Questões de Concurso
Comentadas para analista - biblioteconomia
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Sustentabilidade ou responsabilidade social empresarial? Mas por que apenas social? Não deveria ser responsabilidade socioambiental? E onde foi parar o desenvolvimento sustentável? Essas e outras perguntas parecidas têm rondado as conversas e os pensamentos de muita gente, sinalizando uma perigosa confusão. Cada um desses conceitos tem um importante valor, e o que significam vai muito além dos modismos de gestão ou de comunicação.
É fácil errar quando uma empresa ou seus dirigentes não têm clareza sobre o que de fato significam as bonitas palavras que estão em suas missões e valores ou em seus relatórios e peças de marketing. Infelizmente, não passa um dia sem vermos claros sintomas de confusão. O que dizer de uma empresa que mal começou a praticar coleta seletiva e já sai por aí se intitulando “sustentável”? Ou da que anuncia sua “responsabilidade social” divulgando em caros anúncios os trocados que doou a uma creche ou campanha de solidariedade? Na melhor das hipóteses, elas não entenderam o significado desses conceitos. Ou, se formos um pouco mais críticos, diremos tratar-se de oportunismo irresponsável, que não só prejudica a imagem da empresa mas — principalmente — mina a credibilidade de algo muito sério e importante. Banaliza conceitos vitais para a humanidade, reduzindo-os a expressões efêmeras, vazias.
Hoje, vejo empresas criando áreas de “sustentabilidade” em paralelo com seus departamentos de “responsabilidade social” ou simplesmente rebatizando as áreas que já tinham. Vejo tratarem “responsabilidade social” como uma ideia fora de moda, envelhecida frente à atualíssima “sustentabilidade”. Isso já seria grave pela confusão que cria entre seus funcionários. Porém, ainda mais grave é a dúvida transmitida ao mercado e aos demais stakeholders: qual o real compromisso da empresa? É com a construção de um mundo socialmente justo, ecologicamente viável e economicamente próspero? Ou é com seu desejo de parecer atualizada e sintonizada com as prioridades de momento?
A questão não é a precisão técnica das palavras utilizadas: é o que a maneira de usá-las revela sobre quem realmente somos e sobre o que de fato desejamos.
É bom que as empresas queiram ser sustentáveis e socialmente responsáveis. É ótimo que comecem a fazer algo nesse sentido. Mas é péssimo quando, ao tentar fazer isso, elas reforçam os argumentos de quem deseja jogar a responsabilidade social empresarial na vala comum das espertezas marqueteiras.
Para concluir, um lembrete prático: sustentabilidade é a qualidade do que é sustentável, ou seja, da situação que pode se manter continuamente, pois não exaure os recursos de que necessita. É a situação que a humanidade almeja para não correr o risco de sua autoextinção. Desenvolvimento sustentável é o modelo de progresso econômico e social que permitirá que todos os seres humanos atinjam boas condições de vida — sem comprometer nossa sustentabilidade. Finalmente, ter responsabilidade social empresarial (ou corporativa) é conduzir uma empresa de forma que ela contribua para o desenvolvimento sustentável (incluindo assim tanto os aspectos ligados ao meio ambiente como os ligados às condições sociais e às relações saudáveis com consumidores, trabalhadores e demais stakeholders).
Em suma, não são modas novas versus antigas ou conceitos que se substituem indiscriminadamente: são faces de um mesmo processo. Peças do mesmo quebra-cabeça que —juntos — estamos aprendendo a montar.
BELINKY, Aron. . O poder das palavras Guia Exame de Sustentabilidade. São Paulo:Abril, 2008.
stakeholders: designa pessoas e grupos mais importantes para um planejamento estratégico ou plano de negócios, ou seja, as partes interessadas.
Considerando o contexto em que se produziu a colocação do pronome oblíquo, em “Banaliza conceitos vitais para a humanidade, reduzindo-os a expressões efêmeras, vazias.”, pode-se afirmar, corretamente, que foi assim realizada porque:
Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2015-03/comeca-contagem-regressiva-para-os-jogos- olimpicos-de-2016, com adaptações
O assunto acima se refere aos Jogos Olímpicos 2016 que acontecerá no Rio de Janeiro. Carlos Arthur Nuzman é presidente de qual entidade?
I. Receber intimação pessoal em qualquer processo e grau de jurisdição, contando-se-lhe em dobro os prazos. II. Não ser preso, salvo em flagrante, caso em que a autoridade fará imediata comunicação ao Defensor Público-Geral. III. Examinar, em qualquer repartição, autos de flagrante, inquérito e processos. IV. Ser ouvido como testemunha, em qualquer processo ou procedimento, em dia, hora e local previamente ajustados com a autoridade competente.
Nos termos da Lei Complementar no 84/94, é prerrogativa dos membros da Defensoria Pública do Estado o que consta APENAS em
Coluna I
1. Iconográficos 2. Cartográficos 3. Visuais
Coluna II
( ) Atlas ( ) Fotografias ( ) Filmes ( ) Gravuras ( )Cartazes
A sequência correta é:
O ................... é um gráfico de organização, de uso restrito aos respctivos órgãos adotantes, tendo como finalidade principal o detalhamento das atividades/tarefas que compõem uma função, da qual se originou um órgão no .......................
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
De acordo com interpretação doutrinária do direito constitucional, normas de eficácia limitada são aquelas que apresentam aplicabilidade indireta e reduzida, porque somente incidem totalmente após normatividade posterior que lhes dê aplicabilidade.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
De acordo com a norma 6023 da ABNT, as notas com informações complementares de alguma obra devem ser empregadas destacadas entre parênteses, ao final da referência.
Por meio de um sistema CMS (content management system), como o Joomla, é possível o gerenciamento de informação digital no decorrer de seu ciclo de vida na Web, facultando, assim, a criação, a distribuição e a publicação de informações na Internet de maneira dinâmica.
Entre as ações de planejamento de um sistema de informação devem constar os estudos de usabilidade, realizados com base no entendimento da interação com o usuário, a fim de identificar as melhorias necessárias ao sistema de informação.
A participação dos usuários e a experiência multimídia mediante componentes de áudio e vídeo são elementos essenciais da biblioteca 2.0.
A estrutura do big6, que é um modelo de letramento informacional, é constituída de definição de tarefa, estratégia de busca de informação, localização e acesso, uso de informação, síntese e avaliação.
O conceito de comportamento informacional, que se fundamenta na identificação de necessidade, busca e armazenamento de informação, vem substituindo o conceito de estudos de usuários.
A abordagem sense making se destaca como método de estudo de usuários, estando relacionada ao uso de tecnologias Web.
O processo de indexação, por estar envolvido diretamente com a descrição e representação dos documentos, tem na análise, descrição e representação de conteúdos seus fatores críticos de sucesso.
As linguagens alfabéticas de indexação e os sistemas de classificação são os dois tipos de linguagens controladas de indexação baseadas em assunto.