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Q3851490 Português
Assinale a alternativa que indica o emprego correto de crase.
Alternativas
Q3851489 Português
Leia o trecho a seguir:
“O contador consultado ___________ as contas da empresa apresentou um relatório muito completo.”
Em relação à regência nominal do termo “consultado”, assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna. 
Alternativas
Q3851488 Português
Assinale a afirmativa em que o termo em destaque é um pronome possessivo.
Alternativas
Q3851487 Português
Assinale a alternativa em que o vocábulo “a” em destaque NÃO exerce a função de artigo. 
Alternativas
Q3851486 Português
Assinale a alternativa que contém a frase correta em relação à pontuação.
Alternativas
Q3851485 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


O Risadinha (I)


        Seria melhor dizer que ele não teve infância. Mas não é verdade. Eu o conheci menino, trepando às árvores, armando alçapão para canários-da-terra, bodoqueando as rolinhas, rolando pneu velho pelas ruas, pegando traseira de bonde, chamando o Professor Asdrúbal de Jaburu. Foi este último um dos mais divertidos e perigosos brinquedos da nossa infância: o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas. 


        Nestor, em suma, teve a meninice normal de um filho de funcionário público em nosso tempo, tempo incerto, pois os recursos da Fazenda na província eram magros, e os pagamentos se atrasavam, enervando a população.


        Seus companheiros talvez nem soubessem que se chamasse Nestor; era para todos o Risadinha. Falava pouco e ria muito, um riso de fato diminutivo, nascido de reservados solilóquios, quase extemporâneo. Certa feita, na aula de francês, quando entoávamos em coro o presente do subjuntivo do verbo s'en aller, Risadinha pespegou uma bólide de papel bem na ponta do nariz do professor, que era muito branco, pedante a capricho e tinha o nome de Demóstenes. O rosto do mestre passou do pálido ao rubro das suas tremendas cóleras. Um dos seus prazeres, sendo-lhe vetado por lei castigar-nos com o bastão, era desfiar em cima do culpado uma série de insultos preciosos, que ele ia escandindo um por um, sem pressa e com ódio. 


        — Levante-se, seu Nestor! Sa-cri-pan-ta! Ne-gli-gen-te! Si-co-fan-ta! Tu-nan-te! Man-drião! Ca-la-cei-ro! Pan-di-lha! Bil-tre! Tram-po-linei-ro! Bar-gan-te! Es-trói-na! Val-de-vi-nos! Va-ga-bun-do!...


        Pegando a deixa da única palavra inteligível, Risadinha erguia o dedo no ar e protestava, com ar ofendido:


        — Vagabundo, não, professor. 


        Era um artista do cinismo, e sua momice de inocência era de tal arte que até mesmo seu Demóstenes não conseguia conter o riso. Como também somente ele já arrancara uma gargalhada do padre-prefeito, um alemão da altura da catedral de Colônia, num dia em que vinha caminhando lento e distraído, fora da forma.


        — Por que o senhorr não está na forma? — perguntou-lhe rosnando o padre, como se estivesse de promotor da Inquisição, diante de um herege horripilante.


        — É porque estou com meu pezinho machucado, respondeu com doçura o Risadinha.


        — E por que senhorr não está mancando? Risadinha olhou com espanto para os seus próprios pés, começando a mancar vistosamente:


        — Desculpe, seu padre, é porque eu tinha esquecido.


CAMPOS, Paulo Mendes. O risadinha. In: Para Gostar de Ler. São Paulo: Ática, 1992. p. 62. (Volume 2 – Crônicas).

Assinale a alternativa INCORRETA a respeito da concordância no seguinte parágrafo do texto:
“Foi este último um dos mais divertidos e perigosos brinquedos da nossa infância: o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas.”
Alternativas
Q3851484 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


O Risadinha (I)


        Seria melhor dizer que ele não teve infância. Mas não é verdade. Eu o conheci menino, trepando às árvores, armando alçapão para canários-da-terra, bodoqueando as rolinhas, rolando pneu velho pelas ruas, pegando traseira de bonde, chamando o Professor Asdrúbal de Jaburu. Foi este último um dos mais divertidos e perigosos brinquedos da nossa infância: o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas. 


        Nestor, em suma, teve a meninice normal de um filho de funcionário público em nosso tempo, tempo incerto, pois os recursos da Fazenda na província eram magros, e os pagamentos se atrasavam, enervando a população.


        Seus companheiros talvez nem soubessem que se chamasse Nestor; era para todos o Risadinha. Falava pouco e ria muito, um riso de fato diminutivo, nascido de reservados solilóquios, quase extemporâneo. Certa feita, na aula de francês, quando entoávamos em coro o presente do subjuntivo do verbo s'en aller, Risadinha pespegou uma bólide de papel bem na ponta do nariz do professor, que era muito branco, pedante a capricho e tinha o nome de Demóstenes. O rosto do mestre passou do pálido ao rubro das suas tremendas cóleras. Um dos seus prazeres, sendo-lhe vetado por lei castigar-nos com o bastão, era desfiar em cima do culpado uma série de insultos preciosos, que ele ia escandindo um por um, sem pressa e com ódio. 


        — Levante-se, seu Nestor! Sa-cri-pan-ta! Ne-gli-gen-te! Si-co-fan-ta! Tu-nan-te! Man-drião! Ca-la-cei-ro! Pan-di-lha! Bil-tre! Tram-po-linei-ro! Bar-gan-te! Es-trói-na! Val-de-vi-nos! Va-ga-bun-do!...


        Pegando a deixa da única palavra inteligível, Risadinha erguia o dedo no ar e protestava, com ar ofendido:


        — Vagabundo, não, professor. 


        Era um artista do cinismo, e sua momice de inocência era de tal arte que até mesmo seu Demóstenes não conseguia conter o riso. Como também somente ele já arrancara uma gargalhada do padre-prefeito, um alemão da altura da catedral de Colônia, num dia em que vinha caminhando lento e distraído, fora da forma.


        — Por que o senhorr não está na forma? — perguntou-lhe rosnando o padre, como se estivesse de promotor da Inquisição, diante de um herege horripilante.


        — É porque estou com meu pezinho machucado, respondeu com doçura o Risadinha.


        — E por que senhorr não está mancando? Risadinha olhou com espanto para os seus próprios pés, começando a mancar vistosamente:


        — Desculpe, seu padre, é porque eu tinha esquecido.


CAMPOS, Paulo Mendes. O risadinha. In: Para Gostar de Ler. São Paulo: Ática, 1992. p. 62. (Volume 2 – Crônicas).

Assinale a alternativa que contém um sinônimo do termo “vetado” destacado no trecho do texto a seguir:
“Um dos seus prazeres, sendo-lhe vetado por lei castigar-nos com o bastão, era desfiar em cima do culpado uma série de insultos preciosos, que ele ia escandindo um por um, sem pressa e com ódio.”
Alternativas
Q3851483 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


O Risadinha (I)


        Seria melhor dizer que ele não teve infância. Mas não é verdade. Eu o conheci menino, trepando às árvores, armando alçapão para canários-da-terra, bodoqueando as rolinhas, rolando pneu velho pelas ruas, pegando traseira de bonde, chamando o Professor Asdrúbal de Jaburu. Foi este último um dos mais divertidos e perigosos brinquedos da nossa infância: o velho corria atrás da gente brandindo a bengala, seus bastos bigodes amarelos fremindo sob as ventas vulcânicas. 


        Nestor, em suma, teve a meninice normal de um filho de funcionário público em nosso tempo, tempo incerto, pois os recursos da Fazenda na província eram magros, e os pagamentos se atrasavam, enervando a população.


        Seus companheiros talvez nem soubessem que se chamasse Nestor; era para todos o Risadinha. Falava pouco e ria muito, um riso de fato diminutivo, nascido de reservados solilóquios, quase extemporâneo. Certa feita, na aula de francês, quando entoávamos em coro o presente do subjuntivo do verbo s'en aller, Risadinha pespegou uma bólide de papel bem na ponta do nariz do professor, que era muito branco, pedante a capricho e tinha o nome de Demóstenes. O rosto do mestre passou do pálido ao rubro das suas tremendas cóleras. Um dos seus prazeres, sendo-lhe vetado por lei castigar-nos com o bastão, era desfiar em cima do culpado uma série de insultos preciosos, que ele ia escandindo um por um, sem pressa e com ódio. 


        — Levante-se, seu Nestor! Sa-cri-pan-ta! Ne-gli-gen-te! Si-co-fan-ta! Tu-nan-te! Man-drião! Ca-la-cei-ro! Pan-di-lha! Bil-tre! Tram-po-linei-ro! Bar-gan-te! Es-trói-na! Val-de-vi-nos! Va-ga-bun-do!...


        Pegando a deixa da única palavra inteligível, Risadinha erguia o dedo no ar e protestava, com ar ofendido:


        — Vagabundo, não, professor. 


        Era um artista do cinismo, e sua momice de inocência era de tal arte que até mesmo seu Demóstenes não conseguia conter o riso. Como também somente ele já arrancara uma gargalhada do padre-prefeito, um alemão da altura da catedral de Colônia, num dia em que vinha caminhando lento e distraído, fora da forma.


        — Por que o senhorr não está na forma? — perguntou-lhe rosnando o padre, como se estivesse de promotor da Inquisição, diante de um herege horripilante.


        — É porque estou com meu pezinho machucado, respondeu com doçura o Risadinha.


        — E por que senhorr não está mancando? Risadinha olhou com espanto para os seus próprios pés, começando a mancar vistosamente:


        — Desculpe, seu padre, é porque eu tinha esquecido.


CAMPOS, Paulo Mendes. O risadinha. In: Para Gostar de Ler. São Paulo: Ática, 1992. p. 62. (Volume 2 – Crônicas).

Releia o trecho do texto:
“Nestor, em suma, teve a meninice normal de um filho de funcionário público em nosso tempo, tempo incerto, pois os recursos da Fazenda na província eram magros, e os pagamentos se atrasavam, enervando a população.”
Assinale a alternativa que contém um termo ou expressão utilizado em sentido figurado no trecho acima:
Alternativas
Q4031970 Veterinária
A vacinação animal é uma responsabilidade sanitária essencial para tutores, produtores rurais e para a saúde pública em geral. A não imunização pode ter consequências legais e sérias para a saúde do animal e da população humana, visto que muitas doenças são zoonoses, ou seja, transmissíveis entre animais e pessoas. Durante a campanha de vacinação contra a febre aftosa, um produtor rural se recusa a vacinar seus bovinos, alegando custos e falta de casos na região. O técnico agrícola é chamado para orientar. Diante disso, julgue as afirmativas abaixo:

I.A vacinação contra febre aftosa não é obrigatória em todo território nacional, conforme calendário estadual.
II.A não vacinação implica multa e restrição de trânsito animal.
III.A febre aftosa é doença de erradicação nacional, com controle sob o Ministério da Agricultura e Pecuária.
IV.O técnico deve comunicar o caso ao serviço de defesa agropecuária.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4031954 Português
Como o metanol age no corpo e pode provocar falência de órgãos



Casos recentes de intoxicação grave por metanol — composto químico usado em solventes e combustíveis, altamente tóxico e impróprio para consumo humano — causam preocupação no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, há quatorze casos confirmados, com duas mortes em São Paulo, e outros cento e oitenta e um em investigação.

Embora o metanol e o etanol sejam quimicamente semelhantes e indistinguíveis a olho nu, seus efeitos no organismo são radicalmente diferentes. Ambos são metabolizados pela mesma enzima no fígado, mas o etanol gera substâncias menos nocivas, enquanto o metanol é transformado em formaldeído e ácido fórmico, compostos extremamente tóxicos. O ácido fórmico corrói o nervo óptico, afeta estruturas do sistema nervoso, altera o pH do sangue e compromete o funcionamento de órgãos vitais, podendo levar à falência de múltiplos sistemas.

As intoxicações recentes chamam atenção por ocorrerem em bares, com bebidas adulteradas como gim, uísque e vodca. Não se sabe se o metanol foi adicionado intencionalmente ou se houve contaminação acidental, mas autoridades suspeitam da primeira hipótese.

O metanol é rapidamente absorvido, e os sintomas aparecem entre duas e quarenta e oito horas após a ingestão, dependendo da dose. Os metabólitos tóxicos atingem rapidamente o sistema nervoso, provocando dor de cabeça intensa, alterações visuais e, em casos graves, cegueira. A substância também causa acidose metabólica, tornando o sangue mais ácido. O corpo tenta compensar, aumentando a frequência respiratória, mas o coração, os pulmões e os rins sofrem com a sobrecarga, o que pode levar à insuficiência renal e falência múltipla de órgãos. Não há dose segura: até dez mililitros já foram suficientes para causar casos graves.

O tratamento precisa ser rápido e envolve a administração de etanol endovenoso, que compete com o metanol no fígado e impede sua conversão em ácido fórmico. Hemodiálise, bicarbonato endovenoso, suporte respiratório e hidratação também são utilizados. Em outros países, o fomepizol, ainda indisponível no Brasil, bloqueia diretamente a enzima responsável pelo metabolismo do metanol e evita a formação de substâncias tóxicas.

A recomendação mais segura é evitar o consumo de destilados até novas orientações das autoridades sanitárias, pois não é possível identificar a presença de metanol pela aparência, odor ou marca. Casos recentes envolveram até pessoas jovens e saudáveis que consumiram pequenas quantidades em estabelecimentos de alto padrão.

A população deve ficar atenta a sintomas como náusea intensa, tontura, alterações visuais e falta de ar após ingerir álcool. Quem tiver dificuldade em suspender o consumo deve procurar ajuda profissional.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4yg10envko.adaptado.

Embora o metanol e o etanol sejam quimicamente semelhantes e indistinguíveis a olho nu, seus efeitos no organismo são radicalmente diferentes. Ambos são metabolizados pela mesma enzima no fígado.


O número de artigos simples presentes no trecho é de:

Alternativas
Q4031953 Português
Como o metanol age no corpo e pode provocar falência de órgãos



Casos recentes de intoxicação grave por metanol — composto químico usado em solventes e combustíveis, altamente tóxico e impróprio para consumo humano — causam preocupação no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, há quatorze casos confirmados, com duas mortes em São Paulo, e outros cento e oitenta e um em investigação.

Embora o metanol e o etanol sejam quimicamente semelhantes e indistinguíveis a olho nu, seus efeitos no organismo são radicalmente diferentes. Ambos são metabolizados pela mesma enzima no fígado, mas o etanol gera substâncias menos nocivas, enquanto o metanol é transformado em formaldeído e ácido fórmico, compostos extremamente tóxicos. O ácido fórmico corrói o nervo óptico, afeta estruturas do sistema nervoso, altera o pH do sangue e compromete o funcionamento de órgãos vitais, podendo levar à falência de múltiplos sistemas.

As intoxicações recentes chamam atenção por ocorrerem em bares, com bebidas adulteradas como gim, uísque e vodca. Não se sabe se o metanol foi adicionado intencionalmente ou se houve contaminação acidental, mas autoridades suspeitam da primeira hipótese.

O metanol é rapidamente absorvido, e os sintomas aparecem entre duas e quarenta e oito horas após a ingestão, dependendo da dose. Os metabólitos tóxicos atingem rapidamente o sistema nervoso, provocando dor de cabeça intensa, alterações visuais e, em casos graves, cegueira. A substância também causa acidose metabólica, tornando o sangue mais ácido. O corpo tenta compensar, aumentando a frequência respiratória, mas o coração, os pulmões e os rins sofrem com a sobrecarga, o que pode levar à insuficiência renal e falência múltipla de órgãos. Não há dose segura: até dez mililitros já foram suficientes para causar casos graves.

O tratamento precisa ser rápido e envolve a administração de etanol endovenoso, que compete com o metanol no fígado e impede sua conversão em ácido fórmico. Hemodiálise, bicarbonato endovenoso, suporte respiratório e hidratação também são utilizados. Em outros países, o fomepizol, ainda indisponível no Brasil, bloqueia diretamente a enzima responsável pelo metabolismo do metanol e evita a formação de substâncias tóxicas.

A recomendação mais segura é evitar o consumo de destilados até novas orientações das autoridades sanitárias, pois não é possível identificar a presença de metanol pela aparência, odor ou marca. Casos recentes envolveram até pessoas jovens e saudáveis que consumiram pequenas quantidades em estabelecimentos de alto padrão.

A população deve ficar atenta a sintomas como náusea intensa, tontura, alterações visuais e falta de ar após ingerir álcool. Quem tiver dificuldade em suspender o consumo deve procurar ajuda profissional.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4yg10envko.adaptado.
O ácido fórmico corrói o nervo óptico, afeta estruturas do sistema nervoso, altera o pH do sangue e compromete o funcionamento de órgãos vitais, podendo levar "à" falência de múltiplos sistemas.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que, nesta frase, 
Alternativas
Q4031952 Português
Como o metanol age no corpo e pode provocar falência de órgãos



Casos recentes de intoxicação grave por metanol — composto químico usado em solventes e combustíveis, altamente tóxico e impróprio para consumo humano — causam preocupação no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, há quatorze casos confirmados, com duas mortes em São Paulo, e outros cento e oitenta e um em investigação.

Embora o metanol e o etanol sejam quimicamente semelhantes e indistinguíveis a olho nu, seus efeitos no organismo são radicalmente diferentes. Ambos são metabolizados pela mesma enzima no fígado, mas o etanol gera substâncias menos nocivas, enquanto o metanol é transformado em formaldeído e ácido fórmico, compostos extremamente tóxicos. O ácido fórmico corrói o nervo óptico, afeta estruturas do sistema nervoso, altera o pH do sangue e compromete o funcionamento de órgãos vitais, podendo levar à falência de múltiplos sistemas.

As intoxicações recentes chamam atenção por ocorrerem em bares, com bebidas adulteradas como gim, uísque e vodca. Não se sabe se o metanol foi adicionado intencionalmente ou se houve contaminação acidental, mas autoridades suspeitam da primeira hipótese.

O metanol é rapidamente absorvido, e os sintomas aparecem entre duas e quarenta e oito horas após a ingestão, dependendo da dose. Os metabólitos tóxicos atingem rapidamente o sistema nervoso, provocando dor de cabeça intensa, alterações visuais e, em casos graves, cegueira. A substância também causa acidose metabólica, tornando o sangue mais ácido. O corpo tenta compensar, aumentando a frequência respiratória, mas o coração, os pulmões e os rins sofrem com a sobrecarga, o que pode levar à insuficiência renal e falência múltipla de órgãos. Não há dose segura: até dez mililitros já foram suficientes para causar casos graves.

O tratamento precisa ser rápido e envolve a administração de etanol endovenoso, que compete com o metanol no fígado e impede sua conversão em ácido fórmico. Hemodiálise, bicarbonato endovenoso, suporte respiratório e hidratação também são utilizados. Em outros países, o fomepizol, ainda indisponível no Brasil, bloqueia diretamente a enzima responsável pelo metabolismo do metanol e evita a formação de substâncias tóxicas.

A recomendação mais segura é evitar o consumo de destilados até novas orientações das autoridades sanitárias, pois não é possível identificar a presença de metanol pela aparência, odor ou marca. Casos recentes envolveram até pessoas jovens e saudáveis que consumiram pequenas quantidades em estabelecimentos de alto padrão.

A população deve ficar atenta a sintomas como náusea intensa, tontura, alterações visuais e falta de ar após ingerir álcool. Quem tiver dificuldade em suspender o consumo deve procurar ajuda profissional.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4yg10envko.adaptado.
Os pulmões e os rins sofrem com a sobrecarga, o que "pode levar" à insuficiência renal e falência múltipla de órgãos.
Em relação à regência verbal, é correto afirmar que o termo destacado na frase funciona como:
Alternativas
Q4031950 Português
Como o metanol age no corpo e pode provocar falência de órgãos



Casos recentes de intoxicação grave por metanol — composto químico usado em solventes e combustíveis, altamente tóxico e impróprio para consumo humano — causam preocupação no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, há quatorze casos confirmados, com duas mortes em São Paulo, e outros cento e oitenta e um em investigação.

Embora o metanol e o etanol sejam quimicamente semelhantes e indistinguíveis a olho nu, seus efeitos no organismo são radicalmente diferentes. Ambos são metabolizados pela mesma enzima no fígado, mas o etanol gera substâncias menos nocivas, enquanto o metanol é transformado em formaldeído e ácido fórmico, compostos extremamente tóxicos. O ácido fórmico corrói o nervo óptico, afeta estruturas do sistema nervoso, altera o pH do sangue e compromete o funcionamento de órgãos vitais, podendo levar à falência de múltiplos sistemas.

As intoxicações recentes chamam atenção por ocorrerem em bares, com bebidas adulteradas como gim, uísque e vodca. Não se sabe se o metanol foi adicionado intencionalmente ou se houve contaminação acidental, mas autoridades suspeitam da primeira hipótese.

O metanol é rapidamente absorvido, e os sintomas aparecem entre duas e quarenta e oito horas após a ingestão, dependendo da dose. Os metabólitos tóxicos atingem rapidamente o sistema nervoso, provocando dor de cabeça intensa, alterações visuais e, em casos graves, cegueira. A substância também causa acidose metabólica, tornando o sangue mais ácido. O corpo tenta compensar, aumentando a frequência respiratória, mas o coração, os pulmões e os rins sofrem com a sobrecarga, o que pode levar à insuficiência renal e falência múltipla de órgãos. Não há dose segura: até dez mililitros já foram suficientes para causar casos graves.

O tratamento precisa ser rápido e envolve a administração de etanol endovenoso, que compete com o metanol no fígado e impede sua conversão em ácido fórmico. Hemodiálise, bicarbonato endovenoso, suporte respiratório e hidratação também são utilizados. Em outros países, o fomepizol, ainda indisponível no Brasil, bloqueia diretamente a enzima responsável pelo metabolismo do metanol e evita a formação de substâncias tóxicas.

A recomendação mais segura é evitar o consumo de destilados até novas orientações das autoridades sanitárias, pois não é possível identificar a presença de metanol pela aparência, odor ou marca. Casos recentes envolveram até pessoas jovens e saudáveis que consumiram pequenas quantidades em estabelecimentos de alto padrão.

A população deve ficar atenta a sintomas como náusea intensa, tontura, alterações visuais e falta de ar após ingerir álcool. Quem tiver dificuldade em suspender o consumo deve procurar ajuda profissional.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4yg10envko.adaptado.
Considere os dois trechos reduzidos do texto base:

Trecho 1

"O metanol é rapidamente absorvido. Os primeiros sintomas podem ser sentidos de duas até 48 horas — a depender de quanto da substância foi ingerido. Em algumas intoxicações se usa lavagem gástrica, mas no caso do metanol isso não adianta, porque a absorção é muito rápida."

Trecho 2

"Essa combinação de efeitos pode levar à falência múltipla de órgãos, porque cada sistema vital passa a funcionar de forma inadequada."

De acordo com a análise dos dois trechos, assinale a alternativa correta quanto aos aspectos de coesão textual.
Alternativas
Q4031949 Português
Como o metanol age no corpo e pode provocar falência de órgãos



Casos recentes de intoxicação grave por metanol — composto químico usado em solventes e combustíveis, altamente tóxico e impróprio para consumo humano — causam preocupação no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, há quatorze casos confirmados, com duas mortes em São Paulo, e outros cento e oitenta e um em investigação.

Embora o metanol e o etanol sejam quimicamente semelhantes e indistinguíveis a olho nu, seus efeitos no organismo são radicalmente diferentes. Ambos são metabolizados pela mesma enzima no fígado, mas o etanol gera substâncias menos nocivas, enquanto o metanol é transformado em formaldeído e ácido fórmico, compostos extremamente tóxicos. O ácido fórmico corrói o nervo óptico, afeta estruturas do sistema nervoso, altera o pH do sangue e compromete o funcionamento de órgãos vitais, podendo levar à falência de múltiplos sistemas.

As intoxicações recentes chamam atenção por ocorrerem em bares, com bebidas adulteradas como gim, uísque e vodca. Não se sabe se o metanol foi adicionado intencionalmente ou se houve contaminação acidental, mas autoridades suspeitam da primeira hipótese.

O metanol é rapidamente absorvido, e os sintomas aparecem entre duas e quarenta e oito horas após a ingestão, dependendo da dose. Os metabólitos tóxicos atingem rapidamente o sistema nervoso, provocando dor de cabeça intensa, alterações visuais e, em casos graves, cegueira. A substância também causa acidose metabólica, tornando o sangue mais ácido. O corpo tenta compensar, aumentando a frequência respiratória, mas o coração, os pulmões e os rins sofrem com a sobrecarga, o que pode levar à insuficiência renal e falência múltipla de órgãos. Não há dose segura: até dez mililitros já foram suficientes para causar casos graves.

O tratamento precisa ser rápido e envolve a administração de etanol endovenoso, que compete com o metanol no fígado e impede sua conversão em ácido fórmico. Hemodiálise, bicarbonato endovenoso, suporte respiratório e hidratação também são utilizados. Em outros países, o fomepizol, ainda indisponível no Brasil, bloqueia diretamente a enzima responsável pelo metabolismo do metanol e evita a formação de substâncias tóxicas.

A recomendação mais segura é evitar o consumo de destilados até novas orientações das autoridades sanitárias, pois não é possível identificar a presença de metanol pela aparência, odor ou marca. Casos recentes envolveram até pessoas jovens e saudáveis que consumiram pequenas quantidades em estabelecimentos de alto padrão.

A população deve ficar atenta a sintomas como náusea intensa, tontura, alterações visuais e falta de ar após ingerir álcool. Quem tiver dificuldade em suspender o consumo deve procurar ajuda profissional.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4yg10envko.adaptado.
Casos recentes de intoxicação grave por metanol — "composto químico usado em solventes e combustíveis, altamente tóxico e impróprio para consumo humano" — causam preocupação no Brasil.
Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
Alternativas
Q4031948 Português
Como o metanol age no corpo e pode provocar falência de órgãos



Casos recentes de intoxicação grave por metanol — composto químico usado em solventes e combustíveis, altamente tóxico e impróprio para consumo humano — causam preocupação no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, há quatorze casos confirmados, com duas mortes em São Paulo, e outros cento e oitenta e um em investigação.

Embora o metanol e o etanol sejam quimicamente semelhantes e indistinguíveis a olho nu, seus efeitos no organismo são radicalmente diferentes. Ambos são metabolizados pela mesma enzima no fígado, mas o etanol gera substâncias menos nocivas, enquanto o metanol é transformado em formaldeído e ácido fórmico, compostos extremamente tóxicos. O ácido fórmico corrói o nervo óptico, afeta estruturas do sistema nervoso, altera o pH do sangue e compromete o funcionamento de órgãos vitais, podendo levar à falência de múltiplos sistemas.

As intoxicações recentes chamam atenção por ocorrerem em bares, com bebidas adulteradas como gim, uísque e vodca. Não se sabe se o metanol foi adicionado intencionalmente ou se houve contaminação acidental, mas autoridades suspeitam da primeira hipótese.

O metanol é rapidamente absorvido, e os sintomas aparecem entre duas e quarenta e oito horas após a ingestão, dependendo da dose. Os metabólitos tóxicos atingem rapidamente o sistema nervoso, provocando dor de cabeça intensa, alterações visuais e, em casos graves, cegueira. A substância também causa acidose metabólica, tornando o sangue mais ácido. O corpo tenta compensar, aumentando a frequência respiratória, mas o coração, os pulmões e os rins sofrem com a sobrecarga, o que pode levar à insuficiência renal e falência múltipla de órgãos. Não há dose segura: até dez mililitros já foram suficientes para causar casos graves.

O tratamento precisa ser rápido e envolve a administração de etanol endovenoso, que compete com o metanol no fígado e impede sua conversão em ácido fórmico. Hemodiálise, bicarbonato endovenoso, suporte respiratório e hidratação também são utilizados. Em outros países, o fomepizol, ainda indisponível no Brasil, bloqueia diretamente a enzima responsável pelo metabolismo do metanol e evita a formação de substâncias tóxicas.

A recomendação mais segura é evitar o consumo de destilados até novas orientações das autoridades sanitárias, pois não é possível identificar a presença de metanol pela aparência, odor ou marca. Casos recentes envolveram até pessoas jovens e saudáveis que consumiram pequenas quantidades em estabelecimentos de alto padrão.

A população deve ficar atenta a sintomas como náusea intensa, tontura, alterações visuais e falta de ar após ingerir álcool. Quem tiver dificuldade em suspender o consumo deve procurar ajuda profissional.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4yg10envko.adaptado.
Os metabólitos tóxicos atingem rapidamente "o sistema nervoso", provocando dor de cabeça intensa.
De acordo com as regras de colocação pronominal, a forma culta do pronome oblíquo para substituir o termo destacado é: 
Alternativas
Q4031947 Português
Como o metanol age no corpo e pode provocar falência de órgãos



Casos recentes de intoxicação grave por metanol — composto químico usado em solventes e combustíveis, altamente tóxico e impróprio para consumo humano — causam preocupação no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, há quatorze casos confirmados, com duas mortes em São Paulo, e outros cento e oitenta e um em investigação.

Embora o metanol e o etanol sejam quimicamente semelhantes e indistinguíveis a olho nu, seus efeitos no organismo são radicalmente diferentes. Ambos são metabolizados pela mesma enzima no fígado, mas o etanol gera substâncias menos nocivas, enquanto o metanol é transformado em formaldeído e ácido fórmico, compostos extremamente tóxicos. O ácido fórmico corrói o nervo óptico, afeta estruturas do sistema nervoso, altera o pH do sangue e compromete o funcionamento de órgãos vitais, podendo levar à falência de múltiplos sistemas.

As intoxicações recentes chamam atenção por ocorrerem em bares, com bebidas adulteradas como gim, uísque e vodca. Não se sabe se o metanol foi adicionado intencionalmente ou se houve contaminação acidental, mas autoridades suspeitam da primeira hipótese.

O metanol é rapidamente absorvido, e os sintomas aparecem entre duas e quarenta e oito horas após a ingestão, dependendo da dose. Os metabólitos tóxicos atingem rapidamente o sistema nervoso, provocando dor de cabeça intensa, alterações visuais e, em casos graves, cegueira. A substância também causa acidose metabólica, tornando o sangue mais ácido. O corpo tenta compensar, aumentando a frequência respiratória, mas o coração, os pulmões e os rins sofrem com a sobrecarga, o que pode levar à insuficiência renal e falência múltipla de órgãos. Não há dose segura: até dez mililitros já foram suficientes para causar casos graves.

O tratamento precisa ser rápido e envolve a administração de etanol endovenoso, que compete com o metanol no fígado e impede sua conversão em ácido fórmico. Hemodiálise, bicarbonato endovenoso, suporte respiratório e hidratação também são utilizados. Em outros países, o fomepizol, ainda indisponível no Brasil, bloqueia diretamente a enzima responsável pelo metabolismo do metanol e evita a formação de substâncias tóxicas.

A recomendação mais segura é evitar o consumo de destilados até novas orientações das autoridades sanitárias, pois não é possível identificar a presença de metanol pela aparência, odor ou marca. Casos recentes envolveram até pessoas jovens e saudáveis que consumiram pequenas quantidades em estabelecimentos de alto padrão.

A população deve ficar atenta a sintomas como náusea intensa, tontura, alterações visuais e falta de ar após ingerir álcool. Quem tiver dificuldade em suspender o consumo deve procurar ajuda profissional.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4yg10envko.adaptado.
A população deve ficar atenta a sintomas como náusea intensa, tontura, alterações visuais e falta de ar após ingerir álcool.
No contexto da frase, o vocábulo "atenta" pode ser corretamente substituído, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q4031946 Português
Como o metanol age no corpo e pode provocar falência de órgãos



Casos recentes de intoxicação grave por metanol — composto químico usado em solventes e combustíveis, altamente tóxico e impróprio para consumo humano — causam preocupação no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, há quatorze casos confirmados, com duas mortes em São Paulo, e outros cento e oitenta e um em investigação.

Embora o metanol e o etanol sejam quimicamente semelhantes e indistinguíveis a olho nu, seus efeitos no organismo são radicalmente diferentes. Ambos são metabolizados pela mesma enzima no fígado, mas o etanol gera substâncias menos nocivas, enquanto o metanol é transformado em formaldeído e ácido fórmico, compostos extremamente tóxicos. O ácido fórmico corrói o nervo óptico, afeta estruturas do sistema nervoso, altera o pH do sangue e compromete o funcionamento de órgãos vitais, podendo levar à falência de múltiplos sistemas.

As intoxicações recentes chamam atenção por ocorrerem em bares, com bebidas adulteradas como gim, uísque e vodca. Não se sabe se o metanol foi adicionado intencionalmente ou se houve contaminação acidental, mas autoridades suspeitam da primeira hipótese.

O metanol é rapidamente absorvido, e os sintomas aparecem entre duas e quarenta e oito horas após a ingestão, dependendo da dose. Os metabólitos tóxicos atingem rapidamente o sistema nervoso, provocando dor de cabeça intensa, alterações visuais e, em casos graves, cegueira. A substância também causa acidose metabólica, tornando o sangue mais ácido. O corpo tenta compensar, aumentando a frequência respiratória, mas o coração, os pulmões e os rins sofrem com a sobrecarga, o que pode levar à insuficiência renal e falência múltipla de órgãos. Não há dose segura: até dez mililitros já foram suficientes para causar casos graves.

O tratamento precisa ser rápido e envolve a administração de etanol endovenoso, que compete com o metanol no fígado e impede sua conversão em ácido fórmico. Hemodiálise, bicarbonato endovenoso, suporte respiratório e hidratação também são utilizados. Em outros países, o fomepizol, ainda indisponível no Brasil, bloqueia diretamente a enzima responsável pelo metabolismo do metanol e evita a formação de substâncias tóxicas.

A recomendação mais segura é evitar o consumo de destilados até novas orientações das autoridades sanitárias, pois não é possível identificar a presença de metanol pela aparência, odor ou marca. Casos recentes envolveram até pessoas jovens e saudáveis que consumiram pequenas quantidades em estabelecimentos de alto padrão.

A população deve ficar atenta a sintomas como náusea intensa, tontura, alterações visuais e falta de ar após ingerir álcool. Quem tiver dificuldade em suspender o consumo deve procurar ajuda profissional.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4yg10envko.adaptado.
 O metanol é rapidamente absorvido, e os sintomas aparecem entre duas e quarenta e oito horas após a ingestão, dependendo da dose.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação, sem alteração do sentido original da frase. 
Alternativas
Q3987326 Direito Ambiental
Com base na Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, de acordo com o Art. 11, a dimensão ambiental deve constar dos currículos de formação de professores, em todos os níveis e em todas as disciplinas. Conforme o parágrafo único desse artigo, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3987322 Direito Ambiental
De acordo com o Decreto nº 4.281, de 25 de junho de 2002, que Regulamenta a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, a qual institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências, quem deverá consignar recursos para a realização das atividades e para o cumprimento dos objetivos da Política Nacional de Educação Ambiental?
Alternativas
Q3987321 Direito Ambiental
De acordo com a Lei n° 9.795, de 27 de abril de 1999, que dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências, a campanha a ser celebrada anualmente como parte das atividades da educação ambiental não formal denomina-se
Alternativas
Respostas
161: E
162: D
163: A
164: E
165: B
166: E
167: E
168: C
169: A
170: D
171: D
172: A
173: A
174: B
175: A
176: C
177: B
178: B
179: A
180: B