Questões de Concurso Comentadas

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Q4034085 Enfermagem
Considerando as técnicas padronizadas de administração de medicamentos por vias parenterais, conforme os manuais técnicos do Ministério da Saúde, as diretrizes da ANVISA e as recomendações da Organização Mundial da Saúde, analise as proposições abaixo:
I. A via intramuscular no músculo vasto lateral da coxa é indicada para medicamentos irritantes e de absorção lenta, permitindo volumes de até 4 mL em adultos, com inserção da agulha em ângulo de 90 graus; as diretrizes atuais da OMS não recomendam a aspiração prévia como etapa obrigatória nas aplicações intramusculares em sítios de baixa vascularização, como vasto lateral e deltoide.
II. A via subcutânea é indicada para medicamentos de absorção gradual como insulina e heparina, permitindo volumes de até 1,5 mL por aplicação em adultos, sendo os sítios recomendados o abdome periumbilical (respeitando 5 cm ao redor do umbigo), a face anterior e lateral da coxa, a face posterior do braço e a região escapular, com rodízio sistemático dos locais de aplicação.
III. A via intravenosa em bolus requer antissepsia com álcool 70% em movimento único e unidirecional, confirmação do posicionamento do cateter por refluxo sanguíneo, administração lenta do fármaco conforme prescrição e lavagem do acesso com solução fisiológica 0,9% ao término da administração para reduzir o risco de flebite química e assegurar a infusão completa do medicamento.
IV. A técnica segura de administração de medicamentos injetáveis inclui higienização das mãos antes e após o procedimento, uso de luvas de procedimento não estéreis nas vias periféricas de rotina (IM, SC e IV em acesso já estabelecido), limpeza de ampolas e frascos com álcool 70% antes do preparo e descarte imediato de perfurocortantes em coletor rígido sem reencape da agulha.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4034084 Enfermagem
O técnico de enfermagem está realizando curativo em paciente de 58 anos com úlcera venosa em terço distal de perna direita há 3 meses. Durante avaliação, observa-se ferida com dimensões de 8 x 6 cm, presença de tecido de granulação em 70% do leito, esfacelo em 30%, exsudato moderado seroso, bordas maceradas, pele perilesional íntegra com presença de edema e hiperpigmentação. Sinais vitais estáveis, ausente sinais de infecção. A prescrição de enfermagem indica: "Realizar limpeza com SF 0,9%, aplicar cobertura adequada e enfaixamento compressivo". Considerando os princípios de tratamento de feridas e características da lesão apresentada, qual é a conduta CORRETA? 
Alternativas
Q4034083 Enfermagem
Considerando exclusivamente as diretrizes da American Heart Association (AHA) 2020 para Suporte Básico de Vida e Reanimação Cardiopulmonar, atualizadas e adotadas pelo Ministério da Saúde no Brasil, analise as proposições abaixo:
I. A sequência de atendimento em parada cardiorrespiratória (PCR) para profissionais de saúde segue o algoritmo C-A-B (Circulação-Abertura de vias aéreas-Ventilação), iniciando imediatamente as compressões torácicas de alta qualidade antes da ventilação, com profundidade de 5 a 6 centímetros em adultos, frequência de 100 a 120 compressões por minuto, e relação compressão-ventilação de 30:2 quando houver um socorrista
II. As compressões torácicas de alta qualidade em adultos devem ser realizadas no terço inferior do esterno (centro do tórax entre os mamilos), com retorno completo do tórax entre as compressões, mínima interrupção das compressões (não superior a 10 segundos), profundidade adequada de 5 a 6 cm, frequência de 100 a 120 compressões por minuto, e revezamento do socorrista que realiza as compressões a cada 5 minutos para evitar fadiga.
III. O uso do Desfibrilador Externo Automático (DEA) deve ser priorizado assim que disponível, sendo indicado ligar o equipamento, posicionar as pás adesivas conforme orientação do aparelho, afastar-se do paciente durante análise do ritmo e choque, e retomar imediatamente as compressões torácicas após o choque sem verificar pulso ou ritmo, mantendo o ciclo de RCP por 2 minutos até nova análise pelo DEA.
IV. A ventilação com bolsa-válvula-máscara (AMBU) deve ser realizada com oxigênio suplementar a 15 L/min, sendo cada ventilação aplicada em 1 segundo com volume suficiente para produzir elevação visível do tórax, evitando hiperventilação que pode causar distensão gástrica, diminuição do retorno venoso e redução da perfusão coronariana e cerebral durante a RCP.

Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4034082 Enfermagem
O técnico de enfermagem está realizando cuidados a um paciente de 68 anos, acamado há 8 dias com pneumonia bilateral grave e insuficiência respiratória. O paciente está em oxigenoterapia contínua por cateter nasal a 3 L/min (SpO? 92%), dependente total, fatigado ao menor esforço com dispneia aos movimentos. Apresenta-se sudoreico, com descamação em dorso e membros, e pequena hiperemia em região sacral. Sinais vitais: PA 110/70 mmHg, FC 92 bpm, FR 24 irpm, Tax 37,8°C. O paciente solicita banho no leito. Qual é a conduta CORRETA? 
Alternativas
Q4034081 Enfermagem
O técnico de enfermagem recebe prescrição médica para realizar sondagem vesical de demora em paciente do sexo masculino, 65 anos, com retenção urinária aguda secundária a hiperplasia prostática benigna. O paciente está ansioso, queixando-se de dor intensa em região suprapúbica, e relata que "não consegue urinar há mais  12 horas". Ao exame físico, observa-se bexigoma (distensão vesical palpável). Sinais vitais: PA 150/90 mmHg, FC 98 bpm, Tax 36,8°C. Considerando as técnicas assépticas de sondagem vesical de demora e os princípios de segurança do paciente, qual é a conduta CORRETA?
Alternativas
Q4034079 Enfermagem
Um técnico de enfermagem está prestando cuidados a um paciente adulto acamado, com 80 kg, diagnóstico de acidente vascular cerebral (AVC) há 5 dias, apresentando hemiplegia à direita e dependência total para mobilização. Durante a avaliação, observa-se hiperemia não branqueável em região sacral. Considerando as recomendações técnicas para prevenção de lesões por pressão e segurança na mobilização de pacientes, qual é a conduta CORRETA?
Alternativas
Q4034078 Enfermagem
O técnico de enfermagem atua em unidade de internação clínica e presta assistência a pacientes em uso de oxigenoterapia. Considerando os princípios de administração de oxigênio, dispositivos utilizados, cuidados de enfermagem e complicações, julgue as afirmativas a seguir como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F):
(__) O cateter nasal tipo óculos permite administração de oxigênio com fluxo de 1 a 6 L/min proporcionando concentração de oxigênio (FiO?) entre 24% e 44%, sendo confortável para uso prolongado e permitindo que o paciente se alimente e converse durante o uso.
(__) A máscara de Venturi é indicada para pacientes que necessitam de concentrações precisas e controladas de oxigênio, pois possui conectores coloridos que permitem ajustar FiO? específica independentemente do padrão respiratório do paciente, sendo especialmente útil em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).
(__) A máscara não reinalante com reservatório deve ser utilizada com fluxo de oxigênio mínimo de 10 L/min para manter o reservatório insuflado, fornecendo concentrações elevadas de oxigênio (80% a 95%), sendo indicada para pacientes em situações de emergência com hipoxemia grave.
(__) O umidificador deve ser utilizado obrigatoriamente em todos os sistemas de oxigenoterapia independentemente do fluxo administrado, deve ser preenchido com água estéril até o nível indicado e trocado a cada 12 horas para prevenir proliferação bacteriana e infecção respiratória.
(__) Os principais cuidados de enfermagem na oxigenoterapia incluem verificar permeabilidade das vias aéreas, monitorar saturação de oxigênio continuamente, observar sinais de toxicidade por oxigênio em uso prolongado de altas concentrações, manter sistema livre de dobras e obstruções, e orientar sobre proibição de fumar próximo à fonte de oxigênio devido ao risco de combustão.

Assinale a alternativa CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q4034077 Enfermagem
Com base exclusivamente nas diretrizes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estabelecidas na RDC nº 36/2013 e nas Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde, publicadas em 2017, julgue as afirmativas a seguir como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F):
(__) A higienização das mãos com preparação alcoólica a 70% (fricção antisséptica) é indicada quando as mãos não apresentam sujidade visível, devendo ser aplicada em quantidade suficiente para cobrir toda superfície das mãos e friccionada por pelo menos 20 a 30 segundos até completa secagem,
(__) O uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) deve seguir a hierarquia de precauções padrão e específicas, sendo obrigatório o uso de luvas de procedimento, avental, máscara cirúrgica e óculos de proteção em todos os procedimentos invasivos sem exceção, independentemente do risco de exposição a fluidos corporais,
(__) A técnica asséptica cirúrgica exige preparo da pele do paciente com antisséptico degermante seguido de antisséptico alcoólico, uso de campos estéreis para delimitação do sítio cirúrgico, paramentação cirúrgica completa da equipe (gorro, máscara, avental estéril e luvas estéreis), e manutenção rigorosa da área estéril durante todo procedimento,
(__) A prevenção de infecção de corrente sanguínea relacionada a cateter venoso central inclui higienização das mãos antes e após manipulação, antissepsia do hub do cateter com álcool 70% ou clorexidina alcoólica a 0,5% antes de cada acesso, troca de curativos transparentes a cada 7 dias ou sempre que houver sujidade ou descolamento, e avaliação diária da necessidade de manutenção do dispositivo,
(__) O descarte de resíduos de serviços de saúde deve seguir a classificação estabelecida pela ANVISA, sendo os perfurocortantes descartados em coletores rígidos de paredes resistentes preenchidos até no máximo 2/3 de sua capacidade total, e os resíduos infectantes do grupo A (sangue, secreções) acondicionados em sacos brancos leitosos identificados com símbolo de substância infectante.

Assinale a alternativa CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q4034075 Enfermagem
Em uma enfermaria de clínica médica, o técnico de enfermagem está responsável pelos cuidados de um paciente do sexo masculino, 68 anos, internado há 8 dias com diagnóstico de pneumonia bilateral grave e insuficiência respiratória. O paciente encontra-se acamado, dependente total para atividades de vida diária, em uso de oxigenoterapia contínua por cateter nasal a 3 L/min, mantendo saturação de oxigênio em 91-93%, com acesso venoso periférico em membro superior esquerdo, sonda vesical de demora, e dieta via oral pastosa com aceitação de aproximadamente 60% do volume oferecido. Durante a avaliação matinal, o técnico identifica que o paciente apresenta-se sudoreico, refere desconforto e prurido em região dorsal, queixa-se de "sentir-se sujo", e solicita higiene corporal. Ao exame físico, observa-se pele íntegra com discreta descamação, mucosas ressecadas, presença de saburra lingual esbranquiçada, e pequena área de hiperemia em região sacral. Os sinais vitais são: pressão arterial 110/70 mmHg, frequência cardíaca 92 bpm, frequência respiratória 24 irpm, temperatura axilar 37,8°C, saturação de oxigênio 92%. Considerando as técnicas padronizadas de banho no leito, os princípios de conforto e segurança do paciente, qual é a conduta CORRETA? 
Alternativas
Q4034074 Enfermagem
Na Unidade Básica de Saúde, uma paciente de 52 anos com Diabetes Mellitus tipo 2 comparece para aplicação de insulina prescrita: "Insulina NPH 20 UI, via subcutânea, às 8h (antes do café da manhã)". A paciente relata que aplica sempre na região abdominal periumbilical. Durante exame, o técnico observa áreas endurecidas, nódulos e depressões na pele abdominal (lipodistrofia). A paciente está em jejum há 10 horas, apresenta tremor nas mãos e sudorese, e informa que "esqueceu de tomar café em casa". Glicemia capilar verificada: 68 mg/dL. Considerando as técnicas de administração de insulina e a situação clínica apresentada, qual é a conduta CORRETA?
Alternativas
Q4034073 Enfermagem
Com base exclusivamente nas técnicas padronizadas de verificação de sinais vitais estabelecidas nos Procedimentos Operacionais Padrão (POP) do Ministério da Saúde e nas diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia para aferição da pressão arterial, julgue as afirmativas a seguir como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F):
(__) A aferição da pressão arterial pelo método auscultatório em adultos deve ser realizada com o paciente em repouso de pelo menos 5 minutos, bexiga vazia, sem ter praticado exercícios físicos nos 60 minutos anteriores, utilizando manguito com largura correspondente a 40% da circunferência do braço e comprimento envolvendo 80% a 100% da circunferência braquial, posicionado 2 a 3 cm acima da fossa antecubital.
(__) A verificação da frequência cardíaca (pulso) deve ser realizada preferencialmente na artéria radial na face ventral do punho, utilizando as polpas digitais dos dedos indicador e médio (nunca o polegar que possui pulso próprio), contando os batimentos durante 30 segundos e multiplicando por dois para obter batimentos por minuto, sendo considerados valores normais em adultos entre 60 e 100 bpm em repouso.
(__) A frequência respiratória deve ser verificada sem que o paciente perceba para evitar alteração voluntária do padrão respiratório, observando os movimentos torácicos ou abdominais durante 1 minuto completo, sendo considerados valores normais em adultos entre 12 e 20 incursões respiratórias por minuto (irpm), devendo o técnico de enfermagem avaliar também o ritmo, profundidade e simetria dos movimentos respiratórios.
(__) A oximetria de pulso (SpO?) é método não invasivo de monitorização da saturação de oxigênio arterial, devendo o sensor ser posicionado em dedo da mão sem esmalte ou base, aguardando estabilização da leitura por pelo menos 30 segundos, sendo considerados valores normais de saturação entre 95% e 100% em adultos saudáveis ao nível do mar, e valores abaixo de 90% indicam hipoxemia grave.

Assinale a alternativa CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q4034072 Enfermagem
O técnico de enfermagem presta cuidados a um paciente de 75 anos, internado com acidente vascular cerebral isquêmico há 5 dias, disfagia grave e risco elevado de broncoaspiração. O paciente utiliza sonda nasoenteral posicionada em jejuno para nutrição enteral contínua. Durante o plantão, o técnico observa agitação, tosse persistente e dispneia, com a sonda nasoenteral exteriorizada cerca de 15 cm em relação à marca de referência da narina e a bomba de infusão pausada. Sinais vitais: PA 140/85 mmHg, FC 105 bpm, FR 26 irpm e SpO? 88% em ar ambiente. Considerando os princípios de segurança na terapia nutricional enteral, assinale a alternativa que apresenta a conduta correta do técnico de enfermagem.
Alternativas
Q4034071 Enfermagem
Um técnico de enfermagem que atua em unidade de pronto atendimento presencia um colega de trabalho fotografando com seu celular o prontuário de um paciente vítima de acidente automobilístico que possui grande repercussão na mídia local, e posteriormente compartilhando as informações em grupo de mensagens com outros profissionais não envolvidos no atendimento. Considerando exclusivamente o disposto na Lei nº 7.498/1986 que regulamenta o exercício profissional de enfermagem e no Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (Resolução COFEN nº 564/2017), qual é a conduta CORRETA que o técnico deve adotar?
Alternativas
Q4034070 Enfermagem
O técnico de enfermagem realiza a verificação de sinais vitais em pacientes adultos internados na clínica médica. Considerando as técnicas corretas de aferição e os valores de referência para adultos segundo as diretrizes vigentes, julgue as afirmativas a seguir como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F):
(__) A pressão arterial deve ser aferida com o paciente em repouso por no mínimo 5 minutos, sentado ou deitado com o braço apoiado na altura do coração, utilizando manguito com largura equivalente a 40% da circunferência do braço; segundo a VII Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial (SBC, 2016), valores ótimos para adultos são inferiores a 120/80 mmHg, e valores entre 120−129/80 mmHg são classificados como pressão normal.
(__) A frequência cardíaca deve ser verificada preferencialmente pela palpação da artéria radial; em pacientes com arritmia ou pulso irregular, recomenda-se a contagem por 60 segundos completos para maior precisão; os valores de referência para adultos em repouso são de 60 a 100 batimentos por minuto, sendo abaixo de 60 bpm denominado bradicardia e acima de 100 bpm denominado taquicardia.
(__) A frequência respiratória deve ser verificada sem que o paciente perceba que está sendo observado, para evitar alteração voluntária do padrão respiratório; em respiração regular, a contagem por 30 segundos multiplicada por dois é técnica aceita; em pacientes com padrão irregular, recomenda-se a contagem por 60 segundos completos; os valores normais para adultos situam-se entre 12 e 20 incursões respiratórias por minuto.
(__) A temperatura axilar deve ser verificada com termômetro clínico (de mercúrio ou digital) posicionado no centro da axila, com o braço do paciente aduzido junto ao tórax, mantendo o contato por 3 a 5 minutos no termômetro de mercúrio ou até o sinal sonoro no digital; os valores normais para temperatura axilar em adultos situam-se entre 36,0°C e 37,0°C, sendo valores acima de 37,5°C sugestivos de febre segundo referências de enfermagem clínica.
(__) A saturação periférica de oxigênio (SpO?) deve ser verificada com oxímetro de pulso posicionado em dedo indicador ou médio sem esmalte, com o dígito aquecido e sem compressão; em adultos saudáveis sem doença pulmonar prévia, valores normais situam-se entre 95% e 100%; valores abaixo de 90% indicam hipoxemia grave e requerem avaliação clínica imediata e comunicação à equipe de enfermagem e médica responsável.

Assinale a alternativa CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q4034069 Enfermagem
O técnico de enfermagem está preparando medicações para administração no turno da manhã em uma enfermaria clínica. Um paciente de 72 anos, com diagnóstico de insuficiência cardíaca congestiva e hipertensão arterial, possui prescrição médica de: "Furosemida 40 mg, via oral, 8h; Captopril 25 mg, via oral, 8h; Digoxina 0,25 mg, via oral, 8h". Ao chegar no quarto para administrar os medicamentos, o técnico verifica que o paciente está sonolento mas desperta ao chamado, apresenta dificuldade para deglutir comprimidos, tosse durante tentativa de ingestão de água, e queixa-se de náusea. Sinais vitais: PA 90/60 mmHg, FC 52 bpm, FR 20 irpm. Considerando os princípios de administração segura de medicamentos e a avaliação clínica do paciente, qual é a conduta CORRETA?
Alternativas
Q4034067 Enfermagem
O técnico de enfermagem recebe prescrição médica para administrar antibiótico intravenoso (ceftriaxona 1g diluído em 100 mL de soro fisiológico 0,9%) em paciente adulto de 45 anos, internado com pneumonia bacteriana. O paciente possui acesso venoso periférico em membro superior direito instalado há 72 horas. Durante avaliação do acesso, o técnico observa que o local da punção apresenta hiperemia, endurecimento ao redor do cateter, dor à palpação e calor local. O paciente relata que "o local está dolorido desde ontem". Sinais vitais: PA 120/80 mmHg, FC 88 bpm, Temperatura 38,2°C. Considerando os princípios de terapia intravenosa, sinais de complicações e condutas de enfermagem, qual é a ação CORRETA? 
Alternativas
Q4034062 Direito Digital
Em uma escola pública, a equipe administrativa passou a utilizar um sistema digital para cadastrar alunos e responsáveis, armazenando informações como nome, endereço, telefone e histórico escolar. Durante uma reunião, discutiu-se a necessidade de adequar os procedimentos internos às normas de proteção de dados pessoais. Considerando princípios da ética no uso da informação e disposições gerais da Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados − LGPD), assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4034056 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram "que" as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo.
Considerando o vocábulo destacado, de acordo com o emprego das classes de palavras, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4034055 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas.
Considerando a sintaxe do período acima, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4034054 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua

Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
O texto aborda aspectos explicativos e interpretativos sobre a formação da Lua, destacando tanto as evidências científicas disponíveis quanto os limites atuais do conhecimento sobre esse processo.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
1981: D
1982: A
1983: B
1984: C
1985: B
1986: A
1987: C
1988: D
1989: B
1990: C
1991: D
1992: B
1993: B
1994: C
1995: A
1996: A
1997: A
1998: C
1999: B
2000: C