Questões de Concurso
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A respeito das ideias e estruturas linguísticas do texto II, julgue o próximo item.
Sem prejuízo para a correção gramatical e os sentidos do texto,
a vírgula empregada logo após “Norte” (l.14) poderia ser
omitida.
A respeito das ideias e estruturas linguísticas do texto II, julgue o próximo item.
A correção gramatical do texto seria prejudicada caso se
inserisse acento indicativo de crase no “a”, em “a homenagear
o especialista” (l. 16 e 17).
A respeito das ideias e estruturas linguísticas do texto II, julgue o próximo item.
Sem prejuízo para o sentido original do texto, a forma verbal
“repercute” (l.10) poderia ser substituída por reflete.
A respeito das ideias e estruturas linguísticas do texto II, julgue o próximo item.
O emprego da forma verbal “são” (l.2) na terceira pessoa do
plural justifica-se pela concordância com os núcleos do sujeito
da oração: “originalidade” e “capacidade”, ambos na linha 1.
Com base nas ideias e estruturas linguísticas do texto I, julgue o item subsecutivo.
No primeiro período do quarto parágrafo, feitos os devidos
ajustes de pontuação, o deslocamento da expressão “em 1950”
para o final do período preservaria a correção do texto, mas
acarretar-lhe-ia ambiguidade.
Em “à criança" (L.14), caso o vocábulo “criança" fosse empregado no plural, o acento indicativo de crase deveria ser mantido.
Com base nas ideias e estruturas linguísticas do texto I, julgue o item subsecutivo.
O emprego do acento indicativo de crase em “Candidatou-se
à Academia Brasileira de Letras” (l.25) é obrigatório, devido
à fusão da preposição que segue a forma verbal com o artigo
definido feminino singular que precede o termo “Academia”.
Com base nas ideias e estruturas linguísticas do texto I, julgue o item subsecutivo.
A forma nominal “filho” (l.4) e a forma pronominal
“se” (l. 6 e 25) referem-se a Anísio Spínola Teixeira.
A
1
2 45
3 90
4 78
5
Considere que as células B2, B3 e B4 foram preenchidas com as fórmulas apresentadas no quadro abaixo:
Fórmula preenchida em B2 =SE(A2>89;"A";SE(A4<79;"B";SE(A3>69;"C";SE(A2>59;"D";"E"))))
Fórmula preenchida em B3 =SE(A3>89;"A";SE(A2<79;"B";SE(A3>=69;"C";SE(A4<59;"D";"E"))))
Fórmula preenchida em B4 =SE(A4>89;"A";SE(A2>=79;"B";SE(A4>69;"C";SE(A3<59;"D";"E"))))
Os resultados produzidos nas células B2, B3 e B4, separados por vírgula, serão, respectivamente:
I- A dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia e a consciência dos princípios morais são primados maiores que devem nortear o servidor público, seja no exercício do cargo ou função, ou fora dele, já que refletirá o exercício da vocação do próprio poder estatal. Seus atos, comportamentos e atitudes serão direcionados para a preservação da honra e da tradição dos serviços públicos;
II - A moralidade da Administração Pública não se limita à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da idéia de que o fim é sempre o bem comum. O equilíbrio entre a legalidade e a finalidade, na conduta do servidor público, é que poderá consolidar a moralidade do ato administrativo;
III- A remuneração do servidor público é custeada pelos tributos pagos direta ou indiretamente por todos, até por ele próprio, e por isso se exige, como contrapartida, que a moralidade administrativa se integre no Direito, como elemento indissociável de sua aplicação e de sua finalidade, erigindo-se, como conseqüência, em fator de legalidade;
IV - O trabalho desenvolvido pelo servidor público perante a comunidade não deve ser entendido como acréscimo ao seu próprio bem-estar;
V - A função pública deve ser tida como exercício profissional e, portanto, não se integra na vida particular de cada servidor público. Assim, os fatos e atos verificados na conduta do dia-a-dia em sua vida privada não poderão acrescer ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional.

