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O decreto federal nº 85.878, de 1981, estabelece normas para execução de Lei nº 3.820, de 1960, referindo-se sobre o exercício da profissão de farmacêutico que inclui a determinação do âmbito profissional do farmacêutico. Em conformidade com este decreto, considera-se atividade privativa do farmacêutico:
É definida por Lei a competência do Conselho Federal de Farmácia para expedir resoluções regulamentares. Neste contexto, o CFF tem instituído avanços para a profissão farmacêutica. Dentre as medidas significativas nos últimos anos, ressalta-se a aprovação da Resolução nº 585 de 2013, que regulamenta as atribuições clínicas do farmacêutico, e da Resolução nº 586 de 2013, que regula a prescrição farmacêutica. No que se refere ao aparato legal, qual dispositivo estabelece a competência do CFF para deliberar resoluções?
Um usuário do MS Excel 2010 confeccionou a planilha abaixo para catalogar os produtos utilizados por sua unidade de trabalho, informando a quantidade de cada um e a data da respectiva compra.
A |
B |
C |
|
1 |
|||
2 |
PRODUTO |
QTD |
DATA |
3 |
Caneta |
5 |
01/abr |
4 |
Apontador |
8 |
05/abr |
5 |
Lápis |
4 |
7/abr |
6 |
Borracha |
6 |
18/abr |
7 |
Régua |
8 |
30/abr |
8 |
Grampeador |
3 |
05/mai |
Após a inserção de mais de 100(cem) itens, o usuário percebeu que poderia visualizar mais rapidamente as informações de determinado produto se eles estivessem organizados por ordem alfabética. O recurso para a execução dessa ação desejada pelo usuário será encontrado no menu principal, na opção:
Caso um profissional deseje realizar uma apresentação multimídia utilizando o MS Power Point 2010, com a finalidade de demonstrar o fluxograma de uma determinada atividade, ele poderá utilizar imagens geométricas disponíveis para confecção desse fluxograma, como as exemplificadas abaixo.
Para que sejam postadas figuras desse tipo no corpo de um slide, é necessário:
TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05
Por que não falar sobre suicídio?
Um fantasma ronda a imprensa desde os seus primórdios: o temor de reportar casos de suicídio.
As razões desse receio são perfeitamente compreensíveis. O tema é envolto por um véu de sofrimento e perplexidade. Para familiares de suicidas, o sentimento de culpa é inescapável. Como em todo luto, há negação, raiva e tristeza. E há mais: no suicídio é preciso tentar entender e aceitar as razões de quem decidiu abreviar a vida, contrariando o instinto de sobrevivência comum a todas as espécies. Falar sobre quem morreu é sempre uma tarefa delicada para a mídia, mas mesmo nas maiores tragédias humanas o sentimento que prevalece é o da consternação com a morte.
Morrer é uma certeza sobre a qual as dúvidas prevalecem: exceto alguns pacientes desenganados, quase ninguém sabe como, quando, onde ou de quê irá morrer. Matar a si próprio é impor uma certeza sobre todas as dúvidas, exceto uma: como seria o restante da vida se a escolha de morrer não triunfasse.
O suicídio, em muitos casos, pode ser um ato extremo de comunicação: uma busca sem volta de expor sentimentos antes represados. Segundo o alerta “Prevenir suicídio – um imperativo global” (2014), da Organização Mundial de Saúde, uma prevenção eficaz depende de inúmeros fatores – entre eles, informação de qualidade. Negligenciar as ocorrências pode aumentar o risco de novas tentativas.
A mídia tem o dever de dar à sociedade a melhor informação para evitar que as pessoas se desencantem com a vida.
E talvez estejamos falhando em ajudar quem sofre com a perda de um ente querido a lidar com essa angústia.
“Os Sofrimentos do Jovem Werther”, obra do poeta alemão Goethe lançada em 1774, narra como uma desilusão amorosa levou o personagem do título ao suicídio. A publicação do romance, embora ficcional, provocou uma onda de suicídios pelo mesmo motivo, no que ficou conhecido como “Efeito Werther” — uma das razões pelas quais criou-se o tabu de que a divulgação de um suicídio pode estimular novos casos. Tal crença poderia ser válida no século 18 de Goethe, mas não sobrevive aos tempos atuais de comunicação instantânea, em que tais atos são cometidos ao vivo diante de câmeras de tevê ou transmitidos em tempo real por redes sociais. Negar a existência dessas ocorrências é um equívoco tão grande quanto acreditar que torná-las públicas são decisivas para que outros escolham o mesmo destino. Um dos princípios do jornalismo é buscar a verdade.
Disponível em: https://istoe.com.br/por-que-nao-falar-sobre-suicidio/. Acesso em: 03/05/2018.
As classes gramaticais das palavras destacadas na oração “Como em todo luto, há negação, raiva e tristeza”, são, respectivamente:
TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05
Por que não falar sobre suicídio?
Um fantasma ronda a imprensa desde os seus primórdios: o temor de reportar casos de suicídio.
As razões desse receio são perfeitamente compreensíveis. O tema é envolto por um véu de sofrimento e perplexidade. Para familiares de suicidas, o sentimento de culpa é inescapável. Como em todo luto, há negação, raiva e tristeza. E há mais: no suicídio é preciso tentar entender e aceitar as razões de quem decidiu abreviar a vida, contrariando o instinto de sobrevivência comum a todas as espécies. Falar sobre quem morreu é sempre uma tarefa delicada para a mídia, mas mesmo nas maiores tragédias humanas o sentimento que prevalece é o da consternação com a morte.
Morrer é uma certeza sobre a qual as dúvidas prevalecem: exceto alguns pacientes desenganados, quase ninguém sabe como, quando, onde ou de quê irá morrer. Matar a si próprio é impor uma certeza sobre todas as dúvidas, exceto uma: como seria o restante da vida se a escolha de morrer não triunfasse.
O suicídio, em muitos casos, pode ser um ato extremo de comunicação: uma busca sem volta de expor sentimentos antes represados. Segundo o alerta “Prevenir suicídio – um imperativo global” (2014), da Organização Mundial de Saúde, uma prevenção eficaz depende de inúmeros fatores – entre eles, informação de qualidade. Negligenciar as ocorrências pode aumentar o risco de novas tentativas.
A mídia tem o dever de dar à sociedade a melhor informação para evitar que as pessoas se desencantem com a vida.
E talvez estejamos falhando em ajudar quem sofre com a perda de um ente querido a lidar com essa angústia.
“Os Sofrimentos do Jovem Werther”, obra do poeta alemão Goethe lançada em 1774, narra como uma desilusão amorosa levou o personagem do título ao suicídio. A publicação do romance, embora ficcional, provocou uma onda de suicídios pelo mesmo motivo, no que ficou conhecido como “Efeito Werther” — uma das razões pelas quais criou-se o tabu de que a divulgação de um suicídio pode estimular novos casos. Tal crença poderia ser válida no século 18 de Goethe, mas não sobrevive aos tempos atuais de comunicação instantânea, em que tais atos são cometidos ao vivo diante de câmeras de tevê ou transmitidos em tempo real por redes sociais. Negar a existência dessas ocorrências é um equívoco tão grande quanto acreditar que torná-las públicas são decisivas para que outros escolham o mesmo destino. Um dos princípios do jornalismo é buscar a verdade.
Disponível em: https://istoe.com.br/por-que-nao-falar-sobre-suicidio/. Acesso em: 03/05/2018.
Sintaticamente, observa-se que no trecho “Negligenciar as ocorrências pode aumentar o risco de novas tentativas”, os termos destacados exercem função sintática de:
TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05
Por que não falar sobre suicídio?
Um fantasma ronda a imprensa desde os seus primórdios: o temor de reportar casos de suicídio.
As razões desse receio são perfeitamente compreensíveis. O tema é envolto por um véu de sofrimento e perplexidade. Para familiares de suicidas, o sentimento de culpa é inescapável. Como em todo luto, há negação, raiva e tristeza. E há mais: no suicídio é preciso tentar entender e aceitar as razões de quem decidiu abreviar a vida, contrariando o instinto de sobrevivência comum a todas as espécies. Falar sobre quem morreu é sempre uma tarefa delicada para a mídia, mas mesmo nas maiores tragédias humanas o sentimento que prevalece é o da consternação com a morte.
Morrer é uma certeza sobre a qual as dúvidas prevalecem: exceto alguns pacientes desenganados, quase ninguém sabe como, quando, onde ou de quê irá morrer. Matar a si próprio é impor uma certeza sobre todas as dúvidas, exceto uma: como seria o restante da vida se a escolha de morrer não triunfasse.
O suicídio, em muitos casos, pode ser um ato extremo de comunicação: uma busca sem volta de expor sentimentos antes represados. Segundo o alerta “Prevenir suicídio – um imperativo global” (2014), da Organização Mundial de Saúde, uma prevenção eficaz depende de inúmeros fatores – entre eles, informação de qualidade. Negligenciar as ocorrências pode aumentar o risco de novas tentativas.
A mídia tem o dever de dar à sociedade a melhor informação para evitar que as pessoas se desencantem com a vida.
E talvez estejamos falhando em ajudar quem sofre com a perda de um ente querido a lidar com essa angústia.
“Os Sofrimentos do Jovem Werther”, obra do poeta alemão Goethe lançada em 1774, narra como uma desilusão amorosa levou o personagem do título ao suicídio. A publicação do romance, embora ficcional, provocou uma onda de suicídios pelo mesmo motivo, no que ficou conhecido como “Efeito Werther” — uma das razões pelas quais criou-se o tabu de que a divulgação de um suicídio pode estimular novos casos. Tal crença poderia ser válida no século 18 de Goethe, mas não sobrevive aos tempos atuais de comunicação instantânea, em que tais atos são cometidos ao vivo diante de câmeras de tevê ou transmitidos em tempo real por redes sociais. Negar a existência dessas ocorrências é um equívoco tão grande quanto acreditar que torná-las públicas são decisivas para que outros escolham o mesmo destino. Um dos princípios do jornalismo é buscar a verdade.
Disponível em: https://istoe.com.br/por-que-nao-falar-sobre-suicidio/. Acesso em: 03/05/2018.
A referida justificativa para a acentuação da palavra destacada está incorreta em:
TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05
Por que não falar sobre suicídio?
Um fantasma ronda a imprensa desde os seus primórdios: o temor de reportar casos de suicídio.
As razões desse receio são perfeitamente compreensíveis. O tema é envolto por um véu de sofrimento e perplexidade. Para familiares de suicidas, o sentimento de culpa é inescapável. Como em todo luto, há negação, raiva e tristeza. E há mais: no suicídio é preciso tentar entender e aceitar as razões de quem decidiu abreviar a vida, contrariando o instinto de sobrevivência comum a todas as espécies. Falar sobre quem morreu é sempre uma tarefa delicada para a mídia, mas mesmo nas maiores tragédias humanas o sentimento que prevalece é o da consternação com a morte.
Morrer é uma certeza sobre a qual as dúvidas prevalecem: exceto alguns pacientes desenganados, quase ninguém sabe como, quando, onde ou de quê irá morrer. Matar a si próprio é impor uma certeza sobre todas as dúvidas, exceto uma: como seria o restante da vida se a escolha de morrer não triunfasse.
O suicídio, em muitos casos, pode ser um ato extremo de comunicação: uma busca sem volta de expor sentimentos antes represados. Segundo o alerta “Prevenir suicídio – um imperativo global” (2014), da Organização Mundial de Saúde, uma prevenção eficaz depende de inúmeros fatores – entre eles, informação de qualidade. Negligenciar as ocorrências pode aumentar o risco de novas tentativas.
A mídia tem o dever de dar à sociedade a melhor informação para evitar que as pessoas se desencantem com a vida.
E talvez estejamos falhando em ajudar quem sofre com a perda de um ente querido a lidar com essa angústia.
“Os Sofrimentos do Jovem Werther”, obra do poeta alemão Goethe lançada em 1774, narra como uma desilusão amorosa levou o personagem do título ao suicídio. A publicação do romance, embora ficcional, provocou uma onda de suicídios pelo mesmo motivo, no que ficou conhecido como “Efeito Werther” — uma das razões pelas quais criou-se o tabu de que a divulgação de um suicídio pode estimular novos casos. Tal crença poderia ser válida no século 18 de Goethe, mas não sobrevive aos tempos atuais de comunicação instantânea, em que tais atos são cometidos ao vivo diante de câmeras de tevê ou transmitidos em tempo real por redes sociais. Negar a existência dessas ocorrências é um equívoco tão grande quanto acreditar que torná-las públicas são decisivas para que outros escolham o mesmo destino. Um dos princípios do jornalismo é buscar a verdade.
Disponível em: https://istoe.com.br/por-que-nao-falar-sobre-suicidio/. Acesso em: 03/05/2018.
A respeito do suicídio, o texto permite afirmar que:
Todas as farmácias devem garantir a qualidade físico- química e microbiológica da sua água potável, segundo a RDC 67, de 08/10/2007. Deve ser garantida a obtenção de água purificada para uso nas preparações farmacêuticas mediante pré-tratamentos e tratamentos posteriores de purificação visando melhorar a qualidade da água potável. Dependendo das necessidades, o farmacêutico deverá escolher o método a ser utilizado. Assinale a única alternativa onde constem, respectivamente, etapas de pré-tratamento e tratamento passíveis de serem utilizadas em combinação para purificar a água potável a ser usada nas preparações farmacêuticas.
É sabido que alimentos como queijos devem ser evitados por pacientes que fazem uso de inibidores de monoaminooxidases (IMAO). O motivo para tal recomendação se deve ao fato de que este tipo de alimento apresenta:
Uma emulsão é formada por componentes oleosos, componentes aquosos e moléculas anfifílicas. A preparação de emulsões estáveis está relacionada à velocidade e ao tempo de agitação adequados e às moléculas anfifílicas, que são os agentes emulsificantes ou surfactantes. A instabilidade de uma emulsão pode ser visualizada, por exemplo, quando ocorre total separação das fases aquosa e oleosa no sistema, em que a fase menos densa fica na superfície e a mais densa fica no fundo.
Com base na exposição feita no enunciado, assinale a única alternativa em que o problema de estabilidade nas emulsões aqui relatado está corretamente descrito e definido.
Na validação de métodos analíticos, deve-se comprovar o atendimento de requisitos para uma determinada aplicação ou uso específico. Para tanto, devem ser avaliados parâmetros como, por exemplo, exatidão, precisão, seletividade, linearidade, faixa de trabalho, limites de detecção e quantificação. Sobre a relação entre o parâmetro e sua finalidade, assinale a única alternativa correta.
Ao se preparar uma nutrição parenteral, deve-se lembrar de que algumas soluções podem apresentar incompatibilidades que são importantes, pois podem acarretar perda do poder de ação da referida preparação no paciente. A partir dessas informações e considerando a questão das incompatibilidades medicamentosas, assinale a alternativa correta.
Pode-se utilizar diferentes vias para preparar comprimidos de liberação imediata, como a granulação úmida, granulação seca e a compressão direta. Assinale a única alternativa que apresenta uma característica da compressão pela via direta.
A questão da judicilialização da saúde, em que os magistrados obrigam o Estado a adquirir medicamentos, essenciais ou não, os quais geralmente não estão disponíveis em todos os municípios brasileiros, tem sido um fator que vem dificultando a utilização racional dos medicamentos no país. A maioria das ações judiciais é proveniente de pacientes do sistema privado de saúde.
Com relação a este assunto, julgue as afirmações que são feitas a seguir.
Nesses casos, a sentença judicial encontra-se baseada nos princípios da universalidade e integralidade previstos nas Leis Orgânicas do SUS
PORQUE
Segundo os princípios éticos/doutrinários do SUS e a Constituição Federal de 1988, todo cidadão brasileiro, ou que está em território nacional, tem direito à assistência integral à saúde, inclusive com o fornecimento de medicamentos para a manutenção de sua saúde ou para a remissão dos sintomas de uma patologia.
A partir da análise dessas afirmações, assinale a única alternativa correta.
Um paciente idoso hipertenso chegou à farmácia com queixa de tosse seca, que teve início após a utilização de um medicamento presente numa receita que ele mostrou ao balconista. Na receita constava o enalapril 20mg.
O balconista sugeriu a troca do medicamento por captopril a fim de eliminar a tosse do paciente causada pelo uso do enalapril. Com relação aos anti-hipertensivos e à conduta adotada pelo balconista, assinale a única alternativa correta.
A formulação líquida de um antibiótico possui pH de estabilidade entre 7,0 e 7,5 e apresenta hidrólise pH-dependente, que se acentua em meio com elevada concentração hidrogeniônica e também pela presença de metais. Levando em conta essas considerações, assinale a única alternativa que apresente excipientes que poderiam ser utilizados para estabilizar a referida formulação.
O conceito de Farmácia Hospitalar tem evoluído nas últimas décadas e, segundo a Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar – SBRAFH, ela é considerada como:
Leia as afirmativas a seguir:
I. A redução de hospitalizações desnecessárias é um benefício das Redes de Atenção nos Sistemas de Saúde.
II. A Estratégia Saúde da Família é composta pelas ações de vigilância, promoção, prevenção e controle de doenças e agravos.
III. No ciclo da assistência farmacêutica, a aquisição de medicamentos é uma das principais atividades, visto que o mesmo é um insumo fundamental de suporte às ações de saúde.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. Cápsula consiste na forma farmacêutica cilíndrica, geralmente constituída de um invólucro de gelatina, contendo um ou mais fármacos em forma sólida ou líquida.
II. O dever do Estado de garantir a saúde exclui o das pessoas e da família.
III. As equipes da Estratégia Saúde da Família não devem realizar o encaminhamento das urgências identificadas.
Marque a alternativa CORRETA: