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Q1994153 Português
No aeroporto

Viajou meu amigo Pedro. Fui levá-lo ao Galeão, onde esperamos três horas o seu quadrimotor. Durante esse tempo, não faltou assunto para nos entretermos, embora não falássemos da vã e numerosa matéria atual. Sempre tivemos muito assunto, e não deixamos de explorá-lo a fundo. Embora Pedro seja extremamente parco de palavras, e, a bem dizer, não se digne de pronunciar nenhuma. Quando muito, emite sílabas; o mais é conversa de gestos e expressões, pelos quais se faz entender admiravelmente.

É o seu sistema.

Passou dois meses e meio em nossa casa, e foi hóspede ameno. Sorria para os moradores, com ou sem motivo plausível. Era a sua arma, não direi secreta, porque ostensiva. A vista da pessoa humana lhe dá prazer. Seu sorriso foi logo considerado sorriso especial, revelador de suas boas intenções para com o mundo ocidental e oriental, e em particular o nosso trecho de rua. Fornecedores, vizinhos e desconhecidos, gratificados com esse sorriso (encantador, apesar da falta de dentes), abonam a classificação.

Devo dizer que Pedro, como visitante, nos deu trabalho; tinha horários especiais, comidas especiais, roupas especiais, sabonetes especiais, criados especiais. Mas sua simples presença e seu sorriso compensariam providências e privilégios maiores. Recebia tudo com naturalidade, sabendo-se merecedor das distinções, e ninguém se lembraria de achá-lo egoísta ou importuno. Suas horas de sono - e lhe apraz dormir não só à noite como principalmente de dia - eram respeitadas como ritos sagrados, a ponto de não ousarmos erguer a voz para não acordá-lo. Acordaria sorrindo, como de costume, e não se zangaria com a gente, porém nós mesmos é que não nos perdoaríamos o corte de seus sonhos. Assim, por conta de Pedro, deixamos de ouvir muito concerto para violino e orquestra, de Bach, mas também nossos olhos e ouvidos se forraram à tortura da tevê. Andando na ponta dos pés, ou descalços, levamos tropeções no escuro, mas sendo por amor de Pedro não tinha importância.

Objetos que visse em nossa mão, requisitava-os. Gosta de óculos alheios (e não os usa), relógios de pulso, copos, xícaras e vidros em geral, artigos de escritório, botões simples ou de punho. Não é colecionador; gosta das coisas para pegá-las, mirá-las e (é seu costume ou sua mania, que se há de fazer) pô-las na boca. 

Quem não o conhecer dirá que é péssimo costume, porém duvido que mantenha este juízo diante de Pedro, de seu sorriso sem malícia e de suas pupilas azuis - porque me esquecia de dizer que tem olhos azuis, cor que afasta qualquer suspeita ou acusação apressada, sobre a razão íntima de seus atos.

Poderia acusá-lo de incontinência, porque não sabia distinguir entre os cômodos, e o que lhe ocorria fazer, fazia em qualquer parte. Zangar-me com ele porque destruiu a lâmpada do escritório? Não. Jamais me voltei para Pedro que ele não me sorrisse; tivesse eu um impulso de irritação, e me sentiria desarmado com a sua azul maneira de olhar-me. Eu sabia que essas coisas eram indiferentes à nossa amizade - e, até, que a nossa amizade lhes conferia caráter necessário de prova; ou gratuito, de poesia e jogo.

Viajou meu amigo Pedro. Fico refletindo na falta que faz um amigo de um ano de idade a seu companheiro já vivido e puído. De repente o aeroporto ficou vazio.

Carlos Drummond de Andrade.
Analise as frases abaixo quanto ao uso da crase:
1. A professora mostrou-se favorável a medida que foi implantada naquela escola. 2. Não me refiro a esta pessoa, mas a que está junto daquele rapaz. 3. As ações as quais nos dedicamos não foram devidamente reconhecidas. 4. Era um caso semelhante a ódio, aquele episódio relatado a mim. 5. Não deram valor a nossa proposta, quero que a devolvam.
Assinale a alternativa que indica todas as frases em que a crase acontece obrigatoriamente pelo menos uma vez.
Alternativas
Q1994152 Português
No aeroporto

Viajou meu amigo Pedro. Fui levá-lo ao Galeão, onde esperamos três horas o seu quadrimotor. Durante esse tempo, não faltou assunto para nos entretermos, embora não falássemos da vã e numerosa matéria atual. Sempre tivemos muito assunto, e não deixamos de explorá-lo a fundo. Embora Pedro seja extremamente parco de palavras, e, a bem dizer, não se digne de pronunciar nenhuma. Quando muito, emite sílabas; o mais é conversa de gestos e expressões, pelos quais se faz entender admiravelmente.

É o seu sistema.

Passou dois meses e meio em nossa casa, e foi hóspede ameno. Sorria para os moradores, com ou sem motivo plausível. Era a sua arma, não direi secreta, porque ostensiva. A vista da pessoa humana lhe dá prazer. Seu sorriso foi logo considerado sorriso especial, revelador de suas boas intenções para com o mundo ocidental e oriental, e em particular o nosso trecho de rua. Fornecedores, vizinhos e desconhecidos, gratificados com esse sorriso (encantador, apesar da falta de dentes), abonam a classificação.

Devo dizer que Pedro, como visitante, nos deu trabalho; tinha horários especiais, comidas especiais, roupas especiais, sabonetes especiais, criados especiais. Mas sua simples presença e seu sorriso compensariam providências e privilégios maiores. Recebia tudo com naturalidade, sabendo-se merecedor das distinções, e ninguém se lembraria de achá-lo egoísta ou importuno. Suas horas de sono - e lhe apraz dormir não só à noite como principalmente de dia - eram respeitadas como ritos sagrados, a ponto de não ousarmos erguer a voz para não acordá-lo. Acordaria sorrindo, como de costume, e não se zangaria com a gente, porém nós mesmos é que não nos perdoaríamos o corte de seus sonhos. Assim, por conta de Pedro, deixamos de ouvir muito concerto para violino e orquestra, de Bach, mas também nossos olhos e ouvidos se forraram à tortura da tevê. Andando na ponta dos pés, ou descalços, levamos tropeções no escuro, mas sendo por amor de Pedro não tinha importância.

Objetos que visse em nossa mão, requisitava-os. Gosta de óculos alheios (e não os usa), relógios de pulso, copos, xícaras e vidros em geral, artigos de escritório, botões simples ou de punho. Não é colecionador; gosta das coisas para pegá-las, mirá-las e (é seu costume ou sua mania, que se há de fazer) pô-las na boca. 

Quem não o conhecer dirá que é péssimo costume, porém duvido que mantenha este juízo diante de Pedro, de seu sorriso sem malícia e de suas pupilas azuis - porque me esquecia de dizer que tem olhos azuis, cor que afasta qualquer suspeita ou acusação apressada, sobre a razão íntima de seus atos.

Poderia acusá-lo de incontinência, porque não sabia distinguir entre os cômodos, e o que lhe ocorria fazer, fazia em qualquer parte. Zangar-me com ele porque destruiu a lâmpada do escritório? Não. Jamais me voltei para Pedro que ele não me sorrisse; tivesse eu um impulso de irritação, e me sentiria desarmado com a sua azul maneira de olhar-me. Eu sabia que essas coisas eram indiferentes à nossa amizade - e, até, que a nossa amizade lhes conferia caráter necessário de prova; ou gratuito, de poesia e jogo.

Viajou meu amigo Pedro. Fico refletindo na falta que faz um amigo de um ano de idade a seu companheiro já vivido e puído. De repente o aeroporto ficou vazio.

Carlos Drummond de Andrade.
Observe as frases e a análise sintática posta entre parênteses.
1. Viajou meu amigo Pedro. (O sujeito é simples e está posposto ao verbo.) 2. Fui levá-lo ao Galeão. (O pronome “lo” exerce a função sintática de objeto direto.) 3. Jamais me voltei para Pedro que ele não me sorrisse. (O período é composto e o sujeito das duas orações está representado pela mesma pessoa gramatical.) 4. De repente o aeroporto ficou vazio. (A expressão “de repente” é um adjunto adverbial deslocado e uma vírgula poderia ser colocada posposta e ele.) 5. Recebia tudo com naturalidade. (A expressão “com naturalidade” é um objeto direto do verbo “receber”.)

Assinale a alternativa que indica todas as análises corretas.
Alternativas
Q1994151 Português
No aeroporto

Viajou meu amigo Pedro. Fui levá-lo ao Galeão, onde esperamos três horas o seu quadrimotor. Durante esse tempo, não faltou assunto para nos entretermos, embora não falássemos da vã e numerosa matéria atual. Sempre tivemos muito assunto, e não deixamos de explorá-lo a fundo. Embora Pedro seja extremamente parco de palavras, e, a bem dizer, não se digne de pronunciar nenhuma. Quando muito, emite sílabas; o mais é conversa de gestos e expressões, pelos quais se faz entender admiravelmente.

É o seu sistema.

Passou dois meses e meio em nossa casa, e foi hóspede ameno. Sorria para os moradores, com ou sem motivo plausível. Era a sua arma, não direi secreta, porque ostensiva. A vista da pessoa humana lhe dá prazer. Seu sorriso foi logo considerado sorriso especial, revelador de suas boas intenções para com o mundo ocidental e oriental, e em particular o nosso trecho de rua. Fornecedores, vizinhos e desconhecidos, gratificados com esse sorriso (encantador, apesar da falta de dentes), abonam a classificação.

Devo dizer que Pedro, como visitante, nos deu trabalho; tinha horários especiais, comidas especiais, roupas especiais, sabonetes especiais, criados especiais. Mas sua simples presença e seu sorriso compensariam providências e privilégios maiores. Recebia tudo com naturalidade, sabendo-se merecedor das distinções, e ninguém se lembraria de achá-lo egoísta ou importuno. Suas horas de sono - e lhe apraz dormir não só à noite como principalmente de dia - eram respeitadas como ritos sagrados, a ponto de não ousarmos erguer a voz para não acordá-lo. Acordaria sorrindo, como de costume, e não se zangaria com a gente, porém nós mesmos é que não nos perdoaríamos o corte de seus sonhos. Assim, por conta de Pedro, deixamos de ouvir muito concerto para violino e orquestra, de Bach, mas também nossos olhos e ouvidos se forraram à tortura da tevê. Andando na ponta dos pés, ou descalços, levamos tropeções no escuro, mas sendo por amor de Pedro não tinha importância.

Objetos que visse em nossa mão, requisitava-os. Gosta de óculos alheios (e não os usa), relógios de pulso, copos, xícaras e vidros em geral, artigos de escritório, botões simples ou de punho. Não é colecionador; gosta das coisas para pegá-las, mirá-las e (é seu costume ou sua mania, que se há de fazer) pô-las na boca. 

Quem não o conhecer dirá que é péssimo costume, porém duvido que mantenha este juízo diante de Pedro, de seu sorriso sem malícia e de suas pupilas azuis - porque me esquecia de dizer que tem olhos azuis, cor que afasta qualquer suspeita ou acusação apressada, sobre a razão íntima de seus atos.

Poderia acusá-lo de incontinência, porque não sabia distinguir entre os cômodos, e o que lhe ocorria fazer, fazia em qualquer parte. Zangar-me com ele porque destruiu a lâmpada do escritório? Não. Jamais me voltei para Pedro que ele não me sorrisse; tivesse eu um impulso de irritação, e me sentiria desarmado com a sua azul maneira de olhar-me. Eu sabia que essas coisas eram indiferentes à nossa amizade - e, até, que a nossa amizade lhes conferia caráter necessário de prova; ou gratuito, de poesia e jogo.

Viajou meu amigo Pedro. Fico refletindo na falta que faz um amigo de um ano de idade a seu companheiro já vivido e puído. De repente o aeroporto ficou vazio.

Carlos Drummond de Andrade.

Assinale a alternativa correta, considerando o texto.

Alternativas
Q1994150 Português
No aeroporto

Viajou meu amigo Pedro. Fui levá-lo ao Galeão, onde esperamos três horas o seu quadrimotor. Durante esse tempo, não faltou assunto para nos entretermos, embora não falássemos da vã e numerosa matéria atual. Sempre tivemos muito assunto, e não deixamos de explorá-lo a fundo. Embora Pedro seja extremamente parco de palavras, e, a bem dizer, não se digne de pronunciar nenhuma. Quando muito, emite sílabas; o mais é conversa de gestos e expressões, pelos quais se faz entender admiravelmente.

É o seu sistema.

Passou dois meses e meio em nossa casa, e foi hóspede ameno. Sorria para os moradores, com ou sem motivo plausível. Era a sua arma, não direi secreta, porque ostensiva. A vista da pessoa humana lhe dá prazer. Seu sorriso foi logo considerado sorriso especial, revelador de suas boas intenções para com o mundo ocidental e oriental, e em particular o nosso trecho de rua. Fornecedores, vizinhos e desconhecidos, gratificados com esse sorriso (encantador, apesar da falta de dentes), abonam a classificação.

Devo dizer que Pedro, como visitante, nos deu trabalho; tinha horários especiais, comidas especiais, roupas especiais, sabonetes especiais, criados especiais. Mas sua simples presença e seu sorriso compensariam providências e privilégios maiores. Recebia tudo com naturalidade, sabendo-se merecedor das distinções, e ninguém se lembraria de achá-lo egoísta ou importuno. Suas horas de sono - e lhe apraz dormir não só à noite como principalmente de dia - eram respeitadas como ritos sagrados, a ponto de não ousarmos erguer a voz para não acordá-lo. Acordaria sorrindo, como de costume, e não se zangaria com a gente, porém nós mesmos é que não nos perdoaríamos o corte de seus sonhos. Assim, por conta de Pedro, deixamos de ouvir muito concerto para violino e orquestra, de Bach, mas também nossos olhos e ouvidos se forraram à tortura da tevê. Andando na ponta dos pés, ou descalços, levamos tropeções no escuro, mas sendo por amor de Pedro não tinha importância.

Objetos que visse em nossa mão, requisitava-os. Gosta de óculos alheios (e não os usa), relógios de pulso, copos, xícaras e vidros em geral, artigos de escritório, botões simples ou de punho. Não é colecionador; gosta das coisas para pegá-las, mirá-las e (é seu costume ou sua mania, que se há de fazer) pô-las na boca. 

Quem não o conhecer dirá que é péssimo costume, porém duvido que mantenha este juízo diante de Pedro, de seu sorriso sem malícia e de suas pupilas azuis - porque me esquecia de dizer que tem olhos azuis, cor que afasta qualquer suspeita ou acusação apressada, sobre a razão íntima de seus atos.

Poderia acusá-lo de incontinência, porque não sabia distinguir entre os cômodos, e o que lhe ocorria fazer, fazia em qualquer parte. Zangar-me com ele porque destruiu a lâmpada do escritório? Não. Jamais me voltei para Pedro que ele não me sorrisse; tivesse eu um impulso de irritação, e me sentiria desarmado com a sua azul maneira de olhar-me. Eu sabia que essas coisas eram indiferentes à nossa amizade - e, até, que a nossa amizade lhes conferia caráter necessário de prova; ou gratuito, de poesia e jogo.

Viajou meu amigo Pedro. Fico refletindo na falta que faz um amigo de um ano de idade a seu companheiro já vivido e puído. De repente o aeroporto ficou vazio.

Carlos Drummond de Andrade.
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto, considerando o sinônimo colocado dentro dos parênteses para a palavra destacada.
Alternativas
Q2676181 Pedagogia

No documento desenvolvido pelo Ministério da Educação intitulado “Critérios para um Atendimento em Creches que Respeite os Direitos Fundamentais das Crianças”, no capítulo destinado ao “direito à atenção individual” constam observações norteadoras a este respeito.


Identifique as afirmativas abaixo que são condizentes ao tema referido e assinale a alternativa correta:


I) Não cabe aos professores ficarem atentos à adequação de roupas e calçados das crianças nas diversas situações.

II) Aprendemos a lidar com crianças mais agitadas e ativas sem discriminá-las ou puni-las.

III) Evitamos usar e que as crianças usem apelidos que discriminam outras crianças.

IV) Aprendemos a lidar com preferências individuais das crianças por alimentos.

V) Administramos o uso da mamadeira, invariavelmente, para menores de 2 anos.

Alternativas
Q2676173 Pedagogia

O manual de orientação pedagógica “Brinquedos e Brincadeiras de Creches”, desenvolvido pelo Ministério da Educação discorre sobre diversas situações nas quais salienta a importância do acompanhamento do professor e o aporte de materiais adequados.


Para que as brincadeiras com areia e água se tornem momentos de qualidade para as crianças de 3 anos é correto afirmar que:

Alternativas
Q2676171 Legislação Municipal

A Lei Complementar 180/2013 do município de Bombinhas, além de outras providências, promove a readequação funcional do quadro dos servidores efetivos.


No Art.4, Anexo I, no que se refere às atribuições do cargo de professor, assinale a sentença incorreta:

Alternativas
Q2676168 Pedagogia

As teorias de Jean Piaget estão alicerçadas por conceitos complexos que iluminam a compreensão sobre a distinção dos quatro grandes períodos no desenvolvimento das estruturas cognitivas. Estas estruturas estão intimamente relacionadas ao desenvolvimento da afetividade e da socialização da criança. A identificação do comportamento da criança pode orientar o educador no planejamento e oferecimento de estímulos ambientais a esse desenvolvimento.


Relacione os dois períodos iniciais de desenvolvimento evidenciados por Piaget com as características comportamentais apresentadas abaixo e assinale a resposta correta:


1) Período Sensório-Motor

2) Período Pré-Operatório ou Simbólico


( ) A criança vê mentalmente o que evoca. O mundo para ela não se organiza em categorias lógicas gerais, mas distribui-se em elementos particulares, individuais, em relação com sua experiência pessoal.

( ) O “egocentrismo intelectual” é a principal forma assumida pelo pensamento da criança neste “estádio”. Seu raciocínio procede por analogias, por transdução, uma vez que lhe falta a generalidade de um verdadeiro raciocínio lógico.

( ) A evolução cognitiva da criança nesse período pode ser descrita em seis “subestádios” nos quais estabelecem-se as bases para a construção das principais categorias do conhecimento que possibilitam ao ser humano organizar a sua experiência na construção do mundo: objeto, espaço, causalidade e tempo.

( ) A criança leva em conta relações espaciais, conseguindo fazer grupos espaciais objetivos; ela agora está interessada não mais apenas em sua ação, mas, sobretudo, no objeto. Este comportamento é uma das características do quinto "subestádio" deste período e é denominado “A Reação Circular Terciária e a Descoberta dos Meios Novos por Experimentação Ativa”.


Alternativas
Q2676167 Pedagogia

De acordo com os eixos estruturantes das práticas pedagógicas e as competências gerais da Educação Básica propostas pela Base Nacional Comum Curricular BNCC, seis direitos de aprendizagem são assegurados na Educação Infantil. Estas condições permitem que as crianças aprendam em situações nas quais possam desempenhar papel ativo diante dos desafios enfrentados e a sentirem-se provocadas a resolvê-los. Desta forma adquirem capacidades para que possam construir significados sobre si, os outros e o mundo.


Assinale abaixo a alternativa correta que estabelece os referidos direitos:

Alternativas
Q2676165 Pedagogia

De acordo com o Art. 31 da Lei de Diretrizes e Bases (Lei 9.394/96) a Educação Infantil será organizada de acordo com regras comuns, entre as quais é incorreto afirmar que:

Alternativas
Q2676164 Legislação Federal

Uma criança de apenas 10 anos perdeu a vida durante uma excursão da escola da qual frequentava, em Campinas. Ela se engasgou com um pedaço de salsicha do cachorro quente que serviram no lanche, porém não recebeu os primeiros socorros de forma rápida e adequada.


Pela decorrência do referido incidente por asfixia mecânica, e visando a obrigatoriedade de capacitação em noções básicas de primeiros socorros de professores e funcionários de estabelecimentos de ensino, qual lei específica para este fim foi criada?

Alternativas
Q2676163 Pedagogia

De acordo com o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI), a organização de situações de aprendizagens orientadas ou que dependem de uma intervenção direta do professor da Educação Infantil permite que as crianças trabalhem com diversos conhecimentos. Estas aprendizagens devem estar baseadas não apenas nas propostas dos professores, mas, essencialmente, na escuta das crianças e na compreensão do papel que desempenham a experimentação e o erro na construção do conhecimento.


Considerando o aprendizado em situações orientadas na Educação Infantil é incorreto afirmar que:

Alternativas
Q2676162 Pedagogia

Com relação ao Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI), assinale falso (F) ou verdadeiro (V) para as seguintes afirmativas.


( ) De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o RCNEI deve ser compreendido como uma ferramenta de orientação e estímulo à reflexão, e não como um manual com instruções a serem seguidas.

( ) O RCNEI é composto por três volumes que pretendem contribuir para o planejamento, desenvolvimento e avaliação de práticas educativas além da construção de propostas educativas que respondam às demandas das crianças e seus familiares nas diferentes regiões do país.

( ) O RCNEI constitui-se em um conjunto de referências e orientações pedagógicas que visam a contribuir com a implantação ou implementação de práticas educativas de qualidade que possam promover e ampliar as condições necessárias para o exercício da cidadania das crianças brasileiras.

( ) Considerando-se as especificidades afetivas, emocionais, sociais e cognitivas das crianças de zero a seis anos, “o atendimento aos cuidados essenciais associados à sobrevivência e ao desenvolvimento de sua identidade” é considerado um dos princípios que pode contribuir para o estímulo do exercício da cidadania.


A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2533013 Pedagogia
A respeito do caráter do trabalho pedagógico desenvolvido na Educação Infantil, analise as afirmativas a seguir.

I. São as atividades e/ou os procedimentos pedagógicos que orientam o processo de ensino e possibilitam às crianças o acesso ao conhecimento.
II. O espaço para brincadeiras, para o desenvolvimento de diferentes linguagens e interações entre as crianças constituem vivências que resignificam e enriquecem o caráter educativo.
III. As trocas afetivas estabelecidas nas relações cotidianas entre crianças e entre crianças e adultos integram também o fazer pedagógico no conjunto de atividades mediadas e orientadas pelo educador.
IV. As atividades educativas estão relacionadas apenas com a utilização de materiais específicos, tais como papel, lápis, caneta.


Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Q2533012 Pedagogia
Analise o texto a seguir:

Conforme as Diretrizes Nacionais, as instituições de Educação Infantil, ao definirem suas propostas pedagógicas, devem reconhecer a importância da identidade pessoal das crianças, de suas famílias, dos educadores, de outros profissionais, e a identidade de cada Unidade Educacional, nos vários contextos.

Considerando o texto sobre a Educação Infantil, assinale (V) para as afirmativas Verdadeiras e (F) para as Falsas. As Instituições de Educação Infantil devem

( ) promover práticas de educação e cuidado que possibilitem a integração entre os aspectos físicos, emocionais, afetivos, cognitivos, linguísticos e sociais da criança.
( ) reconhecer as crianças como seres íntegros, que aprendem a ser e a conviver consigo próprias, com os demais e o próprio ambiente de modo articulado.
( ) planejar ações e registros que formalizem o conhecimento que as crianças adquiriram no seu processo de escolarização a fim de promover seu acesso para as fases posteriores, principalmente ao Ensino Fundamental.
( ) organizar estratégias de avaliação, por meio do acompanhamento e de registros de percursos alcançados em relação ao cuidado e à educação de crianças pequenas, sem objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao Ensino Fundamental.

Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.
Alternativas
Q2533011 Pedagogia
Reflita sobre o texto a seguir.

O repertório de conhecimentos e ações tem implicações diretas no ato de planejar, executar e avaliar. Nesse sentido, é recomendável refletir sobre o pensamento do grande mestre Paulo Freire: “O educador é como um maestro que rege uma orquestra. Da coordenação sintonizada com cada diferente instrumento, ele rege a música de todos. O maestro sabe e conhece o conteúdo das partituras de cada instrumento, e o que cada um pode oferecer. A sintonia do maestro com cada um e com todos é o que possibilita a execução da peça pedagógica. Essa é a arte de reger as diferenças, socializando os saberes individuais na construção do conhecimento generalizável e para a construção do processo democrático”.

Considerando esta reflexão do mestre Paulo Freire, e a relação com a ação de planejar e do ensinar para educação infantil, assinale (V) para as alternativas Verdadeiras e (F) para as Falsas.

( ) O planejamento para Educação Infantil é uma ação neutra, fundada em aspectos formais e na especificidade de uma variedade de passos.
( ) O ato de planejar deve ser uma ação consciente e responsável, fundamentado em opções político-pedagógicas, tendo como referência as situações didáticas concretas do fazer pedagógico na e para a Educação Infantil.
( ) O planejamento é uma ação educativa que contribui significativamente para o sucesso da aprendizagem de nossas crianças.
( ) O planejamento se caracteriza por ser mecânico e burocrático, onde as decisões são tomadas por uma equipe técnica da escola, cabendo ao professor somente executar o planejado.
( ) Na ação de planejar está presente o corporativismo, onde as pessoas que participam de sua elaboração devem ser indicadas pelo gestor da escola.

Marque a opção que indica a sequência CORRETA.
Alternativas
Q2533010 Pedagogia
Com relação aos Parâmetros Básicos de Infraestrutura para instituições de Educação Infantil, é CORRETO afirmar que 
Alternativas
Q2533008 Pedagogia
Leia a afirmativa a seguir.

A Educação Infantil tem uma __________ constituída a partir da compreensão da criança como um ____________ e deve oferecer condições materiais, pedagógicas, culturais e de saúde para isso, de forma complementar à ação da ___________.

Marque a opção que completa CORRETA e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q2533007 Pedagogia
Em 1988, a Constituição Federal reconhece que, é dever do Estado e direito da criança a ser atendida em creches e pré-escolas e vincula esse atendimento à área educacional. Desse modo, marque a opção que NÃO indica um principio da Carta Constitucional. 
Alternativas
Q2533006 Pedagogia
Sobre os Parâmetros Nacionais de Qualidade para a Educação Infantil, elaborados pelo Ministério da Educação em 2006, é CORRETO afirmar
Alternativas
Respostas
241: C
242: D
243: A
244: E
245: B
246: D
247: B
248: B
249: A
250: C
251: A
252: C
253: C
254: E
255: C
256: B
257: C
258: E
259: B
260: C