Questões de Concurso
Comentadas para programador de computador
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Sobre programação orientada a objetos analise as afirmativas:
I- A POO (programação orientada a objetos) encapsula dados (atributos) e métodos (comportamento) em objetos.
II- Os objetos têm a propriedade de ocultar informações. Isto significa que, embora os objetos possam saber se comunicar uns com os outros, através de interfaces bem-definidas, os objetos, normalmente, não têm permissão para conhecer como os outros objetos são implementados.
III- O conceito de Encapsulamento (ocultamento de informação) é baseado na restrição do escopo ou visibilidade da informação, utilizada em projetos baseados em objetos, para obter melhor legibilidade, manutenibilidade e reusabilidade do software.
IV- O método construtor de uma classe Java é um método especial, que possui o mesmo nome da classe e é executado quando a classe é instanciada. Esse método não permite a sua sobrecarga, ou seja, não podemos criar vários métodos construtores, mesmo que contenham parâmetros diferentes.
Estão corretas as afirmativas:
No Microsoft Word 2010, o botão “Numeração”, identificado pelo
ícone:
tem a função de:
Numa escola, 400 alunos foram classificados segundo gênero e disciplinas preferidas, conforme a tabela abaixo:

Um aluno é escolhido ao acaso. Qual a probabilidade de que este
aluno seja um homem que prefere Português?
No segundo quadro da tirinha abaixo é possível perceber uma figura de linguagem chamada:

O labrador e as raposas
No fim das contas, a gente mete os pés pelas mãos por não conseguir dimensionar o que é valioso de verdade
Nada mais redundante do que dizer que se é fã de Gustavo Kuerten. Quem não é? Um garoto catarinense, até então desconhecido, foi a Paris e venceu três vezes um dos maiores torneios internacionais de tênis, o Roland Garros, isso aos 20 e poucos anos. Em vez de retornar com o peito inflado por ser o novo herói nacional, tratou tudo como se fosse uma inesperada aventura – sem jamais esquecer de agradecer a seu treinador e sua família.
A partir daí, intensificou sua responsabilidade social, promovendo o esporte entre crianças e adolescentes. Deveria ser regra, mas até hoje esse comportamento é tratado como exceção.
Guga é um campeão nato: já começou dando certo por sua maneira de encarar a vida. Claro que teve que ralar muito até chegar aonde chegou, nada foi de mão beijada, nunca é. Mas não se tornou um obcecado.
Ele tem dito, em entrevistas, que não tinha noção da grandiosidade de Roland Garros quando derrotou os maiores do mundo.
Sorte dele. A ausência de deslumbramento e a manutenção do foco costumam ser o segredo de gente vencedora.
Impossível não recordar de um vídeo que tem circulado nas redes sociais, a de um técnico de basquete da Lituânia que dispensou uma das estrelas do seu time para que fosse assistir ao parto da esposa, mesmo estando em meio às eliminatórias de um campeonato. Quando um jornalista, durante uma coletiva, questionou a atitude do técnico, recebeu uma situada: títulos não são tão importantes, não diante de algo muito maior, como o nascimento de um filho.
No fim das contas, a gente mete os pés pelas mãos por não conseguir dimensionar o que é valioso de verdade. Dinheiro, poder e status: de tanto colocarmos essa tríade acima de tudo, nossa história de vida se torna miúda, mesquinha, com uma pseudomagnitude, porém pobre em afetividade, decência, alegria, humanismo, diversão. Vejo esses bandidos engravatados que não saem das primeiras páginas dos jornais, passando vergonha pública, e me pergunto do que adiantou tanta ganância e soberba, qual o orgulho que restou agora que estão sendo desprezados por uma nação inteira e tratados como os ladrões que de fato são.
Os 20 anos da primeira vitória de Guga em Roland Garros têm mesmo que ser celebrados e trazê-lo de volta para os holofotes, a fim de lembrar a todos nós um cálculo que não envolve milhões nem bilhões: competência + gratidão + consciência do papel que representa = admiração plena de todos os brasileiros. Essa é a conta que fecha.
Medeiros, Martha.
Disponível em:http://zh.clicrbs.com.br/rs/opiniao/colunistas/martha-medeiros/noticia/2017/06/o-labrador-e-as-raposas-9809692.html Acesso em: 11 set. 2017
Segundo o texto, pode-se afirmar que, para a autora, valioso de
verdade é (são):