Questões de Concurso
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O Decreto nº 5.626/2005 regulamenta a Lei nº 10.436/2002 e o art. 18 da Lei nº 10.098/2000, estabelecendo diretrizes para o reconhecimento, a difusão e o uso da Língua Brasileira de Sinais (Libras), bem como para a garantia do direito à educação, à comunicação e à informação das pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Considerando as disposições do referido decreto, especialmente no que se refere à formação de profissionais, à inclusão da Libras nos currículos, ao acesso à educação e às responsabilidades das instituições públicas e privadas, assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o que estabelece a Lei nº 9.394/1996, a educação escolar brasileira compõe-se de:
Sobre a educação inclusiva no Brasil, analise as afirmativas a seguir.
I. O atendimento educacional especializado deve ser ofertado, preferencialmente, em salas de recursos multifuncionais, podendo ser realizado no contraturno das aulas regulares, de acordo com as necessidades do aluno.
II. As escolas regulares devem oferecer adaptações curriculares, físicas e pedagógicas, mas, apenas, quando o número de alunos com deficiência for significativo.
III. A formação inicial e continuada de professores é essencial para a implementação de práticas inclusivas e o desenvolvimento de estratégias pedagógicas adaptadas.
IV. A inclusão escolar é um direito garantido por leis específicas, como a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), e respaldado por diretrizes nacionais de educação.
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Considere o texto a seguir.
A ciência atual é, assim, um produto da universalidade. Nos primórdios a ciência é um produto das necessidades práticas da vida. O cotidiano se resolve nas práticas espaciais. As práticas espaciais se traduzem em saberes espaciais. E a generalização supralocal leva as práticas e saberes espaciais — atividades de caráter geograficamente localizado — a se transformar na ciência geográfica. É assim que historicamente nasce em tese a Geografia.
MOREIRA, Ruy. O discurso do Avesso: para a crítica da geografia que se ensina. São Paulo: Contexto, 2014, p. 90. Adaptado.
À luz desse texto, historicamente, a função da Geografia científica, posteriormente apropriada pela Geografia escolar, caracterizou-se fundamentalmente por
Os trabalhos de campo são fundamentais para o desenvolvimento dos estudos geográficos, principalmente na educação básica. A esse respeito considere o texto a seguir.
Uma das etapas importantes do estudo do meio é o trabalho de campo — a saída da escola já permite outro olhar. O aluno pode, se bem orientado, utilizar todos os seus sentidos para conhecer melhor certo meio, usar todos os recursos de observação e registros a cotejar as falas de pessoas de diferentes idades e profissões. [...] Um projeto de ensino fundamentado nessa metodologia realiza um movimento de apreensão do espaço social físico e biológico que se dá em múltiplas ações combinadas e complexas. Para aprender a complexidade do real, faz-se necessária a existência simultânea de muitos olhares, da reflexão conjunta e de ações em direção ao objetivo proposto pelo grupo de trabalho.
PONTUSCHKA, N. N.; PAGANELLI, T. I.; CACETE, N. H. Para ensinar e aprender geografia. 3. ed. São Paulo: Cortez , 2009, p. 174.
Considerando-se o texto, os estudos do meio devem seguir uma metodologia de ensino
L é um estudante do 1o ano do ensino médio com diagnóstico de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Durante as aulas de Física sobre Dinâmica (Leis de Newton), o professor observa que L demonstra profundo interesse e participa ativamente das discussões orais. Entretanto, em avaliações escritas tradicionais, compostas por enunciados longos e cálculos extensos de plano inclinado, L apresenta baixo rendimento: ele se dispersa na leitura, esquece conversões de unidades e não conclui as tarefas no tempo previsto.
Considerando-se o princípio da equidade na educação inclusiva, uma estratégia avaliativa que representa uma solução alinhada às Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) e com os fundamentos da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o caso de L consiste em
Considere o texto a seguir.
[...] a Educação Física na escola deveria promover reflexões acerca das relações de poder entre os grupos sociais nas práticas corporais, possibilitando a leitura de mundo sobre os textos da cultura que envolvem as danças, ginásticas, esportes, lutas, jogos e brincadeiras. Por fim, um conjunto de autores e autoras defendem um currículo crítico-libertador que estruture os projetos educativos em uma perspectiva crítica e politizada, problematizando as relações de opressão que existem nos marcadores socioculturais que atravessam as práticas corporais nas aulas de Educação Física escolar. [...] Nota-se que os currículos com perspectivas mais politizadas possuem uma maior preocupação com o processo de inclusão e participação dos(as) estudantes nas aulas de Educação Física [...].
JUCÁ, Luan Gonçalves; MALDONADO, Daniel Teixeira. A relação entre Educação Física escolar e Inclusão: uma revisão integrativa. In: Revista e-Curriculum, São Paulo, v. 22, p. 1-36, 2024. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/pdf/curriculum/v22/1809-3876-curriculum-22-e59193.pdf. Acesso em: 19 jan. 2026. Adaptado.
Sendo assim, uma prática político-pedagógica inspirada nessa perspectiva, visa a
Um professor de Educação Física, ao propor uma coreografia em uma aula de dança, identifica que a maioria dos alunos está conseguindo realizar com sucesso os movimentos. Diante de tal situação, ele foi aumentando gradativamente o nível de dificuldade de realização dos movimentos, elevando os desafios.
O procedimento pedagógico descrito, relacionado à resolução de problemas, é uma marca distintiva da abordagem