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Q4343287 Redação Oficial
Analise o texto abaixo:

Documento específico em redação oficial utilizado para solicitação de algo a que se tem direito (ou supõe-se tê-lo), concedido por lei, decreto, ato, decisão etc., em linguagem formal, detendo-se unicamente ao objetivo do pedido.

Assinale a alternativa que identifica corretamente o gênero textual do texto apresentado.
Alternativas
Q4343286 Português
Assinale a alternativa correta no que diz respeito à acentuação gráfica.
Alternativas
Q4343285 Português
Analise o texto a seguir.
Errar é útil Sofrer é chato Chorar é triste Sorrir é rápido Não ver é fácil Trair é tátil
Zélia Duncan/ Todos os verbos

Cada oração é composta por um sujeito (1) , um verbo (2) e um predicativo do (3) .
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas numeradas do texto.
Alternativas
Q4343284 Português
Considere o texto a seguir:

Por você eu dançaria tango no teto Eu limparia os trilhos do metrô Eu iria a pé do Rio a Salvador
Frejat/ Por você

Os verbos sublinhados expressam:
Alternativas
Q4343166 Português
O dicionário

Era uma vez um tanoeiro, demagogo, chamado Bernardino, o qual em cosmografia professava a opinião de que este mundo é um imenso tonel de marmelada, e em política pedia o trono para a multidão. Com o fim de a pôr ali, pegou de um pau, concitou os ânimos e deitou abaixo o rei; mas, entrando no paço, vencedor e aclamado, viu que o trono só dava para uma pessoa, e cortou a dificuldade sentando-se em cima.
– Em mim – bradou ele –, podeis ver a multidão coroada. Eu sou vós, vós sois eu.
O primeiro ato do novo rei foi abolir a tanoaria, indenizando os tanoeiros, prestes a derrubá-lo, com o título de Magníficos. O segundo foi declarar que, para maior lustre da pessoa e do cargo, passava a chamar-se, em vez de Bernardino, Bernardão. Particularmente encomendou uma genealogia a um grande doutor dessas matérias, que em pouco mais de uma hora o entroncou a um tal ou qual general romano do século IV, Bernardus Tanoarius; – nome que deu lugar à controvérsia, que ainda dura, querendo uns que o rei Bernardão tivesse sido tanoeiro, e outros, que isto não passe de uma confusão deplorável com o nome do fundador da família. Já vimos que esta segunda opinião é a única verdadeira.
Como era calvo desde verdes anos, decretou Bernardão que todos os seus súbditos fossem igualmente calvos, ou por natureza ou por navalha, e fundou esse ato em uma razão de ordem política, a saber, que a unidade moral do Estado pedia a conformidade exterior das cabeças. Outro ato em que revelou igual sabedoria foi o que ordenou que todos os sapatos do pé esquerdo tivessem um pequeno talho no lugar correspondente ao dedo mínimo, dando assim aos seus súditos o ensejo de se parecerem com ele, que padecia de um calo. O uso dos óculos em todo o reino não se explica de outro modo, senão por uma oftalmia que afligiu a Bernardão, logo no segundo ano do reinado. A doença levou-lhe um olho, e foi aqui que se revelou a vocação poética de Bernardão, porque, tendo-lhe dito um dos seus dois ministros, chamado Alfa, que a perda de um olho o fazia igual a Aníbal – comparação que o lisonjeou muito –, o segundo ministro, Ômega, deu um passo adiante, e achou-o superior a Homero, que perdera ambos os olhos. Esta cortesia foi uma revelação; e como isto prende com o casamento, vamos ao casamento.
Tratava-se, em verdade, de assegurar a dinastia dos Tanoarius. Não faltavam noivas ao novo rei, mas nenhuma lhe agradou tanto como a moça Estrelada, bela, rica e ilustre. Esta senhora, que cultivava a música e a poesia, era requestada por alguns cavalheiros, e mostrava-se fiel à dinastia decaída. Bernardão ofereceu-lhe as coisas mais suntuosas e raras, e, por outro lado, a família bradava-lhe que uma coroa na cabeça valia mais que uma saudade no coração; que não fizesse a desgraça dos seus, quando o ilustre Bernardão lhes acenava com o principado; que os tronos não andavam a rodo, e mais isto, e mais aquilo. Estrelada, porém, resistia à sedução.
Não resistiu muito tempo, mas também não cedeu tudo. Como entre os seus candidatos preferia secretamente um poeta, declarou que estava pronta a casar, mas seria com quem lhe fizesse o melhor madrigal, em concurso. Bernardão aceitou a cláusula, louco de amor e confiado em si: tinha mais um olho que Homero, e fizera a unidade dos pés e das cabeças.
Concorreram ao certame, que foi anônimo e secreto, vinte pessoas. Um dos madrigais foi julgado superior aos outros todos; era justamente o do poeta amado. Bernardão anulou por um decreto o concurso, e mandou abrir outro; mas então, por uma inspiração de insigne maquiavelismo, ordenou que não se empregassem palavras que tivessem menos de trezentos anos de idade. Nenhum dos concorrentes estudara os clássicos: era o meio provável de os vencer.
Não venceu ainda assim porque o poeta amado leu à pressa o que pôde, e o seu madrigal foi outra vez o melhor. Bernardão anulou esse segundo concurso; e, vendo que no madrigal vencedor as locuções antigas davam singular graça aos versos, decretou que só se empregassem as modernas e particularmente as da moda. Terceiro concurso, e terceira vitória do poeta amado.
Bernardão, furioso, abriu-se com os dois ministros, pedindo-lhes um remédio pronto e enérgico, porque, se não ganhasse a mão de Estrelada, mandaria cortar trezentas mil cabeças. Os dois, tendo consultado algum tempo, voltaram com este alvitre:
– Nós, Alfa e Ômega, estamos designados pelos nossos nomes para as cousas que respeitam à linguagem. A nossa ideia é que Vossa Sublimidade mande recolher todos os dicionários e nos encarregue de compor um vocabulário novo, que lhe dará a vitória.
Bernardão assim fez, e os dois meteram-se em casa durante três meses, findos os quais depositaram nas augustas mãos a obra acabada, um livro a que chamaram Dicionário de Babel, porque era realmente a confusão das letras. Nenhuma locução se parecia com a do idioma falado; as consoantes trepavam nas consoantes, as vogais diluíam-se nas vogais, palavras de duas sílabas tinham agora sete e oito, e vice-versa, tudo trocado, misturado, nenhuma energia, nenhuma graça, uma língua de cacos e trapos.
– Obrigue Vossa Sublimidade esta língua por um decreto, e está tudo feito.
Bernardão concedeu um abraço e uma pensão a ambos, decretou o vocabulário, e declarou que ia fazer-se o concurso definitivo para obter a mão da bela Estrelada. A confusão passou do dicionário aos espíritos; toda a gente andava atônita. Os farsolas cumprimentavam-se na rua pelas novas locuções: diziam, por exemplo, em vez de: Bom dia, como passou? – Pflerrgpxx, rouph, aa? A própria dama, temendo que o poeta amado perdesse afinal a campanha, propôs-lhe que fugissem; ele, porém, respondeu que ia ver primeiro se podia fazer alguma coisa. Deram noventa dias para o novo concurso e recolheram-se vinte madrigais. O melhor deles, apesar da língua bárbara, foi o do poeta amado. Bernardão, alucinado, mandou cortar as mãos aos dois ministros e foi a única vingança. Estrelada era tão admiravelmente bela, que ele não se atreveu a magoá-la, e cedeu.
Desgostoso, encerrou-se oito dias na biblioteca, lendo, passeando ou meditando. Parece que a última coisa que leu foi uma sátira do poeta Garção, e especialmente estes versos, que pareciam feitos de encomenda:
O raro Apeles,
Rubens e Rafael, inimitáveis
Não se fizeram pela cor das tintas;
A mistura elegante os fez eternos.

(ASSIS, Machado de. Páginas Recolhidas. Rio de Janeiro: Garnier, 1899. Adaptado.)
No período “Como era calvo desde verdes anos, decretou Bernardão que todos os seus súbditos fossem igualmente calvos, ou por natureza ou por navalha, [...]” (4º§), a disposição das orações e dos conectivos estabelece uma específica arquitetura lógica e gramatical. Sob a perspectiva da sintaxe do período composto, assinale a afirmativa que analisa corretamente as relações de subordinação e a função dos termos nessa estrutura.
Alternativas
Q4343163 Português
O dicionário

Era uma vez um tanoeiro, demagogo, chamado Bernardino, o qual em cosmografia professava a opinião de que este mundo é um imenso tonel de marmelada, e em política pedia o trono para a multidão. Com o fim de a pôr ali, pegou de um pau, concitou os ânimos e deitou abaixo o rei; mas, entrando no paço, vencedor e aclamado, viu que o trono só dava para uma pessoa, e cortou a dificuldade sentando-se em cima.
– Em mim – bradou ele –, podeis ver a multidão coroada. Eu sou vós, vós sois eu.
O primeiro ato do novo rei foi abolir a tanoaria, indenizando os tanoeiros, prestes a derrubá-lo, com o título de Magníficos. O segundo foi declarar que, para maior lustre da pessoa e do cargo, passava a chamar-se, em vez de Bernardino, Bernardão. Particularmente encomendou uma genealogia a um grande doutor dessas matérias, que em pouco mais de uma hora o entroncou a um tal ou qual general romano do século IV, Bernardus Tanoarius; – nome que deu lugar à controvérsia, que ainda dura, querendo uns que o rei Bernardão tivesse sido tanoeiro, e outros, que isto não passe de uma confusão deplorável com o nome do fundador da família. Já vimos que esta segunda opinião é a única verdadeira.
Como era calvo desde verdes anos, decretou Bernardão que todos os seus súbditos fossem igualmente calvos, ou por natureza ou por navalha, e fundou esse ato em uma razão de ordem política, a saber, que a unidade moral do Estado pedia a conformidade exterior das cabeças. Outro ato em que revelou igual sabedoria foi o que ordenou que todos os sapatos do pé esquerdo tivessem um pequeno talho no lugar correspondente ao dedo mínimo, dando assim aos seus súditos o ensejo de se parecerem com ele, que padecia de um calo. O uso dos óculos em todo o reino não se explica de outro modo, senão por uma oftalmia que afligiu a Bernardão, logo no segundo ano do reinado. A doença levou-lhe um olho, e foi aqui que se revelou a vocação poética de Bernardão, porque, tendo-lhe dito um dos seus dois ministros, chamado Alfa, que a perda de um olho o fazia igual a Aníbal – comparação que o lisonjeou muito –, o segundo ministro, Ômega, deu um passo adiante, e achou-o superior a Homero, que perdera ambos os olhos. Esta cortesia foi uma revelação; e como isto prende com o casamento, vamos ao casamento.
Tratava-se, em verdade, de assegurar a dinastia dos Tanoarius. Não faltavam noivas ao novo rei, mas nenhuma lhe agradou tanto como a moça Estrelada, bela, rica e ilustre. Esta senhora, que cultivava a música e a poesia, era requestada por alguns cavalheiros, e mostrava-se fiel à dinastia decaída. Bernardão ofereceu-lhe as coisas mais suntuosas e raras, e, por outro lado, a família bradava-lhe que uma coroa na cabeça valia mais que uma saudade no coração; que não fizesse a desgraça dos seus, quando o ilustre Bernardão lhes acenava com o principado; que os tronos não andavam a rodo, e mais isto, e mais aquilo. Estrelada, porém, resistia à sedução.
Não resistiu muito tempo, mas também não cedeu tudo. Como entre os seus candidatos preferia secretamente um poeta, declarou que estava pronta a casar, mas seria com quem lhe fizesse o melhor madrigal, em concurso. Bernardão aceitou a cláusula, louco de amor e confiado em si: tinha mais um olho que Homero, e fizera a unidade dos pés e das cabeças.
Concorreram ao certame, que foi anônimo e secreto, vinte pessoas. Um dos madrigais foi julgado superior aos outros todos; era justamente o do poeta amado. Bernardão anulou por um decreto o concurso, e mandou abrir outro; mas então, por uma inspiração de insigne maquiavelismo, ordenou que não se empregassem palavras que tivessem menos de trezentos anos de idade. Nenhum dos concorrentes estudara os clássicos: era o meio provável de os vencer.
Não venceu ainda assim porque o poeta amado leu à pressa o que pôde, e o seu madrigal foi outra vez o melhor. Bernardão anulou esse segundo concurso; e, vendo que no madrigal vencedor as locuções antigas davam singular graça aos versos, decretou que só se empregassem as modernas e particularmente as da moda. Terceiro concurso, e terceira vitória do poeta amado.
Bernardão, furioso, abriu-se com os dois ministros, pedindo-lhes um remédio pronto e enérgico, porque, se não ganhasse a mão de Estrelada, mandaria cortar trezentas mil cabeças. Os dois, tendo consultado algum tempo, voltaram com este alvitre:
– Nós, Alfa e Ômega, estamos designados pelos nossos nomes para as cousas que respeitam à linguagem. A nossa ideia é que Vossa Sublimidade mande recolher todos os dicionários e nos encarregue de compor um vocabulário novo, que lhe dará a vitória.
Bernardão assim fez, e os dois meteram-se em casa durante três meses, findos os quais depositaram nas augustas mãos a obra acabada, um livro a que chamaram Dicionário de Babel, porque era realmente a confusão das letras. Nenhuma locução se parecia com a do idioma falado; as consoantes trepavam nas consoantes, as vogais diluíam-se nas vogais, palavras de duas sílabas tinham agora sete e oito, e vice-versa, tudo trocado, misturado, nenhuma energia, nenhuma graça, uma língua de cacos e trapos.
– Obrigue Vossa Sublimidade esta língua por um decreto, e está tudo feito.
Bernardão concedeu um abraço e uma pensão a ambos, decretou o vocabulário, e declarou que ia fazer-se o concurso definitivo para obter a mão da bela Estrelada. A confusão passou do dicionário aos espíritos; toda a gente andava atônita. Os farsolas cumprimentavam-se na rua pelas novas locuções: diziam, por exemplo, em vez de: Bom dia, como passou? – Pflerrgpxx, rouph, aa? A própria dama, temendo que o poeta amado perdesse afinal a campanha, propôs-lhe que fugissem; ele, porém, respondeu que ia ver primeiro se podia fazer alguma coisa. Deram noventa dias para o novo concurso e recolheram-se vinte madrigais. O melhor deles, apesar da língua bárbara, foi o do poeta amado. Bernardão, alucinado, mandou cortar as mãos aos dois ministros e foi a única vingança. Estrelada era tão admiravelmente bela, que ele não se atreveu a magoá-la, e cedeu.
Desgostoso, encerrou-se oito dias na biblioteca, lendo, passeando ou meditando. Parece que a última coisa que leu foi uma sátira do poeta Garção, e especialmente estes versos, que pareciam feitos de encomenda:
O raro Apeles,
Rubens e Rafael, inimitáveis
Não se fizeram pela cor das tintas;
A mistura elegante os fez eternos.

(ASSIS, Machado de. Páginas Recolhidas. Rio de Janeiro: Garnier, 1899. Adaptado.)
Ao longo da narrativa, o rei Bernardão utiliza decretos para alterar arbitrariamente a realidade e o valor das palavras no reino, culminando na imposição do “Dicionário de Babel” (11º§). Diante do desfecho do conto e da correlação entre os planos denotativo e conotativo da linguagem, assinale a afirmativa que expressa corretamente a interpretação da sátira machadiana.
Alternativas
Q4343158 Português
Ao planejar atividades de análise linguística articuladas à leitura, um professor discute com a coordenação o alcance desse trabalho. Sobre os recursos linguísticos e os sentidos que produzem, analise as afirmativas a seguir:
I. A escolha entre a voz ativa e a voz passiva incide sobre aquilo que ganha destaque no enunciado, podendo deslocar o agente para segundo plano ou deixá-lo sem expressão na superfície do texto.
II. O emprego de expressões que assinalam grau de certeza, como "pode ser" e "certamente", constitui recurso pelo qual quem escreve marca o seu comprometimento com aquilo que afirma no texto.
III. Recursos expressivos como a metáfora e a ironia pertencem ao texto literário, de modo que analisá-los em textos jornalísticos ou publicitários desloca o estudo para fora do campo da linguagem.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4343157 Português
Após a leitura de uma reportagem sobre mobilidade urbana com uma turma de sétimo ano, o professor propõe a seguinte questão: "Releia o trecho em que o autor apresenta os dados da pesquisa e explique por que ele os situa logo depois do depoimento do morador, e não na abertura da reportagem."
Assinale a alternativa que identifica CORRETAMENTE a capacidade de leitura mobilizada pela questão proposta.
Alternativas
Q4343156 Português
Uma turma de sexto ano lê o seguinte trecho de um conto: "Depois da terceira tentativa, Joana guardou o violão no armário e passou a atravessar a sala sem olhar para aquele canto."
A professora pergunta: "O que a atitude de Joana permite concluir?" Um estudante responde: "Que ela guardou o violão no armário e não olhava mais para o canto da sala."
Assinale a alternativa que analisa CORRETAMENTE a resposta apresentada pelo estudante.
Alternativas
Q4343154 Português
 O ensino da ortografia supõe distinguir o que pode ser compreendido por meio de regras daquilo que depende de memorização. Associe a segunda coluna de acordo com a primeira:

Coluna I: Natureza da correspondência

1. Regularidade direta. 2. Regularidade contextual. 3. Regularidade morfológico-gramatical. 4. Irregularidade.

Coluna II: Caracterização

(__) Caso em que a escolha da letra se define pela posição que o som ocupa na palavra ou pelas letras que o cercam, como na diferença entre "carro" e "caro".
(__) Caso em que a grafia se define pela classe da palavra ou pelo elemento que a compõe, como no registro do sufixo que aparece em "beleza" e em "riqueza".
(__) Caso em que a correspondência entre o som e a letra não oferece alternativa, cabendo o registro por aplicação imediata, como em "pato" e em "bota".
(__) Caso em que a definição da grafia depende da memorização ou da consulta, pois a língua não oferece regra que a explique, como em "hoje" e em "exame".

Assinale a alternativa que apresenta a associação CORRETA entre as colunas, de cima para baixo.
Alternativas
Q4343153 Português
Durante a revisão de um texto informativo, o professor apresenta à turma do nono ano duas versões de um mesmo período, que se distinguem entre si pela pontuação empregada:

Versão I: "Os alunos, que haviam entregado o trabalho, receberam o certificado."
Versão II: "Os alunos que haviam entregado o trabalho receberam o certificado."

Assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE a diferença construída entre as duas versões. 
Alternativas
Q4343152 Português
Um estudante do sétimo ano escreve o seguinte fragmento em um texto sobre o bairro onde mora:

"O bairro não tem área de lazer. As crianças brincam na rua. Isso é perigoso. A prefeitura prometeu uma praça. Ela não foi construída. Os moradores fizeram um abaixo-assinado."
Assinale a alternativa que analisa CORRETAMENTE o fragmento quanto à coesão e à coerência.
Alternativas
Q4343151 Português
Em uma reunião de área, professores de Língua Portuguesa discutem como abordar a organização dos textos com turmas de sexto a nono ano. Sobre esse trabalho, analise as afirmativas a seguir:

I. A estrutura de um texto resulta de escolhas orientadas pela finalidade e pelo interlocutor previstos, de modo que textos de um mesmo gênero podem organizar-se de maneiras distintas conforme a situação em que circulam.
II. Reconhecer a organização de um texto envolve identificar como as partes se articulam entre si e que função cada uma cumpre no conjunto, e não nomear as partes segundo um esquema aprendido previamente.
III. Como os gêneros apresentam estrutura relativamente estável, o ensino da organização textual se realiza pela apresentação de um esquema fixo, que o estudante preenche com o conteúdo que pretende comunicar.
IV. A identificação dos parágrafos e de seus tópicos frasais é suficiente para descrever a organização de um texto, uma vez que a progressão temática se manifesta na sucessão dos blocos gráficos.

Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Q4343049 Português

Analise o dispositivo a seguir, extraído da Lei Orgânica do Município de Riachão do Jacuípe:


Art. 7º-B. Ao Município incumbe, na sua órbita de atuação, concretizar os objetivos expressos na Constituição da República Federativa do Brasil, dentre eles, a eleição de representantes para o Legislativo e para o Executivo, em responsabilidade e transparência de ação, garantindo amplo acesso dos meios de comunicação aos atos e informações, bem como a participação, fiscalização e controle popular, nos termos desta Lei Orgânica.


RIACHÃO DO JACUÍPE (BA). Lei Orgânica do Município de Riachão do Jacuípe. Republicação. Diário Oficial Eletrônico da Câmara Municipal de Riachão do Jacuípe. 2018.

A compreensão do dispositivo permite concluir que a transparência da atuação municipal tem como finalidade principal
Alternativas
Q4343047 Português

Texto I


O realismo capitalista manifesta-se na percepção de que as formas atuais de organização econômica e social seriam as únicas possíveis. Nesse contexto, mudanças tecnológicas podem parecer inevitáveis, embora sua utilização resulte de escolhas políticas, institucionais e coletivas.


FISHER, Mark. Realismo capitalista. São Paulo: Autonomia Literária, 2020. Adaptado.



Texto II


A inteligência artificial generativa pode aumentar a produtividade e transformar diferentes ocupações. Seus efeitos sobre o trabalho, entretanto, dependem das políticas públicas, da qualificação profissional e das decisões tomadas por empresas e governos durante sua adoção.


ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO (OIT). Um em cada quatro empregos serão transformados pela inteligência artificial generativa, de acordo com novo índice da OIT e do NASK. Genebra: OIT, 20 maio 2025. Adaptado.

A análise conjunta dos textos indica que as transformações provocadas pela inteligência artificial no mercado de trabalho
Alternativas
Q4342929 Português

Como a psicologia educacional melhora o uso da IA no ensino-aprendizagem


Embora tenha potencial para transformar a forma como os estudantes aprendem, a inteligência artificial ainda tem sido usada nas escolas de maneira muito limitada. Muitos alunos recorrem à tecnologia apenas para concluir tarefas, sem necessariamente desenvolver novas habilidades ou aprofundar o próprio raciocínio.


Na prática, os alunos fazem perguntas ao chatbot, veem o resultado e vão ajustando por tentativa e erro, sem saber como formular bons comandos. Diante da falta de diretrizes claras, os professores têm reações variadas em relação à IA: alguns proíbem, outros incentivam, outros deixam o uso livre.


Quanto às instituições de ensino, parece que ainda não foram capazes de responder a algumas questões básicas como: quando a IA deve ser usada? Para quê? Como evitar que ela substitua o esforço intelectual? Como avaliar trabalhos feitos com auxílio de IA?


Segundo Andrew J. Martin, professor de psicologia educacional na Universidade de New South Wales, na Austrália, parte do problema está no fato de que muitos estudantes usam a IA como um atalho, terceirizando etapas do raciocínio que seriam importantes para desenvolver autonomia e compreensão


MARIN, Jorge. Como a psicologia educacional melhora o uso da IA no ensino-aprendizagem [fragmento]. CNN Brasil, [S. l.], 13 ago. 2026. Educação. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/como-a-psicologia-educacionalmelhora-o-uso-da-ia-no-ensino-aprendizagem/. Acesso em: 18 ago. 2026. 

"Segundo Andrew J. Martin, professor de psicologia educacional na Universidade de New South Wales, na Austrália, parte do problema está no fato de que muitos estudantes usam a IA como um atalho...",

No trecho, a expressão 'parte do problema' exerce função coesiva porque:

Alternativas
Q4342928 Português

Como a psicologia educacional melhora o uso da IA no ensino-aprendizagem


Embora tenha potencial para transformar a forma como os estudantes aprendem, a inteligência artificial ainda tem sido usada nas escolas de maneira muito limitada. Muitos alunos recorrem à tecnologia apenas para concluir tarefas, sem necessariamente desenvolver novas habilidades ou aprofundar o próprio raciocínio.


Na prática, os alunos fazem perguntas ao chatbot, veem o resultado e vão ajustando por tentativa e erro, sem saber como formular bons comandos. Diante da falta de diretrizes claras, os professores têm reações variadas em relação à IA: alguns proíbem, outros incentivam, outros deixam o uso livre.


Quanto às instituições de ensino, parece que ainda não foram capazes de responder a algumas questões básicas como: quando a IA deve ser usada? Para quê? Como evitar que ela substitua o esforço intelectual? Como avaliar trabalhos feitos com auxílio de IA?


Segundo Andrew J. Martin, professor de psicologia educacional na Universidade de New South Wales, na Austrália, parte do problema está no fato de que muitos estudantes usam a IA como um atalho, terceirizando etapas do raciocínio que seriam importantes para desenvolver autonomia e compreensão


MARIN, Jorge. Como a psicologia educacional melhora o uso da IA no ensino-aprendizagem [fragmento]. CNN Brasil, [S. l.], 13 ago. 2026. Educação. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/como-a-psicologia-educacionalmelhora-o-uso-da-ia-no-ensino-aprendizagem/. Acesso em: 18 ago. 2026. 

"Como a psicologia educacional melhora o uso da IA no ensino-aprendizagem."


Considerando a ortografia dos vocábulos presentes no texto-base, analise as afirmativas a seguir.


I.O vocábulo 'ensino-aprendizagem' está corretamente hifenizado, assim como os vocábulos 'bem-te-vi', 'arco-da-velha' e 'cor-de-rosa', casos consagrados pelo uso ou pela regra.

II.A forma verbal 'veem' perdeu o acento circunflexo porque, a partir do Acordo Ortográfico de 1990, as palavras paroxítonas terminadas em hiato duplo 'oo' ou 'ee' deixaram de ser acentuadas, regra que também se aplica a 'creem', 'deem' e 'leem'.

III.Diferentemente de 'ensino-aprendizagem', as locuções, em regra, não são hifenizadas pela norma vigente, como ocorre em 'cão de guarda' e 'café com leite'.

IV.O vocábulo 'tem', por ser monossílabo tônico terminado em 'em', não recebe acento pela regra geral dos monossílabos; já sua forma plural, 'têm', mantém o acento circunflexo como acento diferencial, exceção preservada pelo Acordo Ortográfico para distinguir singular e plural.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q4342871 Português

Leia o texto a seguir.



Nepal pede ação global contra aquecimento do clima após tragédia no Himalaia



País quer apoio internacional para enfrentar incertezas climáticas e ampliar a resposta aos desastres



    O ministro nepalês dos Negócios Estrangeiros, Shisir Khanal, pediu neste sábado um esforço global para enfrentar as alterações climáticas. Segundo ele, o Nepal é uma das principais vítimas do aquecimento global, embora contribua com menos de 0,01% das emissões de gases de efeito estufa.

    A manifestação ocorre após o colapso de uma geleira no Himalaia, na última quarta-feira, que desencadeou uma enxurrada devastadora na fronteira entre o Nepal e o Tibete. O desastre deixou pelo menos 683 mortos e mais de 3 mil desaparecidos, ampliando a pressão sobre as autoridades locais e sobre a comunidade internacional.

    Shisir Khanal informou que o Nepal pretende analisar o ocorrido em um mecanismo conjunto com investigadores chineses. Ele disse ainda que as conversas para criar um sistema de alerta em áreas mais vulneráveis já estavam em andamento antes da tragédia desta semana.

    O correspondente ambiental da BBC, Navin Singh Khadka, avalia que, nos próximos dias, será possível entender melhor o peso das alterações climáticas no colapso da geleira. Estudos recentes apontam para um degelo acelerado no Himalaia, e um levantamento divulgado em março indica que as taxas de derretimento na região dobraram desde 2000.



Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2026/08/1060747-nepal-pede-esforco-globalapos-colapso-de-geleira-no-himalaia.html. Acesso em 01/09/2026. Excerto. 

No título do texto, “Nepal pede ação global contra aquecimento do clima após tragédia no Himalaia”, as palavras em destaque são classificadas, respectivamente, como: 
Alternativas
Q4342870 Português

Leia o texto a seguir.



Nepal pede ação global contra aquecimento do clima após tragédia no Himalaia



País quer apoio internacional para enfrentar incertezas climáticas e ampliar a resposta aos desastres



    O ministro nepalês dos Negócios Estrangeiros, Shisir Khanal, pediu neste sábado um esforço global para enfrentar as alterações climáticas. Segundo ele, o Nepal é uma das principais vítimas do aquecimento global, embora contribua com menos de 0,01% das emissões de gases de efeito estufa.

    A manifestação ocorre após o colapso de uma geleira no Himalaia, na última quarta-feira, que desencadeou uma enxurrada devastadora na fronteira entre o Nepal e o Tibete. O desastre deixou pelo menos 683 mortos e mais de 3 mil desaparecidos, ampliando a pressão sobre as autoridades locais e sobre a comunidade internacional.

    Shisir Khanal informou que o Nepal pretende analisar o ocorrido em um mecanismo conjunto com investigadores chineses. Ele disse ainda que as conversas para criar um sistema de alerta em áreas mais vulneráveis já estavam em andamento antes da tragédia desta semana.

    O correspondente ambiental da BBC, Navin Singh Khadka, avalia que, nos próximos dias, será possível entender melhor o peso das alterações climáticas no colapso da geleira. Estudos recentes apontam para um degelo acelerado no Himalaia, e um levantamento divulgado em março indica que as taxas de derretimento na região dobraram desde 2000.



Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2026/08/1060747-nepal-pede-esforco-globalapos-colapso-de-geleira-no-himalaia.html. Acesso em 01/09/2026. Excerto. 

A progressão das informações, no último parágrafo do texto, permite estabelecer, entre os estudos sobre o degelo e a investigação do desastre, uma relação de: 
Alternativas
Q4342869 Português

Leia o texto a seguir.



Nepal pede ação global contra aquecimento do clima após tragédia no Himalaia



País quer apoio internacional para enfrentar incertezas climáticas e ampliar a resposta aos desastres



    O ministro nepalês dos Negócios Estrangeiros, Shisir Khanal, pediu neste sábado um esforço global para enfrentar as alterações climáticas. Segundo ele, o Nepal é uma das principais vítimas do aquecimento global, embora contribua com menos de 0,01% das emissões de gases de efeito estufa.

    A manifestação ocorre após o colapso de uma geleira no Himalaia, na última quarta-feira, que desencadeou uma enxurrada devastadora na fronteira entre o Nepal e o Tibete. O desastre deixou pelo menos 683 mortos e mais de 3 mil desaparecidos, ampliando a pressão sobre as autoridades locais e sobre a comunidade internacional.

    Shisir Khanal informou que o Nepal pretende analisar o ocorrido em um mecanismo conjunto com investigadores chineses. Ele disse ainda que as conversas para criar um sistema de alerta em áreas mais vulneráveis já estavam em andamento antes da tragédia desta semana.

    O correspondente ambiental da BBC, Navin Singh Khadka, avalia que, nos próximos dias, será possível entender melhor o peso das alterações climáticas no colapso da geleira. Estudos recentes apontam para um degelo acelerado no Himalaia, e um levantamento divulgado em março indica que as taxas de derretimento na região dobraram desde 2000.



Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2026/08/1060747-nepal-pede-esforco-globalapos-colapso-de-geleira-no-himalaia.html. Acesso em 01/09/2026. Excerto. 

No trecho “as conversas para criar um sistema de alerta em áreas mais vulneráveis já estavam em andamento antes da tragédia desta semana” (3º parágrafo), o emprego do termo em destaque contribui para: 
Alternativas
Respostas
1221: A
1222: D
1223: E
1224: C
1225: C
1226: C
1227: C
1228: D
1229: E
1230: C
1231: C
1232: D
1233: D
1234: B
1235: A
1236: E
1237: A
1238: D
1239: B
1240: A