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O leitor assíduo de jornais sabe que a reportagem tem um título principal, que deve informar sucintamente o fato relevante, um subtítulo (conhecido no jargão como ‘linha fina’).
Thaís Nicoleti. O dilema dos títulos jornalísticos. Folha de São Paulo. Internet: <http://thaisnicoleti.blogfolha.uol.com.br>.
Outro nome possível para a “linha fina” é
A escola norte-americana utiliza a pragmática funcionalista estrutural que estuda a sociedade como um organismo onde as suas diferentes parcelas exercem um determinado papel, necessário para o seu conjunto e os seus componentes visam contribuir para uma estabilidade e ordem social, não havendo necessariamente uma hierarquia entre elas.
Bruna Martins Bulegon e Elisangela Carlos Machado Mortari. A Contribuição do Mass Comunication Research para as Teorias das Relações Públicas. Anais do XXXII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2009.
Considerando as informações do texto, são autores da Mass Communication Research, também chamada de escola americana:
O perfil do empreendedor negro no Brasil
Juventude negra está seguindo uma mudança cultural que vê forma de protagonizar uma transformação de alto impacto social e econômico
A prática empreendedora vem crescendo no Brasil, sobretudo quando diz respeito à população negra. Atualmente a maioria dos empreendedores são mulheres que abriram seus negócios por oportunidade, contrariando a crença geral de que as pessoas das camadas com menor poder aquisitivo procuram abrir seus negócios mais por necessidade ou devido ao desemprego.
Praticamente metade dos empreendedores têm menos de 40 anos e, em relação aos jovens, 75% deles estão empreendendo pela primeira vez e a maioria com ensino superior completo/incompleto.
Há uma sinalização de que a juventude negra está seguindo uma mudança cultural que ocorre de forma gradativa. Eles estão percebendo que o empreendedorismo pode ser uma forma de protagonizar uma transformação de alto impacto social e econômico.
A maioria dos negócios está na categoria MEI (Micro Empreendedor Individual), nos setores de comércio, serviço, moda/vestuário, estética e alimentação. Esses dados foram obtidos na Pesquisa Nacional Negro Empreendedor realizada pelo Baobá – Fundo de Igualdade Racial em parceira com o Instituto Feira Preta, em 2015.
Segundo a pesquisa, historicamente, o ato de empreender sempre esteve presente no cotidiano de negros brasileiros. Muito antes da formação do conceito de afroempreendedorismo, o negro empreendia como forma de sobrevivência, por necessidade.
Hoje, o empreendedor negro ultrapassou as fronteiras da subsistência e tem buscado aprimorar as suas habilidades e competências no que diz respeito à sua atitude empreendedora. Cada vez mais, apostando na criação, abertura e gerenciamento de seus próprios negócios.
Mesmo com a mudança do perfil empreendedor, o empreendedor negro ainda enfrenta muitas dificuldades, como também sinaliza a pesquisa. Segundo o documento “são públicos os fatores que dificultam o crescimento e fortalecimento do empreendedorismo negro, em larga escala, no país e um dos principais entraves se deve ao racismo institucionalizado brasileiro”.
“Além deste, outras razões podem estar relacionadas às dificuldades vivenciadas pelos negros no momento de empreender. O economista Marcelo Paixão, em publicação eletrônica de 2013 – Os empreendedores afro-brasileiros: um estudo exploratório a partir da MPE -, salienta que existem razões de ordem geral; que seriam a falta de planejamento e de capacitação administrativa/ gerencial, a informalidade, a aposta em negócios de pouco retorno, condições ocupacionais anteriores frágeis dentre outras”.
Em 2013, o Instituto Data Popular divulgou pesquisa apontando que os consumidores negros, boa parte localizados na chamada classe C, movimentaram cerca de R$713 bilhões ao ano. Mas o estudo também observou que existe demanda crescente e oferta insuficiente de produtos e serviços para atender o perfil de um novo consumidor negro.
Um exemplo de sucesso de empreendedorismo negro é a Feira Preta. Inicialmente realizada na Praça Benedito Calixto e reunindo cerca de 40 empreendedores, a Feira Preta hoje se transformou no maior evento de cultura negra da América Latina.
Em treze edições, foram mais de 120 mil visitantes, que puderam acompanhar aproximadamente 500 artistas e 600 expositores com diferentes linguagens, expressões e produtos.
Texto adaptado. Fonte: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/o-
-perfil-do- empreendedor-negro-no-brasil
COLUNA I 1. Teoria estruturalista 2. Teoria do gatekeeper 3. Teoria do espelho 4. Teoria organizacional
COLUNA II ( ) Processo de produção da informação é concebido como uma série de escolhas, no qual o fluxo de notícias tem que passar por diversos portões. ( ) Os jornalistas são simples mediadores que reproduzem o acontecimento. ( ) O campo jornalístico é encarado como um espaço de reprodução da ideologia dominante, não havendo lugar para o jornalismo de investigação. ( ) Os pontos de vista da direção da empresa jornalística chegam a controlar o trabalho do jornalista. Assinale a sequência CORRETA.
COLUNA I 1. Mídia 2. Ação 3. Relacionamento 4. Contexto
COLUNA II ( ) Capacidade de dar conteúdo adicional,remetendo a outros materiais. Pode ser fornecido por meio de links com textos já publicados sobre o mesmo assunto. ( ) Refere-se a dois aspectos distintos: o movimento do próprio conteúdo e o movimento requerido pelo usuário. O conteúdo pode ser estático ou dinâmico; ativo ou passivo. Pode prever também a combinação de ambos. ( ) Seu conteúdo se desenvolve por meio de uma narrativa que pode ser: texto, vídeo e animação, que podem ser usados sozinhos ou combinados. ( ) Esse elemento é versátil. É possível interagir com o conteúdo sem ficar limitado a ler, assistir ou ouvir, desde que seu conteúdo seja aberto. Dá ao usuário um certo tipo de experiência com o conteúdo. Assinale a sequência CORRETA.