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Q3005814 Direito Financeiro
O orçamento público é o instrumento pelo qual os Entes públicos executam o seu planejamento orçamentário e possibilitam a verificação do montante de recursos obtido e sua destinação. Para que estas ações tenham êxito, é fundamental a identificação de todas as fontes de recursos possíveis e a identificação das prioridades da Administração, considerando que, muitas vezes, não existem recursos necessários para todas as necessidades da população. Analise as afirmativas abaixo que tratam do orçamento público no Brasil:

I - Durante a votação do orçamento público podem ser apresentadas emendas, mas a legislação somente permite emendas que alterem a dotação para custeio no caso de comprovada inexatidão da proposta orçamentária.

II - A lei do orçamento poderá conter autorização para a realização de crédito por antecipação da receita orçamentária, com o objetivo de atender insuficiências de caixa por parte do Ente.

III - A lei do orçamento deverá consignar, preferencialmente, dotações globais de recursos destinadas para o atendimento de despesas de pessoal, material, serviços de terceiros e transferências, evitando a necessidade de remanejamento de recursos ao longo do exercício.


Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3005813 Direito Tributário
Com base no Código Tributário Brasileiro, assinale a alternativa correta quanto as garantias e privilégios do crédito tributário:
Alternativas
Q3005812 Direito Tributário
De acordo com o decreto nº 04/2018, ficam definidos os seguintes modelos de notas fiscais de uso obrigatórios pelos prestadores de serviços:

I. Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e);
II. Recibo Provisório de Serviços (RPS);
III. Nota Fiscal de Serviços Avulsa (NFS-A).


Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3005811 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
Segundo a Lei nº 839/2003, o Município de Doutor Camargo, ressalvada as limitações de competência tributária constitucional, da lei complementar e desta lei, tem competência legislativa plena, quanto à incidência, arrecadação e fiscalização dos tributos municipais. Assim assinale a alternativa INCORRETA quanto a Lei nº 839/2003:
Alternativas
Q3005810 Direito Tributário
A lei poderá exigir que a prova da quitação de determinado tributo, quando exigível, seja feita por certidão negativa, expedida à vista de requerimento do interessado, que contenha todas as informações necessárias à identificação de sua pessoa, domicílio fiscal e ramo de negócio ou atividade e indique o período a que se refere o pedido. Segundo o Código Tributário Brasileiro, segundo certidão negativa, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3005809 Direito Tributário
Salvo disposição de lei em contrária, .................... Somente abrange os créditos definitivamente constituídos à data da lei ou do despacho que a conceder, ou cujo lançamento já tenha sido iniciado àquela data por ato regularmente notificado ao sujeito passivo. Complete com a modalidade de suspensão da exigibilidade do crédito tributário: 
Alternativas
Q3005808 Direito Tributário
Segundo o Código Tributário Brasileiro, a obrigação tributária é principal ou acessória, sobre o tema assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3005807 Direito Tributário
As taxas cobradas pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições, têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia, ou a utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específico e divisível, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição. Sobre taxas assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3005806 Noções de Informática
Ao configurar um ambiente de trabalho colaborativo, aponte, entre as alternativas abaixo, aquela que mais se aproxima a uma forma eficiente de compartilhar uma pasta no Windows 11
Alternativas
Q3005805 Noções de Informática
Ao preparar uma apresentação aponte, entre as alternativas abaixo, a que descreve a melhor estratégia para garantir que todos os slides sigam a mesma identidade visual utilizando o PowerPoint do Office 365:
Alternativas
Q3005804 Noções de Informática
Se um arquivo do Microsoft Word (do Office 365) requer páginas com orientações diferentes (retrato e paisagem), como você mudaria esta configuração em páginas específicas?
Alternativas
Q3005803 Noções de Informática
Utilizando o Excel do Office 365, em uma planilha onde uma coluna nomeada como “Alimentação” representa uma categoria de despesas e cada linha um mês, aponte a alternativa que melhor descreve uma função para calcular o total de gastos em "Alimentação" que excederam $200?
Alternativas
Q3005802 Noções de Informática
Considere que você precisa localizar rapidamente o preço de um item em uma tabela de inventário no Excel (Office 365), onde a primeira coluna lista os códigos dos itens. Qual das seguintes alternativas melhor descreve uma solução possível?
Alternativas
Q3005796 Português
Texto de apoio


Cafeína é doping? Entenda a história do café nas Olimpíadas


    Não consegue trabalhar sem um cafezinho? Isso poderia ser um problema se você fosse um atleta olímpico. Entre 1984 e 2003, cafeína em excesso era proibida nas Olimpíadas. Era, inclusive, considerada como doping.

    A proibição começou nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984, e continuou ativa até as Olimpíadas de Sydney, em 2000. A substância teve que ser proibida pela Agência Mundial Antidoping nos anos 1980 porque alguns esportistas estavam ingerindo altas doses de cafeína pura para elevar seu desempenho na competição.

   O café proibido não era o café normal, daquele que você toma na padaria. Cafeína pura é um suplemento para dar mais energia para praticantes de esportes. Em 1984, a substância foi proibida se ultrapassasse o nível de 15 microgramas por mililitro de urina. Já no ano seguinte, o valor foi reduzido para 12 microgramas.

    A proibição não durou por muito tempo. Mesmo em doses pequenas, menores do que o proibido pela Agência Mundial Antidoping, a cafeína já é capaz de melhorar o desempenho atlético de alguém, dando mais disposição naquele momento e adiando o cansaço. Mas esses desempenhos são tímidos comparados a outras formas de doping.

    A cafeína não apresenta grandes benefícios e está presente na dieta de grande parte dos atletas, então dificilmente poderia atuar como um diferencial na competição.

   Outra coisa que dificultava a proibição era como decidir o que era uma quantidade abusiva de cafeína. Os níveis da substância no xixi variam de acordo com muitos fatores: momento da ingestão, massa corporal, purificação realizada pelo metabolismo, hidratação, o sexo do atleta e se ele faz uso habitual de cafeína.

    Às vezes, uma quantidade muito pequena de cafeína ingerida poderia ser excretada sem qualquer alteração. Ou seja, a cafeína continua na urina na mesma quantidade que a inicial, dando uma impressão errada de um efeito intenso quando, na verdade, ela só entrou e saiu do corpo.

    Não dá para dizer, com certeza, quantas xícaras de café te fariam ser banido dos Jogos Olímpicos, porque isso depende de todos esses outros fatores individuais e variáveis. Uma estimativa diz que seriam necessários oito expressos em algumas horas.

   Por causa da dificuldade em medir a influência da cafeína de forma justa e objetiva, a Agência Mundial Antidoping a retirou da lista de substâncias proibidas em 2003.

    A cafeína não é mais proibida, mas ainda é monitorada pela organização antidoping. Isso quer dizer que eles ainda tentam identificar indícios de abuso e se atentar para a possibilidade da substância ser usada de forma desonesta no futuro.

   Os critérios da Agência Mundial Antidoping para banir uma droga são três: a substância precisa aumentar o desempenho esportivo, representar um risco para a saúde dos atletas e violar o espírito do esporte.

    No caso da cafeína, não há diferença prática de desempenho esportivo entre as doses cavalares para melhorar a performance e doses normais. O uso exagerado da substância pode causar vários riscos de saúde, como taquicardia, náuseas, pressão alta, palpitações e dores de cabeça, mas seu consumo moderado não apresenta tantos problemas. Tomar um pingado já não é mais uma questão para os atletas olímpicos.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/cultura/cafein a-e-doping-entenda-a-historia-do-cafenas-olimpiadas /.
Analise as palavras destacadas no trecho “A proibição começou nas Olimpíadas de Los Angeles” e assinale a alternativa que indica as classes das palavras destacadas, respectivamente. 
Alternativas
Q3005795 Português
Texto de apoio


Cafeína é doping? Entenda a história do café nas Olimpíadas


    Não consegue trabalhar sem um cafezinho? Isso poderia ser um problema se você fosse um atleta olímpico. Entre 1984 e 2003, cafeína em excesso era proibida nas Olimpíadas. Era, inclusive, considerada como doping.

    A proibição começou nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984, e continuou ativa até as Olimpíadas de Sydney, em 2000. A substância teve que ser proibida pela Agência Mundial Antidoping nos anos 1980 porque alguns esportistas estavam ingerindo altas doses de cafeína pura para elevar seu desempenho na competição.

   O café proibido não era o café normal, daquele que você toma na padaria. Cafeína pura é um suplemento para dar mais energia para praticantes de esportes. Em 1984, a substância foi proibida se ultrapassasse o nível de 15 microgramas por mililitro de urina. Já no ano seguinte, o valor foi reduzido para 12 microgramas.

    A proibição não durou por muito tempo. Mesmo em doses pequenas, menores do que o proibido pela Agência Mundial Antidoping, a cafeína já é capaz de melhorar o desempenho atlético de alguém, dando mais disposição naquele momento e adiando o cansaço. Mas esses desempenhos são tímidos comparados a outras formas de doping.

    A cafeína não apresenta grandes benefícios e está presente na dieta de grande parte dos atletas, então dificilmente poderia atuar como um diferencial na competição.

   Outra coisa que dificultava a proibição era como decidir o que era uma quantidade abusiva de cafeína. Os níveis da substância no xixi variam de acordo com muitos fatores: momento da ingestão, massa corporal, purificação realizada pelo metabolismo, hidratação, o sexo do atleta e se ele faz uso habitual de cafeína.

    Às vezes, uma quantidade muito pequena de cafeína ingerida poderia ser excretada sem qualquer alteração. Ou seja, a cafeína continua na urina na mesma quantidade que a inicial, dando uma impressão errada de um efeito intenso quando, na verdade, ela só entrou e saiu do corpo.

    Não dá para dizer, com certeza, quantas xícaras de café te fariam ser banido dos Jogos Olímpicos, porque isso depende de todos esses outros fatores individuais e variáveis. Uma estimativa diz que seriam necessários oito expressos em algumas horas.

   Por causa da dificuldade em medir a influência da cafeína de forma justa e objetiva, a Agência Mundial Antidoping a retirou da lista de substâncias proibidas em 2003.

    A cafeína não é mais proibida, mas ainda é monitorada pela organização antidoping. Isso quer dizer que eles ainda tentam identificar indícios de abuso e se atentar para a possibilidade da substância ser usada de forma desonesta no futuro.

   Os critérios da Agência Mundial Antidoping para banir uma droga são três: a substância precisa aumentar o desempenho esportivo, representar um risco para a saúde dos atletas e violar o espírito do esporte.

    No caso da cafeína, não há diferença prática de desempenho esportivo entre as doses cavalares para melhorar a performance e doses normais. O uso exagerado da substância pode causar vários riscos de saúde, como taquicardia, náuseas, pressão alta, palpitações e dores de cabeça, mas seu consumo moderado não apresenta tantos problemas. Tomar um pingado já não é mais uma questão para os atletas olímpicos.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/cultura/cafein a-e-doping-entenda-a-historia-do-cafenas-olimpiadas /.
Considerando as regras de acentuação de palavras, assinale a alternativa que explica corretamente o uso do acento agudo nas palavras “café” e cafeína”, respectivamente.
Alternativas
Q3005794 Português
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Cafeína é doping? Entenda a história do café nas Olimpíadas


    Não consegue trabalhar sem um cafezinho? Isso poderia ser um problema se você fosse um atleta olímpico. Entre 1984 e 2003, cafeína em excesso era proibida nas Olimpíadas. Era, inclusive, considerada como doping.

    A proibição começou nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984, e continuou ativa até as Olimpíadas de Sydney, em 2000. A substância teve que ser proibida pela Agência Mundial Antidoping nos anos 1980 porque alguns esportistas estavam ingerindo altas doses de cafeína pura para elevar seu desempenho na competição.

   O café proibido não era o café normal, daquele que você toma na padaria. Cafeína pura é um suplemento para dar mais energia para praticantes de esportes. Em 1984, a substância foi proibida se ultrapassasse o nível de 15 microgramas por mililitro de urina. Já no ano seguinte, o valor foi reduzido para 12 microgramas.

    A proibição não durou por muito tempo. Mesmo em doses pequenas, menores do que o proibido pela Agência Mundial Antidoping, a cafeína já é capaz de melhorar o desempenho atlético de alguém, dando mais disposição naquele momento e adiando o cansaço. Mas esses desempenhos são tímidos comparados a outras formas de doping.

    A cafeína não apresenta grandes benefícios e está presente na dieta de grande parte dos atletas, então dificilmente poderia atuar como um diferencial na competição.

   Outra coisa que dificultava a proibição era como decidir o que era uma quantidade abusiva de cafeína. Os níveis da substância no xixi variam de acordo com muitos fatores: momento da ingestão, massa corporal, purificação realizada pelo metabolismo, hidratação, o sexo do atleta e se ele faz uso habitual de cafeína.

    Às vezes, uma quantidade muito pequena de cafeína ingerida poderia ser excretada sem qualquer alteração. Ou seja, a cafeína continua na urina na mesma quantidade que a inicial, dando uma impressão errada de um efeito intenso quando, na verdade, ela só entrou e saiu do corpo.

    Não dá para dizer, com certeza, quantas xícaras de café te fariam ser banido dos Jogos Olímpicos, porque isso depende de todos esses outros fatores individuais e variáveis. Uma estimativa diz que seriam necessários oito expressos em algumas horas.

   Por causa da dificuldade em medir a influência da cafeína de forma justa e objetiva, a Agência Mundial Antidoping a retirou da lista de substâncias proibidas em 2003.

    A cafeína não é mais proibida, mas ainda é monitorada pela organização antidoping. Isso quer dizer que eles ainda tentam identificar indícios de abuso e se atentar para a possibilidade da substância ser usada de forma desonesta no futuro.

   Os critérios da Agência Mundial Antidoping para banir uma droga são três: a substância precisa aumentar o desempenho esportivo, representar um risco para a saúde dos atletas e violar o espírito do esporte.

    No caso da cafeína, não há diferença prática de desempenho esportivo entre as doses cavalares para melhorar a performance e doses normais. O uso exagerado da substância pode causar vários riscos de saúde, como taquicardia, náuseas, pressão alta, palpitações e dores de cabeça, mas seu consumo moderado não apresenta tantos problemas. Tomar um pingado já não é mais uma questão para os atletas olímpicos.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/cultura/cafein a-e-doping-entenda-a-historia-do-cafenas-olimpiadas /.
No trecho “Entre 1984 e 2003, cafeína em excesso era proibida nas Olimpíadas” o uso da pontuação é corretamente explicado em: 
Alternativas
Q3005793 Português
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Cafeína é doping? Entenda a história do café nas Olimpíadas


    Não consegue trabalhar sem um cafezinho? Isso poderia ser um problema se você fosse um atleta olímpico. Entre 1984 e 2003, cafeína em excesso era proibida nas Olimpíadas. Era, inclusive, considerada como doping.

    A proibição começou nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984, e continuou ativa até as Olimpíadas de Sydney, em 2000. A substância teve que ser proibida pela Agência Mundial Antidoping nos anos 1980 porque alguns esportistas estavam ingerindo altas doses de cafeína pura para elevar seu desempenho na competição.

   O café proibido não era o café normal, daquele que você toma na padaria. Cafeína pura é um suplemento para dar mais energia para praticantes de esportes. Em 1984, a substância foi proibida se ultrapassasse o nível de 15 microgramas por mililitro de urina. Já no ano seguinte, o valor foi reduzido para 12 microgramas.

    A proibição não durou por muito tempo. Mesmo em doses pequenas, menores do que o proibido pela Agência Mundial Antidoping, a cafeína já é capaz de melhorar o desempenho atlético de alguém, dando mais disposição naquele momento e adiando o cansaço. Mas esses desempenhos são tímidos comparados a outras formas de doping.

    A cafeína não apresenta grandes benefícios e está presente na dieta de grande parte dos atletas, então dificilmente poderia atuar como um diferencial na competição.

   Outra coisa que dificultava a proibição era como decidir o que era uma quantidade abusiva de cafeína. Os níveis da substância no xixi variam de acordo com muitos fatores: momento da ingestão, massa corporal, purificação realizada pelo metabolismo, hidratação, o sexo do atleta e se ele faz uso habitual de cafeína.

    Às vezes, uma quantidade muito pequena de cafeína ingerida poderia ser excretada sem qualquer alteração. Ou seja, a cafeína continua na urina na mesma quantidade que a inicial, dando uma impressão errada de um efeito intenso quando, na verdade, ela só entrou e saiu do corpo.

    Não dá para dizer, com certeza, quantas xícaras de café te fariam ser banido dos Jogos Olímpicos, porque isso depende de todos esses outros fatores individuais e variáveis. Uma estimativa diz que seriam necessários oito expressos em algumas horas.

   Por causa da dificuldade em medir a influência da cafeína de forma justa e objetiva, a Agência Mundial Antidoping a retirou da lista de substâncias proibidas em 2003.

    A cafeína não é mais proibida, mas ainda é monitorada pela organização antidoping. Isso quer dizer que eles ainda tentam identificar indícios de abuso e se atentar para a possibilidade da substância ser usada de forma desonesta no futuro.

   Os critérios da Agência Mundial Antidoping para banir uma droga são três: a substância precisa aumentar o desempenho esportivo, representar um risco para a saúde dos atletas e violar o espírito do esporte.

    No caso da cafeína, não há diferença prática de desempenho esportivo entre as doses cavalares para melhorar a performance e doses normais. O uso exagerado da substância pode causar vários riscos de saúde, como taquicardia, náuseas, pressão alta, palpitações e dores de cabeça, mas seu consumo moderado não apresenta tantos problemas. Tomar um pingado já não é mais uma questão para os atletas olímpicos.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/cultura/cafein a-e-doping-entenda-a-historia-do-cafenas-olimpiadas /.
Considerando a oração e seus termos, assinale a alternativa que indica o sujeito da oração no trecho: “Já no ano seguinte, o valor foi reduzido para 12 microgramas”.
Alternativas
Q3005792 Português
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Cafeína é doping? Entenda a história do café nas Olimpíadas


    Não consegue trabalhar sem um cafezinho? Isso poderia ser um problema se você fosse um atleta olímpico. Entre 1984 e 2003, cafeína em excesso era proibida nas Olimpíadas. Era, inclusive, considerada como doping.

    A proibição começou nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984, e continuou ativa até as Olimpíadas de Sydney, em 2000. A substância teve que ser proibida pela Agência Mundial Antidoping nos anos 1980 porque alguns esportistas estavam ingerindo altas doses de cafeína pura para elevar seu desempenho na competição.

   O café proibido não era o café normal, daquele que você toma na padaria. Cafeína pura é um suplemento para dar mais energia para praticantes de esportes. Em 1984, a substância foi proibida se ultrapassasse o nível de 15 microgramas por mililitro de urina. Já no ano seguinte, o valor foi reduzido para 12 microgramas.

    A proibição não durou por muito tempo. Mesmo em doses pequenas, menores do que o proibido pela Agência Mundial Antidoping, a cafeína já é capaz de melhorar o desempenho atlético de alguém, dando mais disposição naquele momento e adiando o cansaço. Mas esses desempenhos são tímidos comparados a outras formas de doping.

    A cafeína não apresenta grandes benefícios e está presente na dieta de grande parte dos atletas, então dificilmente poderia atuar como um diferencial na competição.

   Outra coisa que dificultava a proibição era como decidir o que era uma quantidade abusiva de cafeína. Os níveis da substância no xixi variam de acordo com muitos fatores: momento da ingestão, massa corporal, purificação realizada pelo metabolismo, hidratação, o sexo do atleta e se ele faz uso habitual de cafeína.

    Às vezes, uma quantidade muito pequena de cafeína ingerida poderia ser excretada sem qualquer alteração. Ou seja, a cafeína continua na urina na mesma quantidade que a inicial, dando uma impressão errada de um efeito intenso quando, na verdade, ela só entrou e saiu do corpo.

    Não dá para dizer, com certeza, quantas xícaras de café te fariam ser banido dos Jogos Olímpicos, porque isso depende de todos esses outros fatores individuais e variáveis. Uma estimativa diz que seriam necessários oito expressos em algumas horas.

   Por causa da dificuldade em medir a influência da cafeína de forma justa e objetiva, a Agência Mundial Antidoping a retirou da lista de substâncias proibidas em 2003.

    A cafeína não é mais proibida, mas ainda é monitorada pela organização antidoping. Isso quer dizer que eles ainda tentam identificar indícios de abuso e se atentar para a possibilidade da substância ser usada de forma desonesta no futuro.

   Os critérios da Agência Mundial Antidoping para banir uma droga são três: a substância precisa aumentar o desempenho esportivo, representar um risco para a saúde dos atletas e violar o espírito do esporte.

    No caso da cafeína, não há diferença prática de desempenho esportivo entre as doses cavalares para melhorar a performance e doses normais. O uso exagerado da substância pode causar vários riscos de saúde, como taquicardia, náuseas, pressão alta, palpitações e dores de cabeça, mas seu consumo moderado não apresenta tantos problemas. Tomar um pingado já não é mais uma questão para os atletas olímpicos.


Adaptado de: https://super.abril.com.br/cultura/cafein a-e-doping-entenda-a-historia-do-cafenas-olimpiadas /.
De acordo com o texto de apoio, analise as assertivas abaixo:

I – A cafeína foi proibida porque estava melhorando o desempenho dos atletas de forma significativa.

II – A cafeína deixou de ser proibida porque faz parte da dieta da maioria dos atletas e porque não é possível medir de forma precisa.

III – Pequenas quantidades de cafeína podem ser excretadas na urina sem alteração.

IV – É possível que a cafeína seja proibida novamente devido aos vários riscos de saúde, como taquicardia, náuseas, pressão alta, palpitações e dores de cabeça.


Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2629741 Português

Mulher negra e os desafios no mercado de trabalho


A representatividade das mulheres no mercado de trabalho é uma questão cada vez mais presente na agenda de diversidade das empresas. Muitas vezes, no entanto, acaba ficando atrelada apenas aos discursos e evidencia a falta de ações práticas, o que se acentua principalmente com relação à ausência de mulheres negras em cargos superiores. É o que aponta o estudo Mulheres Negras na Liderança 2023, realizado pela plataforma 99Jobs em parceria com o Pacto Global da ONU no Brasil. Segundo o levantamento, 60% das entrevistadas afirmam que nas companhias onde trabalham não existem outras mulheres negras em cargos de liderança.

É necessário ressaltar que a representatividade no local de trabalho não é apenas sobre cumprir cotas, mas também proporcionar um ambiente que valorize e respeite a diversidade de experiências, perspectivas e talentos. E empresas que oferecem oportunidades para as mulheres negras de ocupar cargos de destaque faz que enriqueçam a tomada de decisões e impulsionem sua inovação, além do que a representatividade inspira outras negras a acreditar na possibilidade de alcançar seus objetivos profissionais. Inclusive, a pesquisa Trama do Pertencimento, realizada pela consultoria Bain & Company, apontou que mais de 70% das mulheres negras que trabalham em empresas no Brasil, acredita que o senso de inclusão na companhia em que trabalham aumentou devido às discussões sobre diversidade e inclusão nos últimos anos.

E, como todos já sabemos, infelizmente, a jornada da mulher negra no mercado de trabalho é frequentemente marcada por desafios adicionais, já que a discriminação racial e de gênero persiste, tornando mais difícil para elas avançarem na carreira. Sem falar que estereótipos e preconceitos ainda influenciam as percepções dos empregadores, muitas vezes levando a oportunidades limitadas e promoções negligenciadas. Além disso, a falta de modelos a seguir e redes de apoio específicas podem criar um sentimento de isolamento para essas mulheres. A minha trajetória na liderança, por exemplo, foi durante muitos anos solitária, pois não havia outras colegas negras que eu pudesse compartilhar todas as situações vividas diariamente, já que os espaços de comando no Brasil país sempre foram majoritariamente brancos.

Acredito que a área de recursos humanos pode ter a missão de sensibilizar os líderes das companhias e garantir o seu desenvolvimento em políticas e práticas que abordem desafios específicos enfrentados pelas negras, tais como: diversidade na contratação, desenvolvimento profissional, cultura de inclusão, combate à discriminação, conscientização com comunicação, entre outros.

De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PnadC) 2022, realizada pelo IBGE, a população brasileira é formada por 29% de mulheres negras, mas apenas 3% delas _______ cargos de liderança, que __________ a nível gerente ou superior, o que evidencia a falta de oportunidades na maioria das empresas.

Outro recorte que ressalta um dos motivos para as mulheres negras muitas vezes não obterem oportunidades é aquele feito pelo Dieese, em que dos 38 milhões de lares chefiados por mulheres, 21,5 milhões eram liderados por negras com a responsabilidade do trabalho doméstico, o que dificulta esse acesso ao mercado de trabalho.

Por outro lado, gostaria de afirmar que, mesmo com tantas dificuldades, algumas mulheres negras têm alcançado notáveis conquistas na carreira, pois temos exemplos de líderes, empreendedoras e profissionais de sucesso em muitos setores. Para isso, é importante que as negras inspirem outras pessoas com suas trajetórias. É importante que essas conquistas sejam celebradas e compartilhadas para que sirvam de exemplo e inspiração.

A maior representatividade da mulher negra no mercado de trabalho é uma questão urgente. Para isso, ela tem de deixar de ser vista como útil apenas para tarefas operacionais. Para alcançarmos uma verdadeira equidade no local de trabalho, é essencial que as empresas se comprometam com políticas e práticas que promovam a diversidade e a inclusão. Assim, algum dia, podemos construir uma realidade em que todas as mulheres, independentemente de sua raça ou origem, tenham a oportunidade de prosperar e brilhar no mundo profissional.


(Claudia Perazio. Disponível em: <https://www.hojeemdia.com.br/. Publicado em: 28/12/2023.)

“Inclusive, a pesquisa Trama do Pertencimento, realizada pela consultoria Bain & Company, apontou que mais de 70% das mulheres negras que trabalham em empresas no Brasil, acredita que o senso de inclusão na companhia em que trabalham aumentou devido às discussões sobre diversidade e inclusão nos últimos anos.” (2º§) O emprego da crase no fragmento anterior tem a mesma justificativa e adequação do visto em:

Alternativas
Q2629740 Português

Mulher negra e os desafios no mercado de trabalho


A representatividade das mulheres no mercado de trabalho é uma questão cada vez mais presente na agenda de diversidade das empresas. Muitas vezes, no entanto, acaba ficando atrelada apenas aos discursos e evidencia a falta de ações práticas, o que se acentua principalmente com relação à ausência de mulheres negras em cargos superiores. É o que aponta o estudo Mulheres Negras na Liderança 2023, realizado pela plataforma 99Jobs em parceria com o Pacto Global da ONU no Brasil. Segundo o levantamento, 60% das entrevistadas afirmam que nas companhias onde trabalham não existem outras mulheres negras em cargos de liderança.

É necessário ressaltar que a representatividade no local de trabalho não é apenas sobre cumprir cotas, mas também proporcionar um ambiente que valorize e respeite a diversidade de experiências, perspectivas e talentos. E empresas que oferecem oportunidades para as mulheres negras de ocupar cargos de destaque faz que enriqueçam a tomada de decisões e impulsionem sua inovação, além do que a representatividade inspira outras negras a acreditar na possibilidade de alcançar seus objetivos profissionais. Inclusive, a pesquisa Trama do Pertencimento, realizada pela consultoria Bain & Company, apontou que mais de 70% das mulheres negras que trabalham em empresas no Brasil, acredita que o senso de inclusão na companhia em que trabalham aumentou devido às discussões sobre diversidade e inclusão nos últimos anos.

E, como todos já sabemos, infelizmente, a jornada da mulher negra no mercado de trabalho é frequentemente marcada por desafios adicionais, já que a discriminação racial e de gênero persiste, tornando mais difícil para elas avançarem na carreira. Sem falar que estereótipos e preconceitos ainda influenciam as percepções dos empregadores, muitas vezes levando a oportunidades limitadas e promoções negligenciadas. Além disso, a falta de modelos a seguir e redes de apoio específicas podem criar um sentimento de isolamento para essas mulheres. A minha trajetória na liderança, por exemplo, foi durante muitos anos solitária, pois não havia outras colegas negras que eu pudesse compartilhar todas as situações vividas diariamente, já que os espaços de comando no Brasil país sempre foram majoritariamente brancos.

Acredito que a área de recursos humanos pode ter a missão de sensibilizar os líderes das companhias e garantir o seu desenvolvimento em políticas e práticas que abordem desafios específicos enfrentados pelas negras, tais como: diversidade na contratação, desenvolvimento profissional, cultura de inclusão, combate à discriminação, conscientização com comunicação, entre outros.

De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PnadC) 2022, realizada pelo IBGE, a população brasileira é formada por 29% de mulheres negras, mas apenas 3% delas _______ cargos de liderança, que __________ a nível gerente ou superior, o que evidencia a falta de oportunidades na maioria das empresas.

Outro recorte que ressalta um dos motivos para as mulheres negras muitas vezes não obterem oportunidades é aquele feito pelo Dieese, em que dos 38 milhões de lares chefiados por mulheres, 21,5 milhões eram liderados por negras com a responsabilidade do trabalho doméstico, o que dificulta esse acesso ao mercado de trabalho.

Por outro lado, gostaria de afirmar que, mesmo com tantas dificuldades, algumas mulheres negras têm alcançado notáveis conquistas na carreira, pois temos exemplos de líderes, empreendedoras e profissionais de sucesso em muitos setores. Para isso, é importante que as negras inspirem outras pessoas com suas trajetórias. É importante que essas conquistas sejam celebradas e compartilhadas para que sirvam de exemplo e inspiração.

A maior representatividade da mulher negra no mercado de trabalho é uma questão urgente. Para isso, ela tem de deixar de ser vista como útil apenas para tarefas operacionais. Para alcançarmos uma verdadeira equidade no local de trabalho, é essencial que as empresas se comprometam com políticas e práticas que promovam a diversidade e a inclusão. Assim, algum dia, podemos construir uma realidade em que todas as mulheres, independentemente de sua raça ou origem, tenham a oportunidade de prosperar e brilhar no mundo profissional.


(Claudia Perazio. Disponível em: <https://www.hojeemdia.com.br/. Publicado em: 28/12/2023.)

“Sem falar que estereótipos e preconceitos ainda influenciam as percepções dos empregadores, muitas vezes levando a oportunidades limitadas e promoções negligenciadas.” (3º§)


Imagem associada para resolução da questão


(Charge: Reprodução / Alexandre Beck)


Em relação ao fragmento do texto destacado anteriormente, pode-se afirmar que a tira anteriormente:

Alternativas
Respostas
2441: A
2442: C
2443: D
2444: C
2445: B
2446: D
2447: A
2448: A
2449: C
2450: B
2451: B
2452: A
2453: B
2454: B
2455: D
2456: A
2457: B
2458: C
2459: D
2460: A