Questões de Concurso
Comentadas para fonoaudiólogo
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I - o aumento da pressão intraoral. II - a diminuição da pressão intraoral. III - a protusão dos lábios. IV - a retração dos lábios. V - o aumento da tensão e do impulso com relaxamento final da língua.
De acordo com o caso acima, estão CORRETAS as assertivas:
Dificuldades alimentares na infância são extremamente comuns. Estudos realizados em diferentes regiões do mundo mostram que a queixa de não comer está entre as principais situações, não apenas nos consultórios de pediatras como também na clínica de especialistas, como gastroenterologistas e fonoaudiólogos. O modo como uma mãe comunica com seu filho no momento de alimentá-lo, e a reação a cada mensagem que ele emitirá, fará a diferença no desenvolvimento da alimentação dessa criança. Para ofertar uma efetiva terapia, o fonoaudiólogo deve ter conhecimento sobre refeição e sobre a sua relação com aspectos físicos, sensoriais, de aprendizado e de comunicação. Para uma comunicação acontecer, é necessário sintonia entre os pares. Em um momento de refeição de uma criança, quando lhe é ofertado o alimento e ela chora, empurra a colher ou joga o alimento no chão, o que essa criança está querendo dizer?
I - “Doi quando eu como...” – provavelmente algumas crianças podem recusar alimentos muito específicos porque não se sentem bem fisicamente.
II - “Eu não consigo comer isso...” – isso pode ser devido a alguma alteração na motricidade orofacial.
III - Eu me sinto desconfortável com esse tipo de alimento...” – dificuldades sensoriais impactam a alimentação quando, por exemplo, a criança não processa a textura.
IV - Eu tenho medo de comer...” – nenhuma memória de desconforto vivenciada durante o ato de comer pode gerar mudança no comportamento como ansiedade e aversão àquela situação.
V - Eu não quero assim. Eu quero comer do meu jeito...” – a criança é aversa à imitação, prefere o seu jeito personalizado de ser.
Analisando a queixa da criança e a sua provável associação, podemos afirmar que estão CORRETAS as assertivas:
Depois de realizar várias anamneses, um fonoaudiólogo observou que a maioria dos seus pacientes encaminhados por dentistas apresentava as seguintes queixas:
- cansaço ou dor muscular ao mastigar;
- dores de cabeça com frequência;
- dor na nuca ou torcicolo;
- dores de ouvido ou na região próxima a ele;
- ruídos na região das articulações temporomandibulares (ATM) ao mastigar ou abrir a boca.
Diante disso, o profissional elaborou alguns planos de ação terapêutica para esses clientes. Nessa situação, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. O plano deve incluir massagens miorrelaxantes nos músculos levantadores da mandíbula e exercícios de abertura e fechamento de boca com guia de língua.
PORQUE
II. Os sintomas relatados são característicos de quadros de disfunção temporomandibular (DTM) e envolvem a hiperfunção dos músculos levantadores da mandíbula (masseteres, pterigoídeos mediais e temporais). Nesses casos, a lubrificação das ATM é importante, porém ela deve ser feita sob o maior controle possível, para evitar o deslocamento do disco articular.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.
A audição é o primeiro dos sentidos a apresentar perdas funcionais detectadas objetivamente. Embora a perda auditiva instale-se de maneira lenta, seu impacto na vida do indivíduo idoso é considerável, já que nessa época o somatório de problemas de saúde confere novas dimensões às perdas auditivas. Considerando essas informações, avalie as assertivas a seguir.
I - A diminuição da audição nos idosos deve-se a fatores tóxicos, metabólicos, mecânicos, neurais, vasculares, ambientais. Tanto a transmissão do material sonoro até o órgão sensorial quanto sua percepção e decodificação encontram-se comprometidas com o passar do tempo.
II - A acuidade auditiva declina mais em homens do que em mulheres, predominando as perdas nas frequências agudas, gerando um leve declínio da inteligibilidade de fala em ambientes com condições sonoras ideais.
III - O zumbido é queixa frequente entre idosos, ou seja, de 3% na segunda década de vida e de 10% na sexta. Sendo que sons altos e vozes de grande intensidade são pouco tolerados.
IV - O nível sonoro expresso em decibéis é percebido como pressão no aparelho auditivo. Acima de 100 decibéis, nossos ouvidos começam a estar em situação de risco. Aos 120 decibéis, encontram-se em perigo e, aos 150 decibéis, reagem com dor.
É CORRETO o que se afirma em:
( ) Para diagnosticar uma alteração miofuncional orofacial, é preciso examinar os constituintes do sistema estomatognático e as funções orofaciais, identificando não mais que as alterações morfológicas. ( ) Além do exame presencial junto ao paciente, análises mais refinadas ou detalhadas podem ser realizadas por meio de fotos, no que diz respeito às estruturas estáticas, como também por meio de filmagens, para os aspectos dinâmicos. ( ) Assimetrias musculares podem estar relacionadas principalmente à mastigação unilateral crônica, cuja possível etiologia relaciona-se à presença de mordida cruzada posterior, dor nos dentes, falhas dentárias ou contato dentário prematuro. ( ) O frênulo lingual também deve ser avaliado, podendo ser classificado quanto à sua extensão e fixação. O indivíduo com frênulo curto pode apresentar dificuldade na mobilidade de língua, dificultando a lateralidade do bolo alimentar durante a mastigação, bem como na fala, principalmente na produção do fonema /r/.
A sequência CORRETA de classificação de cima para baixo é:
Roberto é fonoaudiólogo e postou, em um grupo de profissionais, a sua indignação quanto aos valores cobrados por colegas para atendimentos realizados na área fonoaudiológica. Esses colegas questionaram se ele os havia denunciado ao órgão responsável. Roberto alegou que não, justificando que esses órgãos nunca faziam nada, só serviam para cobrar, e bem, a mensalidade dos seus inscritos. A conversa continuou nesse grupo, e um integrante resolveu comentar que deveriam ser divulgados os nomes e endereços desses profissionais que estivessem cobrando os valores referidos.
O conselho de Fonoaudiologia tem o seu código de ética, e este regulamenta os direitos e os deveres, além de estabelecer as infrações dos fonoaudiólogos inscritos nos conselhos de Fonoaudiologia. No relato acima, quais infrações podem ser observadas?
I - Estabelecer ou aceitar honorários a preço vil ou incompatível com a atividade realizada.
II - Praticar concorrência desleal.
III - Emitir comentários difamatórios, caluniosos, preconceituosos, jocosos, depreciativos ou ofensivos, em desfavor de fonoaudiólogos, de clientes, do Sistema de Conselhos de Fonoaudiologia e demais órgãos da categoria, bem como os expor a situações vexatórias e constrangedoras.
IV - Divulgar nome, endereço ou qualquer outra informação que identifique ou caracterize o cliente.
V - Publicar, nas redes sociais ou nos demais meios de comunicação, artigos de conteúdo depreciativo acerca da profissão, de colegas, de clientes, de contratantes, dos órgãos representativos da classe e de seus representantes.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão que a ele se refere.
A presença que as crianças podem nos ensinar
Em tempos de mindfulness, de meditação e de reaprender a respirar, quero trazer uma reflexão. Se você é pai
e mãe, ou cuida de crianças pequenas, já deve ter percebido que elas vêm com uma aptidão “de fábrica”: o estar. A
criança pequenina ainda não tem muita noção de temporalidade, não entende passado e futuro, não se perde nas
próprias preocupações e devaneios sobre o que aconteceu e o que virá a acontecer, então apenas é. Para ela, só
existe o presente.
O tamanho desse aprendizado só pode ser medido pelo tamanho da nossa vontade em olhar para as crianças como pequenos grandes mestres que são. Aprendemos a internalizar crenças muito duras sobre as crianças. A começar que são “folhas em branco”, basicamente inferiores aos adultos porque não têm a mesma experiência de vida e conhecimento do mundo que nós temos. Mas, se esqueceram de nos contar que eles são peritos no mundo interno: na presença atenta e consciente, no perdão, no não julgamento, na entrega, na leveza. Basicamente tudo que queremos e precisamos – urgentemente – reaprender, as crianças já sabem.
No caminho até a escola, a criança vai reparar na abelha voando sobre a flor, no rabisco na parede, no ônibus que vem lá longe. Vai respirar no presente e estar atenta a ele, tirando toda alegria que pode de cada momento. Se perdemos a cabeça e gritamos, eles nos perdoam sem pestanejar, sem nos julgar, sem guardar rancor. Quando estamos cabisbaixos, eles não racionalizam o que aconteceu, apenas nos presenteiam com um sorriso. Quem de nós pode dizer que consegue agir assim?
Mas, a grande verdade é que desaprendemos a sentir leveza, a nos conectar com o simples, desaprendemos a estar nesse mesmo momento em que as crianças vivem e insistem em nos apresentar, e nós insistimos em resistir: o agora. Quando nosso mundo interno está cheio, barulhento, nublado, não conseguimos ver através dele todas as maravilhas que existem em cada segundo. A ideia não é querer calar essas vozes, é simplesmente começar a percebê-las. Começa por aí o reaprendizado: por apenas perceber.
Enquanto os ensinamos as regras sociais, enquanto os orientamos para o caminho das boas escolhas, eles nos ensinam a voltar para o básico: para dentro de nós. Você está disposto a reaprender?
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-presenca-que-as-criancas-podem-nos-ensinar/. Acesso em 15 fev. 2020.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão que a ele se refere.
A presença que as crianças podem nos ensinar
Em tempos de mindfulness, de meditação e de reaprender a respirar, quero trazer uma reflexão. Se você é pai
e mãe, ou cuida de crianças pequenas, já deve ter percebido que elas vêm com uma aptidão “de fábrica”: o estar. A
criança pequenina ainda não tem muita noção de temporalidade, não entende passado e futuro, não se perde nas
próprias preocupações e devaneios sobre o que aconteceu e o que virá a acontecer, então apenas é. Para ela, só
existe o presente.
O tamanho desse aprendizado só pode ser medido pelo tamanho da nossa vontade em olhar para as crianças como pequenos grandes mestres que são. Aprendemos a internalizar crenças muito duras sobre as crianças. A começar que são “folhas em branco”, basicamente inferiores aos adultos porque não têm a mesma experiência de vida e conhecimento do mundo que nós temos. Mas, se esqueceram de nos contar que eles são peritos no mundo interno: na presença atenta e consciente, no perdão, no não julgamento, na entrega, na leveza. Basicamente tudo que queremos e precisamos – urgentemente – reaprender, as crianças já sabem.
No caminho até a escola, a criança vai reparar na abelha voando sobre a flor, no rabisco na parede, no ônibus que vem lá longe. Vai respirar no presente e estar atenta a ele, tirando toda alegria que pode de cada momento. Se perdemos a cabeça e gritamos, eles nos perdoam sem pestanejar, sem nos julgar, sem guardar rancor. Quando estamos cabisbaixos, eles não racionalizam o que aconteceu, apenas nos presenteiam com um sorriso. Quem de nós pode dizer que consegue agir assim?
Mas, a grande verdade é que desaprendemos a sentir leveza, a nos conectar com o simples, desaprendemos a estar nesse mesmo momento em que as crianças vivem e insistem em nos apresentar, e nós insistimos em resistir: o agora. Quando nosso mundo interno está cheio, barulhento, nublado, não conseguimos ver através dele todas as maravilhas que existem em cada segundo. A ideia não é querer calar essas vozes, é simplesmente começar a percebê-las. Começa por aí o reaprendizado: por apenas perceber.
Enquanto os ensinamos as regras sociais, enquanto os orientamos para o caminho das boas escolhas, eles nos ensinam a voltar para o básico: para dentro de nós. Você está disposto a reaprender?
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-presenca-que-as-criancas-podem-nos-ensinar/. Acesso em 15 fev. 2020.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão que a ele se refere.
A presença que as crianças podem nos ensinar
Em tempos de mindfulness, de meditação e de reaprender a respirar, quero trazer uma reflexão. Se você é pai
e mãe, ou cuida de crianças pequenas, já deve ter percebido que elas vêm com uma aptidão “de fábrica”: o estar. A
criança pequenina ainda não tem muita noção de temporalidade, não entende passado e futuro, não se perde nas
próprias preocupações e devaneios sobre o que aconteceu e o que virá a acontecer, então apenas é. Para ela, só
existe o presente.
O tamanho desse aprendizado só pode ser medido pelo tamanho da nossa vontade em olhar para as crianças como pequenos grandes mestres que são. Aprendemos a internalizar crenças muito duras sobre as crianças. A começar que são “folhas em branco”, basicamente inferiores aos adultos porque não têm a mesma experiência de vida e conhecimento do mundo que nós temos. Mas, se esqueceram de nos contar que eles são peritos no mundo interno: na presença atenta e consciente, no perdão, no não julgamento, na entrega, na leveza. Basicamente tudo que queremos e precisamos – urgentemente – reaprender, as crianças já sabem.
No caminho até a escola, a criança vai reparar na abelha voando sobre a flor, no rabisco na parede, no ônibus que vem lá longe. Vai respirar no presente e estar atenta a ele, tirando toda alegria que pode de cada momento. Se perdemos a cabeça e gritamos, eles nos perdoam sem pestanejar, sem nos julgar, sem guardar rancor. Quando estamos cabisbaixos, eles não racionalizam o que aconteceu, apenas nos presenteiam com um sorriso. Quem de nós pode dizer que consegue agir assim?
Mas, a grande verdade é que desaprendemos a sentir leveza, a nos conectar com o simples, desaprendemos a estar nesse mesmo momento em que as crianças vivem e insistem em nos apresentar, e nós insistimos em resistir: o agora. Quando nosso mundo interno está cheio, barulhento, nublado, não conseguimos ver através dele todas as maravilhas que existem em cada segundo. A ideia não é querer calar essas vozes, é simplesmente começar a percebê-las. Começa por aí o reaprendizado: por apenas perceber.
Enquanto os ensinamos as regras sociais, enquanto os orientamos para o caminho das boas escolhas, eles nos ensinam a voltar para o básico: para dentro de nós. Você está disposto a reaprender?
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-presenca-que-as-criancas-podem-nos-ensinar/. Acesso em 15 fev. 2020.
I- O Dicionário de Política, que foi organizado por Bobbio, Matteuci e Parquino, traz a abordagem de Bonanate, que discute o terrorismo político como “instrumento ao qual recorrem determinados grupos para derrubar um governo acusado de manter-se por meio de terror” (BONANATE, 1986, p. 242)
II- Embora o terrorismo apresenta-se sob a forma ampliada a uma escala global e promova-se o discurso de que todas as nações estejam sujeitas à "irracionalidade terrorista", determinados países continuam a ter mais probabilidades de sofrer atentados terroristas do que outros, a determinação advém da geopolítica global que se vai construindo.
III- Com a globalização, o terrorismo adquire o contorno da territorialidade, vinculando a identidade daquela região, esse terrorismo é conhecido com “terrorismo transnacional”. (NYE JR. 2005, p. 229)
(I) os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis somente a brasileiros, desde que estes, preencham os requisitos estabelecidos em lei. (II) as funções de confiança, exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo, e os cargos em comissão, a serem preenchidos por servidores de carreira nos casos, condições e percentuais mínimos previstos em lei, destinam-se apenas às atribuições de direção, chefia e assessoramento. (III) não é permitido ao servidor público civil participar de associação sindical. (IV) é vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público.
(__) É proibida a acumulação de férias, salvo por imperiosa necessidade do serviço e pelo máximo de dois períodos, atestada a necessidade pelo chefe imediato do servidor. (__) Em caso de verdadeira necessidade do serviço ou em se tratando de interesse do servidor, o gozo das férias poderá ser fracionada, desde que o período não seja inferior a 10 (dez) dias consecutivos. (__) A escala de férias não poderá ser alterada pela autoridade superior. (__) O servidor poderá converter 1/3 (um terço) das férias em abono pecuniário, desde que o requeira com pelo menos 30 (trinta) dias de antecedência e que haja interesse do Chefe do respectivo Poder. (__) Perderá o direito de férias o servidor que no período aquisitivo, houver gozado licença-prêmio por assiduidade.