Questões de Concurso Comentadas para professor de educação básica

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Q607388 Pedagogia
Enumere a segunda coluna pela primeira, associando coerentemente cada método ou orientação metodológica à sua respectiva premissa. 

(I) Método Waldorf

(II) Construtivismo de Piaget

(III) Sociointeracionismo de VYgotsky

(IV) Pragmatismo de Dewey

(V) Método Montessoriano 

( ) O ensino leva em conta as diferentes características de cada pessoa, atuando no desenvolvimento físico, anímico e espiritual.

( ) A formação se dá numa relação dialética entre o sujeito e a sociedade a seu redor, ressaltando o intercâmbio que cada pessoa estabelece com determinado ambiente, a chamada experiência pessoalmente significativa.

( ) É caracterizado por uma ênfase na independência, na liberdade com limites e no respeito pelo desenvolvimento natural das habilidades físicas, sociais e psicológicas da criança.

( ) Parte do princípio de que os alunos aprendem melhor realizando tarefas associadas aos conteúdos ensinados. Atividades manuais e criativas ganham destaque e as crianças passam a ser estimuladas a experimentar e pensar por si mesmas.

( ) Procura instigar a curiosidade, já que o aluno é levado a encontrar as respostas a partir de seus próprios conhecimentos, participando ativamente do próprio aprendizado, mediante a experimentação, a pesquisa em grupo, o estimulo a dúvida e o desenvolvimento do raciocínio, entre outros procedimentos.

A associação correta é: 
Alternativas
Q607387 Pedagogia
No cerne da discussão acerca da função social dos conteúdos de ensino, é coerente afirmar, EXCETO, que:
Alternativas
Q607386 Pedagogia
Identifique nas alternativas qual a formulação que se refere a um objetivo da educação e do ensino.
Alternativas
Q607385 Pedagogia
Identifique a alternativa que se refere à organização do trabalho docente e aos fundamentos do planejamento.
Alternativas
Q607384 Pedagogia
No quadro, a seguir, apresentamos premissas das abordagens teórico-metodológicas do processo de ensino e de aprendizagem. Identifique nas alternativas a qual abordagem, respectivamente, cada premissa está se referindo. 

A – Para que sejam atos de conhecimento qualquer ação pedagógica deve comprometer constantemente os alunos com a problemática de suas situações existenciais.

B - Antes de tudo, a aprendizagem depende do estágio de desenvolvimento e se dá no exercício operacional d inteligência. Ela só se realiza quando o aluno elabora seu conhecimento.

C – A ênfase é dada às situações de sala de aula, espaço onde os alunos são instruídos e ensinados pelo professor.

D – Ensinar consiste em um arranjo e planejamento de contingência de reforço, sob os quais os estudantes aprendem e é de responsabilidade do professor assegurar a aquisição do comportamento.

E– Ensinar e aprender estão associados aos conceitos básicos, a saber: aprendizagem significativa; autoavaliação, criatividade, autoconfiança e independência.

A associação correta e completa é:
Alternativas
Q607383 Pedagogia
No âmbito da discussão da Pedagogia Progressista, enumere a segunda coluna pela primeira, associando coerentemente os elementos concernentes à função social das instituições educativas aos seus respectivos significados. 

(I) Postura do educador

(II) Papel dos conteúdos

(III) A educação e seu papel

(IV) A escola e seu papel

(V) Saberes clássicos 

( ) Promover a apropriação do saber sistematizado, objetivando o desenvolvimento das potencialidades físicas, cognitivas e afetivas dos alunos.

( ) Orienta-se pela princípio de que necessita galgar indefinidamente o conhecimento, pois nunca dominará tudo.

( ) Sua intencionalidade é gerar consciências criticas, transformadoras, criadoras e democráticas.

( ) Componente didático que se configura como a via de acesso ao conhecimento produzido histórica e socialmente.

( ) Firmaram-se como essenciais, como fundamentadores da cultura.

Assinale a alternativa que apresenta a associação correta:
Alternativas
Q607382 Pedagogia
Considerando a articulação entre Pedagogia, Didática e Práxis Educativa, é coerente afirmar, EXCETO, que:
Alternativas
Q607378 Português
Texto:

A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) diz que em 2012 as cidades brasileiras geraram quase 64 milhões de toneladas de resíduos sólidos. Lixo é decorrência de consumo, e consumo é termômetro de quanto anda uma economia. De modo geral, quanto mais rica uma população, mais poder de consumo ela tem; logo, mais lixo ela produz. Noruegueses, americanos, suíços e neozelandeses superam os 2,5 kg diários de lixo per capita. A taxa do Brasil, apesar do enriquecimento do País, ainda é menos que a metade disso. Há dez anos, nossa geração de lixo por habitante era de 955 g. Desde então, a população cresceu cerca de 10%, e o volume de lixo subiu 21%. Sinal do aumento do poder de consumo, graças especialmente aos 40 milhões de pessoas que engrossaram a classe média no período. Com isso, dá para sentir o aumento do rastro de bandejas de carne, caixas de leite e sacolas de shopping no caminho. Efeito colateral do enriquecimento.

Higiene, economia, preservação. Existem motivos para as embalagens existirem, é claro. E também existem profissionais especializados em buscar melhorias nelas, para que sejam mais úteis e menos dispendiosas. Enquanto isso, nós seguimos comprando e consumindo. A Associação Brasileira da Indústria do Plástico prevê que cada pessoa no Brasil consumirá 46 kg de plástico até 2015. Um aumento que acompanha a escalada global. Em 1950, a produção mundial de plástico era de 1,5 milhões de toneladas, coisa à toa. Atualmente, são 265 milhões de toneladas por ano.

Nos últimos anos, tem gente querendo reverter este lado menos útil e agressivo das embalagens. A maioria ainda são protótipos ou ações temporárias, mas já mostram um caminho. A Wikipearl, uma loja de Paris, vende sorvetes e iogurtes sem nenhuma embalagem plástica. Seus produtos vêm envoltos em uma tecnologia desenvolvida pelos criadores da empresa, que consiste em uma película feita de partículas naturais de comida que não absorve sujeira. Uma embalagem comestível, em suma. A Natura lançou uma linha de produtos cujas embalagens têm 70 % menos plástico. Ano passado o Bob's embalou seus sanduíches com papel comestível. Todo ano, designers do mundo todo são premiados por criações que reduzem o desperdício, como o sul-coreano Yeong Keun Jeong, que inventou uma embalagem de manteiga com tampa em forma de faca. Mas são medidas pontuais. Ainda falta muito para termos embalagens mais inteligentes e funcionais em grande escala.

                              (Felipe van Deursen, SUPER, dezembro de 2013, p. 74-76, adaptado) 
No fragmento Com isso, dá para sentir o aumento do rastro de bandejas de carne, caixas de leite e sacolas de shopping no caminho (1º §), o termo com o qual a forma verbal dá concorda é 
Alternativas
Q607376 Português
Texto:

A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) diz que em 2012 as cidades brasileiras geraram quase 64 milhões de toneladas de resíduos sólidos. Lixo é decorrência de consumo, e consumo é termômetro de quanto anda uma economia. De modo geral, quanto mais rica uma população, mais poder de consumo ela tem; logo, mais lixo ela produz. Noruegueses, americanos, suíços e neozelandeses superam os 2,5 kg diários de lixo per capita. A taxa do Brasil, apesar do enriquecimento do País, ainda é menos que a metade disso. Há dez anos, nossa geração de lixo por habitante era de 955 g. Desde então, a população cresceu cerca de 10%, e o volume de lixo subiu 21%. Sinal do aumento do poder de consumo, graças especialmente aos 40 milhões de pessoas que engrossaram a classe média no período. Com isso, dá para sentir o aumento do rastro de bandejas de carne, caixas de leite e sacolas de shopping no caminho. Efeito colateral do enriquecimento.

Higiene, economia, preservação. Existem motivos para as embalagens existirem, é claro. E também existem profissionais especializados em buscar melhorias nelas, para que sejam mais úteis e menos dispendiosas. Enquanto isso, nós seguimos comprando e consumindo. A Associação Brasileira da Indústria do Plástico prevê que cada pessoa no Brasil consumirá 46 kg de plástico até 2015. Um aumento que acompanha a escalada global. Em 1950, a produção mundial de plástico era de 1,5 milhões de toneladas, coisa à toa. Atualmente, são 265 milhões de toneladas por ano.

Nos últimos anos, tem gente querendo reverter este lado menos útil e agressivo das embalagens. A maioria ainda são protótipos ou ações temporárias, mas já mostram um caminho. A Wikipearl, uma loja de Paris, vende sorvetes e iogurtes sem nenhuma embalagem plástica. Seus produtos vêm envoltos em uma tecnologia desenvolvida pelos criadores da empresa, que consiste em uma película feita de partículas naturais de comida que não absorve sujeira. Uma embalagem comestível, em suma. A Natura lançou uma linha de produtos cujas embalagens têm 70 % menos plástico. Ano passado o Bob's embalou seus sanduíches com papel comestível. Todo ano, designers do mundo todo são premiados por criações que reduzem o desperdício, como o sul-coreano Yeong Keun Jeong, que inventou uma embalagem de manteiga com tampa em forma de faca. Mas são medidas pontuais. Ainda falta muito para termos embalagens mais inteligentes e funcionais em grande escala.

                              (Felipe van Deursen, SUPER, dezembro de 2013, p. 74-76, adaptado) 

O fragmento Com isso, dá para sentir o aumento do rastro de bandejas de carne, caixas de leite e sacolas de shopping no caminho.


O pronome isso, no fragmento anterior, é usado para:

Alternativas
Q607374 Português
Texto:

A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) diz que em 2012 as cidades brasileiras geraram quase 64 milhões de toneladas de resíduos sólidos. Lixo é decorrência de consumo, e consumo é termômetro de quanto anda uma economia. De modo geral, quanto mais rica uma população, mais poder de consumo ela tem; logo, mais lixo ela produz. Noruegueses, americanos, suíços e neozelandeses superam os 2,5 kg diários de lixo per capita. A taxa do Brasil, apesar do enriquecimento do País, ainda é menos que a metade disso. Há dez anos, nossa geração de lixo por habitante era de 955 g. Desde então, a população cresceu cerca de 10%, e o volume de lixo subiu 21%. Sinal do aumento do poder de consumo, graças especialmente aos 40 milhões de pessoas que engrossaram a classe média no período. Com isso, dá para sentir o aumento do rastro de bandejas de carne, caixas de leite e sacolas de shopping no caminho. Efeito colateral do enriquecimento.

Higiene, economia, preservação. Existem motivos para as embalagens existirem, é claro. E também existem profissionais especializados em buscar melhorias nelas, para que sejam mais úteis e menos dispendiosas. Enquanto isso, nós seguimos comprando e consumindo. A Associação Brasileira da Indústria do Plástico prevê que cada pessoa no Brasil consumirá 46 kg de plástico até 2015. Um aumento que acompanha a escalada global. Em 1950, a produção mundial de plástico era de 1,5 milhões de toneladas, coisa à toa. Atualmente, são 265 milhões de toneladas por ano.

Nos últimos anos, tem gente querendo reverter este lado menos útil e agressivo das embalagens. A maioria ainda são protótipos ou ações temporárias, mas já mostram um caminho. A Wikipearl, uma loja de Paris, vende sorvetes e iogurtes sem nenhuma embalagem plástica. Seus produtos vêm envoltos em uma tecnologia desenvolvida pelos criadores da empresa, que consiste em uma película feita de partículas naturais de comida que não absorve sujeira. Uma embalagem comestível, em suma. A Natura lançou uma linha de produtos cujas embalagens têm 70 % menos plástico. Ano passado o Bob's embalou seus sanduíches com papel comestível. Todo ano, designers do mundo todo são premiados por criações que reduzem o desperdício, como o sul-coreano Yeong Keun Jeong, que inventou uma embalagem de manteiga com tampa em forma de faca. Mas são medidas pontuais. Ainda falta muito para termos embalagens mais inteligentes e funcionais em grande escala.

                              (Felipe van Deursen, SUPER, dezembro de 2013, p. 74-76, adaptado) 
No texto, a afirmação de que quanto mais rica uma população, mais poder de consumo ela tem; logo, mais lixo ela produz. (1º §) significa que:
Alternativas
Q607373 Português
Texto:

A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) diz que em 2012 as cidades brasileiras geraram quase 64 milhões de toneladas de resíduos sólidos. Lixo é decorrência de consumo, e consumo é termômetro de quanto anda uma economia. De modo geral, quanto mais rica uma população, mais poder de consumo ela tem; logo, mais lixo ela produz. Noruegueses, americanos, suíços e neozelandeses superam os 2,5 kg diários de lixo per capita. A taxa do Brasil, apesar do enriquecimento do País, ainda é menos que a metade disso. Há dez anos, nossa geração de lixo por habitante era de 955 g. Desde então, a população cresceu cerca de 10%, e o volume de lixo subiu 21%. Sinal do aumento do poder de consumo, graças especialmente aos 40 milhões de pessoas que engrossaram a classe média no período. Com isso, dá para sentir o aumento do rastro de bandejas de carne, caixas de leite e sacolas de shopping no caminho. Efeito colateral do enriquecimento.

Higiene, economia, preservação. Existem motivos para as embalagens existirem, é claro. E também existem profissionais especializados em buscar melhorias nelas, para que sejam mais úteis e menos dispendiosas. Enquanto isso, nós seguimos comprando e consumindo. A Associação Brasileira da Indústria do Plástico prevê que cada pessoa no Brasil consumirá 46 kg de plástico até 2015. Um aumento que acompanha a escalada global. Em 1950, a produção mundial de plástico era de 1,5 milhões de toneladas, coisa à toa. Atualmente, são 265 milhões de toneladas por ano.

Nos últimos anos, tem gente querendo reverter este lado menos útil e agressivo das embalagens. A maioria ainda são protótipos ou ações temporárias, mas já mostram um caminho. A Wikipearl, uma loja de Paris, vende sorvetes e iogurtes sem nenhuma embalagem plástica. Seus produtos vêm envoltos em uma tecnologia desenvolvida pelos criadores da empresa, que consiste em uma película feita de partículas naturais de comida que não absorve sujeira. Uma embalagem comestível, em suma. A Natura lançou uma linha de produtos cujas embalagens têm 70 % menos plástico. Ano passado o Bob's embalou seus sanduíches com papel comestível. Todo ano, designers do mundo todo são premiados por criações que reduzem o desperdício, como o sul-coreano Yeong Keun Jeong, que inventou uma embalagem de manteiga com tampa em forma de faca. Mas são medidas pontuais. Ainda falta muito para termos embalagens mais inteligentes e funcionais em grande escala.

                              (Felipe van Deursen, SUPER, dezembro de 2013, p. 74-76, adaptado) 
Assinale a alternativa que identifica o texto como, predominantemente,
Alternativas
Q607372 Português
Texto:

A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) diz que em 2012 as cidades brasileiras geraram quase 64 milhões de toneladas de resíduos sólidos. Lixo é decorrência de consumo, e consumo é termômetro de quanto anda uma economia. De modo geral, quanto mais rica uma população, mais poder de consumo ela tem; logo, mais lixo ela produz. Noruegueses, americanos, suíços e neozelandeses superam os 2,5 kg diários de lixo per capita. A taxa do Brasil, apesar do enriquecimento do País, ainda é menos que a metade disso. Há dez anos, nossa geração de lixo por habitante era de 955 g. Desde então, a população cresceu cerca de 10%, e o volume de lixo subiu 21%. Sinal do aumento do poder de consumo, graças especialmente aos 40 milhões de pessoas que engrossaram a classe média no período. Com isso, dá para sentir o aumento do rastro de bandejas de carne, caixas de leite e sacolas de shopping no caminho. Efeito colateral do enriquecimento.

Higiene, economia, preservação. Existem motivos para as embalagens existirem, é claro. E também existem profissionais especializados em buscar melhorias nelas, para que sejam mais úteis e menos dispendiosas. Enquanto isso, nós seguimos comprando e consumindo. A Associação Brasileira da Indústria do Plástico prevê que cada pessoa no Brasil consumirá 46 kg de plástico até 2015. Um aumento que acompanha a escalada global. Em 1950, a produção mundial de plástico era de 1,5 milhões de toneladas, coisa à toa. Atualmente, são 265 milhões de toneladas por ano.

Nos últimos anos, tem gente querendo reverter este lado menos útil e agressivo das embalagens. A maioria ainda são protótipos ou ações temporárias, mas já mostram um caminho. A Wikipearl, uma loja de Paris, vende sorvetes e iogurtes sem nenhuma embalagem plástica. Seus produtos vêm envoltos em uma tecnologia desenvolvida pelos criadores da empresa, que consiste em uma película feita de partículas naturais de comida que não absorve sujeira. Uma embalagem comestível, em suma. A Natura lançou uma linha de produtos cujas embalagens têm 70 % menos plástico. Ano passado o Bob's embalou seus sanduíches com papel comestível. Todo ano, designers do mundo todo são premiados por criações que reduzem o desperdício, como o sul-coreano Yeong Keun Jeong, que inventou uma embalagem de manteiga com tampa em forma de faca. Mas são medidas pontuais. Ainda falta muito para termos embalagens mais inteligentes e funcionais em grande escala.

                              (Felipe van Deursen, SUPER, dezembro de 2013, p. 74-76, adaptado) 
Assinale a alternativa que destaca a intenção do autor com o texto:
Alternativas
Q607371 Português
Texto:

A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) diz que em 2012 as cidades brasileiras geraram quase 64 milhões de toneladas de resíduos sólidos. Lixo é decorrência de consumo, e consumo é termômetro de quanto anda uma economia. De modo geral, quanto mais rica uma população, mais poder de consumo ela tem; logo, mais lixo ela produz. Noruegueses, americanos, suíços e neozelandeses superam os 2,5 kg diários de lixo per capita. A taxa do Brasil, apesar do enriquecimento do País, ainda é menos que a metade disso. Há dez anos, nossa geração de lixo por habitante era de 955 g. Desde então, a população cresceu cerca de 10%, e o volume de lixo subiu 21%. Sinal do aumento do poder de consumo, graças especialmente aos 40 milhões de pessoas que engrossaram a classe média no período. Com isso, dá para sentir o aumento do rastro de bandejas de carne, caixas de leite e sacolas de shopping no caminho. Efeito colateral do enriquecimento.

Higiene, economia, preservação. Existem motivos para as embalagens existirem, é claro. E também existem profissionais especializados em buscar melhorias nelas, para que sejam mais úteis e menos dispendiosas. Enquanto isso, nós seguimos comprando e consumindo. A Associação Brasileira da Indústria do Plástico prevê que cada pessoa no Brasil consumirá 46 kg de plástico até 2015. Um aumento que acompanha a escalada global. Em 1950, a produção mundial de plástico era de 1,5 milhões de toneladas, coisa à toa. Atualmente, são 265 milhões de toneladas por ano.

Nos últimos anos, tem gente querendo reverter este lado menos útil e agressivo das embalagens. A maioria ainda são protótipos ou ações temporárias, mas já mostram um caminho. A Wikipearl, uma loja de Paris, vende sorvetes e iogurtes sem nenhuma embalagem plástica. Seus produtos vêm envoltos em uma tecnologia desenvolvida pelos criadores da empresa, que consiste em uma película feita de partículas naturais de comida que não absorve sujeira. Uma embalagem comestível, em suma. A Natura lançou uma linha de produtos cujas embalagens têm 70 % menos plástico. Ano passado o Bob's embalou seus sanduíches com papel comestível. Todo ano, designers do mundo todo são premiados por criações que reduzem o desperdício, como o sul-coreano Yeong Keun Jeong, que inventou uma embalagem de manteiga com tampa em forma de faca. Mas são medidas pontuais. Ainda falta muito para termos embalagens mais inteligentes e funcionais em grande escala.

                              (Felipe van Deursen, SUPER, dezembro de 2013, p. 74-76, adaptado) 
Assinale a alternativa cujo título reúne as ideias contempladas no texto:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Ribeirão Preto - SP
Q1237427 Pedagogia
A Resolução CNE/CEB n.º 04/10, que define as diretrizes gerais para a Educação Básica, ao estabelecer formas para a organização curricular, assume que o currículo se configura como o conjunto de valores e práticas que proporcionam a produção, a socialização de significados no espaço social e contribuem intensamente para a construção de identidades socioculturais dos educandos. Afirma que a transversalidade
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Ribeirão Preto - SP
Q1235627 Geografia
Sobre o heliocentrismo, é correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Ribeirão Preto - SP
Q1229172 Pedagogia
Para introduzir o tema microrganismos com os alunos de um segundo ano do ensino fundamental, um professor decidiu acoplar um microscópio a um projetor e, na lâmina de microscopia, inserir uma gota de água obtida em um prato usado sob um vaso de planta. Inicialmente, nada podia ser observado a olho nu. No entanto, ao ligar o aparelho e focar a imagem, uma “criatura imensa, cheia de cílios, em ‘alta velocidade’, cruzou o campo de projeção” (CAMPOS; NIGRO, 2009, p. 100). Pelas características descritas, é provável que o organismo observado seja:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Ribeirão Preto - SP
Q1229055 Nutrição
O botulismo é causado pela ingestão da toxina botulínica produzida pelo Clostridium botulinum, uma bactéria que pode estar presente em alimentos industrializados mal processados (enlatados, conservas e embutidos, como salsichas). Essa doença
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Ribeirão Preto - SP
Q1221157 Meio Ambiente
Nas últimas décadas, a discussão sobre a sociedade de consumo ganhou ênfase na tentativa de compreensão das mudanças ocorridas nas sociedades contemporâneas, afetando a identidade das pessoas e a construção das relações sociais. Ao se reconhecer que estilos de vida diferentes contribuem de forma diversa para a degradação ambiental, a proposta de consumo sustentável passa a permear o discurso ambientalista. Qualquer estratégia de consumo sustentável deve ter como características essenciais:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Ribeirão Preto - SP
Q1221011 Engenharia Ambiental e Sanitária
Para um adequado gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos, é preciso que haja sistemas eficientes de coleta, tratamento e disposição final dos resíduos. O tratamento tem como objetivo minimizar a geração de lixo e reduzir a sua periculosidade e volume para a disposição final. Entre os processos de tratamento elencados a seguir, o mais indicado para lidar com a matéria orgânica putrescível e que pode ser realizado em residências é
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Ribeirão Preto - SP
Q1208858 Pedagogia
Para Hoffmann, numa concepção mediadora de avaliação, a subjetividade inerente à elaboração e correção de tarefas avaliativas não é um problema, mas um elemento a trabalhar positivamente. Nesse sentido, para a autora, o momento de correção passa a existir como
Alternativas
Respostas
3661: D
3662: C
3663: C
3664: A
3665: B
3666: A
3667: E
3668: C
3669: D
3670: A
3671: C
3672: D
3673: C
3674: B
3675: C
3676: E
3677: B
3678: C
3679: C
3680: D