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Q2035144 Português
A palavra que possui uma sequência de duas letras indicando um único som (dígrafo) é:
Alternativas
Q2035143 Português
Terceira idade no Brasil ainda tem desafios

     O idoso brasileiro está vivendo mais, mas a qualidade desses anos ainda deixa a desejar. A informação faz parte do último relatório Global AgeWatch Index, que avalia os melhores lugares para se viver na terceira idade. Entre as 96 nações analisadas pelo índice, o Brasil figurou no 56o lugar. O documento mostra que, no país, os cidadãos acima de 60 anos têm, em média, 21 anos a mais pela frente. O índice é compatível com a média mundial. No entanto, a falta de acesso a serviços básicos como transporte e segurança compromete a qualidade de vida da população da terceira idade no Brasil.
    O relatório mostra que o Brasil se destaca pelo seu amplo programa de previdência, que atende a 86% dos seus idosos e mantém grande parte da população mais velha fora da linha da pobreza - na maioria dos países de baixo e médio rendimento, apenas uma em cada quatro pessoas acima dos 65 anos recebe uma pensão.
    No entanto, o posicionamento do Brasil na lista foi prejudicado por problemas que afetam não somente os idosos, mas também cidadãos brasileiros de outras faixas etárias. “O Brasil não é tão bom em fornecer um ambiente propício para o envelhecimento. O medo de crimes e o acesso ao transporte público são grandes questões para os idosos brasileiros”, analisa Asgar Zaidi, professor de políticas sociais internacionais na Universidade de Southampton e um dos autores do levantamento global.
    Além de planos de aposentadoria e de acesso universal à saúde, o trabalho revela que os melhores países para se envelhecer também investem há décadas em mudanças sociais e ambientais voltadas especialmente para os idosos. “O Brasil tem um sistema de saúde que presta uma atenção universalizada. Então, é notável que, mesmo com tantos benefícios, nós não conseguimos ficar numa posição melhor no índice. Isso chama a atenção para o fato de que as nossas soluções não estão atendendo aos nossos problemas”, acredita Otávio Nóbrega, vice- presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia no Distrito Federal.
    De acordo com o especialista, idosos com pior qualidade de vida não são necessariamente os mais doentes. Cidadãos da terceira idade sofrem com questões como o abandono, a falta de uma ocupação e a carência por atividades que atendam às suas necessidades especiais. “A qualidade de vida é, provavelmente, mais determinada pelo ambiente social do que propriamente pelo estado geral de saúde. Hoje, uma premissa muito importante não é somente evitar o envelhecimento e as morbidades, mas também tentar remediar e controlar as limitações físicas, intelectuais e cognitivas que podem ocorrer com o envelhecimento”, aponta Nóbrega, que também é professor na Universidade de Brasília (UnB).

(Disponível em: http://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2015/09/10/ noticias-saude.1 87086/terceira-idade-no-brasil-ainda-temdesafios.shtml)
Em “Então, é notável que, mesmo com tantos benefícios, nós não conseguimos ficar numa posição melhor no índice”, a expressão destacada pode ser substituída, mantendo o sentido global da frase, por:
Alternativas
Q2035142 Português
Terceira idade no Brasil ainda tem desafios

     O idoso brasileiro está vivendo mais, mas a qualidade desses anos ainda deixa a desejar. A informação faz parte do último relatório Global AgeWatch Index, que avalia os melhores lugares para se viver na terceira idade. Entre as 96 nações analisadas pelo índice, o Brasil figurou no 56o lugar. O documento mostra que, no país, os cidadãos acima de 60 anos têm, em média, 21 anos a mais pela frente. O índice é compatível com a média mundial. No entanto, a falta de acesso a serviços básicos como transporte e segurança compromete a qualidade de vida da população da terceira idade no Brasil.
    O relatório mostra que o Brasil se destaca pelo seu amplo programa de previdência, que atende a 86% dos seus idosos e mantém grande parte da população mais velha fora da linha da pobreza - na maioria dos países de baixo e médio rendimento, apenas uma em cada quatro pessoas acima dos 65 anos recebe uma pensão.
    No entanto, o posicionamento do Brasil na lista foi prejudicado por problemas que afetam não somente os idosos, mas também cidadãos brasileiros de outras faixas etárias. “O Brasil não é tão bom em fornecer um ambiente propício para o envelhecimento. O medo de crimes e o acesso ao transporte público são grandes questões para os idosos brasileiros”, analisa Asgar Zaidi, professor de políticas sociais internacionais na Universidade de Southampton e um dos autores do levantamento global.
    Além de planos de aposentadoria e de acesso universal à saúde, o trabalho revela que os melhores países para se envelhecer também investem há décadas em mudanças sociais e ambientais voltadas especialmente para os idosos. “O Brasil tem um sistema de saúde que presta uma atenção universalizada. Então, é notável que, mesmo com tantos benefícios, nós não conseguimos ficar numa posição melhor no índice. Isso chama a atenção para o fato de que as nossas soluções não estão atendendo aos nossos problemas”, acredita Otávio Nóbrega, vice- presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia no Distrito Federal.
    De acordo com o especialista, idosos com pior qualidade de vida não são necessariamente os mais doentes. Cidadãos da terceira idade sofrem com questões como o abandono, a falta de uma ocupação e a carência por atividades que atendam às suas necessidades especiais. “A qualidade de vida é, provavelmente, mais determinada pelo ambiente social do que propriamente pelo estado geral de saúde. Hoje, uma premissa muito importante não é somente evitar o envelhecimento e as morbidades, mas também tentar remediar e controlar as limitações físicas, intelectuais e cognitivas que podem ocorrer com o envelhecimento”, aponta Nóbrega, que também é professor na Universidade de Brasília (UnB).

(Disponível em: http://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2015/09/10/ noticias-saude.1 87086/terceira-idade-no-brasil-ainda-temdesafios.shtml)
O último parágrafo desconstrói a seguinte ideia:
Alternativas
Q2035141 Português
Terceira idade no Brasil ainda tem desafios

     O idoso brasileiro está vivendo mais, mas a qualidade desses anos ainda deixa a desejar. A informação faz parte do último relatório Global AgeWatch Index, que avalia os melhores lugares para se viver na terceira idade. Entre as 96 nações analisadas pelo índice, o Brasil figurou no 56o lugar. O documento mostra que, no país, os cidadãos acima de 60 anos têm, em média, 21 anos a mais pela frente. O índice é compatível com a média mundial. No entanto, a falta de acesso a serviços básicos como transporte e segurança compromete a qualidade de vida da população da terceira idade no Brasil.
    O relatório mostra que o Brasil se destaca pelo seu amplo programa de previdência, que atende a 86% dos seus idosos e mantém grande parte da população mais velha fora da linha da pobreza - na maioria dos países de baixo e médio rendimento, apenas uma em cada quatro pessoas acima dos 65 anos recebe uma pensão.
    No entanto, o posicionamento do Brasil na lista foi prejudicado por problemas que afetam não somente os idosos, mas também cidadãos brasileiros de outras faixas etárias. “O Brasil não é tão bom em fornecer um ambiente propício para o envelhecimento. O medo de crimes e o acesso ao transporte público são grandes questões para os idosos brasileiros”, analisa Asgar Zaidi, professor de políticas sociais internacionais na Universidade de Southampton e um dos autores do levantamento global.
    Além de planos de aposentadoria e de acesso universal à saúde, o trabalho revela que os melhores países para se envelhecer também investem há décadas em mudanças sociais e ambientais voltadas especialmente para os idosos. “O Brasil tem um sistema de saúde que presta uma atenção universalizada. Então, é notável que, mesmo com tantos benefícios, nós não conseguimos ficar numa posição melhor no índice. Isso chama a atenção para o fato de que as nossas soluções não estão atendendo aos nossos problemas”, acredita Otávio Nóbrega, vice- presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia no Distrito Federal.
    De acordo com o especialista, idosos com pior qualidade de vida não são necessariamente os mais doentes. Cidadãos da terceira idade sofrem com questões como o abandono, a falta de uma ocupação e a carência por atividades que atendam às suas necessidades especiais. “A qualidade de vida é, provavelmente, mais determinada pelo ambiente social do que propriamente pelo estado geral de saúde. Hoje, uma premissa muito importante não é somente evitar o envelhecimento e as morbidades, mas também tentar remediar e controlar as limitações físicas, intelectuais e cognitivas que podem ocorrer com o envelhecimento”, aponta Nóbrega, que também é professor na Universidade de Brasília (UnB).

(Disponível em: http://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2015/09/10/ noticias-saude.1 87086/terceira-idade-no-brasil-ainda-temdesafios.shtml)
Um elemento característico de textos jornalísticos presente na reportagem lida é:
Alternativas
Q2035140 Português
Terceira idade no Brasil ainda tem desafios

     O idoso brasileiro está vivendo mais, mas a qualidade desses anos ainda deixa a desejar. A informação faz parte do último relatório Global AgeWatch Index, que avalia os melhores lugares para se viver na terceira idade. Entre as 96 nações analisadas pelo índice, o Brasil figurou no 56o lugar. O documento mostra que, no país, os cidadãos acima de 60 anos têm, em média, 21 anos a mais pela frente. O índice é compatível com a média mundial. No entanto, a falta de acesso a serviços básicos como transporte e segurança compromete a qualidade de vida da população da terceira idade no Brasil.
    O relatório mostra que o Brasil se destaca pelo seu amplo programa de previdência, que atende a 86% dos seus idosos e mantém grande parte da população mais velha fora da linha da pobreza - na maioria dos países de baixo e médio rendimento, apenas uma em cada quatro pessoas acima dos 65 anos recebe uma pensão.
    No entanto, o posicionamento do Brasil na lista foi prejudicado por problemas que afetam não somente os idosos, mas também cidadãos brasileiros de outras faixas etárias. “O Brasil não é tão bom em fornecer um ambiente propício para o envelhecimento. O medo de crimes e o acesso ao transporte público são grandes questões para os idosos brasileiros”, analisa Asgar Zaidi, professor de políticas sociais internacionais na Universidade de Southampton e um dos autores do levantamento global.
    Além de planos de aposentadoria e de acesso universal à saúde, o trabalho revela que os melhores países para se envelhecer também investem há décadas em mudanças sociais e ambientais voltadas especialmente para os idosos. “O Brasil tem um sistema de saúde que presta uma atenção universalizada. Então, é notável que, mesmo com tantos benefícios, nós não conseguimos ficar numa posição melhor no índice. Isso chama a atenção para o fato de que as nossas soluções não estão atendendo aos nossos problemas”, acredita Otávio Nóbrega, vice- presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia no Distrito Federal.
    De acordo com o especialista, idosos com pior qualidade de vida não são necessariamente os mais doentes. Cidadãos da terceira idade sofrem com questões como o abandono, a falta de uma ocupação e a carência por atividades que atendam às suas necessidades especiais. “A qualidade de vida é, provavelmente, mais determinada pelo ambiente social do que propriamente pelo estado geral de saúde. Hoje, uma premissa muito importante não é somente evitar o envelhecimento e as morbidades, mas também tentar remediar e controlar as limitações físicas, intelectuais e cognitivas que podem ocorrer com o envelhecimento”, aponta Nóbrega, que também é professor na Universidade de Brasília (UnB).

(Disponível em: http://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2015/09/10/ noticias-saude.1 87086/terceira-idade-no-brasil-ainda-temdesafios.shtml)
A respeito da expectativa de vida no Brasil, a discussão proposta no texto pode ser sintetizada da seguinte forma:
Alternativas
Q2035139 Português
Terceira idade no Brasil ainda tem desafios

     O idoso brasileiro está vivendo mais, mas a qualidade desses anos ainda deixa a desejar. A informação faz parte do último relatório Global AgeWatch Index, que avalia os melhores lugares para se viver na terceira idade. Entre as 96 nações analisadas pelo índice, o Brasil figurou no 56o lugar. O documento mostra que, no país, os cidadãos acima de 60 anos têm, em média, 21 anos a mais pela frente. O índice é compatível com a média mundial. No entanto, a falta de acesso a serviços básicos como transporte e segurança compromete a qualidade de vida da população da terceira idade no Brasil.
    O relatório mostra que o Brasil se destaca pelo seu amplo programa de previdência, que atende a 86% dos seus idosos e mantém grande parte da população mais velha fora da linha da pobreza - na maioria dos países de baixo e médio rendimento, apenas uma em cada quatro pessoas acima dos 65 anos recebe uma pensão.
    No entanto, o posicionamento do Brasil na lista foi prejudicado por problemas que afetam não somente os idosos, mas também cidadãos brasileiros de outras faixas etárias. “O Brasil não é tão bom em fornecer um ambiente propício para o envelhecimento. O medo de crimes e o acesso ao transporte público são grandes questões para os idosos brasileiros”, analisa Asgar Zaidi, professor de políticas sociais internacionais na Universidade de Southampton e um dos autores do levantamento global.
    Além de planos de aposentadoria e de acesso universal à saúde, o trabalho revela que os melhores países para se envelhecer também investem há décadas em mudanças sociais e ambientais voltadas especialmente para os idosos. “O Brasil tem um sistema de saúde que presta uma atenção universalizada. Então, é notável que, mesmo com tantos benefícios, nós não conseguimos ficar numa posição melhor no índice. Isso chama a atenção para o fato de que as nossas soluções não estão atendendo aos nossos problemas”, acredita Otávio Nóbrega, vice- presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia no Distrito Federal.
    De acordo com o especialista, idosos com pior qualidade de vida não são necessariamente os mais doentes. Cidadãos da terceira idade sofrem com questões como o abandono, a falta de uma ocupação e a carência por atividades que atendam às suas necessidades especiais. “A qualidade de vida é, provavelmente, mais determinada pelo ambiente social do que propriamente pelo estado geral de saúde. Hoje, uma premissa muito importante não é somente evitar o envelhecimento e as morbidades, mas também tentar remediar e controlar as limitações físicas, intelectuais e cognitivas que podem ocorrer com o envelhecimento”, aponta Nóbrega, que também é professor na Universidade de Brasília (UnB).

(Disponível em: http://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2015/09/10/ noticias-saude.1 87086/terceira-idade-no-brasil-ainda-temdesafios.shtml)
Pode-se depreender do título do texto o seguinte pressuposto:
Alternativas
Q2008942 História e Geografia de Estados e Municípios
Na figura, o símbolo (representativo dos pontos cardeais) representa a localização do(a):
Imagem associada para resolução da questão




Alternativas
Q2008941 História e Geografia de Estados e Municípios
As Unidades de Saúde são conhecidas como a porta de entrada no sistema Municipal de Saúde e um dos Serviços oferecidos é atendimento médico. Relacione as unidades de saúde da coluna I com os bairros em que estão localizados (coluna II).
Coluna I:
1. Unidade de Saúde Nancy Patino Reiser. 2. Unidade de Saúde Bento Rampelotti. 3. Unidade de Saúde Fernando Wippel. 4. Unidade de Saúde Jardim Esperança. 5. Unidade de Saúde Ignácio Theodoro Pereira.
Coluna II:
- Fazenda - Cordeiros - Murta - Limoeiro - Itaipava
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2008940 História e Geografia de Estados e Municípios
Antiga reivindicação de comerciantes, agricultores e pescadores itajaienses, começou a ser projetado em 1916, com arquitetura eclética, e inaugurado em 1 de janeiro de 1917, na antiga “praia do rio”, hoje Praça Félix Busso Asseburg. Em 1936 o prédio sofreu um incêndio e, durante sua reforma, alguns aspectos da arquitetura foram modificados. Completou em 2017, 100 anos de história. O charmoso Centro de Cultura Popular de Itajaí é co-nhecido como:
Alternativas
Q2008939 História e Geografia de Estados e Municípios
Itajaí é uma cidade de praias, área rural e belas paisagens naturais, com uma rica herança cultural. Tem casarios antigos, shopping, a avenida Beira Rio com seus barcos de pesca, o vai-e-vem dos navios no porto. Observe os pontos de visitação da cidade na coluna I e os relacione com suas localizações (coluna II).
Coluna I:
1. Teatro Municipal de Itajaí. 2. Casa da Cultura Dide Brandão. 3. Centreventos Itajaí. 4. Itajaí Shopping.
Coluna II:
- Avenida Ministro Victor Konder. - Rua Hercílio Luz. - Rua Gregório Chaves. - Rua Samuel Heusi.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2008938 História e Geografia de Estados e Municípios
Segundo D’Ávila, o começo da história de Itajaí se dá pela “ocupação ________ e a colonização dessas terras, a partir do século XVII, deveram-se principalmente ao interesse da Coroa ________ na exploração de possíveis minas de ________ e à disputa com ________, que entendia lhe pertencerem as terras catarinenses”.

A alternativa que preenche corretamente as lacunas é:
Alternativas
Q2008937 Legislação de Trânsito
Constitui infração de trânsito a inobservância de qualquer preceito do Código de Trânsito Brasileiro, da legislação complementar ou das resoluções do CONTRAN, sendo o infrator sujeito às penalidades e medidas administrativas indicadas em cada artigo, além das punições previstas no Capítulo XIX do Código de Trânsito Brasileiro. Sobre as infra-ções, analise as proposições:
I. Deixar o condutor, envolvido em acidente sem vítima, de adotar providências para remover o veículo do local, quando necessária tal me-dida para assegurar a segurança e a fluidez do trânsito.
II. Utilizar-se de veículo para demonstrar ou exibir manobra perigosa, mediante arrancada brusca, derrapagem ou frenagem com deslizamento ou arrastamento de pneus.
III. Executar operação de conversão à direita ou à esquerda em locais proibidos pela sinalização.
IV. Avançar o sinal vermelho do semáforo ou o de parada obrigatória.
V. Desobedecer às ordens emanadas da autoridade competente de trânsito ou de seus agentes.
VI. Transitar com o veículo em calçadas, passeios, passarelas, ciclovias, ciclofaixas, ilhas, refúgios, ajardinamentos, canteiros centrais e divisores de pista de rolamento, acostamentos, marcas de canalização, gramados e jardins públicos.

São consideradas infrações gravíssimas:
Alternativas
Q2008936 Legislação de Trânsito
A Lei nº 9.503/1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, traz alguns conceitos e definições. Sobre os conceitos e definições descritos na Lei relacione as colunas I e II.
Coluna I:
1. Via arterial 2. Via coletora 3. Via local 4. Viaduto 5. Ponte 6. Passarela
Coluna II:
- Via caracterizada por interseções em nível, geralmente controlada por semáforo, com acessibilidade aos lotes lindeiros e às vias secundárias e locais, possibilitando o trânsito entre as regiões da cidade.
- Via caracterizada por interseções em nível não semaforizadas, destinada apenas ao acesso local ou a áreas restritas.
- Obra de construção civil destinada a transpor uma depressão de terreno ou servir de passagem superior.
- Obra de construção civil destinada a ligar margens opostas de uma superfície líquida qualquer.
- Obra de arte destinada à transposição de vias, em desnível aéreo, e ao uso de pedestres.
- Via destinada a coletar e distribuir o trânsito que tenha necessidade de entrar ou sair das vias de trânsito rápido ou arteriais, possibilitando o trânsito dentro das regiões da cidade.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2008935 Legislação de Trânsito
De acordo com a Lei nº 9.503/1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, a habilitação para conduzir veículo automotor e elétrico será apurada por meio de exames que deverão ser realizados junto ao órgão ou entidade executivos do Estado ou do Distrito Federal, do domicílio ou residência do candidato, ou na sede estadual ou distrital do próprio órgão. Os candidatos poderão habilitar-se nas categorias de A a E. Sobre as categorias, relacione as colunas I e II.
Coluna I:
1. Categoria A 2. Categoria B 3. Categoria C 4. Categoria D 5. Categoria E
Coluna II:
- Condutor de veículo motorizado utilizado no transporte de passageiros, cuja lotação exceda a oito lugares, excluído o do motorista.
- Condutor de veículo motorizado de duas ou três rodas, com ou sem carro lateral.
- Condutor de combinação de veículos em que a unidade tratora se enquadre nas categorias B, C ou D e cuja unidade acoplada, reboque, semirreboque, trailer ou articulada tenha 6.000 kg (seis mil quilogramas) ou mais de peso bruto total, ou cuja lotação exceda a 8 (oito) lugares.
- Condutor de veículo motorizado, não abrangido pela categoria A, cujo peso bruto total não exceda a três mil e quinhentos quilogramas e cuja lotação não exceda a oito lugares, excluído o do motorista.
- Condutor de veículo motorizado utilizado em transporte de carga, cujo peso bruto total exceda a três mil e quinhentos quilogramas.

A sequência correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2008934 Legislação de Trânsito
As Juntas Administrativas de Recursos de Infrações – JARI, compõem o Sistema Nacional de Trânsito. Compete às JARI:
I. Julgar os recursos interpostos pelos infratores.
II. Estudar os casos omissos na legislação de trânsito e submetê-los, com proposta de solução, ao Ministério ou órgão coordenador máximo do Sistema Nacional de Trânsito.

III. Solicitar aos órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos rodoviários informações complementares relativas aos recursos, objetivando uma melhor análise da situação recorrida.
IV. Encaminhar aos órgãos e entidades executivos de trânsito e executivos rodoviários informações sobre problemas observados nas au-tuações e apontados em recursos, e que se repitam sistematicamente.
V. Realizar o patrulhamento ostensivo, executando operações relacionadas com a segurança pública, com o objetivo de preservar a ordem, incolumidade das pessoas, o patrimônio da União e o de terceiros.
VI. Supervisionar a implantação de projetos e programas relacionados com a engenharia, educação, administração, policiamento e fiscalização do trânsito e outros, visando à uniformidade de procedimento.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, estão corretas:
Alternativas
Q2008933 Legislação de Trânsito
De acordo com a Lei nº 9.503/1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, analise as proposições.
I. Considera-se trânsito a utilização das vias por pessoas, veículos e animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou não, para fins de circu-lação, parada, estacionamento e operação de carga ou descarga.
II. Os órgãos e entidades de trânsito pertencentes ao Sistema Nacional de Trânsito darão prioridade em suas ações à defesa da vida, excluindo-se a preservação do meio ambiente.
III. São vias terrestres urbanas e rurais as ruas, as avenidas, os logradouros, os caminhos, as passagens, as estradas e as rodovias, que terão seu uso regulamentado pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre elas, de acordo com as peculiaridades locais e as circunstâncias especiais.
IV. Para os efeitos do Código de Trânsito Brasileiro, são consideradas vias terrestres as praias abertas à circulação pública e as vias internas pertencentes aos condomínios constituídos por unidades autônomas. As vias e áreas de estacionamento de estabelecimentos privados de uso coletivo não são consideradas vias terrestres.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q2008932 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
A Lei n° 10741/2003, dispõe sobre o Estatuto do Idoso. Com relação a esse Estatuto, Considere C para as afirmativas corretas e E para as afirmativas erradas:
- O idoso goza de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata a Lei n° 10741.
- O Estatuto do Idoso destina-se a regular os direitos assegurados às pessoas com idade igual ou superior a 65 (sessenta e cinco) anos.
- É dever de todos zelar pela dignidade do idoso, colocando-o a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.
- É assegurado ao idoso todas as oportunidades e facilidades, para preservação de sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade.
- Dentre os idosos, é assegurada prioridade especial aos maiores de oitenta anos, atendendo-se suas necessidades sempre prefe-rencialmente em relação aos demais idosos.

Agora assinale a alternativa correta, considerando o preenchimento de cima para baixo:
Alternativas
Q2008931 Direito Constitucional
A Constituição Federal dispõe que a República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
Alternativas
Q2008930 Direito Civil
O Código Civil determina as regras sobre capacidade. Nesse caso, são absolutamente incapazes para exercer pessoalmente os atos da vida civil:
Alternativas
Q2008929 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
De acordo com a Lei Complementar Municipal 274/2014, são competências específicas da Guarda Municipal, respeitadas as competências federais e estaduais:
I. Proteger os munícipes, os bens, serviços e instalações do Município, prevenindo a ocorrência de atos ilícitos, danos, vandalismos e sinistros contra os mesmos, priorizando a integridade das pessoas que tramitam no espaço público.
II. Participar de ações educativas junto ao corpo discente e docente das unidades de ensino municipal.
III. Exercer as competências do trânsito, nas vias e logradouros municipais, na qualidade de agentes da autoridade de trânsito.
IV. Interagir com a sociedade civil para discussão de problemas e projetos locais voltados à melhoria das condições de segurança da comunidade.
V. Participar do estudo de impacto na segurança local, conforme plano diretor municipal, quando na construção de empreendimentos de grande porte.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
8261: B
8262: A
8263: B
8264: C
8265: D
8266: C
8267: B
8268: D
8269: E
8270: A
8271: C
8272: D
8273: B
8274: C
8275: E
8276: B
8277: A
8278: D
8279: C
8280: A