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Q3007206 Direito Administrativo
       Determinado servidor público, durante uma vistoria, identificou uma empresa que está operando sem as devidas licenças, o que configura uma infração administrativa. Utilizando os poderes administrativos que competem ao seu cargo, o referido servidor público decidiu aplicar sanções à empresa e ordenar a interrupção imediata das atividades.

Nessa situação hipotética, o servidor fez uso do poder administrativo
Alternativas
Q3007201 Sistemas Operacionais
Com referência aos tipos de capacidade e delimitação de escopo de responsabilidades das partes para a adoção de computação em nuvem, julgue os itens seguintes.

I No modelo tradicional (nuvem privada), as responsabilidades relativas às demandas de TI estão totalmente no controle do cliente.
II No modelo IaaS, redes, armazenamento, servidores e virtualização são de responsabilidade do fornecedor de serviços de nuvem.
III No modelo PaaS, o cliente fica responsável pelos dados e pelas aplicações; o fornecedor é responsável pela infraestrutura e pelas plataformas de desenvolvimento.
IV No modelo SaaS, ocorre o completo gerenciamento dos recursos de TI pelo fornecedor, cabendo ao cliente apenas o monitoramento e o uso dos recursos.

Assinale a opção correta.
Alternativas
Q3007199 Segurança da Informação
      Em determinado ataque de computador, são enviados vários pacotes e requisições usando uma bot-net para bombardear o servidor com requisições, impedindo o fornecimento dos serviços aos usuários e causando prejuízos.

Nessa situação, o ataque descrito é do tipo
Alternativas
Q3007198 Redes de Computadores
      Em um conjunto de armazenamento externo com quatro discos ativos, optou-se pelo máximo desempenho em leitura e escrita, porém, em determinado momento, houve falha em um dos discos, fato que gerou indisponibilidade dos dados.

Nessa situação hipotética, é correto inferir que o arranjo de discos utilizado é do tipo
Alternativas
Q3007195 Português
Texto CG1A7-I

    O Brasil tem a maior rede hidrográfica e a maior reserva de água doce do planeta. Se levarmos em conta a quantidade de água de territórios estrangeiros que ingressa no país pelas bacias amazônica, do Uruguai e do Paraguai, a vazão média de nossos rios é da ordem de 267 mil metros cúbicos por segundo, ou seja, pouco mais de 100 piscinas olímpicas por segundo. É um volume muito grande de água, que tem um papel de grande importância na vida das pessoas.
     No entanto, o país mantém com seus rios uma relação ambígua: as cidades os abraçam para crescer e se desenvolver, criando importante laço para o desenvolvimento urbano e agrícola, mas também os destroem, ao torná-los o principal meio de escoamento de esgoto. Os rios sofrem com a poluição, o assoreamento, o desvio de seus cursos e a destruição das matas ciliares; a beleza da paisagem fica obstruída por mau cheiro, mudança de coloração da água, incapacidade de uso original de seus recursos.
    Os cursos d’água possuem múltiplos usos: consumo humano, aproveitamento industrial, irrigação, criação animal, pesca, aquicultura e piscicultura, turismo, recreação, geração de energia, lazer, transporte. A arquiteta e paisagista Maria Cecília Barbieri Gorski, autora do livro Rios e cidades: ruptura e reconciliação, afirma que, em algumas regiões do Brasil, rios e córregos estiveram — e ainda estão — associados ao cotidiano de populações ribeirinhas, fornecendo água para as habitações e para a ativação de engenhocas como monjolo e roda d’água. O leito fluvial também é usado para o deslocamento de pessoas e mercadorias, para lavagem de roupas, para atividades extrativistas como a pesca e para a mineração de areia, argila e ouro.
     Gercinair Silvério Gandara, historiadora e professora da Universidade Estadual de Goiás (UEG), analisa as cidades brasileiras de um ponto de vista da beira, ou seja, da perspectiva do rio, do mar, do ribeirão, das estradas, da rodovia, da ferrovia. E, se muitas de nossas cidades são de beira, várias cresceram à custa de seus rios. Por exemplo, em todas as capitais brasileiras, incluindo Brasília, rios tiveram papel importante no desenvolvimento urbano, ainda que muitas vezes eles estejam poluídos, canalizados ou com suas características físicas alteradas. Cidades ribeirinhas de médio e pequeno porte, como Penedo, em Alagoas, Piracicaba, em São Paulo, e Blumenau, em Santa Catarina, têm nos seus rios um fator de vitalidade e atração turística.
     Gercinair considera os rios um espaço social em constante transformação. Segundo ela, muitas cidades que nascem voltadas para os rios acabam virando-lhes as costas: “isto resulta das próprias dinâmicas históricas das cidades no cruzamento dos caminhos fluviais e terrestres; assim, as cidades-rios são chaves para a leitura do mundo e do ambiente”.

Internet: <cienciaecultura.bvs.br> (com adaptações). 
Mantendo-se a coerência e a correção gramatical do texto CG1A7-I, a expressão “à custa de” (segundo período do quarto parágrafo) poderia ser substituída por
Alternativas
Q3007194 Português
Texto CG1A7-I

    O Brasil tem a maior rede hidrográfica e a maior reserva de água doce do planeta. Se levarmos em conta a quantidade de água de territórios estrangeiros que ingressa no país pelas bacias amazônica, do Uruguai e do Paraguai, a vazão média de nossos rios é da ordem de 267 mil metros cúbicos por segundo, ou seja, pouco mais de 100 piscinas olímpicas por segundo. É um volume muito grande de água, que tem um papel de grande importância na vida das pessoas.
     No entanto, o país mantém com seus rios uma relação ambígua: as cidades os abraçam para crescer e se desenvolver, criando importante laço para o desenvolvimento urbano e agrícola, mas também os destroem, ao torná-los o principal meio de escoamento de esgoto. Os rios sofrem com a poluição, o assoreamento, o desvio de seus cursos e a destruição das matas ciliares; a beleza da paisagem fica obstruída por mau cheiro, mudança de coloração da água, incapacidade de uso original de seus recursos.
    Os cursos d’água possuem múltiplos usos: consumo humano, aproveitamento industrial, irrigação, criação animal, pesca, aquicultura e piscicultura, turismo, recreação, geração de energia, lazer, transporte. A arquiteta e paisagista Maria Cecília Barbieri Gorski, autora do livro Rios e cidades: ruptura e reconciliação, afirma que, em algumas regiões do Brasil, rios e córregos estiveram — e ainda estão — associados ao cotidiano de populações ribeirinhas, fornecendo água para as habitações e para a ativação de engenhocas como monjolo e roda d’água. O leito fluvial também é usado para o deslocamento de pessoas e mercadorias, para lavagem de roupas, para atividades extrativistas como a pesca e para a mineração de areia, argila e ouro.
     Gercinair Silvério Gandara, historiadora e professora da Universidade Estadual de Goiás (UEG), analisa as cidades brasileiras de um ponto de vista da beira, ou seja, da perspectiva do rio, do mar, do ribeirão, das estradas, da rodovia, da ferrovia. E, se muitas de nossas cidades são de beira, várias cresceram à custa de seus rios. Por exemplo, em todas as capitais brasileiras, incluindo Brasília, rios tiveram papel importante no desenvolvimento urbano, ainda que muitas vezes eles estejam poluídos, canalizados ou com suas características físicas alteradas. Cidades ribeirinhas de médio e pequeno porte, como Penedo, em Alagoas, Piracicaba, em São Paulo, e Blumenau, em Santa Catarina, têm nos seus rios um fator de vitalidade e atração turística.
     Gercinair considera os rios um espaço social em constante transformação. Segundo ela, muitas cidades que nascem voltadas para os rios acabam virando-lhes as costas: “isto resulta das próprias dinâmicas históricas das cidades no cruzamento dos caminhos fluviais e terrestres; assim, as cidades-rios são chaves para a leitura do mundo e do ambiente”.

Internet: <cienciaecultura.bvs.br> (com adaptações). 
A correção gramatical do segundo período do terceiro parágrafo do texto CG1A7-I seria mantida caso

I os travessões fossem substituídos por parênteses.
II fosse empregada uma vírgula logo após “engenhocas”.
III fosse eliminada a vírgula após “Gorski”.

Assinale a opção correta.
Alternativas
Q3007190 Português
Texto CG1A7-I

    O Brasil tem a maior rede hidrográfica e a maior reserva de água doce do planeta. Se levarmos em conta a quantidade de água de territórios estrangeiros que ingressa no país pelas bacias amazônica, do Uruguai e do Paraguai, a vazão média de nossos rios é da ordem de 267 mil metros cúbicos por segundo, ou seja, pouco mais de 100 piscinas olímpicas por segundo. É um volume muito grande de água, que tem um papel de grande importância na vida das pessoas.
     No entanto, o país mantém com seus rios uma relação ambígua: as cidades os abraçam para crescer e se desenvolver, criando importante laço para o desenvolvimento urbano e agrícola, mas também os destroem, ao torná-los o principal meio de escoamento de esgoto. Os rios sofrem com a poluição, o assoreamento, o desvio de seus cursos e a destruição das matas ciliares; a beleza da paisagem fica obstruída por mau cheiro, mudança de coloração da água, incapacidade de uso original de seus recursos.
    Os cursos d’água possuem múltiplos usos: consumo humano, aproveitamento industrial, irrigação, criação animal, pesca, aquicultura e piscicultura, turismo, recreação, geração de energia, lazer, transporte. A arquiteta e paisagista Maria Cecília Barbieri Gorski, autora do livro Rios e cidades: ruptura e reconciliação, afirma que, em algumas regiões do Brasil, rios e córregos estiveram — e ainda estão — associados ao cotidiano de populações ribeirinhas, fornecendo água para as habitações e para a ativação de engenhocas como monjolo e roda d’água. O leito fluvial também é usado para o deslocamento de pessoas e mercadorias, para lavagem de roupas, para atividades extrativistas como a pesca e para a mineração de areia, argila e ouro.
     Gercinair Silvério Gandara, historiadora e professora da Universidade Estadual de Goiás (UEG), analisa as cidades brasileiras de um ponto de vista da beira, ou seja, da perspectiva do rio, do mar, do ribeirão, das estradas, da rodovia, da ferrovia. E, se muitas de nossas cidades são de beira, várias cresceram à custa de seus rios. Por exemplo, em todas as capitais brasileiras, incluindo Brasília, rios tiveram papel importante no desenvolvimento urbano, ainda que muitas vezes eles estejam poluídos, canalizados ou com suas características físicas alteradas. Cidades ribeirinhas de médio e pequeno porte, como Penedo, em Alagoas, Piracicaba, em São Paulo, e Blumenau, em Santa Catarina, têm nos seus rios um fator de vitalidade e atração turística.
     Gercinair considera os rios um espaço social em constante transformação. Segundo ela, muitas cidades que nascem voltadas para os rios acabam virando-lhes as costas: “isto resulta das próprias dinâmicas históricas das cidades no cruzamento dos caminhos fluviais e terrestres; assim, as cidades-rios são chaves para a leitura do mundo e do ambiente”.

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No primeiro período do segundo parágrafo do texto CG1A7-I, a palavra “ambígua” foi empregada como sinônimo de
Alternativas
Q3007189 Português
Texto CG1A7-I

    O Brasil tem a maior rede hidrográfica e a maior reserva de água doce do planeta. Se levarmos em conta a quantidade de água de territórios estrangeiros que ingressa no país pelas bacias amazônica, do Uruguai e do Paraguai, a vazão média de nossos rios é da ordem de 267 mil metros cúbicos por segundo, ou seja, pouco mais de 100 piscinas olímpicas por segundo. É um volume muito grande de água, que tem um papel de grande importância na vida das pessoas.
     No entanto, o país mantém com seus rios uma relação ambígua: as cidades os abraçam para crescer e se desenvolver, criando importante laço para o desenvolvimento urbano e agrícola, mas também os destroem, ao torná-los o principal meio de escoamento de esgoto. Os rios sofrem com a poluição, o assoreamento, o desvio de seus cursos e a destruição das matas ciliares; a beleza da paisagem fica obstruída por mau cheiro, mudança de coloração da água, incapacidade de uso original de seus recursos.
    Os cursos d’água possuem múltiplos usos: consumo humano, aproveitamento industrial, irrigação, criação animal, pesca, aquicultura e piscicultura, turismo, recreação, geração de energia, lazer, transporte. A arquiteta e paisagista Maria Cecília Barbieri Gorski, autora do livro Rios e cidades: ruptura e reconciliação, afirma que, em algumas regiões do Brasil, rios e córregos estiveram — e ainda estão — associados ao cotidiano de populações ribeirinhas, fornecendo água para as habitações e para a ativação de engenhocas como monjolo e roda d’água. O leito fluvial também é usado para o deslocamento de pessoas e mercadorias, para lavagem de roupas, para atividades extrativistas como a pesca e para a mineração de areia, argila e ouro.
     Gercinair Silvério Gandara, historiadora e professora da Universidade Estadual de Goiás (UEG), analisa as cidades brasileiras de um ponto de vista da beira, ou seja, da perspectiva do rio, do mar, do ribeirão, das estradas, da rodovia, da ferrovia. E, se muitas de nossas cidades são de beira, várias cresceram à custa de seus rios. Por exemplo, em todas as capitais brasileiras, incluindo Brasília, rios tiveram papel importante no desenvolvimento urbano, ainda que muitas vezes eles estejam poluídos, canalizados ou com suas características físicas alteradas. Cidades ribeirinhas de médio e pequeno porte, como Penedo, em Alagoas, Piracicaba, em São Paulo, e Blumenau, em Santa Catarina, têm nos seus rios um fator de vitalidade e atração turística.
     Gercinair considera os rios um espaço social em constante transformação. Segundo ela, muitas cidades que nascem voltadas para os rios acabam virando-lhes as costas: “isto resulta das próprias dinâmicas históricas das cidades no cruzamento dos caminhos fluviais e terrestres; assim, as cidades-rios são chaves para a leitura do mundo e do ambiente”.

Internet: <cienciaecultura.bvs.br> (com adaptações). 
Sem prejuízo da correção gramatical e da coerência do texto CG1A7-I, a forma verbal “levarmos” (segundo período do primeiro parágrafo) poderia ser substituída por
Alternativas
Q2665349 Arquitetura
A NBR 17006 – Desenho técnico – requisitos para representação dos métodos de projeção fornece uma análise dos vários métodos de projeção e suas relações geométricas e apresenta os requisitos gerais para desenvolvimento e aplicação destes métodos nas representações de todos os tipos de desenho técnico. A referida norma apresenta termos e definições aplicáveis ao desenho técnico.
A respeito dos termos e definições aplicáveis ao desenho técnico, avalie as afirmativas a seguir.

I. Perspectiva de dois pontos é a representação em perspectiva de um objeto colocado com suas faces verticais inclinadas em relação ao plano de projeção e suas faces horizontais, formando um ângulo reto com este plano.
II. Projeção ortográfica são projeções ortogonais de um objeto, normalmente posicionado com suas faces principais paralelamente aos planos de coordenadas sobre um ou mais planos de projeção coincidentes, com os planos de coordenadas ou paralelo a estes planos.
III. Ponto de fuga é o ponto no qual linhas convergentes se encontram quando representam linhas retas paralelas, em uma representação em perspectiva.
IV. Projeção topográfica e a projeção ortogonal, sobre um plano horizontal de projeção, das intersecções de uma séria de planos horizontais equidistantes com a superfície a ser representada.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2665348 Arquitetura
A NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Construção Civil tem o objetivo de estabelecer diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organização, que visam à implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na indústria da construção.
Considerando as diretrizes estabelecidas –pela NR 18, avalie as afirmativas a seguir.

I. A instalação sanitária deve ser constituída de lavatório, bacia sanitária sifonada, dotada de assento com tampo, e mictório, na proporção de 1 (um) conjunto para cada grupo de 20 (vinte) trabalhadores ou fração, bem como de chuveiro, na proporção de 1 (uma) unidade para cada grupo de 10 (dez) trabalhadores ou fração.
II. É obrigatória a colocação de tapume, com altura mínima de 2 m (dois metros), sempre que se executarem atividades da indústria da construção, de forma a impedir o acesso de pessoas estranhas aos serviços.
III. As escavações com profundidade superior a 1,25 m (um metro e vinte e cinco centímetros) devem ser protegidas com taludes ou escoramentos definidos em projeto elaborado por profissional legalmente habilitado e devem dispor de escadas ou rampas colocadas próximas aos postos de trabalho, a fim de permitir, em caso de emergência, a saída rápida dos trabalhadores.
IV. As instalações elétricas devem possuir sistema de aterramento elétrico de proteção e devem ser submetidas a inspeções e medições elétricas periódicas, com emissão dos respectivos laudos por profissional legalmente habilitado, em conformidade com o projeto das instalações elétricas temporárias e com as normas técnicas nacionais vigentes.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2665347 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
De acordo com Código de Edificações do município de Joaçaba – SC, as edificações Comerciais de Serviços em todas as unidades deverão dispor de instalações sanitárias nas seguintes quantidades mínimas:

I. para áreas construídas de até 150,00m² (cento e cinquenta metros quadrados) será obrigatória a construção de, no mínimo, 01 (um) sanitário, sendo 01 (um) vaso sanitário e 01 (um) lavatório.
II. para áreas construídas acima de 150,00m² (cento e cinquenta metros quadrados) será obrigatória a construção de, no mínimo, 02 (dois) sanitários, sendo 01 (um) vaso sanitário e 01 (um) lavatório por sanitário, constituindo 01 (um) de uso masculino e 01 (um) de uso feminino.
III. quando se tratar de conjunto de lojas ou salas comerciais autônomas em um mesmo pavimento não poderá ser feito um agrupamento das instalações sanitárias, cada loja ou sala comercial tem a obrigatoriedade de no mínimo 02 (dois) sanitários sendo 01 (um) vaso sanitário e 01 (um) lavatório, constituindo 01 (um) de uso masculino e 01 (um) de uso feminino.
IV. nos casos de sanitários unissex, o mesmo será considerado somente 1 (uma) unidade no cômputo das quantidades.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2665346 Arquitetura
A Lei Complementar nº 439/2022, que dispõe sobre as normas relativas ao zoneamento do município de Joaçaba – SC – Lei de Uso de Ocupação do Solo, define a taxa de ocupação máxima como a relação entre a projeção horizontal máxima de construção permitida e a área do lote sobre o qual ascendem as construções, expressa em porcentagem.
Em relação à taxa de ocupação máxima, considerando o que define a Lei Complementar nº 439/2022, avalie as afirmativas a seguir.

I. Para fins de taxa de ocupação máxima não serão computadas as áreas sem cobertura destinadas à recreação coletiva ou estacionamento de veículos.
II. Para fins de taxa de ocupação máxima não serão computados os beirais, pergolados, elementos decorativos ou outras saliências, desde que respeitado o código de edificações.
III. Para fins de taxa de ocupação máxima serão computadas a área de estacionamento/garagens, depósitos (hobby box, bicicletários e outros).
IV. Para fins de taxa de ocupação máxima não serão computadas sobreloja, quando integrada ao pavimento térreo, desde que não ultrapasse 50% (cinquenta por cento) da área deste pavimento, não sendo computado inclusive, no número de pavimentos da edificação.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2665344 Arquitetura
A NBR 6492 Documentação técnica para projetos arquitetônicos e urbanísticos – Requisitos, estabelece requisitos para a documentação técnica de projetos arquitetônicos e urbanísticos, em função das etapas de projeto, especificando em cada uma delas, os documentos pertinentes e os respectivos conteúdos. Dentre as etapas de projeto, tem-se a do Anteprojeto arquitetônico (AP – ARQ), onde a definição e o desenvolvimento do partido arquitetônico devem incluir o pré-dimensionamento dos elementos construtivos e as definições gerais dos demais projetos complementares.
Em relação ao anteprojeto arquitetônico sobre os documentos gráficos e escritos, é necessário apresentar:
I. Planta individualizada dos pavimentos: indicar norte, escala, acessos, vedos internos e externos, esquadrias, elementos estruturais principais, identificação de ambientes, áreas funcionais e técnicas, projeção de níveis superiores e da cobertura, cotas gerais e níveis principais.
II. Planta das coberturas: indicar norte, escala, curvas de nível, acessos, estacionamento e áreas de cobertura das edificações, sentido de escoamento das águas pluviais e inclinação, cotas gerais e cotas de níveis principais.
III. Documentos escritos como: memorial descritivo do projeto arquitetônico, memorial descritivo dos elementos da edificação, componentes construtivos e materiais de construção, lista de pranchas e documentos.
IV. Documentos escritos compostos por relatórios técnicos sobre os levantamentos realizados, contendo: dados ambientais locais (temperaturas, pluviosidade, ventos, níveis de poluição do ar, solo, águas), dados urbanísticos (uso e ocupação do solo e padrão dos projetos urbanísticos do entorno).
Estão corretas as afirmativas:
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Q2665342 Arquitetura
A NBR 15575-1, denominada "Edificações habitacionais – Desempenho - Parte 1: Requisitos gerais", estabelece critérios e requisitos de desempenho destinados a serem aplicados em edifícios residenciais que buscam atender às necessidades dos usuários.
Em relação a requisitos do usuário, avalie as afirmativas a seguir.
I. Os requisitos do usuário relativos à segurança são expressos pelos fatores: segurança estrutural, segurança contra o fogo, segurança no uso e na operação.
II. Os requisitos do usuário relativos a habitabilidade são expressos pelos seguintes fatores: estanqueidade, desempenho térmico, acústico, lumínico, saúde, higiene e qualidade do ar; funcionalidade e acessibilidade, conforto tátil e antropodinâmico.
III. Os requisitos do usuário relativos a sustentabilidade são expressos pelos seguintes fatores: durabilidade, manutenibilidade e impacto ambiental.
IV. Os requisitos do usuário relativos à segurança, a habitabilidade e a sustentabilidade são considerados atendidos quando atendidos os requisitos e critérios da NBR 15575 – Edificações habitacionais – Desempenho.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2665341 Arquitetura
Verifique o quadro com o cronograma físico-financeiro previsto, inicialmente, para determinada obra.

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O Arquiteto, responsável pelo gerenciamento da obra, verificou que o Serviço “B”, foi realizado nos meses 1, 2 e 3, conforme o previsto. Porém, essa mesma atividade “B”, no mês 4, não foi realizada devido a imprevistos. Dessa forma, o serviço B foi finalizado no mês 5, sem atrasar a entrega da obra. Todos os demais serviços foram realizados conforme o cronograma inicial.
Com essa alteração, qual o valor total, em reais, a ser desembolsado no mês 5?
Alternativas
Q2665340 Arquitetura
A Norma Brasileira NBR 16970-3 Light Steel Framing estabelece requisitos para interfaces entre sistemas construtivos de perfis leves de aço. Isso inclui a conexão entre paredes e pisos, tanto internos quanto externos, entre paredes e esquadrias, e entre paredes ou pisos e instalações.
De acordo com a NBR 16970-3, como são denominadas as "camadas de impermeabilização moldada no local, com características de flexibilidade e com espessura compatível para suportar as movimentações do substrato, podendo ser estruturada ou não"?
Alternativas
Q2665339 Arquitetura
A norma técnica NBR 7199 - Vidros na construção civil - Projeto, execução e aplicações, estabelece orientações específicas sobre a identificação, manipulação e armazenamento de vidros na indústria da construção.
Quanto à identificação, manipulação e armazenamento de vidros na indústria da construção, avalie as afirmativas a seguir.
I. Identificar cada peça de vidro por meio de etiqueta de fácil remoção, que deve conter o tipo do vidro, espessura, a cor e a dimensão.
II. As peças de vidro, quando transportadas ou armazenadas, devem ser unidas, sem a utilização de outros materiais entre as peças.

III. As peças de vidro devem ser armazenadas por pilhas e cada tipo de vidro deve respeitar uma espessura máxima, que depende do tipo (laminado, temperado, insulado).
IV. No armazenamento as pilhas de vidro devem ser cobertas de forma não estanque, a fim de permitir a ventilação.
É correto o que se afirma em
Alternativas
Q2665335 Geografia
O Sistema Geodésico Brasileiro (SGB) é o conjunto de pontos geodésicos implantados na porção da superfície terrestre, delimitada pelas fronteiras do país. Em outras palavras, é o sistema ao qual estão referidas todas as informações espaciais no Brasil.
Qual é o atual sistema de referência adotado pelo SGB e pelo Sistema Cartográfico Nacional (SCN)?
Alternativas
Q2665334 Direito Constitucional
Segundo a Constituição Federal, as funções de confiança, exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo, e os cargos em comissão, a serem preenchidos por servidores de carreira nos casos, condições e percentuais mínimos previstos em lei, destinam-se
Alternativas
Q2665333 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Segundo o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Joaçaba, o deslocamento de cargo de provimento efetivo, ocupado ou vago no âmbito do quadro geral de pessoal, para as autarquias ou fundações públicas do mesmo Poder, é considerado
Alternativas
Respostas
3821: D
3822: E
3823: B
3824: B
3825: B
3826: C
3827: C
3828: D
3829: D
3830: D
3831: C
3832: B
3833: C
3834: D
3835: C
3836: A
3837: C
3838: A
3839: B
3840: A