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Q3589027 Português
"A felicidade desperta mais inveja que a riqueza"

Não sei dizer do que mais gostei no livro O arroz de Palma, de Francisco Azevedo. O livro é delicado e simples, seus personagens são repletos de defeitos e virtudes, com abundância daquilo que existe de mais humano em nós.

Tia Palma e Antônio, os personagens centrais, parecem nossos chegados, e tia Palma não peca pelo excesso de palpitações. Um dia, a pitoresca senhorinha vai passear na casa de Antônio. Chegando lá, se depara com um arroz - que tem uma história linda - exposto dentro de um pote de cristal no restaurante do sobrinho. Sábia, pega o rapaz pelo braço e aconselha baixinho: "O arroz é a tua felicidade. {...}. Não deves fazer alarde dela. A felicidade, meu filho, desperta mais inveja que a riqueza".

Tia Palma tinha razão. Expor a felicidade é vaidade.

Não basta ser feliz, ter afetos à sua volta, comida à mesa, teto, paz? É preciso expor para validar?

Com o tempo a gente aprende: a alegria incomoda. E desperta desejos. Sempre terá alguém querendo experimentar um pouquinho do seu arroz, esse que você tanto valoriza.

Não é pecado ser feliz. Não há nada de errado em irradiar alegria.

O perigo é usar isso para alimentar o ego.

Felicidade e ego não combinam, e é aí que muita gente se dá mal.

Felicidade é bênção.

O arroz é bênção. Mas quando você se engana colocando-o num pedestal, e se infla por possuí-lo ele deixa de ser dádiva. Passa a ser instrumento de sua vaidade e atiça a cobiça.

Não é preciso ser publicitário do próprio bem-estar. Não é preciso estardalhaço para mostrar ao mundo nossa vitória - contra a solidão contra a baixa autoestima, contra o tédio.

Ninguém é 100% feliz ou tem a vida perfeita como num comercial de margarina.

É fácil vestir um personagem e mostrar a perfeição, mas aprendi que quem tem certeza de que é possuidor de riquezas não fica mostrando por aí. Não precisa postar no facebook nem viver de aparências.

Se você não deseja inveja à sua volta, me permita um conselho: cuide de seus canteiros com humildade. Exercite o encantamento do agricultor que se maravilha com o desabrochar da roseira, mas não tenta esconder os espinhos nem as pragas.

Toquinho em "À sombra de um Jatobá", canta lindamente: "Poucas coisas valem a pena, o importante é ter prazer {...} longe do amor de quem nos finge amar". 

Preste atenção à sua volta, você não precisa de bajuladores de um milhão de amigos que reafirmem quem você é. O importante é ter poucos e bons afetos, aquela turminha que sabe do seu sabor, de suas lutas diárias e vitórias merecidas.

Gosto de gente sem agrotóxicos. Que não tem vergonha de sua casca imperfeita e se perdoa pelas pragas. Que não tem medo de mostrar suas fragilidades do mesmo modo que se vangloria de suas virtudes.

Gente que não se infla para parecer maior do que é.

Gente que se humaniza e se aproxima de mim. Que não faz alarde de sua felicidade, mas valoriza o que vale a pena - como a sombra de um jatobá.


SIMÕES, Fabíola. A soma de todos os afetos. São Paulo: Faro Editorial, 2022.
A qualidade sugerida pela crônica como positiva à vida é:
Alternativas
Q3589024 Português
"A felicidade desperta mais inveja que a riqueza"

Não sei dizer do que mais gostei no livro O arroz de Palma, de Francisco Azevedo. O livro é delicado e simples, seus personagens são repletos de defeitos e virtudes, com abundância daquilo que existe de mais humano em nós.

Tia Palma e Antônio, os personagens centrais, parecem nossos chegados, e tia Palma não peca pelo excesso de palpitações. Um dia, a pitoresca senhorinha vai passear na casa de Antônio. Chegando lá, se depara com um arroz - que tem uma história linda - exposto dentro de um pote de cristal no restaurante do sobrinho. Sábia, pega o rapaz pelo braço e aconselha baixinho: "O arroz é a tua felicidade. {...}. Não deves fazer alarde dela. A felicidade, meu filho, desperta mais inveja que a riqueza".

Tia Palma tinha razão. Expor a felicidade é vaidade.

Não basta ser feliz, ter afetos à sua volta, comida à mesa, teto, paz? É preciso expor para validar?

Com o tempo a gente aprende: a alegria incomoda. E desperta desejos. Sempre terá alguém querendo experimentar um pouquinho do seu arroz, esse que você tanto valoriza.

Não é pecado ser feliz. Não há nada de errado em irradiar alegria.

O perigo é usar isso para alimentar o ego.

Felicidade e ego não combinam, e é aí que muita gente se dá mal.

Felicidade é bênção.

O arroz é bênção. Mas quando você se engana colocando-o num pedestal, e se infla por possuí-lo ele deixa de ser dádiva. Passa a ser instrumento de sua vaidade e atiça a cobiça.

Não é preciso ser publicitário do próprio bem-estar. Não é preciso estardalhaço para mostrar ao mundo nossa vitória - contra a solidão contra a baixa autoestima, contra o tédio.

Ninguém é 100% feliz ou tem a vida perfeita como num comercial de margarina.

É fácil vestir um personagem e mostrar a perfeição, mas aprendi que quem tem certeza de que é possuidor de riquezas não fica mostrando por aí. Não precisa postar no facebook nem viver de aparências.

Se você não deseja inveja à sua volta, me permita um conselho: cuide de seus canteiros com humildade. Exercite o encantamento do agricultor que se maravilha com o desabrochar da roseira, mas não tenta esconder os espinhos nem as pragas.

Toquinho em "À sombra de um Jatobá", canta lindamente: "Poucas coisas valem a pena, o importante é ter prazer {...} longe do amor de quem nos finge amar". 

Preste atenção à sua volta, você não precisa de bajuladores de um milhão de amigos que reafirmem quem você é. O importante é ter poucos e bons afetos, aquela turminha que sabe do seu sabor, de suas lutas diárias e vitórias merecidas.

Gosto de gente sem agrotóxicos. Que não tem vergonha de sua casca imperfeita e se perdoa pelas pragas. Que não tem medo de mostrar suas fragilidades do mesmo modo que se vangloria de suas virtudes.

Gente que não se infla para parecer maior do que é.

Gente que se humaniza e se aproxima de mim. Que não faz alarde de sua felicidade, mas valoriza o que vale a pena - como a sombra de um jatobá.


SIMÕES, Fabíola. A soma de todos os afetos. São Paulo: Faro Editorial, 2022.
A colocação de "do" antes do relativo "que" em "Não sei dizer do que mais gostei no livro O arroz de Palma, (...)" deve-se:
Alternativas
Q3589015 Português
"A felicidade desperta mais inveja que a riqueza"

Não sei dizer do que mais gostei no livro O arroz de Palma, de Francisco Azevedo. O livro é delicado e simples, seus personagens são repletos de defeitos e virtudes, com abundância daquilo que existe de mais humano em nós.

Tia Palma e Antônio, os personagens centrais, parecem nossos chegados, e tia Palma não peca pelo excesso de palpitações. Um dia, a pitoresca senhorinha vai passear na casa de Antônio. Chegando lá, se depara com um arroz - que tem uma história linda - exposto dentro de um pote de cristal no restaurante do sobrinho. Sábia, pega o rapaz pelo braço e aconselha baixinho: "O arroz é a tua felicidade. {...}. Não deves fazer alarde dela. A felicidade, meu filho, desperta mais inveja que a riqueza".

Tia Palma tinha razão. Expor a felicidade é vaidade.

Não basta ser feliz, ter afetos à sua volta, comida à mesa, teto, paz? É preciso expor para validar?

Com o tempo a gente aprende: a alegria incomoda. E desperta desejos. Sempre terá alguém querendo experimentar um pouquinho do seu arroz, esse que você tanto valoriza.

Não é pecado ser feliz. Não há nada de errado em irradiar alegria.

O perigo é usar isso para alimentar o ego.

Felicidade e ego não combinam, e é aí que muita gente se dá mal.

Felicidade é bênção.

O arroz é bênção. Mas quando você se engana colocando-o num pedestal, e se infla por possuí-lo ele deixa de ser dádiva. Passa a ser instrumento de sua vaidade e atiça a cobiça.

Não é preciso ser publicitário do próprio bem-estar. Não é preciso estardalhaço para mostrar ao mundo nossa vitória - contra a solidão contra a baixa autoestima, contra o tédio.

Ninguém é 100% feliz ou tem a vida perfeita como num comercial de margarina.

É fácil vestir um personagem e mostrar a perfeição, mas aprendi que quem tem certeza de que é possuidor de riquezas não fica mostrando por aí. Não precisa postar no facebook nem viver de aparências.

Se você não deseja inveja à sua volta, me permita um conselho: cuide de seus canteiros com humildade. Exercite o encantamento do agricultor que se maravilha com o desabrochar da roseira, mas não tenta esconder os espinhos nem as pragas.

Toquinho em "À sombra de um Jatobá", canta lindamente: "Poucas coisas valem a pena, o importante é ter prazer {...} longe do amor de quem nos finge amar". 

Preste atenção à sua volta, você não precisa de bajuladores de um milhão de amigos que reafirmem quem você é. O importante é ter poucos e bons afetos, aquela turminha que sabe do seu sabor, de suas lutas diárias e vitórias merecidas.

Gosto de gente sem agrotóxicos. Que não tem vergonha de sua casca imperfeita e se perdoa pelas pragas. Que não tem medo de mostrar suas fragilidades do mesmo modo que se vangloria de suas virtudes.

Gente que não se infla para parecer maior do que é.

Gente que se humaniza e se aproxima de mim. Que não faz alarde de sua felicidade, mas valoriza o que vale a pena - como a sombra de um jatobá.


SIMÕES, Fabíola. A soma de todos os afetos. São Paulo: Faro Editorial, 2022.
A alternativa em que difere a justificativa de acentuação gráfica é:         
Alternativas
Q3589009 Português
"A felicidade desperta mais inveja que a riqueza"

Não sei dizer do que mais gostei no livro O arroz de Palma, de Francisco Azevedo. O livro é delicado e simples, seus personagens são repletos de defeitos e virtudes, com abundância daquilo que existe de mais humano em nós.

Tia Palma e Antônio, os personagens centrais, parecem nossos chegados, e tia Palma não peca pelo excesso de palpitações. Um dia, a pitoresca senhorinha vai passear na casa de Antônio. Chegando lá, se depara com um arroz - que tem uma história linda - exposto dentro de um pote de cristal no restaurante do sobrinho. Sábia, pega o rapaz pelo braço e aconselha baixinho: "O arroz é a tua felicidade. {...}. Não deves fazer alarde dela. A felicidade, meu filho, desperta mais inveja que a riqueza".

Tia Palma tinha razão. Expor a felicidade é vaidade.

Não basta ser feliz, ter afetos à sua volta, comida à mesa, teto, paz? É preciso expor para validar?

Com o tempo a gente aprende: a alegria incomoda. E desperta desejos. Sempre terá alguém querendo experimentar um pouquinho do seu arroz, esse que você tanto valoriza.

Não é pecado ser feliz. Não há nada de errado em irradiar alegria.

O perigo é usar isso para alimentar o ego.

Felicidade e ego não combinam, e é aí que muita gente se dá mal.

Felicidade é bênção.

O arroz é bênção. Mas quando você se engana colocando-o num pedestal, e se infla por possuí-lo ele deixa de ser dádiva. Passa a ser instrumento de sua vaidade e atiça a cobiça.

Não é preciso ser publicitário do próprio bem-estar. Não é preciso estardalhaço para mostrar ao mundo nossa vitória - contra a solidão contra a baixa autoestima, contra o tédio.

Ninguém é 100% feliz ou tem a vida perfeita como num comercial de margarina.

É fácil vestir um personagem e mostrar a perfeição, mas aprendi que quem tem certeza de que é possuidor de riquezas não fica mostrando por aí. Não precisa postar no facebook nem viver de aparências.

Se você não deseja inveja à sua volta, me permita um conselho: cuide de seus canteiros com humildade. Exercite o encantamento do agricultor que se maravilha com o desabrochar da roseira, mas não tenta esconder os espinhos nem as pragas.

Toquinho em "À sombra de um Jatobá", canta lindamente: "Poucas coisas valem a pena, o importante é ter prazer {...} longe do amor de quem nos finge amar". 

Preste atenção à sua volta, você não precisa de bajuladores de um milhão de amigos que reafirmem quem você é. O importante é ter poucos e bons afetos, aquela turminha que sabe do seu sabor, de suas lutas diárias e vitórias merecidas.

Gosto de gente sem agrotóxicos. Que não tem vergonha de sua casca imperfeita e se perdoa pelas pragas. Que não tem medo de mostrar suas fragilidades do mesmo modo que se vangloria de suas virtudes.

Gente que não se infla para parecer maior do que é.

Gente que se humaniza e se aproxima de mim. Que não faz alarde de sua felicidade, mas valoriza o que vale a pena - como a sombra de um jatobá.


SIMÕES, Fabíola. A soma de todos os afetos. São Paulo: Faro Editorial, 2022.
O sinônimo de "vangloriar" é:  
Alternativas
Q2625063 Pedagogia

Considerando que a educação é um direito de todos e que a educação especial, a partir de 2008, assume uma perspectiva inclusiva, podemos afirmar que:

Alternativas
Q2625040 Libras

A iconicidade faz parte das línguas de sinais e permeia todos os níveis linguísticos de seu estudo. Nesse sentido, analise as assertivas a seguir:


I.Há duas principais formas de associação nos sinais icônicos: a similaridade percebida entre forma fonética e imagem mental e a associação entre imagem mental e conceito denotado.

II.Uma das formas de expressar iconicidade mais complexa é dos sinais icônicos metafóricos, uma forma de representar a imagem mental associada ao conceito.

III.A iconicidade parece motivar a formação de vários sinais.

IV.É uma forma normal de criar itens linguísticos em que estruturas icônicas convencionais emergem por meio da repetição de sobreposição de imagens mentais e referentes.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2625039 Pedagogia

Segundo as Diretrizes da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva , analise as afirmativas seguir:


I.Do nascimento aos três anos, o atendimento educacional especializado se expressa por meio de serviços de estimulação precoce, que objetivam otimizar o processo de desenvolvimento e aprendizagem em interface com os serviços de saúde e assistência social.

II.A interface da educação especial na educação indígena, do campo e quilombola deve assegurar que os recursos, serviços e atendimento educacional especializado estejam presentes nos projetos pedagógicos construídos com base nas diferenças socioculturais desses grupos.

III.Devido à diferença linguística, orienta-se que o aluno surdo não esteja com outros surdos em turmas comuns na escola regular.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2625038 Libras

As Escolas Bilíngues de Surdos são específicas e diferenciadas e têm como critério de seleção e enturmação dos estudantes, não a deficiência, mas a especificidade linguístico-cultural reconhecida e valorizada pela Convenção sobre Direitos das Pessoas com Deficiência, em vista da promoção da ________________, bem como do favorecimento do seu desenvolvimento social.


Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:

Alternativas
Q2625037 Libras

Strobel (2018) assevera que as pessoas ouvintes podem ter suas construções interculturais e linguísticas em meio às produções de surdos e ouvintes. Diante dessa afirmação, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:


(__)As identidades são produzidas dentro das culturas, motivo este que justifica o porquê de estas serem culturais.

(__)No caso do intérprete de Libras, a transição entre duas culturas multifacetadas o faz flutuar entre esses meios, tornando-o uma produção cultural e fervilhando novas significações.

(__)O fato de os intérpretes de Libras transitarem entre duas línguas traz consequências além das habilidades visuais e auditivas, mas não apresenta hibridismo cultural.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q2625036 Libras

O V Congresso Latino-Americano de Educação Bilíngue para Surdos, realizado pelo NUPPES/UFRGS, em 1999, reuniu pesquisadores, profissionais, familiares e lideranças da comunidade surda mundial (Brasil, América Latina, América do Norte e Europa) e visibilizou a força da mobilização política da comunidade surda. Previamente ao Congresso, ocorreu um espaço auto-organizado de discussão de temáticas de interesse da comunidade surda com relação às identidades, à cultura e à educação de surdos, que resultou em um documento intitulado A Educação que nós, surdos, queremos , referência para a elaboração de um decreto que regulamentaria a Lei de Libras no Brasil, posteriormente. Por esse caminho, foram ideias fundadoras da futura política nacional de educação de surdos:


I.Elaborar uma política de educação de surdos com escolas específicas para surdos.

II.Considerar que a escola de surdos é necessária e deve oferecer educação voltada para princípios culturais e humanísticos, promovendo o desenvolvimento de indivíduos cidadãos e sendo um centro de encontro com o semelhante para produção inicial da identidade surda.

III.Substituir o termo de "deficiente auditivo" por surdo, considerando que o deficiente auditivo e o surdo não têm a mesma identidade: o deficiente auditivo usa comunicação auditiva, tendo restos auditivos que podem ser corrigidos com aparelhos; o surdo usa comunicação visual (línguas de sinais) e não usa comunicação auditiva.

IV.Propor o reconhecimento e a regulamentação da língua de sinais a nível federal, estadual e municipal para ser usada em escolas, universidades, entidades e órgãos públicos e privados.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2625035 Libras

Um dos objetivos da exploração de textos sinalizados ou escritos em sinais é desenvolver a compreensão leitora. Nesse sentido, Borgatto, Bertin e Marchezi (2021) propõem um procedimento metodológico em que a leitura compreende três níveis. Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona procedimentos metodológicos a suas definições:


Primeira coluna: procedimento metodológico


1.Compreensão imediata.

2.Interpretação propriamente dita.

3.Extrapolação e crítica.


Segunda coluna: definição


(__)Reconhecimento da modalidade de linguagem constituída a partir de intencionalidades mais explícitas, identificação do gênero a que o texto pertence.

(__)Análise das relações possíveis entre os elementos que compõem o texto, relação dos elementos do texto com os dados do universo do leitor, verificação dos processos discursivos utilizados.

(__)Posicionamento do sujeito leitor perante o texto, a partir das interpretações realizadas; apreciação crítica do texto e dos propósitos que presidiram a sua concepção.


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:

Alternativas
Q2625034 Libras

Os classificadores envolvem uma categoria _______________ específica em Língua de sinais. Esse tipo de produção abrange uma combinação de morfemas altamente complexos simultaneamente articulados.


Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:

Alternativas
Q2625033 Libras

De acordo com o Atendimento Educacional Especializado, Pessoa em Surdez, associe a segunda coluna com a primeira, que relaciona o momento didático-pedagógico à sua característica:


Primeira coluna: momento do atendimento educacional


1. Momento do Atendimento Educacional Especializado em Libras.

2.Momento do Atendimento Educacional Especializado para o ensino de Libras.

3.Momento do Atendimento Educacional Especializado para o ensino da Língua Portuguesa.


Segunda coluna: característica


(__) Há explicações das ideias essenciais dos conteúdos estudados em sala de aula comum. Os professores utilizam imagens visuais e, quando o conceito é muito abstrato, recorrem a outros recursos, como o teatro.

(__) Favorece o conhecimento e a aquisição, principalmente de termos científicos.

(__) Desenvolve a competência gramatical ou linguística, bem como textual, nas pessoas com surdez, para que sejam capazes de gerar sequências linguísticas bem formadas.


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:

Alternativas
Q2625032 Libras

Analise as afirmativas a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:


(__)Há verbos que apresentam limitações lexicais e fonológicas para incorporar os pronomes, como, por exemplo, os verbos ancorados no corpo, como GOSTAR e PENSAR na Língua de Sinais Brasileira.

(__)As crianças surdas devem adquirir duas estratégias para marcar as relações gramaticais: a incorporação dos pronomes e a ordem das palavras.

(__)A incorporação dos referentes envolve a concordância verbal e esta depende diretamente da aquisição do sistema pronominal.

(__)A ordem das palavras é utilizada para o estabelecimento das relações gramaticais.


Assinale a alternativa com a sequência correta:

Alternativas
Q2625031 Pedagogia

Lillo-Martin e Quadros (2006) assumem que as sentenças em que um sinal aparece duas vezes em uma mesma estrutura (na sua posição usual e na posição final) são construções com foco. Essa construção de sentenças já é marcada nas crianças por volta de:

Alternativas
Q2625030 Libras

De acordo com Strobel (2009, p. 12), a história dos surdos pode ser dividida em três grandes fases. Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona a fase histórica à sua descrição:


Primeira coluna: fase histórica


1.Revelação cultural.

2.Isolamento cultural.

3.O despertar cultural.


Segunda coluna: descrição


(__)Nesta fase, os povos surdos não tinham problemas com a educação. A maioria dos sujeitos surdos dominava a arte da escrita.

(__)Ocorre a fase que em consequência do congresso de Milão de 1880 proíbe o acesso da língua de sinais na educação dos surdos. Nesta fase, as comunidades surdas resistem à imposição da língua oral.

(__)Aceitação da língua de sinais e cultura surda após opressão ouvintista para com os povos surdos.


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:

Alternativas
Q2625029 Pedagogia

Ao que compete ao processo de escolarização:


I.O Atendimento Educacional Especializado (AEE) deve estar articulado com a proposta pedagógica do ensino comum.

II.As atividades desenvolvidas no Atendimento Educacional Especializado (AEE) diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum.

III. As atividades desenvolvidas no Atendimento Educacional Especializado (AEE) são substitutivas à escolarização.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2625028 Pedagogia

A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada pela ONU em 2006, estabelece que os Estados Partes devem assegurar um sistema de educação inclusiva em todos os níveis de ensino, em ambientes que maximizem o desenvolvimento acadêmico e social compatível com a meta da plena participação e inclusão, adotando medidas para garantir que:

I.As pessoas com deficiência não sejam excluídas do sistema educacional geral sob alegação de deficiência e que as crianças com deficiência não sejam excluídas do ensino fundamental gratuito e compulsório, sob alegação de deficiência.

II.As pessoas com deficiência possam ter acesso ao ensino fundamental inclusivo, de qualidade e gratuito, em igualdade de condições com as demais pessoas na comunidade em que vivem.

III.As pessoas com deficiência tenham o direto à oferta de salas de recursos multifuncionais, acessibilidade arquitetônica dos prédios, acesso e permanência na educação superior.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2625027 Pedagogia

Em relação à avaliação pedagógica, é correto afirmar que:

Alternativas
Q2625026 Libras

Para garantir a inclusão do aluno com deficiência nas escolas, os sistemas de ensino, ao organizar a educação especial na perspectiva da educação inclusiva, devem disponibilizar as funções de instrutor, tradutor/intérprete de Libras e ______________, bem como de monitor ou cuidador dos alunos com necessidade de apoio nas atividades de higiene, alimentação, locomoção, entre outras, que exijam auxílio constante no cotidiano escolar.


Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:

Alternativas
Respostas
241: D
242: C
243: B
244: C
245: D
246: A
247: C
248: D
249: C
250: A
251: B
252: D
253: C
254: C
255: B
256: C
257: D
258: E
259: A
260: D