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Um tipo de arquivamento alternativo ao alfabético é o numérico simples. Em relação método numérico simples, assinale a V para a afirmativa e F para a falsa.
( ) Todos os documentos que entram para o arquivo são numerados em ordem crescente por ordem de chegada.
( ) É um método indireto que exige a consulta a um arquivo de fichas ou um índice para se localizar o número correspondente ao assunto em questão.
( ) Uma de suas vantagens é que facilita a localização e o manuseio de documentos, principalmente nas grandes empresas.
As afirmativas são, respectivamente,
Usando o método alfabético nominal usual, serão criadas pastas em nome de Francisco Duarte Diniz e de Maria Cláudia Gusmão Monte Alto.
Elas serão arquivadas, respectivamente, como
O arquivo tem de ser bem organizado, pois ele é a memória viva da organização e o referencial de consultas que substanciam as rotinas diárias e as decisões tomadas cotidianamente, seja no curto, no médio ou no longo prazo. A esse respeito, analise as características de um arquivo listadas a seguir.
I. Ser simples, de modo que outras pessoas, que não o arquivista, possam consultá‐lo sem dificuldade.
II. Ser inflexível, de modo que não possa ser aumentado quando aumenta o número de documentos a serem arquivados.
III. Ter boa acessibilidade, no sentido de permitir que qualquer consulta seja feita com rapidez e com qualidade.
IV. Ser organizado de modo heterogêneo e com pouca uniformidade, privilegiando a diversidade.
Assinale:
O bem gerir o fluxo da informação é atualmente preocupação central do secretariado executivo. No mundo contemporâneo, planejar o fluxo da informação é essencial. Para isso, uma atividade importante do profissional é avaliar o nível da informação que circula a sua volta em busca do melhor resultado.
Sobre os três níveis de fluxo da informação, analise as afirmativas a seguir.
I. As Informações estratégicas dão suporte às tomadas de decisão de longo prazo.
II. As informações táticas referem‐se à gestão de decisões de médio prazo.
III. As decisões operacionais fluem por toda a organização e orientam o dia a dia e as decisões de curto prazo.
Assinale:
Uma autoridade da Assembleia Legislativa do Estado da Bahia pede ao secretário que redija uma comunicação oficial destinada a um juiz federal.
O vocativo e a forma de tratamento a serem usados são:
De acordo com o Código de Ética, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) É vedado ao profissional de secretariado usar de amizades, posição e influências obtidas no exercício de sua função, para conseguir qualquer tipo de favorecimento pessoal, em detrimento de outros profissionais.
( ) É vedado ao profissional de secretariado prejudicar deliberadamente a reputação profissional de outro secretário.
( ) É vedado ao profissional de secretariado ser conivente com erro de colega, a menos que seja em função de seu espírito de solidariedade.
As afirmativas são, respectivamente,
As opções a seguir apresentam deveres fundamentais das Secretárias e Secretários, à exceção de uma. Assinale‐a.
De acordo com a Lei 7377/85, analise as atribuições do Secretário Executivo, listadas a seguir.
I. Planejamento, organização e direção de serviços de secretaria.
II. Assistência e assessoramento direto a executivos.
III. Redação de textos profissionais especializados, inclusive em idioma estrangeiro, para atender às necessidades de comunicação da empresa.
IV. Interpretação e síntese de textos e documentos.
Assinale:
A Lei nº 8.902/2003 dispõe sobre a estrutura organizacional da Assembleia Legislativa do Estado da Bahia. Segundo esse diploma, compete à Procuradoria Geral da ALBA
Segundo a Constituição do Estado da Bahia, compete ao Executivo estadual instituir impostos sobre:
I. propriedade de veículos automotores;
II. propriedade predial e territorial urbana;
III. serviços de qualquer natureza.
Assinale:
Em certa fazenda do cerrado, a região é plana. O fazendeiro, com sua picape saiu do ponto A, perto de sua casa, andou 2km na direção norte, depois 2km na direção nordeste e depois 2km na direção leste, chegando ao ponto B.
A distância entre os pontos A e B é aproximadamente igual a
É um indicador utilizado para avaliar o consumo humano de recursos naturais em relação à capacidade da Terra de regenerá‐los.
Esse indicador mede a área biologicamente produtiva necessária para regenerar os recursos consumidos por uma população humana, de modo a estimar quantos “planetas Terra” seriam necessários para sustentar a humanidade, caso todos vivessem segundo um determinado estilo de vida.
A descrição acima faz referência à noção de
Assinale a alternativa que identifica corretamente um aspecto da recente crise ucraniana.
Desde 2008, o mundo desenvolvido vem sofrendo consequências de uma crise financeira que teve seu epicentro nos Estados Unidos, espalhando‐se pelas economias europeias, além de atingir, também, as economias emergentes.
Com relação à crise econômica de 2008, analise as afirmativas a seguir.
I. Países como Grécia, Portugal e Irlanda enfrentaram situação de crescimento extraordinário dos gastos públicos, o que gerou dificuldades para o pagamento da dívida pública e obtenção de novos empréstimos.
II. Nos Estados Unidos houve uma crise de crédito ligada à perda de liquidez do sistema bancário, em função de ampla oferta de financiamento para a compra de imóveis e a subsequente inadimplência.
III. No segundo semestre de 2008, o Brasil enfrentou uma crise cambial, com alta expressiva do dólar, refletindo os efeitos da crise internacional.
Assinale:
As políticas educacionais implementadas no Brasil na última década têm procurado enfrentar deficiências antigas, como o analfabetismo, e urgências novas, como a inserção do país na chamada economia do conhecimento.
Com relação a essas políticas educacionais, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) O programa Ciência sem Fronteiras incrementa a mobilidade e o intercâmbio internacionais para alunos de graduação e pós‐graduação brasileiros, abrindo‐lhes a chance de estágio no exterior.
( ) A criação do PRONATEC (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), em 2011, visa a expandir e democratizar o ensino técnico, além de qualificar os profissionais brasileiros por meio da oferta de cursos presenciais e a distância.
( ) Segundo o PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), o desempenho dos estudantes brasileiros em matemática, entre 2003 e 2012, melhorou, e o Brasil foi o país de melhor desempenho no período.
As afirmativas são, respectivamente,
Valores democráticos
Deu no Datafolha: para 62% dos brasileiros, a democracia “é sempre melhor que qualquer outra forma de governo”. Folgo em saber que a imagem da democracia vai bem, mas a frase é verdadeira?
Eu não faria uma afirmação tão forte. Como Churchill, acho melhor limitar a comparação ao universo do conhecido. "Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou sem defeito. Tem‐se dito que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais que têm sido experimentadas de tempos em tempos", proclamou o estadista britânico.
Com efeito, não há necessidade de transformar a democracia num valor religioso. Ela deve ser defendida por suas virtudes práticas. Para descobri‐las, precisamos listar seus defeitos.
Já desde Platão sabemos que ela é sensível à ação dos demagogos. E, quanto mais avançamos no conhecimento do cérebro e da psicologia humana, descobrimos novas e mais sutis maneiras de influenciar os eleitores, que usam muito mais a emoção do que a razão na hora de fazer suas escolhas. É verdade que, com a prática, os cidadãos aprendem a defender‐se, mas, de modo geral, são os marqueteiros que têm a vantagem.
Outro ponto sensível e delicado é o levantado pelo economista Bryan Caplan. A democracia até tende a limitar o radicalismo nas situações em que os eleitores se dividem bastante sobre um tema, mas ela se revela impotente nos assuntos em que vieses cognitivos estão em operação, como é o caso da fixação de políticos e eleitores por criar empregos, mesmo que eles reduzam a eficiência econômica.
Se a democracia se presta a manipulações e não evita que a maioria tome decisões erradas, por que ela é boa? Bem, além de promover a moderação em parte das controvérsias, ela oferece um caminho para grupos antagônicos disputarem o poder de forma institucionalizada e pouco violenta. É menos do que sonhavam os iluministas, mas dado o histórico de nossa espécie, isso não é pouco.
(Hélio Schwartsman, Folha de São Paulo, 01/04/2014)
“Se a democracia se presta a manipulações e não evita que a maioria tome decisões erradas, por que ela é boa? Bem, além de promover a moderação em parte das controvérsias, ela oferece um caminho para grupos antagônicos disputarem o poder de forma institucionalizada e pouco violenta. É menos do que sonhavam os iluministas, mas dado o histórico de nossa espécie, isso não é pouco”.
A alternativa que indica corretamente o valor semântico de um dos conectivos sublinhados é
Valores democráticos
Deu no Datafolha: para 62% dos brasileiros, a democracia “é sempre melhor que qualquer outra forma de governo”. Folgo em saber que a imagem da democracia vai bem, mas a frase é verdadeira?
Eu não faria uma afirmação tão forte. Como Churchill, acho melhor limitar a comparação ao universo do conhecido. "Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou sem defeito. Tem‐se dito que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais que têm sido experimentadas de tempos em tempos", proclamou o estadista britânico.
Com efeito, não há necessidade de transformar a democracia num valor religioso. Ela deve ser defendida por suas virtudes práticas. Para descobri‐las, precisamos listar seus defeitos.
Já desde Platão sabemos que ela é sensível à ação dos demagogos. E, quanto mais avançamos no conhecimento do cérebro e da psicologia humana, descobrimos novas e mais sutis maneiras de influenciar os eleitores, que usam muito mais a emoção do que a razão na hora de fazer suas escolhas. É verdade que, com a prática, os cidadãos aprendem a defender‐se, mas, de modo geral, são os marqueteiros que têm a vantagem.
Outro ponto sensível e delicado é o levantado pelo economista Bryan Caplan. A democracia até tende a limitar o radicalismo nas situações em que os eleitores se dividem bastante sobre um tema, mas ela se revela impotente nos assuntos em que vieses cognitivos estão em operação, como é o caso da fixação de políticos e eleitores por criar empregos, mesmo que eles reduzam a eficiência econômica.
Se a democracia se presta a manipulações e não evita que a maioria tome decisões erradas, por que ela é boa? Bem, além de promover a moderação em parte das controvérsias, ela oferece um caminho para grupos antagônicos disputarem o poder de forma institucionalizada e pouco violenta. É menos do que sonhavam os iluministas, mas dado o histórico de nossa espécie, isso não é pouco.
(Hélio Schwartsman, Folha de São Paulo, 01/04/2014)
Assinale a opção que apresenta a frase em que o vocábulo se tem valor diferente dos demais.
Valores democráticos
Deu no Datafolha: para 62% dos brasileiros, a democracia “é sempre melhor que qualquer outra forma de governo”. Folgo em saber que a imagem da democracia vai bem, mas a frase é verdadeira?
Eu não faria uma afirmação tão forte. Como Churchill, acho melhor limitar a comparação ao universo do conhecido. "Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou sem defeito. Tem‐se dito que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais que têm sido experimentadas de tempos em tempos", proclamou o estadista britânico.
Com efeito, não há necessidade de transformar a democracia num valor religioso. Ela deve ser defendida por suas virtudes práticas. Para descobri‐las, precisamos listar seus defeitos.
Já desde Platão sabemos que ela é sensível à ação dos demagogos. E, quanto mais avançamos no conhecimento do cérebro e da psicologia humana, descobrimos novas e mais sutis maneiras de influenciar os eleitores, que usam muito mais a emoção do que a razão na hora de fazer suas escolhas. É verdade que, com a prática, os cidadãos aprendem a defender‐se, mas, de modo geral, são os marqueteiros que têm a vantagem.
Outro ponto sensível e delicado é o levantado pelo economista Bryan Caplan. A democracia até tende a limitar o radicalismo nas situações em que os eleitores se dividem bastante sobre um tema, mas ela se revela impotente nos assuntos em que vieses cognitivos estão em operação, como é o caso da fixação de políticos e eleitores por criar empregos, mesmo que eles reduzam a eficiência econômica.
Se a democracia se presta a manipulações e não evita que a maioria tome decisões erradas, por que ela é boa? Bem, além de promover a moderação em parte das controvérsias, ela oferece um caminho para grupos antagônicos disputarem o poder de forma institucionalizada e pouco violenta. É menos do que sonhavam os iluministas, mas dado o histórico de nossa espécie, isso não é pouco.
(Hélio Schwartsman, Folha de São Paulo, 01/04/2014)
Assinale a opção em que um substantivo é adjetivado por um só termo de valor adjetivo.
Valores democráticos
Deu no Datafolha: para 62% dos brasileiros, a democracia “é sempre melhor que qualquer outra forma de governo”. Folgo em saber que a imagem da democracia vai bem, mas a frase é verdadeira?
Eu não faria uma afirmação tão forte. Como Churchill, acho melhor limitar a comparação ao universo do conhecido. "Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou sem defeito. Tem‐se dito que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais que têm sido experimentadas de tempos em tempos", proclamou o estadista britânico.
Com efeito, não há necessidade de transformar a democracia num valor religioso. Ela deve ser defendida por suas virtudes práticas. Para descobri‐las, precisamos listar seus defeitos.
Já desde Platão sabemos que ela é sensível à ação dos demagogos. E, quanto mais avançamos no conhecimento do cérebro e da psicologia humana, descobrimos novas e mais sutis maneiras de influenciar os eleitores, que usam muito mais a emoção do que a razão na hora de fazer suas escolhas. É verdade que, com a prática, os cidadãos aprendem a defender‐se, mas, de modo geral, são os marqueteiros que têm a vantagem.
Outro ponto sensível e delicado é o levantado pelo economista Bryan Caplan. A democracia até tende a limitar o radicalismo nas situações em que os eleitores se dividem bastante sobre um tema, mas ela se revela impotente nos assuntos em que vieses cognitivos estão em operação, como é o caso da fixação de políticos e eleitores por criar empregos, mesmo que eles reduzam a eficiência econômica.
Se a democracia se presta a manipulações e não evita que a maioria tome decisões erradas, por que ela é boa? Bem, além de promover a moderação em parte das controvérsias, ela oferece um caminho para grupos antagônicos disputarem o poder de forma institucionalizada e pouco violenta. É menos do que sonhavam os iluministas, mas dado o histórico de nossa espécie, isso não é pouco.
(Hélio Schwartsman, Folha de São Paulo, 01/04/2014)
“... ela oferece um caminho para grupos antagônicos disputarem o poder...”.
Assinale a opção que apresenta a forma de reescrever‐se esse segmento do texto, mantendo seu sentido original.
Valores democráticos
Deu no Datafolha: para 62% dos brasileiros, a democracia “é sempre melhor que qualquer outra forma de governo”. Folgo em saber que a imagem da democracia vai bem, mas a frase é verdadeira?
Eu não faria uma afirmação tão forte. Como Churchill, acho melhor limitar a comparação ao universo do conhecido. "Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou sem defeito. Tem‐se dito que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais que têm sido experimentadas de tempos em tempos", proclamou o estadista britânico.
Com efeito, não há necessidade de transformar a democracia num valor religioso. Ela deve ser defendida por suas virtudes práticas. Para descobri‐las, precisamos listar seus defeitos.
Já desde Platão sabemos que ela é sensível à ação dos demagogos. E, quanto mais avançamos no conhecimento do cérebro e da psicologia humana, descobrimos novas e mais sutis maneiras de influenciar os eleitores, que usam muito mais a emoção do que a razão na hora de fazer suas escolhas. É verdade que, com a prática, os cidadãos aprendem a defender‐se, mas, de modo geral, são os marqueteiros que têm a vantagem.
Outro ponto sensível e delicado é o levantado pelo economista Bryan Caplan. A democracia até tende a limitar o radicalismo nas situações em que os eleitores se dividem bastante sobre um tema, mas ela se revela impotente nos assuntos em que vieses cognitivos estão em operação, como é o caso da fixação de políticos e eleitores por criar empregos, mesmo que eles reduzam a eficiência econômica.
Se a democracia se presta a manipulações e não evita que a maioria tome decisões erradas, por que ela é boa? Bem, além de promover a moderação em parte das controvérsias, ela oferece um caminho para grupos antagônicos disputarem o poder de forma institucionalizada e pouco violenta. É menos do que sonhavam os iluministas, mas dado o histórico de nossa espécie, isso não é pouco.
(Hélio Schwartsman, Folha de São Paulo, 01/04/2014)
“E, quanto mais avançamos no conhecimento do cérebro e da psicologia humana, descobrimos novas e mais sutis maneiras de influenciar os eleitores, que usam muito mais a emoção do que a razão na hora de fazer suas escolhas”.
Esse segmento do texto tem um problema de redação, que é