Questões de Concurso

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Q4012557 Filosofia
Sobre os pensadores políticos modernos, associe corretamente os itens da Coluna I com os da Coluna II e assinale a única alternativa com a sequência CORRETA. 

Coluna I
I. Thomas Hobbes
II. John Locke
III. Jean-Jacques Rousseau
IV. Montesquieu 

Coluna II
(   ) O trabalho ocupa lugar central em seu pensamento, pois fundamenta o direito natural à propriedade e, indiretamente, limita pretensões de privilégios arbitrários.
(   ) A soberania do Estado é suprema – cabendo ao soberano deter tanto a lei quanto a espada – a fim de garantir a paz e a segurança dos súditos.
(   ) O regime democrático é o ponto de chegada de seu pensamento político, pois é ele que melhor realiza as finalidades do contrato social.
(   ) Separa os poderes em três: executivo, legislativo e judiciário, defendendo a concepção de que apenas o poder põe limites ao poder.

A alternativa com a sequência CORRETA é:
Alternativas
Q4012556 Filosofia
Sobre o pensamento político de Jean Jacques - Rousseau, assinale as afirmações abaixo como Verdadeiras (V) ou Falsas (F).
(   ) O advento da propriedade privada instaura a desigualdade entre os homens e corrompe a relativa felicidade e inocência próprias do estado de natureza.
(   ) Rousseau distingue soberania e governo: a soberania pertence ao povo enquanto corpo coletivo e é inalienável e indivisível; o governo, por sua vez, é um órgão executivo instituído pelo soberano, podendo ser eleito, modificado ou destituído.
(   ) Para Rousseau, a vontade geral e a vontade de todos são indistinguíveis, pois o que é de interesse de todos é de interesse comum.
(   ) No pensamento de Rousseau, a soberania do povo é sempre ativa, pois é ele quem cria as leis e as impõe coercitivamente no intuito de resguardar esse poder.
A alternativa com a sequência CORRETA é:
Alternativas
Q4012553 Filosofia
Sobre o bem agir (agir virtuoso) e sua relação com o bem viver em Aristóteles, associe corretamente os itens da Coluna I com os da Coluna II e assinale a única alternativa com a sequência CORRETA.

Coluna I
I. Hábito
II. Meio-termo
III. Virtudes éticas
IV. Vida contemplativa

Coluna II
(   ) Corresponde, para Aristóteles, à forma mais elevada de realização humana e ao grau máximo de eudaimonia.
(   ) Princípio segundo o qual a excelência moral consiste em evitar os extremos de excesso e falta.
(   ) Base formativa do caráter moral, pois “nos tornamos justos praticando atos justos”.
(   ) Dizem respeito às paixões e às ações, exigindo educação do desejo pela razão.

A  alternativa com a sequência CORRETA é:
Alternativas
Q4012551 Filosofia
“Na nova abordagem do real caracterizado pelo pensamento filosófico, podemos ainda notar a vinculação entre filosofia e ciência. O próprio teor das preocupações dos primeiros filósofos é de natureza cosmológica, de maneira que, na Grécia Antiga, o filósofo é o intelectual do saber científico. Só no século XVIII as ciências encontram seu próprio método e separam-se da filosofia, formando as chamadas ciências particulares”. 
VERNANT, Jean-Pierre. As origens do pensamento grego. Tradução de Ísis Borges B. da Fonseca. 21. Ed. Rio de Janeiro: Difel, 2013, p.84.
Tendo em vista o pensamento dos primeiros filósofos, associe corretamente os itens da Coluna I com os da Coluna II e assinale a única alternativa com a sequência CORRETA.

Coluna I
I. Demócrito
II. Tales de Mileto
III. Pitágoras
IV. Heráclito

Coluna II
(   )  Afirmou que a arché de todas as coisas é a água.
(   ) Apresentou a concepção de que do número derivavam todas as coisas.
(   ) Em sua concepção, tudo está em constante mudança, sendo a guerra o pai de todas as coisas.
(   ) Compreendeu que o átomo é a partícula mínima, indivisível e invisível que forma todo o universo.

A alternativa com a sequência CORRETA é:
Alternativas
Q4012543 Filosofia
A Filosofia surgiu quando alguns [...] insatisfeitos com as explicações que a tradição lhes dera começaram a fazer perguntas e buscar respostas para elas, demostrando que o mundo e os seres humanos, os acontecimentos naturais e as coisas da natureza, os acontecimentos humanos e as ações dos seres humanos podem ser conhecidos pela razão humana, e que a própria razão é capaz de conhecer a si mesma.
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2004, p.25. Adaptado.

Em relação aos primeiros filósofos e à Filosofia em seu início, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4012542 Filosofia
“Foi pela admiração que os homens começaram a filosofar, tanto no princípio como agora. De início, ficaram perplexos diante das dificuldades mais simples; depois, avançaram pouco a pouco e enunciaram problemas a respeito das dificuldades mais complexas, como os fenômenos da lua, do sol e das estrelas, assim como a gênese do Universo.”
ARISTÓTELES. Metafísica. Tradução Leonel Vallandro. Porto Alegre: Globo, 1969. p.40.

Além das afirmações de Aristóteles acima, considere as seguintes proposições sobre o surgimento da Filosofia.
I. A Filosofia surgiu quando alguns pensadores gregos perceberam que a verdade do cosmo e dos homens não era algo nem secreto e nem misterioso, que necessitasse ser anunciado por divindades aos escolhidos, mas que, em contraste, podia ser alcançado através do raciocínio e operações mentais, das quais somente os filósofos são dotados.
II. Apesar de se atribuir aos gregos o surgimento da Filosofia, é mais correto afirmar que ela tem seu aparecimento primeiramente junto aos povos orientais, como egípcios e hebreus (especificamente por influência de Moisés), que já possuíam, verdadeiramente, uma forma de “sabedoria” constituída de convicções religiosas, mitos teológicos e “cosmogônicos”.
III. Dentro do conjunto de circunstâncias que contribuíram para o surgimento do pensamento filosófico na Grécia, cita-se: a configuração geográfica de seu território, com relevo peculiar, que favorecia o comércio marítimo e o intercâmbio cultural e econômico com outros povos; e a organização social e política dos gregos com suas cidades-Estados e oferecendo possibilidades para a realização de debates e prática da livre expressão.
IV. Antes dos gregos, especulações filosóficas já eram levantadas na China e na Índia, a partir de questões relacionadas à natureza da divindade, à alma humana e à vida após a morte, bem como a respeito dos princípios de todas as coisas, chegando a conclusões que levaram à terra, ao fogo e ao ar como tais princípios.
É CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4012539 Filosofia
As perguntas: qual é a origem do conhecimento? E qual é a natureza fundamental da realidade? são duas vias de acesso ao problema central da filosofia moderna pós Cartesiana: a crise da representação e a busca por um fundamento seguro para o conhecimento da realidade. Elas definem o campo de batalha onde se confrontam as grandes correntes filosóficas. Separar epistemologia (teoria do conhecimento) e metafísica (teoria da realidade) é, na prática, uma divisão didática — na reflexão filosófica substantiva, elas são inextricavelmente entrelaçadas.
Assinale a alternativa CORRETA sobre as referidas questões:
Alternativas
Q4012538 Filosofia
Para o filósofo e crítico de arte americano Arthur Danto (1924-2013), a arte não pode ser definida por suas qualidades perceptíveis — como beleza, harmonia ou habilidade técnica — mas ,sim, por dois elementos fundamentais: significado e incorporação. A revolução no pensamento de Danto começou em 1964, quando visitou a exposição de Andy Warhol em Nova York. Lá, ele se deparou com Brillo Box, uma reprodução fiel de uma caixa de sabão em pó comum. A pergunta que o perseguiu foi: por que isso é arte, enquanto uma caixa idêntica no supermercado não é? A resposta não estava no objeto em si, mas no contexto artístico que o transformava. Danto concluiu que, no mundo contemporâneo, qualquer coisa poderia ser arte, desde que cumprisse certas condições teóricas.
Analíse as seguintes alternativas e, em seguida, assinale quais são teses de Arthur Danto:
I. Com o advento do modernismo, não há mais um estilo "correto" ou "avançado" a ser seguido. Vivemos numa era pós-histórica da arte.
II. A arte é filosofia tornada visível — não pelo que mostra aos olhos, mas pelo que provoca na mente.
III. Danto defende um relativismo absoluto. Para ele, não é preciso que o objeto seja interpretado à luz de uma teoria da arte e inserido no "mundo da arte", um sistema institucional e histórico que legitima a obra.
IV. Sua tese do "fim da arte" significa o fim de uma teleologia histórica, não o fim da produção artística. Ele celebra a pluralidade pós-histórica.
Alternativas
Q4012537 Filosofia
A tentativa de conciliar a Ciência da Lógica de Georg Wilhelm Friedrich Hegel com a filosofia analítica — correntes tradicionalmente vistas como opostas — é um campo de pesquisa contemporâneo e notável, muitas vezes denominado de "Hegelianismo Analítico" ou o "retorno de Hegel" à filosofia anglo-americana. Robert Brandom é um dos principais representantes da fi osofia analítica contemporânea e ocupa uma posição singular no debate filosófico atual por promover uma reaproximação sistemática entre a tradição analítica e a filosofia clássica alemã, em especial a obra de G. W. F. Hegel.
Particular relevância assume, neste contexto, o estatuto da contradição: seria ela um fenômeno ontológico ou meramente linguístico? Identifique a assertiva que DIVERGE da tese sustentada por Hegel.
Alternativas
Q4012535 Filosofia
Os padrões pedagógicos da filosofia - avaliação por ensaios argumentativos lineares, participação em debates rápidos, valorização da réplica concisa—são construídos em torno de uma norma da racionalidade neurotípica. Indivíduos neurodivergentes (autistas, com TDAH, etc.) podem engajar-se filosoficamente através de modalidades alternativas: pensamento em rede hiper-associativo, foco monográfico profundo em vez de debate amplo, necessidade de mais tempo para processar e formular respostas verbais. A insistência na forma argumentativa linear padrão não é apenas uma barreira de acesso; é uma afirmação epistêmica de que apenas um tipo de performance cognitiva conta como 'fazer filosofia'. A verdadeira inclusão exigiria não apenas acomodações, mas uma revisão dos critérios do que constitui uma contribuição filosófica válida na sala de aula.
CHAPMAN, R.; SILVERS, A.. Neurodivergent modes of thinking and the ethics of philosophical pedagogy. The Journal of Social Philosophy, v. 55, n. 2, p. 234–253, 2024.

Com base no texto e nos seus conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4012534 Filosofia
O objetivo central do ensino de filosofia – a promoção da Mündigkeit (autonomia/maioridade) através do uso público da razão – encerra uma aporia pedagógica fundamental: se a autonomia é, por definição, algo que o indivíduo conquista por si mesmo, como pode ser ‘ensinada’ ou ‘promovida’ por outro? Toda tentativa de levá-lo à autonomia por meio de um método didático corre o risco de ser um ato heterônomo, uma ‘domesticação para a liberdade’. Essa aporia questiona a própria possibilidade de uma didática da filosofia que não seja, no fundo, uma contradição performativa. A solução não está em abandonar o conceito, mas em reconhecer essa tensão como o motor dialético do processo de ensino-aprendizagem.
RÖTTGERS, Kurt. “Die Aporie der Mündigkeit im Philosophieunterricht”. In: Dialektik der Bildungsrationalität. Würzburg: Königshausen & Neumann, 2008, S. 156-161. Adaptação e trad. nossa.



Com base no texto acima e em seus conhecimentos, é CORRETO concluir que:

Alternativas
Q4012531 Filosofia
O silogismo a seguir é apresentado por Aranha e Martins (Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Moderna, 2013, p.108). Atente-se a ele.
Todo inseto é invertebrado. Todo inseto é hexápode (tem seis patas) Logo, todo hexápode é invertebrado.
Mesmo sendo verdadeiras todas as proposições (as duas premissas e a conclusão) do silogismo acima, trata-se de uma inferência inválida. Tal acontece porque:
Alternativas
Q4012528 Filosofia
Sobre a ética discursiva de Jürgen Habermas (1929-2026), temos a seguinte síntese:
Portanto, a Ética-discursiva desenvolvida por J. Habermas não possui um caráter normativo intrínseco, isto é, não estabelece os padrões de “certo ou errado” para o agir moral. Por ser de configuração e estruturação dialógica, a adequação do agir às normas se dá dentro de um esforço comunicacional de busca pelo consenso. Seu aspecto e pretensão de universalidade reside no procedimento.
FRAGA. M. l. A teoria ético-discursiva de Jürgen Habermas e o esforço para a atualização da possibilidade de universalização. Disponível em: https://esbocosfilosoficos.wordpress.com/2022/12/17/a-teoria-etico-discursiva-de-jurgen-habermas. Acesso em: 12 dez. 2025.

A respeito da ética discursiva de Jürgen Habermas, é VERDADE que: 
Alternativas
Q4012526 Filosofia
Atente-se para as duas citações que seguem.

“Os seres cuja existência depende [...] não da nossa vontade, mas da natureza, têm, no entanto, quando são seres privados da razão, apenas um valor relativo, o dos meios.”
KANT, I. Fundamentação da metafísica dos costumes. São Paulo: Abril Cultural, 1984, p. 294.

“Concebida para a felicidade humana, a submissão da natureza, na sob medida de seu sucesso [...] conduziu ao maior desafio já posto ao ser humano pela sua própria ação”.  
JONAS, H. Apud DURANTE, D.; LEAL, A. Disponível em: https://revistas.ufpr.br>made>article>dowload.PDFarquivo. Acesso em: 31.jan.2026.

Intervindo no relevante debate entre empiristas e racionalistas, o filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804) defende, a partir de um exercício crítico – ao qual chama tribunal da razão – sobre a natureza do conhecimento humano a perspectiva na qual:
Alternativas
Q4012523 Filosofia

Para a presente questão, considere o texto a seguir.


O hábito que temos de, na vida cotidiana, falar de um belo céu, de uma bela árvore, [...] e de uma bela cor etc., leva-nos a ver como definição arbitrária a que exclui o belo natural. Não podemos agora examinar a questão de saber se há razão em qualificar de belos objetos da natureza [...] se tais objetos merecem em geral aquela qualificação e se, por conseguinte, na mesma definição devemos abranger o belo natural e o belo artístico. Segundo a opinião corrente, a beleza criada pela arte seria inferior à da natureza e o maior mérito da arte residiria em aproximar as suas criações do belo natural. Se, na verdade, assim acontecesse, ficaria excluída da estética, compreendida como ciência unicamente do belo artístico, uma grande parte do domínio da arte. Mas, contra essa maneira de ver, julgamos nós poder afirmar que o belo artístico é superior ao belo natural, por ser um produto do espírito que, superior à natureza, comunica essa superioridade aos seus produtos e, por conseguinte, à arte; por isso é o belo artístico superior ao belo natural.


HEGEL, F. Estética. In: Os Pensadores. Trad. Orlando Vitorino. São Paulo: Abril Cultural, 1974, p.85




I. Hegel afirma que o belo na arte é mera imitação do belo natural.



II. Hegel nega beleza ao que não é do domínio da arte.



III. Hegel entende o belo artístico como criação do espírito.



IV. Hegel afirma a superioridade do belo artístico frente ao natural.



É CORRETA a alternativa que diz que:

Alternativas
Q4010823 Filosofia
Leia para responder à questão.

As amizades históricas frequentemente moldaram o curso da humanidade, transcendendo laços pessoais para influenciar política, arte e ciência. Um exemplo paradigmático é a entre Aristóteles e Platão, no século IV a.C., na Academia de Atenas, onde o discípulo Aristóteles absorveu e contestou as ideias idealistas do mestre, fomentando o empirismo que ecoa na filosofia ocidental. Essa relação mestre-aluno, marcada por debates intensos, simboliza a amizade como motor intelectual, inspirando gerações de pensadores.

No Renascimento italiano, a amizade entre Leonardo da Vinci e o mecenas Francesco Melzi perdurou por três décadas, do início do século XVI até a morte do gênio em 1519, nos braços do amigo. Melzi não só financiou obras como a "Mona Lisa", mas preservou milhares de páginas de anotações leonardescas, garantindo seu legado científico e artístico. Essa aliança entre criador e guardião reflete tradições renascentistas de patronato, onde a lealdade pessoal elevava a cultura humana a novos patamares. 

Na era das independências americanas, a amizade entre George Washington e o Marquês de Lafayette, iniciada em 1777 durante a Guerra de Independência, forjou laços transatlânticos de liberdade. O jovem francês lutou ao lado do general americano, influenciando a vitória em Yorktown, e mais tarde inspirou revoluções na Europa. Essa camaradagem, celebrada em cartas e monumentos, ilustra como amizades históricas tecem redes de ideais republicanos, marcando o tempo com símbolos de irmandade universal.
A relação entre Aristóteles e Platão, desenvolvida na Academia de Atenas, é apresentada como um exemplo de como a interação pessoal pode impulsionar o avanço do conhecimento. O texto destaca que, ao contestar as ideias idealistas de seu mestre, Aristóteles fomentou uma nova corrente de pensamento filosófico denominada: 
Alternativas
Q3990865 Filosofia
Investiga os fundamentos, fins e valores da educação. Essa dimensão envolve questões epistemológicas, axiológicas e teleológicas. Uma de suas grandes perguntas é “Para que educar?”. Essa dimensão específica da prática educativa é a: 
Alternativas
Q3973347 Filosofia
    As crianças indígenas não são educadas, mas orientadas. Não aprendem a ser vencedoras, pois para uns vencerem outros precisam perder. Aprendem a partilhar o lugar onde vivem e o que têm para comer. Têm o exemplo de uma vida em que o indivíduo conta menos que o coletivo. Esse é o mistério indígena, um legado que passa de geração para geração.
Aílton Krenak. O futuro é ancestral. 2022, p.117-118.

Considerando-se o texto acima como referência inicial, é correto afirmar que o pensamento indígena possibilita ao ensino de filosofia 
Alternativas
Q3973345 Filosofia
Ao abordar a transição do período Clássico (500-338 a.C.) para o período Helenístico (338-136 a.C.) e problematizar o fim da autonomia da pólis, o ensino de filosofia favorece a 
Alternativas
Q3973343 Filosofia
    Para viver sozinho, é preciso ser um animal ou um deus — diz Aristóteles. Falta ainda a terceira alternativa: é preciso ser os dois ao mesmo tempo — filósofo...
Friedrisch Nietzsche. Crepúsculo dos ídolos. 2000, p. 9.

É correto afirmar que, para investigar a complexidade das relações entre a humanidade e a natureza, a interpretação do aforismo do texto precedente suscita questionamentos sobre modos de vida, consumo e produção, porque ela permite 
Alternativas
Respostas
41: C
42: A
43: B
44: D
45: D
46: A
47: B
48: A
49: A
50: C
51: C
52: A
53: B
54: B
55: B
56: A
57: A
58: D
59: D
60: B