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Q3975656 Direitos Humanos
Tão logo se inicia o documento adotado e proclamado pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, nos deparamos que a Declaração Universal dos Direitos Humanos considera que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e de seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento: 
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Q3975654 Redes de Computadores
É uma rede privada que usa a estrutura física de uma rede pública, como a internet, e seu funcionamento baseia-se em criptografia. A definição precedente refere-se à/ao:
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Q3975653 Noções de Informática
O Bloco de Notas é um pequeno programa que acompanha o Microsoft Windows, permitindo, em tal contexto, uma forma bem simples de edição de textos. Por padrão, no Bloco de Notas, os arquivos são salvos no formato: 
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Q3975648 Português
"A herança"

Mariana encontrou a carta quando revirava os pertences da avó, falecida há pouco mais de uma semana. A letra, ainda que trêmula, era inconfundível. "Minha neta", começava ela, "sei que você me julgava rígida, talvez injusta. Não me cabe agora justificar-me; o tempo já o fez por mim. Mas quero que saiba que tudo o que fiz — cada palavra dura, cada silêncio imposto — teve em vista teu bem. Não o entenderás agora, e não peço que o entendas. Apenas guarda isto: o amor se revela de muitas formas, e algumas delas são quase impossíveis de reconhecer quando se é jovem. Perdoa-me, se puderes. Se não puderes, que esta carta, pelo menos, te sirva para compreender que também eu fui jovem um dia, e que também me feriram, e que também aprendi a ferir por medo de ser ferida. A casa é tua. Os bens são teus. Mas o que realmente importa está nestas linhas, que agora te entrego, e que guardaram por tanto tempo o que minha boca nunca soube dizer."


TELLES, Lygia Fagundes. As horas nuas. São Paulo: Companhia das Letras, 2010 p. 50
Considerando a sequência "que também eu fui jovem um dia, e que também me feriram, e que também aprendi a ferir por medo de ser ferida", analise as seguintes afirmações:


I. Os três "que" são conjunções integrantes, introduzindo objetos diretos oracionais do verbo “compreender”, coordenados entre si.

II. O pronome "me" em "me feriram" exerce função de sujeito, indicando que a avó sofreu a ação de ferir; já em "aprendi a ferir", o pronome está ausente porque o verbo "ferir", nesse contexto, causa ambiguidade, que é exatamente a intenção da autora.

III. A estrutura "por medo de ser ferida" está redigida na voz passiva ("ser ferida"), e o agente da passiva está implícito, indeterminando o responsável pelo ato de ferir.

IV. A repetição anafórica de "que também" cria um efeito de intensificação emocional, coesivo e coerente com a confissão da avó, progressivamente reveladora de sua vulnerabilidade.


Está correto o que se afirma em:
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Q3975647 Português
"A herança"

Mariana encontrou a carta quando revirava os pertences da avó, falecida há pouco mais de uma semana. A letra, ainda que trêmula, era inconfundível. "Minha neta", começava ela, "sei que você me julgava rígida, talvez injusta. Não me cabe agora justificar-me; o tempo já o fez por mim. Mas quero que saiba que tudo o que fiz — cada palavra dura, cada silêncio imposto — teve em vista teu bem. Não o entenderás agora, e não peço que o entendas. Apenas guarda isto: o amor se revela de muitas formas, e algumas delas são quase impossíveis de reconhecer quando se é jovem. Perdoa-me, se puderes. Se não puderes, que esta carta, pelo menos, te sirva para compreender que também eu fui jovem um dia, e que também me feriram, e que também aprendi a ferir por medo de ser ferida. A casa é tua. Os bens são teus. Mas o que realmente importa está nestas linhas, que agora te entrego, e que guardaram por tanto tempo o que minha boca nunca soube dizer."


TELLES, Lygia Fagundes. As horas nuas. São Paulo: Companhia das Letras, 2010 p. 50
Sobre o uso dos pronomes e a coesão referencial no texto, analise as seguintes assertivas:

I. O pronome "ela" em "começava ela" retoma o termo "Mariana", funcionando como elemento de coesão e evitando a repetição desnecessária.
II. O pronome "teu" em "teu bem" tem o mesmo referente do pronome "você" e do vocativo “Minha neta”.
III. O pronome "o" em "não o entenderás" retoma o que se afirma no período anterior, garantindo a progressão temática.
IV. O pronome "me" em "Perdoa-me", segundo a gramática normativa, exerce função de sujeito, enquanto em "não peço que o entendas" o pronome "o" funciona como objeto indireto de "entendas".

Está correto o que se afirma em:
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Q3975646 Português
"O silêncio dos inocentes"

O escritor, cujas obras haviam sido aclamadas pela crítica e pelo público, sentia-se, paradoxalmente, cada vez mais oco. As palavras, que outrora lhe fluíam com a naturalidade de um rio em despenhadeiro, agora resistiam em brotar. Era como se a linguagem o tivesse traído, abandonando-o justamente quando mais precisava dela. O que o angustiava, porém, não era a possibilidade de nunca mais escrever, mas a terrível suspeita de que tudo o que produzira fora, no fundo, uma longa e elaborada mentira. E se ele não passasse de um impostor? E se a verdade que buscara revelar estivesse, na verdade, oculta sob camadas tão densas de artifício que nem mesmo ele próprio conseguia mais distinguir onde terminava a sinceridade e começava a farsa?


ROTH, Philip. A marca humana. Tradução de Paulo Henriques Britto. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 94
Analise o fragmento "O que o angustiava, porém, não era a possibilidade de nunca mais escrever, mas a terrível suspeita de que tudo o que produzira fora, no fundo, uma longa e elaborada mentira" e assinale a alternativa correta:
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Q3975645 Português
"O silêncio dos inocentes"

O escritor, cujas obras haviam sido aclamadas pela crítica e pelo público, sentia-se, paradoxalmente, cada vez mais oco. As palavras, que outrora lhe fluíam com a naturalidade de um rio em despenhadeiro, agora resistiam em brotar. Era como se a linguagem o tivesse traído, abandonando-o justamente quando mais precisava dela. O que o angustiava, porém, não era a possibilidade de nunca mais escrever, mas a terrível suspeita de que tudo o que produzira fora, no fundo, uma longa e elaborada mentira. E se ele não passasse de um impostor? E se a verdade que buscara revelar estivesse, na verdade, oculta sob camadas tão densas de artifício que nem mesmo ele próprio conseguia mais distinguir onde terminava a sinceridade e começava a farsa?


ROTH, Philip. A marca humana. Tradução de Paulo Henriques Britto. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 94
Considerando a estrutura sintática do período "As palavras, que outrora lhe fluíam com a naturalidade de um rio em despenhadeiro, agora resistiam em brotar", é correto afirmar que:
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Q3975644 Português
"A última crônica"

[...]

    A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
    São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: "Parabéns pra você, parabéns pra você..." Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura — ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido — vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
    Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.


Fonte: SABINO, Fernando. A Companheira de Viagem. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1965. (Disponível em: https://rubem.wordpress.com/2023/04/19/a-ultima-cronica-fernando-sabino/)
O sorriso final do pai, descrito como puro, através da comparação textual com a própria crônica - "pura como esse sorriso" -, configura-se como elemento que:
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Q3975643 Português
"A última crônica"

[...]

    A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
    São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: "Parabéns pra você, parabéns pra você..." Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura — ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido — vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
    Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.


Fonte: SABINO, Fernando. A Companheira de Viagem. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1965. (Disponível em: https://rubem.wordpress.com/2023/04/19/a-ultima-cronica-fernando-sabino/)
A expressão "contida na sua expectativa", referente à menina, sugere que ela:
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Q3973052 Farmácia

Leia o caso a seguir.


Paciente de 35 anos procura a farmácia por rinorreia, espirros e prurido nasal há uma semana, piorando em ambientes com poeira. Ele dirige diariamente por trabalho e relata sonolência com anti-histamínico usado anteriormente. Nega febre e dor facial. A farmacêutica avalia possibilidade de prescrição farmacêutica para alívio dos sintomas.


Qual opção é a mais adequada para controlar sintomas e reduzir sedação?

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Q3973051 Farmácia
No gerenciamento de resíduos de serviços de saúde, amostras contendo sangue ou outros líquidos corpóreos devem, quanto ao tratamento, ser
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Q3973050 Farmácia
No contexto do registro e da avaliação de medicamentos fitoterápicos, o conceito de fitocomplexo é fundamental para a compreensão de sua atividade terapêutica. Esse conceito está relacionado 
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Q3973049 Administração Geral

Leia o caso a seguir.


Uma farmácia hospitalar recebe um carregamento de medicamentos termolábeis (insulinas e vacinas) transportados em caixas térmicas. No momento da conferência, o farmacêutico observa que o termômetro de máxima e mínima registra uma excursão de temperatura, tendo atingido 14 °C por um período de tempo indeterminado durante o trajeto, sendo que a faixa recomendada é de 2 °C a 8 °C. O motorista afirma que o gelo ainda apresenta sinais de solidificação e solicita o recebimento imediato para liberar o veículo.


Qual conduta do farmacêutico assegura a qualidade e a segurança no processo de recebimento?

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Q3973048 Administração Geral

Leia o caso a seguir.


Em um ambulatório de anticoagulação, três pacientes em semanas diferentes apresentam elevação do INR após início de um antimicrobiano prescrito em atendimento externo. Os prontuários mostram temporalidade compatível, resolução após ajuste e retorno do INR ao alvo. O farmacêutico identifica o padrão e discute com a equipe medidas de mitigação para reduzir eventos hemorrágicos.


Qual ação é mais adequada para transformar a observação em melhoria assistencial com base em farmacovigilância ativa?

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Q3973047 Farmácia
Uma secretaria municipal compara dois tratamentos para hipertensão. O Tratamento A tem menor custo de aquisição, porém demanda mais consultas por ajustes de dose. O Tratamento B custa mais, com melhor controle pressórico e menos retornos ao ambulatório. A equipe precisa escolher um método de avaliação para apoiar a incorporação. Qual avaliação econômica é mais adequada para comparar custos e resultados clínicos entre A e B?
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Q3973046 Farmácia

Leia o caso a seguir.  


Uma prescrição solicita vancomicina para uso intravenoso, a partir de frascos-ampola e diluente estéril, para administração em bomba de infusão. No mesmo turno, a equipe precisa manipular uma seringa de morfina para analgesia em paciente crítico. A farmacêutica observa que o operador realizou antissepsia das mãos e colocou paramentação, porém organizou os materiais com parte deles encostando na borda frontal da área de trabalho e posicionou a seringa já preenchida atrás de frascos e embalagens, criando pontos de bloqueio do fluxo.


No contexto de manipulação de medicamentos estéreis, qual conduta técnico-operacional é mais adequada para reduzir risco de contaminação e assegurar qualidade do produto, desde o preparo até a liberação?

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Q3973045 Farmácia
Em uma manipulação magistral, o farmacêutico precisa preparar cápsulas contendo 50 mg de um ativo por unidade, totalizando 60 cápsulas. A matéria-prima disponível apresenta teor de 92% (correção de potência aplicada ao cálculo). Qual massa do ativo (em g) deve ser pesada para atender ao lote? 
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Q3973044 Farmácia

Leia o caso a seguir.


Criança de 15 kg utiliza um antibiótico na dose de 40 mg/kg/dia, dividida em 3 administrações. Inicialmente, utilizava-se suspensão de 200 mg/5 mL, porém houve desabastecimento e a farmácia passou a disponibilizar apresentação de 400 mg/5 mL.


Mantendo a mesma dose terapêutica, qual volume em mL deve ser administrado por dose com a nova apresentação?

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Q3973043 Farmácia

Leia o caso a seguir.


Um farmacêutico, recentemente nomeado para atuar na farmácia municipal, identificou no SNGPC divergência entre o estoque físico e o saldo virtual de três itens: clonazepam 2 mg (comprimidos), morfina 10 mg/mL (ampola injetável) e metilfenidato 10 mg (comprimidos). No período, ocorreram: entrada por nota fiscal de clonazepam e metilfenidato; dispensações regulares mediante prescrição; e uma perda por quebra de ampola de morfina registrada em formulário interno. Ao revisar os cadastros, ele percebeu que o metilfenidato tinha sido lançado no recebimento com apresentação divergente (caixa com 30 comprimidos cadastrada como caixa com 60), o que passou a distorcer o saldo nas dispensações seguintes.


Considerando a necessidade de rastreabilidade e a consistência das informações no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), que providências deverão ser tomadas para regularizar o histórico recente e restabelecer a compatibilidade entre estoque físico e saldo virtual?

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Q3973042 Direito Sanitário
De acordo com os critérios estabelecidos na legislação sanitária vigente, aplicável às farmácias públicas e centrais de abastecimento, a estrutura física deve contemplar requisitos que assegurem a qualidade dos medicamentos e a segurança das operações. Um dos critérios compatíveis com essas normas é:
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Respostas
521: A
522: D
523: C
524: C
525: D
526: B
527: A
528: A
529: B
530: B
531: A
532: A
533: B
534: D
535: C
536: D
537: C
538: B
539: D
540: B