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Q3409064 Português
Leia o texto para responder à questão.


Projeto de lei quer barrar uso de bebês reborn para furar fila em atendimentos na PB


Na última semana, o uso de bonecos do tipo “bebê reborn”, que são réplicas realistas de recém-nascidos, entrou no debate político na Paraíba. Projetos de lei apresentados tanto na Assembleia Legislativa (ALPB) quanto nas câmaras municipais de João Pessoa e Campina Grande propõem sanções a quem utilizar esses bonecos para obter benefícios destinados a pessoas com crianças de colo.


Os parlamentares justificam as medidas como forma de evitar fraudes e preservar a prioridade real de quem está com crianças. As propostas preveem, entre outras ações, a proibição de atendimento preferencial a quem portar esses objetos e a aplicação de penalidades administrativas.


Na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), dois projetos de lei ordinária de autoria do deputado estadual Walber Virgolino (PL) foram protocolados com o objetivo de regular o uso de bonecos reborn em ambientes públicos e privados.


O PLO 4380/2025, apresentado no dia 20 de maio, propõe a tipificação de infração administrativa para o uso de bonecas “reborn” ou qualquer outro artefato que simule crianças de colo com o intuito de obter benefícios ou prioridade em atendimentos. O texto deixa claro que a proibição se estende a serviços públicos e privados em todo o estado.


Já o PLO 4350/2025, apresentado dois dias antes, em 18 de maio, tem foco específico nas unidades públicas de saúde. A proposta proíbe o atendimento a bebês reborn nesses espaços e veda a utilização dessas bonecas como justificativa para garantir preferência em serviços destinados a crianças e seus responsáveis. Segundo a ALPB, este projeto foi aprovado. 


Na Câmara Municipal de João Pessoa, o vereador Guguinha Moov Jampa (PSD) apresentou, no dia 21 de  maio, o PLO 269/2025, com teor semelhante às propostas estaduais. A matéria também propõe sanção administrativa para quem utilizar bonecas do tipo bebê reborn ou artifícios similares com a intenção de se beneficiar da prioridade destinada a pessoas com crianças de colo.


Além disso, o projeto veta expressamente o atendimento a essas bonecas em unidades de saúde municipais, buscando garantir que a estrutura pública seja voltada exclusivamente a crianças reais.


Na Câmara Municipal de Campina Grande, o vereador Sargento Wellington Cobra (PSB) apresentou o PL 529/2025, também em 21 de maio. A proposta proíbe o uso dos bonecos sintéticos conhecidos como bebês reborn para obter prioridade em hospitais, UPAs, repartições públicas e até estabelecimentos comerciais.


O projeto pretende coibir práticas que, segundo o autor, têm se tornado frequentes e comprometem o funcionamento dos serviços públicos.


Até o momento, não há informações sobre o número de ocorrências oficiais envolvendo o uso de bebês reborn para burlar filas, mas os parlamentares apontam que o assunto vem ganhando notoriedade nas redes sociais e gerado preocupação entre profissionais de atendimento.


As leis deverão estipular mecanismos de fiscalização e penalidades para coibir a prática em todo o estado e nas cidades de João Pessoa e Campina Grande.


Disponível em: https://jornaldaparaiba.com.br/politica/projeto-lei-barraruso-bebes-reborn-furar-fila-atendimentos-pb. 

Segundo a ALPB, este projeto foi aprovado.”


A palavra destacada estabelece relação de:

Alternativas
Q3409063 Português
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Projeto de lei quer barrar uso de bebês reborn para furar fila em atendimentos na PB


Na última semana, o uso de bonecos do tipo “bebê reborn”, que são réplicas realistas de recém-nascidos, entrou no debate político na Paraíba. Projetos de lei apresentados tanto na Assembleia Legislativa (ALPB) quanto nas câmaras municipais de João Pessoa e Campina Grande propõem sanções a quem utilizar esses bonecos para obter benefícios destinados a pessoas com crianças de colo.


Os parlamentares justificam as medidas como forma de evitar fraudes e preservar a prioridade real de quem está com crianças. As propostas preveem, entre outras ações, a proibição de atendimento preferencial a quem portar esses objetos e a aplicação de penalidades administrativas.


Na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), dois projetos de lei ordinária de autoria do deputado estadual Walber Virgolino (PL) foram protocolados com o objetivo de regular o uso de bonecos reborn em ambientes públicos e privados.


O PLO 4380/2025, apresentado no dia 20 de maio, propõe a tipificação de infração administrativa para o uso de bonecas “reborn” ou qualquer outro artefato que simule crianças de colo com o intuito de obter benefícios ou prioridade em atendimentos. O texto deixa claro que a proibição se estende a serviços públicos e privados em todo o estado.


Já o PLO 4350/2025, apresentado dois dias antes, em 18 de maio, tem foco específico nas unidades públicas de saúde. A proposta proíbe o atendimento a bebês reborn nesses espaços e veda a utilização dessas bonecas como justificativa para garantir preferência em serviços destinados a crianças e seus responsáveis. Segundo a ALPB, este projeto foi aprovado. 


Na Câmara Municipal de João Pessoa, o vereador Guguinha Moov Jampa (PSD) apresentou, no dia 21 de  maio, o PLO 269/2025, com teor semelhante às propostas estaduais. A matéria também propõe sanção administrativa para quem utilizar bonecas do tipo bebê reborn ou artifícios similares com a intenção de se beneficiar da prioridade destinada a pessoas com crianças de colo.


Além disso, o projeto veta expressamente o atendimento a essas bonecas em unidades de saúde municipais, buscando garantir que a estrutura pública seja voltada exclusivamente a crianças reais.


Na Câmara Municipal de Campina Grande, o vereador Sargento Wellington Cobra (PSB) apresentou o PL 529/2025, também em 21 de maio. A proposta proíbe o uso dos bonecos sintéticos conhecidos como bebês reborn para obter prioridade em hospitais, UPAs, repartições públicas e até estabelecimentos comerciais.


O projeto pretende coibir práticas que, segundo o autor, têm se tornado frequentes e comprometem o funcionamento dos serviços públicos.


Até o momento, não há informações sobre o número de ocorrências oficiais envolvendo o uso de bebês reborn para burlar filas, mas os parlamentares apontam que o assunto vem ganhando notoriedade nas redes sociais e gerado preocupação entre profissionais de atendimento.


As leis deverão estipular mecanismos de fiscalização e penalidades para coibir a prática em todo o estado e nas cidades de João Pessoa e Campina Grande.


Disponível em: https://jornaldaparaiba.com.br/politica/projeto-lei-barraruso-bebes-reborn-furar-fila-atendimentos-pb. 
“[...] não informações sobre o número de ocorrências oficiais envolvendo o uso de bebês reborn para burlar filas, mas os parlamentares apontam que o assunto vem ganhando notoriedade nas redes sociais [...]”

Nesse fragmento, é FALSO afirmar que
Alternativas
Q3409062 Português
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Projeto de lei quer barrar uso de bebês reborn para furar fila em atendimentos na PB


Na última semana, o uso de bonecos do tipo “bebê reborn”, que são réplicas realistas de recém-nascidos, entrou no debate político na Paraíba. Projetos de lei apresentados tanto na Assembleia Legislativa (ALPB) quanto nas câmaras municipais de João Pessoa e Campina Grande propõem sanções a quem utilizar esses bonecos para obter benefícios destinados a pessoas com crianças de colo.


Os parlamentares justificam as medidas como forma de evitar fraudes e preservar a prioridade real de quem está com crianças. As propostas preveem, entre outras ações, a proibição de atendimento preferencial a quem portar esses objetos e a aplicação de penalidades administrativas.


Na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), dois projetos de lei ordinária de autoria do deputado estadual Walber Virgolino (PL) foram protocolados com o objetivo de regular o uso de bonecos reborn em ambientes públicos e privados.


O PLO 4380/2025, apresentado no dia 20 de maio, propõe a tipificação de infração administrativa para o uso de bonecas “reborn” ou qualquer outro artefato que simule crianças de colo com o intuito de obter benefícios ou prioridade em atendimentos. O texto deixa claro que a proibição se estende a serviços públicos e privados em todo o estado.


Já o PLO 4350/2025, apresentado dois dias antes, em 18 de maio, tem foco específico nas unidades públicas de saúde. A proposta proíbe o atendimento a bebês reborn nesses espaços e veda a utilização dessas bonecas como justificativa para garantir preferência em serviços destinados a crianças e seus responsáveis. Segundo a ALPB, este projeto foi aprovado. 


Na Câmara Municipal de João Pessoa, o vereador Guguinha Moov Jampa (PSD) apresentou, no dia 21 de  maio, o PLO 269/2025, com teor semelhante às propostas estaduais. A matéria também propõe sanção administrativa para quem utilizar bonecas do tipo bebê reborn ou artifícios similares com a intenção de se beneficiar da prioridade destinada a pessoas com crianças de colo.


Além disso, o projeto veta expressamente o atendimento a essas bonecas em unidades de saúde municipais, buscando garantir que a estrutura pública seja voltada exclusivamente a crianças reais.


Na Câmara Municipal de Campina Grande, o vereador Sargento Wellington Cobra (PSB) apresentou o PL 529/2025, também em 21 de maio. A proposta proíbe o uso dos bonecos sintéticos conhecidos como bebês reborn para obter prioridade em hospitais, UPAs, repartições públicas e até estabelecimentos comerciais.


O projeto pretende coibir práticas que, segundo o autor, têm se tornado frequentes e comprometem o funcionamento dos serviços públicos.


Até o momento, não há informações sobre o número de ocorrências oficiais envolvendo o uso de bebês reborn para burlar filas, mas os parlamentares apontam que o assunto vem ganhando notoriedade nas redes sociais e gerado preocupação entre profissionais de atendimento.


As leis deverão estipular mecanismos de fiscalização e penalidades para coibir a prática em todo o estado e nas cidades de João Pessoa e Campina Grande.


Disponível em: https://jornaldaparaiba.com.br/politica/projeto-lei-barraruso-bebes-reborn-furar-fila-atendimentos-pb. 
“Na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), dois projetos de lei ordinária de autoria do deputado estadual Walber Virgolino (PL) foram protocolados com o objetivo de regular o uso de bonecos reborn em ambientes públicos e privados.”

O trecho destacado é
Alternativas
Q3409061 Português
Leia o texto para responder à questão.


Projeto de lei quer barrar uso de bebês reborn para furar fila em atendimentos na PB


Na última semana, o uso de bonecos do tipo “bebê reborn”, que são réplicas realistas de recém-nascidos, entrou no debate político na Paraíba. Projetos de lei apresentados tanto na Assembleia Legislativa (ALPB) quanto nas câmaras municipais de João Pessoa e Campina Grande propõem sanções a quem utilizar esses bonecos para obter benefícios destinados a pessoas com crianças de colo.


Os parlamentares justificam as medidas como forma de evitar fraudes e preservar a prioridade real de quem está com crianças. As propostas preveem, entre outras ações, a proibição de atendimento preferencial a quem portar esses objetos e a aplicação de penalidades administrativas.


Na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), dois projetos de lei ordinária de autoria do deputado estadual Walber Virgolino (PL) foram protocolados com o objetivo de regular o uso de bonecos reborn em ambientes públicos e privados.


O PLO 4380/2025, apresentado no dia 20 de maio, propõe a tipificação de infração administrativa para o uso de bonecas “reborn” ou qualquer outro artefato que simule crianças de colo com o intuito de obter benefícios ou prioridade em atendimentos. O texto deixa claro que a proibição se estende a serviços públicos e privados em todo o estado.


Já o PLO 4350/2025, apresentado dois dias antes, em 18 de maio, tem foco específico nas unidades públicas de saúde. A proposta proíbe o atendimento a bebês reborn nesses espaços e veda a utilização dessas bonecas como justificativa para garantir preferência em serviços destinados a crianças e seus responsáveis. Segundo a ALPB, este projeto foi aprovado. 


Na Câmara Municipal de João Pessoa, o vereador Guguinha Moov Jampa (PSD) apresentou, no dia 21 de  maio, o PLO 269/2025, com teor semelhante às propostas estaduais. A matéria também propõe sanção administrativa para quem utilizar bonecas do tipo bebê reborn ou artifícios similares com a intenção de se beneficiar da prioridade destinada a pessoas com crianças de colo.


Além disso, o projeto veta expressamente o atendimento a essas bonecas em unidades de saúde municipais, buscando garantir que a estrutura pública seja voltada exclusivamente a crianças reais.


Na Câmara Municipal de Campina Grande, o vereador Sargento Wellington Cobra (PSB) apresentou o PL 529/2025, também em 21 de maio. A proposta proíbe o uso dos bonecos sintéticos conhecidos como bebês reborn para obter prioridade em hospitais, UPAs, repartições públicas e até estabelecimentos comerciais.


O projeto pretende coibir práticas que, segundo o autor, têm se tornado frequentes e comprometem o funcionamento dos serviços públicos.


Até o momento, não há informações sobre o número de ocorrências oficiais envolvendo o uso de bebês reborn para burlar filas, mas os parlamentares apontam que o assunto vem ganhando notoriedade nas redes sociais e gerado preocupação entre profissionais de atendimento.


As leis deverão estipular mecanismos de fiscalização e penalidades para coibir a prática em todo o estado e nas cidades de João Pessoa e Campina Grande.


Disponível em: https://jornaldaparaiba.com.br/politica/projeto-lei-barraruso-bebes-reborn-furar-fila-atendimentos-pb. 
“Na última semana, o uso de bonecos do tipo “bebê reborn”, que são réplicas realistas de recém-nascidos, entrou no debate político na Paraíba.”

Sobre o emprego das vírgulas no trecho, julgue as assertivas a seguir e assinale V para sentenças VERDAEIRAS e F para FALSAS:

( )A primeira vírgula separa adjunto adverbial deslocado.
( )A primeira vírgula separa oração subordinada adverbial deslocada.
( )A segunda e terceira vírgulas separam oração subordinada adjetiva explicativa.
( )A segunda e terceira vírgulas separam elementos com a mesma função sintática.

Assinale a sequência CORRETA é:
Alternativas
Q3409060 Português
Leia o texto para responder à questão.


Projeto de lei quer barrar uso de bebês reborn para furar fila em atendimentos na PB


Na última semana, o uso de bonecos do tipo “bebê reborn”, que são réplicas realistas de recém-nascidos, entrou no debate político na Paraíba. Projetos de lei apresentados tanto na Assembleia Legislativa (ALPB) quanto nas câmaras municipais de João Pessoa e Campina Grande propõem sanções a quem utilizar esses bonecos para obter benefícios destinados a pessoas com crianças de colo.


Os parlamentares justificam as medidas como forma de evitar fraudes e preservar a prioridade real de quem está com crianças. As propostas preveem, entre outras ações, a proibição de atendimento preferencial a quem portar esses objetos e a aplicação de penalidades administrativas.


Na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), dois projetos de lei ordinária de autoria do deputado estadual Walber Virgolino (PL) foram protocolados com o objetivo de regular o uso de bonecos reborn em ambientes públicos e privados.


O PLO 4380/2025, apresentado no dia 20 de maio, propõe a tipificação de infração administrativa para o uso de bonecas “reborn” ou qualquer outro artefato que simule crianças de colo com o intuito de obter benefícios ou prioridade em atendimentos. O texto deixa claro que a proibição se estende a serviços públicos e privados em todo o estado.


Já o PLO 4350/2025, apresentado dois dias antes, em 18 de maio, tem foco específico nas unidades públicas de saúde. A proposta proíbe o atendimento a bebês reborn nesses espaços e veda a utilização dessas bonecas como justificativa para garantir preferência em serviços destinados a crianças e seus responsáveis. Segundo a ALPB, este projeto foi aprovado. 


Na Câmara Municipal de João Pessoa, o vereador Guguinha Moov Jampa (PSD) apresentou, no dia 21 de  maio, o PLO 269/2025, com teor semelhante às propostas estaduais. A matéria também propõe sanção administrativa para quem utilizar bonecas do tipo bebê reborn ou artifícios similares com a intenção de se beneficiar da prioridade destinada a pessoas com crianças de colo.


Além disso, o projeto veta expressamente o atendimento a essas bonecas em unidades de saúde municipais, buscando garantir que a estrutura pública seja voltada exclusivamente a crianças reais.


Na Câmara Municipal de Campina Grande, o vereador Sargento Wellington Cobra (PSB) apresentou o PL 529/2025, também em 21 de maio. A proposta proíbe o uso dos bonecos sintéticos conhecidos como bebês reborn para obter prioridade em hospitais, UPAs, repartições públicas e até estabelecimentos comerciais.


O projeto pretende coibir práticas que, segundo o autor, têm se tornado frequentes e comprometem o funcionamento dos serviços públicos.


Até o momento, não há informações sobre o número de ocorrências oficiais envolvendo o uso de bebês reborn para burlar filas, mas os parlamentares apontam que o assunto vem ganhando notoriedade nas redes sociais e gerado preocupação entre profissionais de atendimento.


As leis deverão estipular mecanismos de fiscalização e penalidades para coibir a prática em todo o estado e nas cidades de João Pessoa e Campina Grande.


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O principal objetivo do gênero textual apresentado é:
Alternativas
Q3409059 Português
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Projeto de lei quer barrar uso de bebês reborn para furar fila em atendimentos na PB


Na última semana, o uso de bonecos do tipo “bebê reborn”, que são réplicas realistas de recém-nascidos, entrou no debate político na Paraíba. Projetos de lei apresentados tanto na Assembleia Legislativa (ALPB) quanto nas câmaras municipais de João Pessoa e Campina Grande propõem sanções a quem utilizar esses bonecos para obter benefícios destinados a pessoas com crianças de colo.


Os parlamentares justificam as medidas como forma de evitar fraudes e preservar a prioridade real de quem está com crianças. As propostas preveem, entre outras ações, a proibição de atendimento preferencial a quem portar esses objetos e a aplicação de penalidades administrativas.


Na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), dois projetos de lei ordinária de autoria do deputado estadual Walber Virgolino (PL) foram protocolados com o objetivo de regular o uso de bonecos reborn em ambientes públicos e privados.


O PLO 4380/2025, apresentado no dia 20 de maio, propõe a tipificação de infração administrativa para o uso de bonecas “reborn” ou qualquer outro artefato que simule crianças de colo com o intuito de obter benefícios ou prioridade em atendimentos. O texto deixa claro que a proibição se estende a serviços públicos e privados em todo o estado.


Já o PLO 4350/2025, apresentado dois dias antes, em 18 de maio, tem foco específico nas unidades públicas de saúde. A proposta proíbe o atendimento a bebês reborn nesses espaços e veda a utilização dessas bonecas como justificativa para garantir preferência em serviços destinados a crianças e seus responsáveis. Segundo a ALPB, este projeto foi aprovado. 


Na Câmara Municipal de João Pessoa, o vereador Guguinha Moov Jampa (PSD) apresentou, no dia 21 de  maio, o PLO 269/2025, com teor semelhante às propostas estaduais. A matéria também propõe sanção administrativa para quem utilizar bonecas do tipo bebê reborn ou artifícios similares com a intenção de se beneficiar da prioridade destinada a pessoas com crianças de colo.


Além disso, o projeto veta expressamente o atendimento a essas bonecas em unidades de saúde municipais, buscando garantir que a estrutura pública seja voltada exclusivamente a crianças reais.


Na Câmara Municipal de Campina Grande, o vereador Sargento Wellington Cobra (PSB) apresentou o PL 529/2025, também em 21 de maio. A proposta proíbe o uso dos bonecos sintéticos conhecidos como bebês reborn para obter prioridade em hospitais, UPAs, repartições públicas e até estabelecimentos comerciais.


O projeto pretende coibir práticas que, segundo o autor, têm se tornado frequentes e comprometem o funcionamento dos serviços públicos.


Até o momento, não há informações sobre o número de ocorrências oficiais envolvendo o uso de bebês reborn para burlar filas, mas os parlamentares apontam que o assunto vem ganhando notoriedade nas redes sociais e gerado preocupação entre profissionais de atendimento.


As leis deverão estipular mecanismos de fiscalização e penalidades para coibir a prática em todo o estado e nas cidades de João Pessoa e Campina Grande.


Disponível em: https://jornaldaparaiba.com.br/politica/projeto-lei-barraruso-bebes-reborn-furar-fila-atendimentos-pb. 
Sobre a expressão em destaque no título: “Projeto de lei quer barrar uso de bebês reborn para furar fila em atendimentos na PB”, julgue as assertivas a seguir e assinale V para sentenças VERDAEIRAS e F para FALSAS:

( )Está empregada no sentido figurado, que é um sentido subjetivo.
( )O sentido depende do contexto em que é empregada.
( )Está empregada no sentido denotativo. 
( )Está no sentido conotativo.

Assinale a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3363821 Design Gráfico
A teoria das cores é essencial para diversas áreas do design, comunicação e artes visuais, pois influencia a percepção e a harmonia das combinações cromáticas. Em relação aos princípios da cor luz e das cores complementares, analise as afirmativas a seguir.

I.O sistema de cores aditivas é baseado na mistura de luzes coloridas, onde a combinação das cores primárias (vermelho, verde e azul) resulta na cor branca.
II.As cores complementares são pares de cores que, quando combinadas, criam um contraste forte e dinâmico, sendo amplamente utilizadas no design e na publicidade.
III.No sistema de cores luz, a mistura das cores primárias sempre resulta na cor preta, pois as cores absorvem toda a luz incidente.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3363819 Design Gráfico
As ferramentas de retoque digital, como Clone Stamp, Healing Brush e Spot Healing Brush, são amplamente utilizadas para correção de imperfeições, remoção de elementos indesejados e ajuste fino em edições de imagens. Em relação às ferramentas de retoque, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A ferramenta Clone Stamp remove imperfeições automaticamente, sem necessidade de selecionar uma área de amostragem, pois gera texturas novas a partir de um algoritmo.
(__)A ferramenta Spot Healing Brush exige que o usuário selecione manualmente a área de amostragem antes de aplicar a correção em uma imperfeição da imagem.
(__)A ferramenta Healing Brush permite copiar a textura de uma área selecionada e misturá-la suavemente com a região corrigida, garantindo uma transição mais natural.
(__)A ferramenta Spot Healing Brush realiza correções automáticas, analisando a área ao redor da imperfeição e aplicando a textura mais adequada para disfarçar a falha.

A sequência está correta em:
Alternativas
Q3363818 Comunicação Social
A economia política da comunicação analisa a transformação da informação em mercadoria no capitalismo contemporâneo e como as relações entre capital e trabalho influenciam a dinâmica das empresas de mídia, tecnologia e comunicação. Em relação aos elementos da economia política da comunicação, analise as afirmativas a seguir.

I.A informação circula livremente na sociedade sem interferência de interesses econômicos, pois os meios de comunicação não operam sob lógica mercadológica.
II.As empresas de tecnologia e comunicação não exploram a força de trabalho, pois a automação e a digitalização eliminaram a necessidade de relações laborais tradicionais.
III.No capitalismo contemporâneo, a informação é tratada como mercadoria, sendo produzida, distribuída e vendida por empresas de mídia e tecnologia com fins lucrativos.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3363817 Áudio e Vídeo
A captação digital de imagens envolve processos eletrônicos para converter a luz em sinais digitais, permitindo a obtenção de fotografias e vídeos com alta resolução e maior controle de qualidade. Em relação aos princípios da captação digital de imagens, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A captação digital de imagens depende exclusivamente do obturador mecânico, pois os sensores não possuem capacidade de captar luz diretamente.
(__)A qualidade da imagem digital é determinada apenas pelo número de megapixels, sem influência de outros fatores como sensor, lente e processamento da câmera.
(__)Os sensores digitais convertem a luz captada pelas lentes em sinais elétricos, que são processados para formar uma imagem digital.
(__)A sensibilidade ISO permite ajustar a quantidade de luz captada pelo sensor, influenciando a exposição da imagem em diferentes condições de iluminação.

A sequência es
Alternativas
Q3363816 Áudio e Vídeo
A fotografia e o vídeo compartilham princípios fundamentais, como enquadramento, exposição e composição, sendo a captação de imagens em movimento influenciada por técnicas fotográficas aplicadas ao audiovisual. Em relação aos fundamentos de fotografia aplicados ao vídeo, analise as afirmativas a seguir.

I.A velocidade do obturador em vídeo não afeta a aparência do movimento, pois esse ajuste é relevante apenas para fotografias estáticas.
II.A profundidade de campo no vídeo pode ser controlada pelo ajuste da abertura do diafragma, permitindo destacar ou desfocar elementos do plano de fundo.
III.A sensibilidade ISO no vídeo tem a mesma função da fotografia, influenciando a captura de luz, mas um valor ISO muito alto pode gerar ruído na imagem.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3363814 Áudio e Vídeo
O Blender é um software de código aberto amplamente utilizado para modelagem 3D, animação e pós-produção de vídeos, oferecendo ferramentas avançadas para aprimoramento da qualidade gráfica. Em relação ao uso e domínio do programa Blender para qualidade gráfica e pós-produção de vídeo, analise as afirmativas a seguir.

I.O Blender é um software exclusivamente voltado para modelagem 3D, não possuindo ferramentas para edição e pós-produção de vídeo.
II.O Blender conta com um editor de vídeo integrado, permitindo cortes, transições, efeitos e composição de cenas, tornando-se uma opção versátil para pós-produção.
III.A qualidade gráfica dos projetos no Blender depende apenas do número de polígonos de um modelo 3D, sem influência de texturas, iluminação ou configurações de renderização.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3363813 Áudio e Vídeo
A construção de ambientes sonoros, efeitos e foley são elementos essenciais para a imersão em produções audiovisuais, garantindo realismo e enriquecendo a narrativa sonora. Em relação à construção de ambientes, efeitos e foley, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3363812 Áudio e Vídeo
A estereofonia é um conceito fundamental na captação e reprodução sonora, proporcionando maior sensação de espacialidade e imersão ao ouvinte por meio da distribuição de sons em diferentes canais. Em relação às noções de estereofonia, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A estereofonia utiliza um único canal de áudio para reproduzir o som, não havendo diferença perceptível entre os lados esquerdo e direito.
(__)O áudio estéreo não influencia a experiência auditiva, pois a percepção espacial do som ocorre exclusivamente no ambiente físico e não na gravação.
(__)A gravação estereofônica não pode ser realizada com dois microfones simultâneos, pois apenas um captador é necessário para criar um efeito estéreo.
(__)O áudio estéreo é composto por dois ou mais canais, distribuindo os sons entre os alto-falantes esquerdo e direito para criar uma sensação de profundidade e espacialidade.

A sequência está correta em:
Alternativas
Q3363811 Direito Digital
Os direitos autorais garantem a proteção das criações intelectuais, sendo fundamentais para o trabalho dos produtores de conteúdo, que devem compreender suas implicações legais no uso e distribuição de obras. Em relação às questões de direito autoral e suas implicações para o trabalho do produtor, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3363810 Áudio e Vídeo
O ajuste de cores em imagens digitais envolve a manipulação de níveis de cores, curvas tonais, equilíbrio de cor e saturação, garantindo fidelidade e impacto visual. Em relação aos ajustes de cores e suas variações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3363809 Áudio e Vídeo
A resolução de imagem influencia diretamente a qualidade visual e a definição dos detalhes, sendo dividida em resolução óptica, determinada pela capacidade real do sensor da câmera, e resolução interpolada, obtida por meio de software. Em relação à resolução de imagem (óptica e interpolada), marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A resolução interpolada melhora a qualidade real da imagem, pois o software adiciona novos pixels com informações originais da cena capturada.
(__)A resolução óptica é a verdadeira capacidade do sensor de uma câmera capturar detalhes, sendo determinada pela quantidade real de pixels disponíveis.
(__)A interpolação de imagem pode aumentar artificialmente o número de pixels, mas não adiciona novos detalhes reais à captura original.
(__)A qualidade final de uma imagem depende não apenas da resolução, mas também de fatores como sensor, lente e processamento interno da câmera.

A sequência está correta em:
Alternativas
Q3363808 Artes Visuais
A teoria das cores estuda como as cores interagem, são percebidas e influenciam a comunicação visual, sendo amplamente utilizada em áreas como design, fotografia e artes visuais. Em relação à teoria das cores, analise as afirmativas a seguir.

I.O modelo aditivo de cores (RGB) é utilizado em telas e dispositivos eletrônicos, combinando luzes vermelha, verde e azul para formar outras cores.
II.O modelo subtrativo de cores (CMYK) é usado em impressão, onde a sobreposição das cores ciano, magenta, amarelo e preto cria diferentes tonalidades.
III.As cores complementares são cores vizinhas no círculo cromático, pois possuem composição semelhante e criam combinações harmônicas sem contraste visual.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3363806 Sociologia
A Escola de Frankfurt desenvolveu uma crítica à indústria cultural, argumentando que a produção massificada de bens culturais serve à reprodução do sistema capitalista, moldando comportamentos e limitando o pensamento crítico. Em relação aos debates frankfurtianos sobre a indústria cultural e o tempo livre como fronteira de reprodução capitalista, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3363805 Áudio e Vídeo
A captura de imagens passou por diversas evoluções tecnológicas, desde os primeiros experimentos fotográficos até os sensores digitais de alta resolução utilizados atualmente. Em relação ao histórico e à evolução das tecnologias de captura de imagens, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
461: B
462: D
463: A
464: E
465: C
466: D
467: D
468: D
469: B
470: B
471: C
472: B
473: B
474: D
475: C
476: C
477: A
478: B
479: D
480: C