Questões de Concurso

Foram encontradas 229.155 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3975385 Português

Texto 12A1-I


Ao lado estava a caixinha de costura, o novelo de linha, o papel com agulhas — a tesoura enferrujada da avó mal cortava os trapos. Mordia a língua, caprichando, entortava a cabeça, mas acabava rasgando os pedaços de pano. Precisava mandar amolar a tesoura, precisava mandar amolar a tesoura, “está cheia de dente, um serrote”. Há muito tempo pensava em amolar aquele traste.


A boneca Ceci esperava de olhos duros o vestido novo — porque em nova forma — se ajeitando nos retalhos furta-cores roubados da avó, da mãe, e até mesmo de Mundoca, que não queria saber de brincadeira.


— O tempo todo com essa boneca, está doida? “Se ela soubesse como Ceci consola a gente.”


As tardes sempre paradas quando o rio baixava, sentava-se na beira do cais, a água no tornozelo, fria e suave, mais tarde a tocar a ponta dos dedos, até ficar a um palmo ou dois de distância, espumando, correndo.


O rio enchia e secava, e ela nas pedras mornas — o barulho de tudo sem uma identificação precisa. Quantos vestidinhos ganhou Ceci naquelas tardes sem conta? Quando não tinha mais retalhos, virava o último vestido pelo avesso, o sujo sumia, Ceci não tinha mais queixas, “agora você está nova em folha”.


Francisco de Assis Almeida Brasil. Beira rio, beira vida. 15.ª edição, Teresina: Edições do Autor, 2013, p. 19

Da leitura do texto 12A1-I conclui-se que o agente das ações verbais expressas nas orações “Mordia a língua”, “caprichando” e “entortava a cabeça”, presentes no segundo período do primeiro parágrafo, remete a
Alternativas
Q3975384 Português

Texto 12A1-I


Ao lado estava a caixinha de costura, o novelo de linha, o papel com agulhas — a tesoura enferrujada da avó mal cortava os trapos. Mordia a língua, caprichando, entortava a cabeça, mas acabava rasgando os pedaços de pano. Precisava mandar amolar a tesoura, precisava mandar amolar a tesoura, “está cheia de dente, um serrote”. Há muito tempo pensava em amolar aquele traste.


A boneca Ceci esperava de olhos duros o vestido novo — porque em nova forma — se ajeitando nos retalhos furta-cores roubados da avó, da mãe, e até mesmo de Mundoca, que não queria saber de brincadeira.


— O tempo todo com essa boneca, está doida? “Se ela soubesse como Ceci consola a gente.”


As tardes sempre paradas quando o rio baixava, sentava-se na beira do cais, a água no tornozelo, fria e suave, mais tarde a tocar a ponta dos dedos, até ficar a um palmo ou dois de distância, espumando, correndo.


O rio enchia e secava, e ela nas pedras mornas — o barulho de tudo sem uma identificação precisa. Quantos vestidinhos ganhou Ceci naquelas tardes sem conta? Quando não tinha mais retalhos, virava o último vestido pelo avesso, o sujo sumia, Ceci não tinha mais queixas, “agora você está nova em folha”.


Francisco de Assis Almeida Brasil. Beira rio, beira vida. 15.ª edição, Teresina: Edições do Autor, 2013, p. 19

Assinale a opção correta em relação a aspectos linguísticos do primeiro período do texto 12A1-I.
Alternativas
Q3975383 Português

Texto 12A1-I


Ao lado estava a caixinha de costura, o novelo de linha, o papel com agulhas — a tesoura enferrujada da avó mal cortava os trapos. Mordia a língua, caprichando, entortava a cabeça, mas acabava rasgando os pedaços de pano. Precisava mandar amolar a tesoura, precisava mandar amolar a tesoura, “está cheia de dente, um serrote”. Há muito tempo pensava em amolar aquele traste.


A boneca Ceci esperava de olhos duros o vestido novo — porque em nova forma — se ajeitando nos retalhos furta-cores roubados da avó, da mãe, e até mesmo de Mundoca, que não queria saber de brincadeira.


— O tempo todo com essa boneca, está doida? “Se ela soubesse como Ceci consola a gente.”


As tardes sempre paradas quando o rio baixava, sentava-se na beira do cais, a água no tornozelo, fria e suave, mais tarde a tocar a ponta dos dedos, até ficar a um palmo ou dois de distância, espumando, correndo.


O rio enchia e secava, e ela nas pedras mornas — o barulho de tudo sem uma identificação precisa. Quantos vestidinhos ganhou Ceci naquelas tardes sem conta? Quando não tinha mais retalhos, virava o último vestido pelo avesso, o sujo sumia, Ceci não tinha mais queixas, “agora você está nova em folha”.


Francisco de Assis Almeida Brasil. Beira rio, beira vida. 15.ª edição, Teresina: Edições do Autor, 2013, p. 19

Em relação ao texto 12A1-I, julgue os itens a seguir.


I No trecho „Se ela soubesse como Ceci consola a gente.‟ (segundo período do terceiro parágrafo), a forma pronominal „a gente‟ inclui a personagem principal do excerto.

II No primeiro período do quarto parágrafo, o sujeito gramatical de terceira pessoa do singular que se identifica em “sentava-se” remete à personagem principal do excerto.

III No penúltimo parágrafo, o segmento “a um palmo ou dois de distância”, que funciona sintaticamente como adjunto adverbial, descreve o caminho percorrido pela personagem.


Assinale a opção correta. 

Alternativas
Q3975362 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo

Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?

Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Unidos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo "significativo e muito preocupante", afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.

O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.

"Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos", alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.

No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", do Instituto Pró-Livro.

A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram "nãoleitores", contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.

Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil. O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.

(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leituratemqueda-dramatica-e-preocupante-pelomundo.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-barmobile&utm_campaign=materias)
Na oração “No Brasil, a situação também é drástica.”, a palavra destacada pode ser classificada como:
Alternativas
Q3975361 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo

Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?

Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Unidos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo "significativo e muito preocupante", afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.

O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.

"Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos", alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.

No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", do Instituto Pró-Livro.

A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram "nãoleitores", contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.

Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil. O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.

(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leituratemqueda-dramatica-e-preocupante-pelomundo.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-barmobile&utm_campaign=materias)
Todas as palavras estão acentuadas corretamente, exceto em:
Alternativas
Q3975360 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo

Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?

Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Unidos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo "significativo e muito preocupante", afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.

O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.

"Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos", alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.

No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", do Instituto Pró-Livro.

A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram "nãoleitores", contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.

Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil. O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.

(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leituratemqueda-dramatica-e-preocupante-pelomundo.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-barmobile&utm_campaign=materias)
Assinale a alternativa que completa corretamente as orações abaixo:
“Dei o livro ____ menina da minha turma. Fui ____ pé para o mercado. Comecei ___ estudar hoje.”
Alternativas
Q3975359 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo

Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?

Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Unidos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo "significativo e muito preocupante", afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.

O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.

"Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos", alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.

No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", do Instituto Pró-Livro.

A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram "nãoleitores", contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.

Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil. O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.

(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leituratemqueda-dramatica-e-preocupante-pelomundo.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-barmobile&utm_campaign=materias)
Analise e assinale a alternativa que apresenta a classificação correta da palavra destacada:
“Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil.”
Alternativas
Q3975358 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo

Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?

Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Unidos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo "significativo e muito preocupante", afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.

O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.

"Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos", alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.

No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", do Instituto Pró-Livro.

A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram "nãoleitores", contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.

Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil. O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.

(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leituratemqueda-dramatica-e-preocupante-pelomundo.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-barmobile&utm_campaign=materias)
Assinale a opção que apresenta a classificação correta da oração abaixo:
“Joana leu muito, ficou cansada.”
Alternativas
Q3975357 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo

Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?

Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Unidos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo "significativo e muito preocupante", afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.

O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.

"Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos", alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.

No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", do Instituto Pró-Livro.

A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram "nãoleitores", contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.

Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil. O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.

(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leituratemqueda-dramatica-e-preocupante-pelomundo.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-barmobile&utm_campaign=materias)
Analise e assinale a alternativa que apresenta a classificação correta da palavra em destaque:
“Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.”
Alternativas
Q3975356 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo

Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?

Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Unidos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo "significativo e muito preocupante", afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.

O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.

"Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos", alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.

No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", do Instituto Pró-Livro.

A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram "nãoleitores", contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.

Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil. O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.

(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leituratemqueda-dramatica-e-preocupante-pelomundo.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-barmobile&utm_campaign=materias)
Na oração “Roubaram o meu livro”, há a presença de um:
Alternativas
Q3975355 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo

Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?

Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Unidos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo "significativo e muito preocupante", afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.

O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.

"Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos", alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.

No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", do Instituto Pró-Livro.

A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram "nãoleitores", contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.

Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil. O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.

(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leituratemqueda-dramatica-e-preocupante-pelomundo.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-barmobile&utm_campaign=materias)
Analise a citação abaixo:

“(...) pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.”

Na palavra destacada, há a presença de:
Alternativas
Q3975354 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo

Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?

Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Unidos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo "significativo e muito preocupante", afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.

O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.

"Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos", alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.

No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", do Instituto Pró-Livro.

A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram "nãoleitores", contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.

Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil. O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.

(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leituratemqueda-dramatica-e-preocupante-pelomundo.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-barmobile&utm_campaign=materias)
Na citação “No Brasil, a situação também é drástica.”, a palavra destacada pode ser classificada como:
Alternativas
Q3975353 Português
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo

Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?

Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Unidos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo "significativo e muito preocupante", afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.

O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.

"Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos", alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.

No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", do Instituto Pró-Livro.

A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram "nãoleitores", contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.

Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil. O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.

(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leituratemqueda-dramatica-e-preocupante-pelomundo.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-barmobile&utm_campaign=materias)
Assinale a alternativa incorreta, de acordo com o texto acima:
Alternativas
Q3974848 Português

Texto CG1A1


    Na esteira da pandemia de covid-19, as lições extraídas das primeiras necropsias desempenharam um papel crucial na redução das incertezas sobre como esse novo vírus estava infligindo tanto sofrimento e morte. Inicialmente, o que parecia ser apenas mais uma endemia desencadeada por um vírus respiratório, com origem na Ásia, revelou-se, em poucos meses, uma enfermidade nova e distinta, com poucas semelhanças com outras causadas pelos membros conhecidos da família dos coronavírus.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) enfrentou críticas por sua demora e hesitação em reconhecer a pandemia. Muitos "especialistas" fizeram previsões e ofereceram orientações categóricas, que acabaram sendo desmentidas pela rápida disseminação da doença.


    Cientistas e jornalistas especializados em saúde, que inicialmente advertiram sobre a complexidade e o prolongamento do caminho a ser percorrido, foram inicialmente recebidos com ceticismo. A valorização global do esforço dos profissionais de saúde foi generalizada, porém, entre tantas categorias homenageadas, é crucial destacar o papel dos médicos patologistas, que deram os primeiros passos decisivos e que tiveram sua importância reavaliada nesse contexto.


    Graças às informações comparativas das autópsias, foi possível identificar a doença e entender que ela não tinha tantas semelhanças com as que já haviam acometido a sociedade humana. Porém, mais do que isso, foram reforçadas a necessidade de um maior controle sanitário e a importância de uma análise patológica minuciosa para enfrentar desafios de mesma natureza no futuro.



Internet: <https://cursos.escolaeducacao.com.br>  (com adaptações). 

No trecho “foram reforçadas a necessidade de um maior controle sanitário e a importância de uma análise patológica minuciosa” (último parágrafo do texto CG1A1), a locução verbal “foram reforçadas” poderia ser substituída, sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto, por
Alternativas
Q3974847 Português

Texto CG1A1


    Na esteira da pandemia de covid-19, as lições extraídas das primeiras necropsias desempenharam um papel crucial na redução das incertezas sobre como esse novo vírus estava infligindo tanto sofrimento e morte. Inicialmente, o que parecia ser apenas mais uma endemia desencadeada por um vírus respiratório, com origem na Ásia, revelou-se, em poucos meses, uma enfermidade nova e distinta, com poucas semelhanças com outras causadas pelos membros conhecidos da família dos coronavírus.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) enfrentou críticas por sua demora e hesitação em reconhecer a pandemia. Muitos "especialistas" fizeram previsões e ofereceram orientações categóricas, que acabaram sendo desmentidas pela rápida disseminação da doença.


    Cientistas e jornalistas especializados em saúde, que inicialmente advertiram sobre a complexidade e o prolongamento do caminho a ser percorrido, foram inicialmente recebidos com ceticismo. A valorização global do esforço dos profissionais de saúde foi generalizada, porém, entre tantas categorias homenageadas, é crucial destacar o papel dos médicos patologistas, que deram os primeiros passos decisivos e que tiveram sua importância reavaliada nesse contexto.


    Graças às informações comparativas das autópsias, foi possível identificar a doença e entender que ela não tinha tantas semelhanças com as que já haviam acometido a sociedade humana. Porém, mais do que isso, foram reforçadas a necessidade de um maior controle sanitário e a importância de uma análise patológica minuciosa para enfrentar desafios de mesma natureza no futuro.



Internet: <https://cursos.escolaeducacao.com.br>  (com adaptações). 

No trecho “A valorização global do esforço dos profissionais de saúde foi generalizada, porém, entre tantas categorias homenageadas, é crucial destacar o papel dos médicos patologistas” (terceiro parágrafo do texto CG1A1), o vocábulo “porém” classifica-se como conjunção que expressa
Alternativas
Q3974846 Português

Texto CG1A1


    Na esteira da pandemia de covid-19, as lições extraídas das primeiras necropsias desempenharam um papel crucial na redução das incertezas sobre como esse novo vírus estava infligindo tanto sofrimento e morte. Inicialmente, o que parecia ser apenas mais uma endemia desencadeada por um vírus respiratório, com origem na Ásia, revelou-se, em poucos meses, uma enfermidade nova e distinta, com poucas semelhanças com outras causadas pelos membros conhecidos da família dos coronavírus.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) enfrentou críticas por sua demora e hesitação em reconhecer a pandemia. Muitos "especialistas" fizeram previsões e ofereceram orientações categóricas, que acabaram sendo desmentidas pela rápida disseminação da doença.


    Cientistas e jornalistas especializados em saúde, que inicialmente advertiram sobre a complexidade e o prolongamento do caminho a ser percorrido, foram inicialmente recebidos com ceticismo. A valorização global do esforço dos profissionais de saúde foi generalizada, porém, entre tantas categorias homenageadas, é crucial destacar o papel dos médicos patologistas, que deram os primeiros passos decisivos e que tiveram sua importância reavaliada nesse contexto.


    Graças às informações comparativas das autópsias, foi possível identificar a doença e entender que ela não tinha tantas semelhanças com as que já haviam acometido a sociedade humana. Porém, mais do que isso, foram reforçadas a necessidade de um maior controle sanitário e a importância de uma análise patológica minuciosa para enfrentar desafios de mesma natureza no futuro.



Internet: <https://cursos.escolaeducacao.com.br>  (com adaptações). 

No trecho “Graças às informações comparativas das autópsias, foi possível identificar a doença” (último parágrafo do texto CG1A1), a expressão “Graças às” poderia ser substituída, sem prejuízo da correção gramatical e da coerência das ideias do texto, por
Alternativas
Q3974844 Português

Texto CG1A1


    Na esteira da pandemia de covid-19, as lições extraídas das primeiras necropsias desempenharam um papel crucial na redução das incertezas sobre como esse novo vírus estava infligindo tanto sofrimento e morte. Inicialmente, o que parecia ser apenas mais uma endemia desencadeada por um vírus respiratório, com origem na Ásia, revelou-se, em poucos meses, uma enfermidade nova e distinta, com poucas semelhanças com outras causadas pelos membros conhecidos da família dos coronavírus.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) enfrentou críticas por sua demora e hesitação em reconhecer a pandemia. Muitos "especialistas" fizeram previsões e ofereceram orientações categóricas, que acabaram sendo desmentidas pela rápida disseminação da doença.


    Cientistas e jornalistas especializados em saúde, que inicialmente advertiram sobre a complexidade e o prolongamento do caminho a ser percorrido, foram inicialmente recebidos com ceticismo. A valorização global do esforço dos profissionais de saúde foi generalizada, porém, entre tantas categorias homenageadas, é crucial destacar o papel dos médicos patologistas, que deram os primeiros passos decisivos e que tiveram sua importância reavaliada nesse contexto.


    Graças às informações comparativas das autópsias, foi possível identificar a doença e entender que ela não tinha tantas semelhanças com as que já haviam acometido a sociedade humana. Porém, mais do que isso, foram reforçadas a necessidade de um maior controle sanitário e a importância de uma análise patológica minuciosa para enfrentar desafios de mesma natureza no futuro.



Internet: <https://cursos.escolaeducacao.com.br>  (com adaptações). 

De acordo com as ideias veiculadas no texto CG1A1, as necropsias realizadas durante a pandemia de covid-19 
Alternativas
Q3974843 Português

Texto CG1A1


    Na esteira da pandemia de covid-19, as lições extraídas das primeiras necropsias desempenharam um papel crucial na redução das incertezas sobre como esse novo vírus estava infligindo tanto sofrimento e morte. Inicialmente, o que parecia ser apenas mais uma endemia desencadeada por um vírus respiratório, com origem na Ásia, revelou-se, em poucos meses, uma enfermidade nova e distinta, com poucas semelhanças com outras causadas pelos membros conhecidos da família dos coronavírus.


    A Organização Mundial da Saúde (OMS) enfrentou críticas por sua demora e hesitação em reconhecer a pandemia. Muitos "especialistas" fizeram previsões e ofereceram orientações categóricas, que acabaram sendo desmentidas pela rápida disseminação da doença.


    Cientistas e jornalistas especializados em saúde, que inicialmente advertiram sobre a complexidade e o prolongamento do caminho a ser percorrido, foram inicialmente recebidos com ceticismo. A valorização global do esforço dos profissionais de saúde foi generalizada, porém, entre tantas categorias homenageadas, é crucial destacar o papel dos médicos patologistas, que deram os primeiros passos decisivos e que tiveram sua importância reavaliada nesse contexto.


    Graças às informações comparativas das autópsias, foi possível identificar a doença e entender que ela não tinha tantas semelhanças com as que já haviam acometido a sociedade humana. Porém, mais do que isso, foram reforçadas a necessidade de um maior controle sanitário e a importância de uma análise patológica minuciosa para enfrentar desafios de mesma natureza no futuro.



Internet: <https://cursos.escolaeducacao.com.br>  (com adaptações). 

O texto CG1A1 destaca, no contexto da pandemia de covid-19, o papel relevante exercido
Alternativas
Q3974802 Português
No estudo da sintaxe da Língua Portuguesa, o sintagma nominal (SN) organiza-se em torno de um elemento central, responsável por determinar sua classe e função sintática. Considerando esse conceito, assinale a alternativa em que o termo destacado exerce a função de núcleo do sintagma nominal.
Alternativas
Q3974801 Português
A regência nominal e verbal diz respeito às relações de dependência que nomes (substantivos, adjetivos e advérbios) e verbos estabelecem com seus complementos, exigindo ou não o uso de preposição.

Assinale a alternativa em que a regência verbal está empregada INCORRETAMENTE
Alternativas
Respostas
3581: A
3582: B
3583: C
3584: C
3585: B
3586: A
3587: A
3588: D
3589: B
3590: C
3591: D
3592: C
3593: B
3594: D
3595: D
3596: A
3597: B
3598: C
3599: C
3600: D