Questões de Concurso Comentadas para intérprete de libras

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Q3071017 Direito Constitucional
Analise as alternativas abaixo e assinale a que corresponda a um exemplo de vedação ao Servidor Público. 
Alternativas
Q3071016 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, são símbolos da República Federativa do Brasil, EXCETO a(o): 
Alternativas
Q3071015 Direito Constitucional
 Segundo apresentado na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, são direitos sociais a:

I. Educação;
II. Saúde;
III. Alimentação;
IV. Transporte;
V. Assistência aos desamparados. 
Alternativas
Q3071014 Direito Constitucional
Conforme disposto na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3071013 Direito Constitucional
A República Federativa do Brasil, tem como fundamentos:
(   ) soberania.
(   ) cidadania.
(   ) dignidade da pessoa humana.

Assinale a alternativa que apresente a sequência correta. 
Alternativas
Q3071012 Administração Geral
O planejamento é importante em todas as áreas da vida humana, inclusive e principalmente no âmbito educacional, podendo ser definido como um processo de busca de equilíbrio entre meios e fins, entre recursos e objetivos, na busca da melhoria do funcionamento do sistema educacional. Além disso, é possível dividir o planejamento em três níveis. Diante ao exposto, analise as assertivas abaixo e responda. 

I. É o nível mais elevado da instituição, em que são definidos os valores, a missão daquele lugar, tudo é definido em longo prazo e possui um alto grau de incerteza;
II. Também chamado de departamental, tudo é definido em médio prazo e possui um médio grau de incerteza;
III. Possui foco nas atividades cotidianas das empresas, é voltado para as tarefas. Seu funcionamento é em curto prazo e o grau de incerteza é baixo.

As assertivas se referem, respectivamente, aos níveis: 
Alternativas
Q3071011 Libras
Das alternativas abaixo, assinale a que corresponda ao ano de fundação do antigo Imperial Instituto de Surdos-Mudos, atualmente conhecido como Instituto Nacional de Educação de Surdos, localizado no Rio de Janeiro. 
Alternativas
Q3071010 Libras
Leia o trecho abaixo e responda corretamente.

“Escreveu vários livros e artigos, sendo sua obra de mais notoriedade a biografia “Um surdo antes e depois do Abade L’Epée”. Foi defensor do povo surdo, da cultura surda, da língua de sinais. Estudou no Instituto de Jovens Surdos-Mudos de Paris, onde foi professor. A base de sua prática de ensino era a identidade surda e a língua de sinais. Junto a outros companheiros surdos, criou um comitê de surdos e a primeira associação para surdos, semente para o surgimento das outras associações.”

O trecho acima faz referência a: 
Alternativas
Q3067415 Libras

As expressões faciais e corporais na Libras podem ser classificadas como afetivas e gramaticais. As gramaticais são divididas em morfológicas ou sintáticas.

O sinal que possui expressão facial morfológica é: 

Alternativas
Q3067414 Libras

A Datilologia é um empréstimo linguístico da língua portuguesa utilizado para nomes próprios ou enquanto recurso em situações quando não há sinais convencionados. No entanto, alguns sinais em Libras são utilizados por meio da datilologia.


O sinal em Libras que utiliza a datilologia é:

Alternativas
Q3067413 Legislação Federal

O decreto 5.626/2005 regulamenta a Lei 10.436/2002, além disso o decreto define o conceito de deficiência auditiva.


Corresponde a perda bilateral apresentada pelo decreto 5.626/2005 para ser considerado deficiência auditiva a perda bilateral de:

Alternativas
Q3067412 Libras

Os sinais podem ser realizados de forma monomanual (com uma mão), bimanual simétrico (com duas mãos iguais) ou bimanual assimétrico (duas mãos diferentes).


O sinal que corresponde a um sinal bimanual assimétrico é:

Alternativas
Q3067411 Libras

Em 2010, a profissão do Tradutor intérprete de Libras foi reconhecida nacionalmente por meio da sanção de uma lei assinada pelo Presidente Lula.


A Lei que reconhece o profissional Tradutor intérprete e que define a formação exigida para atuação deste profissional é a:

Alternativas
Q3067410 Libras

Atualmente no Brasil, vigora a terceira abordagem de educação de surdos, que é orientada também pela Lei Brasileira de Inclusão (LBI) 13.146/2015. Nessa abordagem, o trabalho do Intérprete de Libras é muito importante.


A atual abordagem de educação de surdos é o/a:

Alternativas
Q3067409 Linguística

Até a década de 1960, as Línguas de sinais não eram chamadas de linguagem de sinais e não possuíam status de língua.


No entanto, a partir dos estudos de um linguista americano, que realizou um extenso estudo com a Língua de Sinais Americana.


O pesquisador americano que é considerado o pai da linguística das Línguas de sinais é o:

Alternativas
Q3067408 Libras

Segundo Strobel (2008), a cultura surda é composta por 8 artefatos culturais da comunidade surda.


Um dos principais artefatos culturais da cultura surda é o/a:

Alternativas
Q3067378 Português
Leia o texto a seguir:



Por que a geração Z e os millennials não atendem mais o telefone




"Olá, esta é a caixa postal de Yasmin Rufo. Por favor, não deixe mensagem, pois não vou ouvir, nem ligar de volta."


Infelizmente, esta não é a mensagem da minha caixa postal. Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995).


Uma pesquisa recente concluiu que 25% das pessoas com 18 a 34 anos de idade nunca atendem o telefone. Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido.


A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas.


Para as gerações mais velhas, falar ao telefone é normal. Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas.


Já a minha adolescência foi passada em mensagens de texto. Fiquei obcecada por elas desde o momento em que ganhei meu Nokia cor-de-rosa de presente de aniversário, com 13 anos de idade.


Eu passava todas as noites depois da escola redigindo textos de 160 caracteres para os meus amigos.


Eu retirava todas as vogais e espaços desnecessários, até que a mensagem parecesse um grupo de consoantes aleatórias que os próprios serviços de inteligência teriam dificuldade de decifrar. Afinal, eu nunca iria pagar a mais para escrever 161 caracteres.


E, em 2009, as ligações telefônicas do meu celular custavam uma fortuna. "Nós não demos este telefone para você fofocar com suas amigas a noite inteira", relembravam meus pais sempre que recebiam minha conta telefônica, todos os meses.


Foi assim que surgiu uma geração de pessoas que só se comunicam por texto. As ligações por telefone celular eram para emergências e o telefone fixo era usado raramente para falar com os avós.



Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyw96x064eo. Acesso em: 31 ago. 2024.
“A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas” (4º parágrafo). O pronome destacado faz referência ao termo:
Alternativas
Q3067377 Português
Leia o texto a seguir:



Por que a geração Z e os millennials não atendem mais o telefone




"Olá, esta é a caixa postal de Yasmin Rufo. Por favor, não deixe mensagem, pois não vou ouvir, nem ligar de volta."


Infelizmente, esta não é a mensagem da minha caixa postal. Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995).


Uma pesquisa recente concluiu que 25% das pessoas com 18 a 34 anos de idade nunca atendem o telefone. Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido.


A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas.


Para as gerações mais velhas, falar ao telefone é normal. Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas.


Já a minha adolescência foi passada em mensagens de texto. Fiquei obcecada por elas desde o momento em que ganhei meu Nokia cor-de-rosa de presente de aniversário, com 13 anos de idade.


Eu passava todas as noites depois da escola redigindo textos de 160 caracteres para os meus amigos.


Eu retirava todas as vogais e espaços desnecessários, até que a mensagem parecesse um grupo de consoantes aleatórias que os próprios serviços de inteligência teriam dificuldade de decifrar. Afinal, eu nunca iria pagar a mais para escrever 161 caracteres.


E, em 2009, as ligações telefônicas do meu celular custavam uma fortuna. "Nós não demos este telefone para você fofocar com suas amigas a noite inteira", relembravam meus pais sempre que recebiam minha conta telefônica, todos os meses.


Foi assim que surgiu uma geração de pessoas que só se comunicam por texto. As ligações por telefone celular eram para emergências e o telefone fixo era usado raramente para falar com os avós.



Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyw96x064eo. Acesso em: 31 ago. 2024.
“Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido” (3º parágrafo). A oração destacada é:
Alternativas
Q3067376 Português
Leia o texto a seguir:



Por que a geração Z e os millennials não atendem mais o telefone




"Olá, esta é a caixa postal de Yasmin Rufo. Por favor, não deixe mensagem, pois não vou ouvir, nem ligar de volta."


Infelizmente, esta não é a mensagem da minha caixa postal. Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995).


Uma pesquisa recente concluiu que 25% das pessoas com 18 a 34 anos de idade nunca atendem o telefone. Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido.


A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas.


Para as gerações mais velhas, falar ao telefone é normal. Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas.


Já a minha adolescência foi passada em mensagens de texto. Fiquei obcecada por elas desde o momento em que ganhei meu Nokia cor-de-rosa de presente de aniversário, com 13 anos de idade.


Eu passava todas as noites depois da escola redigindo textos de 160 caracteres para os meus amigos.


Eu retirava todas as vogais e espaços desnecessários, até que a mensagem parecesse um grupo de consoantes aleatórias que os próprios serviços de inteligência teriam dificuldade de decifrar. Afinal, eu nunca iria pagar a mais para escrever 161 caracteres.


E, em 2009, as ligações telefônicas do meu celular custavam uma fortuna. "Nós não demos este telefone para você fofocar com suas amigas a noite inteira", relembravam meus pais sempre que recebiam minha conta telefônica, todos os meses.


Foi assim que surgiu uma geração de pessoas que só se comunicam por texto. As ligações por telefone celular eram para emergências e o telefone fixo era usado raramente para falar com os avós.



Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyw96x064eo. Acesso em: 31 ago. 2024.
“Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995)” (2º parágrafo). No contexto de uso, o conector destacado veicula sentido:
Alternativas
Q3067374 Português
Leia o texto a seguir:



Por que a geração Z e os millennials não atendem mais o telefone




"Olá, esta é a caixa postal de Yasmin Rufo. Por favor, não deixe mensagem, pois não vou ouvir, nem ligar de volta."


Infelizmente, esta não é a mensagem da minha caixa postal. Mas eu certamente gostaria que fosse, bem como a maior parte dos jovens da geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) e dos millennials (nascidos entre 1981 e 1995).


Uma pesquisa recente concluiu que 25% das pessoas com 18 a 34 anos de idade nunca atendem o telefone. Os participantes responderam que ignoram o toque, respondem por mensagens de texto ou pesquisam o número online se for desconhecido.


A pesquisa do site Uswitch envolveu 2 mil pessoas. Ela também concluiu que cerca de 70% das pessoas com 18 a 34 anos preferem mensagens de texto a chamadas telefônicas.


Para as gerações mais velhas, falar ao telefone é normal. Meus pais passaram a adolescência brigando com seus irmãos pelo telefone fixo no corredor, o que só fazia com que toda a família ouvisse as suas conversas.


Já a minha adolescência foi passada em mensagens de texto. Fiquei obcecada por elas desde o momento em que ganhei meu Nokia cor-de-rosa de presente de aniversário, com 13 anos de idade.


Eu passava todas as noites depois da escola redigindo textos de 160 caracteres para os meus amigos.


Eu retirava todas as vogais e espaços desnecessários, até que a mensagem parecesse um grupo de consoantes aleatórias que os próprios serviços de inteligência teriam dificuldade de decifrar. Afinal, eu nunca iria pagar a mais para escrever 161 caracteres.


E, em 2009, as ligações telefônicas do meu celular custavam uma fortuna. "Nós não demos este telefone para você fofocar com suas amigas a noite inteira", relembravam meus pais sempre que recebiam minha conta telefônica, todos os meses.


Foi assim que surgiu uma geração de pessoas que só se comunicam por texto. As ligações por telefone celular eram para emergências e o telefone fixo era usado raramente para falar com os avós.



Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyw96x064eo. Acesso em: 31 ago. 2024.
A narradora atribui a preferência dos mais jovens pela comunicação via mensagens de texto, pois em um passado recente:
Alternativas
Respostas
981: B
982: C
983: D
984: A
985: B
986: A
987: B
988: D
989: C
990: D
991: B
992: D
993: C
994: B
995: A
996: A
997: C
998: D
999: A
1000: B