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Q3848866 Saúde Pública
Assinale a alternativa que contém uma das características do sistema de saúde com base em Redes de Atenção à Saúde (RAS).
Alternativas
Q3848865 Saúde Pública
Assinale a alternativa que aponta algumas características da Reforma Sanitária Brasileira (RSB).
Alternativas
Q3848864 Saúde Pública
 Um estudo analisou as estimativas da Carga Global de Doenças ou Global Burden of Disease (GBD), para prevalência, incidência, mortalidade, anos de vida ajustados por incapacidade (DALY), uma medida resumida de anos de vida perdidos (YLL) e anos vividos com deficiência (YLD), e fatores de risco atribuíveis a doenças respiratórias crônicas, no Brasil, de 1990 a 2017. As estimativas gerais diminuíram para todas as idades e ambos os sexos, assim como para as taxas padronizadas por idade. Houve uma redução de 42% na mortalidade para ambos os sexos, embora a taxa de mortes para homens tenha sido 30% maior do que a taxa para mulheres. O aumento no número de DALY deveu-se ao crescimento e envelhecimento da população. Observamos um aumento de 34% no número absoluto de DALY, no Brasil, durante o período do estudo. A maioria das taxas de DALY foi devido à Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Para todas as idades e ambos os sexos, o tabagismo foi o principal fator de risco atribuível.

Com base nos dados apresentados, é correto afirmar que o estudo
Alternativas
Q3848863 Saúde Pública
Nos últimos anos, observa-se um crescimento expressivo da população em situação de rua nas grandes cidades brasileiras, o que tem ampliado a demanda por ações de atenção integral e estratégias específicas de cuidado no âmbito da Atenção Primária à Saúde. Entre essas estratégias, destaca-se a atuação das equipes dos Consultórios na Rua, responsáveis por desenvolver ações itinerantes e articular o cuidado intersetorialmente.

Nesse sentido, é correto afirmar:
Alternativas
Q3848862 Saúde Pública
Uma mulher de 62 anos de idade, usuária do SUS, sofre um acidente vascular cerebral (AVC) e é internada em um hospital, do qual recebe alta com uma leve sequela motora, necessitando de um programa de fisioterapia e reabilitação.

Nesse caso, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3848861 Direito Sanitário
Assinale a alternativa que correta com relação à forma de participação da comunidade na gestão do SUS, em âmbito estadual, segundo a Lei no 8.142/90.
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Q3848860 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante o planejamento de um grande evento, a Prefeitura incluiu no contrato com a empresa que fará a montagem do palco e da arquibancada cláusulas de proteção à saúde dos trabalhadores, entre elas a apresentação de uma análise ergonômica do trabalho (AET), conforme a NR-17, e um plano de trabalho com cronograma adequado e organização da jornada de trabalho. A AET recomendou jornada diária de 9 horas, intervalo de 60 minutos para almoço e duas pausas de 10 minutos, além de outras orientações. O contrato também previa a comunicação imediata dos acidentes ao serviço municipal de vigilância em saúde, para acompanhamento e notificação compulsória pelo SUS, quando aplicável. Ao longo dos dez dias de montagem, participaram cinquenta trabalhadores e ocorreram cinco acidentes: Luiz, Antônio e Jaime sofreram cortes superficiais durante a execução das atividades; Leo sofreu fratura ao retornar para casa, após o expediente, em uma colisão de ônibus; e Lino apresentou entorse no polegar ao carregar peça pesada, necessitando de afastamento por cinco dias.

Considerando o exposto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3848859 Direito Sanitário
De acordo com o Decreto no 7.508/2011, é correto afirmar que os serviços especiais de acesso aberto são serviços
Alternativas
Q3848858 Português
Leia o texto para responder à questão:


A Velha

     A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava? Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico1 não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças2 , e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café.

     Nos meses mais quentes tirava um passe de terceira idade e passeava. No inverno não valia a pena, estava frio e vinha logo a chuva e preferia não sair, por causa do reumatismo.

    Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava ainda mais barato. Se fizesse a conta do preço a dividir por doze (ah, sabia bem fazer contas, sempre tinha sido esperta na escola) pois se fizesse a conta a dividir por doze ainda era menos que pagava pelo passe.

   Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta à cidade sem ter de sair, e ainda por cima bem instalada, conseguia ficar quase sempre ao pé da janela. Ou, se não conseguisse na primeira volta, era certo que conseguia na segunda, porque, entretanto, sairia quem fosse à janela e era só empurrar-se um pouco e ocupar o lugar do outro, e então sim, via tudo como se estivesse no cinema.

   Ao cinema propriamente ia pouco, há vários anos até que já não ia. Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras estavam gastas e faziam-lhe doer as costas, e também nunca sabia se ia gostar dos filmes. E se não gostasse não podia fazer como na televisão e mudar de canal ou desligar, tinha de aguentar até ao fim, ou sair. E era um grande desconsolo sair a meio, já lhe tinha acontecido mais do que uma vez.

   Por isso não ia cinema. Televisão via bastante, claro, mas dava-lhe mais gozo andar de elétrico. Em vez de ficar fechada em casa, andava no meio das pessoas e das ruas, mas sem se cansar, bem sentada. Gozando o espetáculo dos outros — olha ali aquela montra3 iluminada, aquele homem a correr, aquela mulher ajoujada4 com o cesto das couves. E ela ali, recostada na cadeira, sem carregar pesos, nem sequer o peso do seu próprio corpo — dava-lhe vontade de rir, tamanha facilidade.


(Teolinda Gersão. Histórias de Ver e Andar, 2002. Adaptado)


1 bonde

2 pãezinhos

3 vitrine

4 sobrecarregada
A colocação pronominal está de acordo com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3848857 Português
Leia o texto para responder à questão:


A Velha

     A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava? Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico1 não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças2 , e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café.

     Nos meses mais quentes tirava um passe de terceira idade e passeava. No inverno não valia a pena, estava frio e vinha logo a chuva e preferia não sair, por causa do reumatismo.

    Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava ainda mais barato. Se fizesse a conta do preço a dividir por doze (ah, sabia bem fazer contas, sempre tinha sido esperta na escola) pois se fizesse a conta a dividir por doze ainda era menos que pagava pelo passe.

   Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta à cidade sem ter de sair, e ainda por cima bem instalada, conseguia ficar quase sempre ao pé da janela. Ou, se não conseguisse na primeira volta, era certo que conseguia na segunda, porque, entretanto, sairia quem fosse à janela e era só empurrar-se um pouco e ocupar o lugar do outro, e então sim, via tudo como se estivesse no cinema.

   Ao cinema propriamente ia pouco, há vários anos até que já não ia. Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras estavam gastas e faziam-lhe doer as costas, e também nunca sabia se ia gostar dos filmes. E se não gostasse não podia fazer como na televisão e mudar de canal ou desligar, tinha de aguentar até ao fim, ou sair. E era um grande desconsolo sair a meio, já lhe tinha acontecido mais do que uma vez.

   Por isso não ia cinema. Televisão via bastante, claro, mas dava-lhe mais gozo andar de elétrico. Em vez de ficar fechada em casa, andava no meio das pessoas e das ruas, mas sem se cansar, bem sentada. Gozando o espetáculo dos outros — olha ali aquela montra3 iluminada, aquele homem a correr, aquela mulher ajoujada4 com o cesto das couves. E ela ali, recostada na cadeira, sem carregar pesos, nem sequer o peso do seu próprio corpo — dava-lhe vontade de rir, tamanha facilidade.


(Teolinda Gersão. Histórias de Ver e Andar, 2002. Adaptado)


1 bonde

2 pãezinhos

3 vitrine

4 sobrecarregada
Na passagem do 4o parágrafo “Ou, se não conseguisse na primeira volta, era certo que conseguia na segunda, porque, entretanto, sairia quem fosse à janela e era só empurrar-se um pouco…”, as expressões destacadas estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
Alternativas
Q3848856 Português
Leia o texto para responder à questão:


A Velha

     A velha era felicíssima. Pois não é verdade que tinha uma boa vida e nada lhe faltava? Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim, nem demasiado à sombra nem demasiado ao sol, o elétrico1 não vinha excessivamente cheio e também conseguiu lugar, o padeiro disse-lhe bom dia com um ar tão simpático, quando ela deixou em cima do balcão o dinheiro de três carcaças2 , e o empregado da mercearia ficou a conversar depois de lhe dar o troco e perguntou-lhe se gostava daquela nova marca de café.

     Nos meses mais quentes tirava um passe de terceira idade e passeava. No inverno não valia a pena, estava frio e vinha logo a chuva e preferia não sair, por causa do reumatismo.

    Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava ainda mais barato. Se fizesse a conta do preço a dividir por doze (ah, sabia bem fazer contas, sempre tinha sido esperta na escola) pois se fizesse a conta a dividir por doze ainda era menos que pagava pelo passe.

   Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta à cidade sem ter de sair, e ainda por cima bem instalada, conseguia ficar quase sempre ao pé da janela. Ou, se não conseguisse na primeira volta, era certo que conseguia na segunda, porque, entretanto, sairia quem fosse à janela e era só empurrar-se um pouco e ocupar o lugar do outro, e então sim, via tudo como se estivesse no cinema.

   Ao cinema propriamente ia pouco, há vários anos até que já não ia. Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras estavam gastas e faziam-lhe doer as costas, e também nunca sabia se ia gostar dos filmes. E se não gostasse não podia fazer como na televisão e mudar de canal ou desligar, tinha de aguentar até ao fim, ou sair. E era um grande desconsolo sair a meio, já lhe tinha acontecido mais do que uma vez.

   Por isso não ia cinema. Televisão via bastante, claro, mas dava-lhe mais gozo andar de elétrico. Em vez de ficar fechada em casa, andava no meio das pessoas e das ruas, mas sem se cansar, bem sentada. Gozando o espetáculo dos outros — olha ali aquela montra3 iluminada, aquele homem a correr, aquela mulher ajoujada4 com o cesto das couves. E ela ali, recostada na cadeira, sem carregar pesos, nem sequer o peso do seu próprio corpo — dava-lhe vontade de rir, tamanha facilidade.


(Teolinda Gersão. Histórias de Ver e Andar, 2002. Adaptado)


1 bonde

2 pãezinhos

3 vitrine

4 sobrecarregada
Considere as passagens:

•  Só nessa manhã tinha encontrado um lugar vago num banco de jardim… (1o parágrafo)
•  Mas, saindo só nos meses mais bonitos, o passe ficava ainda mais barato. (3o parágrafo)
•  Gostava sobretudo do elétrico da circulação, dava a volta à cidade sem ter de sair… (4o parágrafo)
•  Não era só por ser caro, é que às vezes as cadeiras estavam gastas… (5o parágrafo)

Sem prejuízo de sentido ao texto, as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
Alternativas
Q3845777 Legislação Federal
Com base na Lei nº 10.436/2002, que se refere à língua brasileira de sinais (Libras), assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3845772 Saúde Pública
A respeito dos princípios da Política Nacional de Humanização (PNH), assinale a opção correta.
Alternativas
Q3845771 Saúde Pública
Assinale a opção correta, quanto à Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência. 
Alternativas
Q3845769 Saúde Pública
Com base na Política Nacional da Atenção Básica (PNAB), assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3844638 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
O Novo Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência tem por objetivo garantir mais dignidade às pessoas com deficiência, suas famílias e comunidades em todo território nacional. Os desafios que se interpõem se fazem presentes, pois pessoas com deficiência seguem sendo a população com os piores indicadores socioeconômicos, estão entre as famílias que mais sofrem insegurança alimentar, têm seus direitos humanos frequentemente violados, sofrem com o capacitismo, o racismo, a misoginia e a aporofobia.
Nesse contexto, tem-se que o Novo Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência trouxe mudanças no enfoque, sendo correto afirmar que:
Alternativas
Q3844627 Saúde Pública
Assinale a alternativa que apresenta exemplos corretos de serviços prestados na Atenção Primária à Saúde (APS) no SUS, conforme a organização hierarquizada do sistema.
Alternativas
Q3844626 Saúde Pública
Assinale a alternativa que indica corretamente o conjunto de princípios doutrinários originais do SUS, estabelecidos na Constituição Federal de 1988 e na Lei Orgânica da Saúde, diferenciando-os das diretrizes organizacionais como descentralização e participação social.
Alternativas
Q3844625 Saúde Pública
Analise as afirmativas abaixo sobre os conselhos de saúde.
1. No Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro, os conselhos de saúde são instâncias colegiadas que promovem a participação social e o controle democrático sobre as políticas de saúde. Eles são compostos por representantes do governo, profissionais de saúde, usuários e entidades da sociedade civil.
2. Conselho Nacional de Saúde (CNS): atua na esfera federal, vinculado ao Ministério da Saúde. É responsável por deliberar sobre diretrizes nacionais, fiscalizar a execução do SUS e aprovar o Plano Nacional de Saúde.
3. Conselhos Estaduais de Saúde (CES): existentes em cada Estado, coordenam políticas estaduais, aprovam planos de saúde regionais e monitoram recursos, garantindo articulação com o CNS e os conselhos municipais.
4. Conselhos Municipais de Saúde (CMS): presentes em cada município, são os mais próximos da população, deliberando sobre orçamentos locais, fiscalizando unidades de saúde e promovendo conferências municipais para ouvir demandas comunitárias.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3844624 Saúde Pública
Assinale a alternativa que descreve corretamente o princípio da Equidade no Sistema Único de Saúde (SUS), conforme estabelecido na Constituição Federal de 1988 e na Lei Orgânica da Saúde (Lei 8.080/1990), enfatizando a alocação diferenciada de recursos para reduzir desigualdades sociais e regionais em saúde.
Alternativas
Respostas
721: B
722: C
723: B
724: D
725: A
726: C
727: B
728: E
729: C
730: D
731: E
732: C
733: E
734: B
735: C
736: A
737: B
738: A
739: E
740: C