se a maturidade de hoje me tivesse sido dada na juventude, talvez eu tivesse seguido as Letras. O infinito dos números levou-me à Matemática. O Infinito inesgotável das Letras, esse Infinito maior que o infinito, teria me arrebatado com força maior.
YAMAGISHI, Michel E. Beleza. As Letras são Infinitas. Jornal da Unicamp, Campinas, 28 ago. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/08/28/michel-yamagishi/as-letras-sao-infinitas/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
A pontuação da crônica é explorada como recurso expressivo e organizador do raciocínio, marcando anúncios, contrastes, deslocamentos e destaques de expressões. Associe as colunas abaixo, relacionando as funções dos sinais de pontuação (Coluna 1) às ocorrências extraídas do texto (Coluna 2).
Coluna 1:
1. Introduzir enunciado que explicita ou desenvolve o conteúdo anunciado no segmento anterior.
2. Isolar conjunção deslocada de sua posição inicial na oração.
3. Separar orações coordenadas assindéticas que estabelecem contraste, com pausa mais forte que a da vírgula.
4. Delimitar expressão tomada como objeto de reflexão, e não empregada em seu uso comum.
Coluna 2:
(__) O ponto e vírgula em "Os números podem ser infinitos; as Letras, por sua vez, são inesgotáveis".
(__) As aspas em "'Infinito maior que infinito' soa como um paradoxo".
(__) Os dois-pontos em "E ouso afirmar: pertencem a um tipo de Infinito maior que o dos números".
(__) As vírgulas em "Para compreender isso, entretanto, é necessário um pouco de esforço e paciência".
Assinale a alternativa que contém a associação CORRETA, de cima para baixo.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As Letras são Infinitas
Estamos acostumados a pensar nos números como infinitos. E, de fato, eles o são. Ainda criança, fui atraído pela Matemática justamente por causa do infinito. Ele não cabe em nossas cabeças e, no entanto, falamos dele sem maior constrangimento. Estranho.
Foi apenas no entardecer da vida, porém, que descobri que as Letras também são Infinitas. E ouso afirmar: pertencem a um tipo de Infinito maior que o dos números.
O infinito, na Matemática, produz resultados profundamente contraintuitivos. Há, por exemplo, infinitos maiores que outros. "Infinito maior que infinito" soa como um paradoxo, mas não é. Para compreender isso, entretanto, é necessário um pouco de esforço e paciência. Algumas Verdades cobram tributo. [...]
O elemento da diagonal de Cantor é rebelde: recusa-se a ser confinado em qualquer lista pretensamente completa. [...]
Não me refiro, evidentemente, ao alfabeto nem às palavras. Ambos são finitos. Refiro-me à Literatura em seu sentido mais elevado. Esta expressa aquilo que os números são incapazes de comunicar. [...]
[...] Recorrendo à Liberdade das Letras, por analogia Poética com o Argumento da Diagonal de Cantor, concluo que elas pertencem a um Infinito superior ao dos números, e que as grandes Obras são rebeldes. Nenhuma interpretação consegue encerrá-las definitivamente. Como o elemento da diagonal de Cantor, elas sempre escapam à lista dos sentidos que julgávamos completos.
Os números podem ser infinitos; as Letras, por sua vez, são inesgotáveis. Tarde reconheci essa outra Verdade. Se a maturidade de hoje me tivesse sido dada na juventude, talvez eu tivesse seguido as Letras. O infinito dos números levou-me à Matemática. O Infinito inesgotável das Letras, esse Infinito maior que o infinito, teria me arrebatado com força maior.
YAMAGISHI, Michel E. Beleza. As Letras são Infinitas. Jornal da Unicamp, Campinas, 28 ago. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/08/28/michel-yamagishi/as-letras-sao-infinitas/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
O período a seguir parafraseia ideias da crônica e deve ser completado com formas verbais que respeitem a conjugação padrão e a correlação entre tempos e modos exigida pelas conjunções empregadas. Analise a afirmativa abaixo:
Se o infinito __________ em nossas cabeças, não o trataríamos como paradoxo; caso os leitores __________ às grandes Obras um sentido definitivo, elas perderiam sua rebeldia; e, quando o autor __________ a própria trajetória, talvez reconheça o chamado das Letras.
Assinale a alternativa que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As Letras são Infinitas
Estamos acostumados a pensar nos números como infinitos. E, de fato, eles o são. Ainda criança, fui atraído pela Matemática justamente por causa do infinito. Ele não cabe em nossas cabeças e, no entanto, falamos dele sem maior constrangimento. Estranho.
Foi apenas no entardecer da vida, porém, que descobri que as Letras também são Infinitas. E ouso afirmar: pertencem a um tipo de Infinito maior que o dos números.
O infinito, na Matemática, produz resultados profundamente contraintuitivos. Há, por exemplo, infinitos maiores que outros. "Infinito maior que infinito" soa como um paradoxo, mas não é. Para compreender isso, entretanto, é necessário um pouco de esforço e paciência. Algumas Verdades cobram tributo. [...]
O elemento da diagonal de Cantor é rebelde: recusa-se a ser confinado em qualquer lista pretensamente completa. [...]
Não me refiro, evidentemente, ao alfabeto nem às palavras. Ambos são finitos. Refiro-me à Literatura em seu sentido mais elevado. Esta expressa aquilo que os números são incapazes de comunicar. [...]
[...] Recorrendo à Liberdade das Letras, por analogia Poética com o Argumento da Diagonal de Cantor, concluo que elas pertencem a um Infinito superior ao dos números, e que as grandes Obras são rebeldes. Nenhuma interpretação consegue encerrá-las definitivamente. Como o elemento da diagonal de Cantor, elas sempre escapam à lista dos sentidos que julgávamos completos.
Os números podem ser infinitos; as Letras, por sua vez, são inesgotáveis. Tarde reconheci essa outra Verdade. Se a maturidade de hoje me tivesse sido dada na juventude, talvez eu tivesse seguido as Letras. O infinito dos números levou-me à Matemática. O Infinito inesgotável das Letras, esse Infinito maior que o infinito, teria me arrebatado com força maior.
YAMAGISHI, Michel E. Beleza. As Letras são Infinitas. Jornal da Unicamp, Campinas, 28 ago. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/08/28/michel-yamagishi/as-letras-sao-infinitas/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
Na crônica, a palavra "infinito" e outros nomes alternam entre as classes de substantivo e de adjetivo, e a posição de certos adjetivos altera o sentido que eles expressam. Considerando a classe e o valor dessas palavras no texto, analise as afirmativas a seguir:
I. Em "pensar nos números como infinitos", "infinitos" é adjetivo, ao passo que, em "Há, por exemplo, infinitos maiores que outros", a mesma palavra é substantivo.
II. Em "Infinito maior que infinito", as duas ocorrências de "infinito" são adjetivos, já que qualificam um conceito matemático que permanece implícito na frase.
III. Em "Estranho.", o adjetivo constitui frase nominal que expressa avaliação do enunciador acerca do que foi afirmado nas orações anteriores.
IV. Em "as grandes Obras são rebeldes", o adjetivo "grandes", anteposto ao substantivo, assume valor apreciativo, referindo-se a obras notáveis.
V. Em "O Infinito inesgotável das Letras", é a inicial maiúscula, e não o artigo, que converte o adjetivo "Infinito" em substantivo próprio.
É CORRETO o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As Letras são Infinitas
Estamos acostumados a pensar nos números como infinitos. E, de fato, eles o são. Ainda criança, fui atraído pela Matemática justamente por causa do infinito. Ele não cabe em nossas cabeças e, no entanto, falamos dele sem maior constrangimento. Estranho.
Foi apenas no entardecer da vida, porém, que descobri que as Letras também são Infinitas. E ouso afirmar: pertencem a um tipo de Infinito maior que o dos números.
O infinito, na Matemática, produz resultados profundamente contraintuitivos. Há, por exemplo, infinitos maiores que outros. "Infinito maior que infinito" soa como um paradoxo, mas não é. Para compreender isso, entretanto, é necessário um pouco de esforço e paciência. Algumas Verdades cobram tributo. [...]
O elemento da diagonal de Cantor é rebelde: recusa-se a ser confinado em qualquer lista pretensamente completa. [...]
Não me refiro, evidentemente, ao alfabeto nem às palavras. Ambos são finitos. Refiro-me à Literatura em seu sentido mais elevado. Esta expressa aquilo que os números são incapazes de comunicar. [...]
[...] Recorrendo à Liberdade das Letras, por analogia Poética com o Argumento da Diagonal de Cantor, concluo que elas pertencem a um Infinito superior ao dos números, e que as grandes Obras são rebeldes. Nenhuma interpretação consegue encerrá-las definitivamente. Como o elemento da diagonal de Cantor, elas sempre escapam à lista dos sentidos que julgávamos completos.
Os números podem ser infinitos; as Letras, por sua vez, são inesgotáveis. Tarde reconheci essa outra Verdade. Se a maturidade de hoje me tivesse sido dada na juventude, talvez eu tivesse seguido as Letras. O infinito dos números levou-me à Matemática. O Infinito inesgotável das Letras, esse Infinito maior que o infinito, teria me arrebatado com força maior.
YAMAGISHI, Michel E. Beleza. As Letras são Infinitas. Jornal da Unicamp, Campinas, 28 ago. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/08/28/michel-yamagishi/as-letras-sao-infinitas/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
Na crônica, o autor aproxima a experiência matemática do infinito e a experiência da leitura literária, e chega a uma conclusão sobre a relação entre números e Letras que pode parecer, à primeira vista, incompatível com outras afirmações do próprio texto. Considerando a coerência da argumentação, analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:
I. Ao afirmar que as Letras "pertencem a um tipo de Infinito maior que o dos números", o autor não incorre em contradição, embora reconheça, no mesmo texto, que o alfabeto e as palavras são finitos.
PORQUE
II. O infinito atribuído às Letras refere-se à Literatura em seu sentido mais elevado, cujas obras escapam às interpretações que pretendem encerrá-las, e não ao conjunto de seus elementos formais.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As Letras são Infinitas
Estamos acostumados a pensar nos números como infinitos. E, de fato, eles o são. Ainda criança, fui atraído pela Matemática justamente por causa do infinito. Ele não cabe em nossas cabeças e, no entanto, falamos dele sem maior constrangimento. Estranho.
Foi apenas no entardecer da vida, porém, que descobri que as Letras também são Infinitas. E ouso afirmar: pertencem a um tipo de Infinito maior que o dos números.
O infinito, na Matemática, produz resultados profundamente contraintuitivos. Há, por exemplo, infinitos maiores que outros. "Infinito maior que infinito" soa como um paradoxo, mas não é. Para compreender isso, entretanto, é necessário um pouco de esforço e paciência. Algumas Verdades cobram tributo. [...]
O elemento da diagonal de Cantor é rebelde: recusa-se a ser confinado em qualquer lista pretensamente completa. [...]
Não me refiro, evidentemente, ao alfabeto nem às palavras. Ambos são finitos. Refiro-me à Literatura em seu sentido mais elevado. Esta expressa aquilo que os números são incapazes de comunicar. [...]
[...] Recorrendo à Liberdade das Letras, por analogia Poética com o Argumento da Diagonal de Cantor, concluo que elas pertencem a um Infinito superior ao dos números, e que as grandes Obras são rebeldes. Nenhuma interpretação consegue encerrá-las definitivamente. Como o elemento da diagonal de Cantor, elas sempre escapam à lista dos sentidos que julgávamos completos.
Os números podem ser infinitos; as Letras, por sua vez, são inesgotáveis. Tarde reconheci essa outra Verdade. Se a maturidade de hoje me tivesse sido dada na juventude, talvez eu tivesse seguido as Letras. O infinito dos números levou-me à Matemática. O Infinito inesgotável das Letras, esse Infinito maior que o infinito, teria me arrebatado com força maior.
YAMAGISHI, Michel E. Beleza. As Letras são Infinitas. Jornal da Unicamp, Campinas, 28 ago. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/08/28/michel-yamagishi/as-letras-sao-infinitas/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As Letras são Infinitas
Estamos acostumados a pensar nos números como infinitos. E, de fato, eles o são. Ainda criança, fui atraído pela Matemática justamente por causa do infinito. Ele não cabe em nossas cabeças e, no entanto, falamos dele sem maior constrangimento. Estranho.
Foi apenas no entardecer da vida, porém, que descobri que as Letras também são Infinitas. E ouso afirmar: pertencem a um tipo de Infinito maior que o dos números.
O infinito, na Matemática, produz resultados profundamente contraintuitivos. Há, por exemplo, infinitos maiores que outros. "Infinito maior que infinito" soa como um paradoxo, mas não é. Para compreender isso, entretanto, é necessário um pouco de esforço e paciência. Algumas Verdades cobram tributo. [...]
O elemento da diagonal de Cantor é rebelde: recusa-se a ser confinado em qualquer lista pretensamente completa. [...]
Não me refiro, evidentemente, ao alfabeto nem às palavras. Ambos são finitos. Refiro-me à Literatura em seu sentido mais elevado. Esta expressa aquilo que os números são incapazes de comunicar. [...]
[...] Recorrendo à Liberdade das Letras, por analogia Poética com o Argumento da Diagonal de Cantor, concluo que elas pertencem a um Infinito superior ao dos números, e que as grandes Obras são rebeldes. Nenhuma interpretação consegue encerrá-las definitivamente. Como o elemento da diagonal de Cantor, elas sempre escapam à lista dos sentidos que julgávamos completos.
Os números podem ser infinitos; as Letras, por sua vez, são inesgotáveis. Tarde reconheci essa outra Verdade. Se a maturidade de hoje me tivesse sido dada na juventude, talvez eu tivesse seguido as Letras. O infinito dos números levou-me à Matemática. O Infinito inesgotável das Letras, esse Infinito maior que o infinito, teria me arrebatado com força maior.
YAMAGISHI, Michel E. Beleza. As Letras são Infinitas. Jornal da Unicamp, Campinas, 28 ago. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/08/28/michel-yamagishi/as-letras-sao-infinitas/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)
"Como não obteve autorização prévia da chefia, o servidor cancelou o agendamento da reunião."
A reescrita que preserva o sentido de causa original e a correção gramatical é:
"Bata dois ovos inteiros em uma tigela. Acrescente uma xícara de farinha de trigo, meia xícara de leite e uma pitada de sal. Misture bem até formar uma massa homogênea. Unte a frigideira com manteiga e despeje a massa aos poucos."
O trecho acima pertence ao gênero textual denominado: