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I. Notificação é a comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde, feita à autoridade sanitária, para fins de adoção de medidas de intervenção pertinentes. Historicamente, a notificação compulsória tem sido a principal fonte da vigilância epidemiológica, a partir da qual, na maioria das vezes, se desencadeia o processo informação-decisão-ação.
II. O caráter compulsório da notificação implica responsabilidades formais para todo cidadão e uma obrigação inerente ao exercício da medicina, bem como de outras profissões na área de saúde. Mesmo assim, sabe-se que a notificação nem sempre é realizada, o que ocorre por desconhecimento de sua importância e, também, por descrédito nas ações que dela devem resultar. A experiência tem mostrado que o funcionamento de um sistema de notificação é diretamente proporcional à capacidade de se demonstrar o uso adequado das informações recebidas, de forma a conquistar a confiança dos notificantes.
III. Não se notifica a simples suspeita da doença ou evento. Deve-se aguardar a confirmação do caso para se efetuar a notificação, pois isso pode significar perda da credibilidade. E quando ocorrer a notificação, esta tem de ser sigilosa, só podendo ser divulgada fora do âmbito médico-sanitário em caso de risco para a comunidade, respeitando-se o direito de anonimato dos cidadãos. O envio dos instrumentos de coleta de notificação deve ser feito mesmo na ausência de casos, configurando-se o que se denomina notificação negativa, que funciona como um indicador de eficiência do sistema de informações.
Quais estão corretas?
A lacuna acima se completa corretamente com o termo
As lacunas acima se completam corretamente com os termos
Exame físico evidenciou: paciente consciente; eupneica; acianótica; com mucosas hipocoradas ++/4+; anictérica; sem edema de membros inferiores.
P=FC= 100/min
PA=130/90mmHg
Altura 1,60m
Peso 46Kg
AR e ACV: sem alterações significativas
AD: abdome escavado, flácido, sem visceromegalias.
Trouxe resultado de alguns exames complementares:
1) Hemograma:
Hemácias: 3,4x 10 ⁶/mm³ (VR:4-5x 10⁶/mm³)
Hemoglobina: 9g% (VR: 12-16g%)
Hematócrito: 27% (VR: 80-100%)
Volume corpuscular médio: 70fl (VR: 80-100fl)
Leucograma: sem alterações
2) TSH: 3mUI/ml (VR: 0,5-5mUI/ml)
3) Íons:
Na+: 140mEq/L (VR: 135-145mEq/L)
K+: 3,9mEq/L (VR; 3,5-5,5 mEq/L)
Os exames complementares mais adequados para confirmar o diagnóstico são:
I. Nas Opções de Energia do painel de controle, o usuário pode criar novos planos ou optar pelos planos pré-definidos Equilibrado, Economia de Energia e Alto Desempenho de gerenciamento de energia, os quais podem ser alterados ou excluídos.
II. Por padrão, o modo Suspender desliga totalmente o computador.
III. Por padrão, o modo Hibernar desliga totalmente o computador.
Quais estão corretas?
P=FC= 80/min;
PA 145/90mmHg;
Altura 1,70m;
Peso corporal 92kg;
Índice de massa corporal 31,8 kg/m².
Roncos esparsos à ausculta pulmonar.
Os exames complementares mais adequados para abordagem subsequente desse paciente são:
( ) As crises de ausências típicas (convulsões do tipo pequeno mal) são classicamente caracterizadas pela tríade de ausência, crises cinéticas e mioclonicas, sendo mais comuns entre 5 meses e 12 anos de idade.
( ) A convulsão febril é a convulsão mais frequente das crianças e ocorre geralmente após os cinco anos, sendo rara antes dos quatro anos e muito rara antes dos seis meses de idade.
( ) A epilepsia do lobo temporal é a síndrome epiléptica mais comum entre os adultos, e as convulsões iniciam na idade pré-escolar ou na adolescência, podendo existir história prévia de convulsões febris.
( ) A epilepsia rolândica é epilepsia parcial benigna da infância com pontas dentral-mediotemporais no EEG e é uma das mais comuns da infância, iniciando entre os quatro e os 13 anos de idade, sem nenhum outro problema neurológico ou de saúde.
( ) A crise de atonia (“crises de queda”) prevalecem entre crianças com encefalopatias difusas e se caracterizam pela perda instantânea do tônus muscular, com quedas e ferimentos.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: