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Q3693569 Legislação dos Municípios do Estado da Paraíba
Conforme estabelece o Código de Obras de São Francisco-PB (Lei 104/2001), a taxa de ocupação máxima para lotes localizados na Zona de Ocupação Controlada (ZOC) é calculada em relação:
Alternativas
Q3693563 Raciocínio Lógico
AFigura 01 é composta por duas escadas independentes que se cruzam, formando um quadrado de letras.


Imagem associada para resolução da questão

 Fonte: CPCON

Analise o padrão de formação das escadas e determine as letras correspondentes aos números 1, 2, 3 e 4, RESPECTIVAMENTE.
Alternativas
Q3693557 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.

Ao colocar na ordem direta os versos 5 e 6 do Texto IV, tem-se o seguinte período composto:



Imagem associada para resolução da questão



É CORRETO afirmar que a oração em destaque se classifica como uma oração:

Alternativas
Q3693555 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
Ainda considerando o verso “Sou a criatura do que vejo”, é CORRETO afirmar que se trata de uma:
Alternativas
Q3693548 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Considerando o trecho retirado do Texto I: “Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar”, analise as assertivas que seguem.

I- No aposto “crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos”, o substantivo crises oferece uma explicação sobre a quais culpados pelo quadro desanimador descrito no texto o autor poderia estar se referindo, enquanto o substantivo causas aponta para fatores que poderiam desencadear as crises, tais como a inovação tecnológica e os choques geopolíticos.
II- O referente do sujeito “a conta”, em “a conta aparece em outro lugar”, não pode ser recuperado no texto em si, mas na exterioridade do texto, o que acarreta um problema de coesão.
III- A classe de palavras substantivo é relevante para a coerência do período, uma vez que a intenção do autor é argumentar sobre uma situação, ou seja, sobre algo que está ocorrendo na sociedade, e que exige várias denominações, como ocorre em “múltiplas causas”, “políticas públicas”, “segurança econômica”, por exemplo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693545 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Sobre o propósito comunicativo do Texto I, é CORRETO afirmar que se trata de:
Alternativas
Q3686649 Arquitetura
É essencial que um Arquiteto compreenda os conceitos básicos quanto ao aproveitamento do solo para garantir a eficiência e sustentabilidade dos projetos. Assinale a alternativa CORRETA que define a Taxa de Ocupação.
Alternativas
Q3686648 Engenharia Ambiental e Sanitária
Ponderando os parâmetros estabelecidos para áreas de preservação permanente (APP), assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE a largura mínima das faixas marginais de qualquer curso d’água natural perene e intermitente, excluídos os efêmeros, desde a borda da calha do leito regular para cursos d’água naturais de menos de 10 (dez) metros de largura.
Alternativas
Q3686647 Arquitetura
Na atuação de um Arquiteto, é essencial compreender os conceitos de representação em desenho técnico para garantir a precisão e clareza dos projetos. Assinale a alternativa CORRETA que define uma vista.
Alternativas
Q3686646 Arquitetura
Na orçamentação e controle de custos de obras e serviços, é essencial que um Arquiteto compreenda o conceito de Custo Unitário Básico (CUB) para garantir a precisão na formação de preços do mercado imobiliário. Assinale a alternativa CORRETA que descreve o Custo Unitário Básico (CUB).
Alternativas
Q3686645 Arquitetura
No contexto da saúde e segurança do trabalho em canteiros de obras, é essencial que um Arquiteto compreenda as exigências para as áreas de vivência dos trabalhadores. Assinale a alternativa INCORRETA sobre as instalações que devem ser contempladas nessas áreas.
Alternativas
Q3686644 Gerência de Projetos
Ponderando a importância dos Diagramas de Gantt na gestão de projetos na Indústria da Construção, um Arquiteto deve estar ciente dos benefícios e características desse modelo de planejamento. Assinale a alternativa INCORRETA sobre os retornos garantidos ao utilizar um Cronograma de Gantt.
Alternativas
Q3686643 Arquitetura
É essencial que um Arquiteto compreenda os diferentes sistemas estruturais para garantir a segurança e a eficiência dos projetos de construção. Determinados elementos propiciam que parte das armaduras seja previamente alongada por equipamentos especiais, com a finalidade de, em condições de serviço, impedir ou limitar a fissuração e os deslocamentos da estrutura, bem como propiciar o melhor aproveitamento de aços de alta resistência no estado-limite último (ELU). Assinale a alternativa CORRETA que descreve esses elementos.
Alternativas
Q3686641 Direito Ambiental
Um arquiteto ao planejar intervenções em um Parque Nacional (Parna) deve priorizar o objetivo principal para esta categoria de unidade de conservação. Conforme a legislação vigente, assinale a alternativa CORRETA que descreve esse objetivo.
Alternativas
Q3686640 Arquitetura
Considerando as normas ambientais aplicáveis a projetos de arquitetura e urbanismo, especialmente no que se refere às áreas de preservação permanente, é fundamental que o Arquiteto compreenda as finalidades dessas áreas para garantir a conformidade legal e a sustentabilidade dos projetos. Assinale as afirmativas em V para verdadeiro ou F para falso quanto a finalidade das áreas de preservação permanente e depois assinale a alternativa que contenha a sequência CORRETA.

( ) Conter a erosão do solo e mitigar riscos de enchentes e deslizamentos de terra e de rocha.
( ) Abertura e exploração de restingas ou veredas.
( ) Permitir a redução de exemplares da fauna ou da flora.
( ) Formar faixas de proteção ao longo de rodovias e ferrovias.
Alternativas
Q3686639 Arquitetura
No contexto da atuação prática do cargo de Arquiteto, considerando o planejamento e implementação eficiente da iluminação natural em projetos arquitetônicos, é fundamental compreender os componentes que facilitam tal objetivo. Analise a frase abaixo e assinale a alternativa que a complete CORRETAMENTE.

“______________: elemento da edificação que conecta dois ambientes iluminados naturalmente, permitindo que a luz natural passe de um para o outro”
Alternativas
Q3686637 Arquitetura
O exercício da profissão de Arquiteto é regulamentado pela Lei nº 5.194/1966, que também dispõe sobre as atividades de Engenheiro e Engenheiro-Agrônomo. De acordo com esse documento, assinale a alternativa INCORRETA sobre as atividades e atribuições desses profissionais:
Alternativas
Q3686636 Arquitetura
No contexto da habitabilidade das edificações e das exigências de segurança, é essencial que um Arquiteto compreenda os requisitos estabelecidos para proporcionar segurança, sustentabilidade e habitabilidade aos usuários. Assinale a alternativa INCORRETA sobre os aspectos citados acima.
Alternativas
Q3686635 Arquitetura
Ponderando as normas de acessibilidade para edificações segundo a NBR 9050 e visando garantir o adequado deslocamento de cadeiras de rodas em espaços internos, assinale a alternativa CORRETA que indica o deslocamento mínimo para uma manobra de 90° em novas edificações.
Alternativas
Q3686634 Gerência de Projetos
É essencial que um Arquiteto compreenda o conceito de Caminho Crítico em redes de PERTCPM para garantir a eficiência no planejamento e execução de projetos. Assinale a alternativa CORRETA que descreve o Caminho Crítico.
Alternativas
Respostas
2241: C
2242: E
2243: A
2244: E
2245: E
2246: B
2247: B
2248: D
2249: C
2250: C
2251: E
2252: E
2253: C
2254: C
2255: E
2256: B
2257: C
2258: D
2259: D
2260: B