Questões de Concurso Comentadas para médico clínico

Foram encontradas 18.604 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Ano: 2018 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Lagoa Santa - MG
Q1236822 Psiquiatria
Tremor em repouso, instabilidade postural, bradicinesia e rigidez em roda dentada caracterizam 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Lagoa Santa - MG
Q1236736 Medicina
O hormônio antidiurético atua por
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Lagoa Santa - MG
Q1236727 Medicina
O mediador que não estimula a excreção ácida do estômago é a
Alternativas
Ano: 2018 Banca: Itame Órgão: Prefeitura de Avelinópolis - GO
Q1236637 Medicina
O risco de mortalidade será significativamente maior nos episódios de hemorragia digestiva, por úlcera péptica, quando estiverem relacionados principalmente a:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Marabá - PA
Q1229696 Português
Análise genética propõe novo rosto para Luzia: ela não era negra
Evidências associam o crânio do Museu Nacional à Cultura Clóvis, da pré-história dos EUA – e cravam que os traços do povo de Lagoa Santa (MG) eram mais próximos dos indígenas atuais. 
Guilherme Eler
Na última atualização feita à imprensa sobre o estado do crânio de Luzia, pesquisadores já haviam resgatado 80% da peça dos escombros do Museu Nacional do Rio de Janeiro. (...) 
A representação original do boneco de Luzia perdeu-se no fogo, mas, ainda que tivesse sobrevivido, acabaria tendo que ser substituída. Uma dupla de estudos publicados nas revistas científicas Cell e Science reuniu novos argumentos para defender a tese de que a representação não corresponde de fato à forma como ela deveria ser retratada.
Quando estudava o crânio de Luzia ao final da década de 1980, o antropólogo e ex-professor da USP (Universidade de São Paulo) Walter Neves formulou uma hipótese sobre a origem da dona da ossada. Segundo Neves, as características de seu crânio eram diferentes das dos povos indígenas atuais, o que sinalizaria que Luzia pertenceu a um grupo de humanos que chegou à América, também pelo estreito Bering, antes do grupo que deu origem aos indígenas da época de Cabral. Nesse caso, a aparência de Luzia seria mais próxima da dos africanos negros. Por isso, o antropólogo forense britânico Richard Neave, em 1996, reconstruiu sua face imaginando-a negra.
O que os novos estudos argumentam, porém, é que todos os indígenas que já perambularam pelas Américas descendem de uma única população humana. Natural do leste asiático, esse grupo ancestral teria chegado ao continente cerca de 20 mil anos atrás. Ou seja: não houve nenhuma migração anterior a que Luzia pudesse pertencer. Ela era uma indígena comum.
O que aconteceu de verdade foi um pouco mais complicado: a onda que povoou a América se dividiu dentro do próprio continente. Onde hoje estão os EUA, um grupo que ficou conhecido como “Cultura Clóvis” prosperou e avançou em direção ao sul. Quando chegou por aqui, deu origem a populações como a de Lagoa Santa (MG) – à qual pertence Luzia. Luzia, então, é “neta” de Clóvis.
Essa relação entre os primeiros americanos do norte e os primeiros do sul ficou clara pela análise de DNA de fósseis. Um esqueleto de 10 mil anos, encontrado em uma caverna do estado de Nevada, nos EUA, foi comparado com ossos da mesma idade naturais de Lagoa Santa. Mesmo distantes mais de 10 mil quilômetros, eram muito parecidos geneticamente. (...)
Depois de alguns de milhares de anos, uma nova onda migratória, distinta da Cultura Clóvis, desceu para a América do Sul e tomou conta de tudo. A população a que pertencia Luzia sumiu, assim como os Clóvis do norte, que são verificados pela última vez há 9 mil anos. Foram duas ondas, de fato, mas ambas originadas de uma só migração que entrou pelo Estreito de Bering. O que contraria a hipótese de Neves.
O processo que permitiu tais conclusões envolveu a participação de uma equipe internacional de 72 pesquisadores. Deles, 17 são brasileiros. Os autores se basearam na análise do genoma de 49 fósseis, achados em 15 sítios arqueológicos do Brasil, Argentina, Belize, Chile e Peru.
“Por mais acostumados que estejamos com a tradicional reconstrução facial de Luzia, com traços fortemente africanos, essa nova imagem reflete de forma muito mais precisa a fisionomia dos primeiros habitantes do Brasil, apresentando traços generalizados e indistintos a partir dos quais, ao longo dos milhares de anos, a grande diversidade ameríndia se estabeleceu”, explicou André Strauss, arqueólogo do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE), da USP em entrevista à BBC Brasil. (...)
Disponível em https://super.abril.com.br/historia/analise-genetica-propoe-novo-rosto-para-luzia-ela-nao-era-negra/  Acessado em 10/11/2018 – Texto adaptado
De acordo com o texto, os novos estudos indicam que
Alternativas
Q1227995 Medicina
Com o intuito de estudar características de risco para determinada doença e para a produção de medidas de incidência, foram selecionados jovens para participar de estudo epidemiológico que se prontificaram a serem acompanhados. O tipo de estudo em questão é: 
Alternativas
Q1227570 Medicina
Em um ensaio clínico randomizado para avaliar o desempenho de uma vacina, o risco relativo foi de 0,30. A afirmativa correta é:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFES Órgão: UFES
Q1225559 Enfermagem
A Diabetes Mellitus é uma doença sistêmica crônica que pode se complicar com úlceras em membros inferiores, conhecidas como pé diabético. Analise as afirmativas a seguir, sobre o pé diabético. 
I. A neuropatia sensitiva periférica interfere na proteção normal, aumentando nos pés dos pacientes diabéticos a sensibilidade a pequenos traumas.  II. Existe risco aumentado de osteomielite em pacientes com pé diabético.  III. É necessário orientar o paciente diabético sobre o uso correto de calçados para evitar o pé diabético.
É CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Cujubim - RO
Q1224546 Medicina
Paciente jovem, 16 anos, chega em unidade básica de saúde com queixa de disúria, há dois dias, febre baixa (38ºC) e mialgia há 24 horas. HPP: nega drogas e álcool, pratica esportes, sexo eventualmente, última vez há quatro dias. Exame Físico no momento: FR= 16irpm; FC= 100bpm; T= 37,9ºC; Abdome: Sinal de Giordano= negativo; Genital: secreção mucoide abundante em uretra. Qual a melhor conduta?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Cujubim - RO
Q1224515 Medicina
Mulher de 40 anos apresenta dor epigástrica e em hipocôndrio direito, náuseas e vômitos há 3 dias e icterícia, colúria e acolia há 1 dia. Exame físico: BEG, ictérica (+/4+). Abdome globoso, flácido, sem reação à palpação, com discreta dor à palpação de epigástrio. Exames laboratoriais: Hb = 12,8 g/dL; Ht = 38%; GB = 4,5 103 /mm3 ; Plaquetas = 222,5 103 /mm3 ; TGO = 68 U/L; TGP = 73 U/L; GGT = 546 U/L, FA = 334 U/L, BT = 4,3 mg/dL (BD = 3,2 mg/dL), amilase = 49 U/L. O primeiro exame de imagem a ser realizado é:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Cujubim - RO
Q1224448 Medicina
Homem de 35 anos, apresentando dor lombar intensa, deu entrada na emergência e após realização de TC abdome/pelve evidenciou cálculo ureteral proximal de 5 mm, sem sinais obstrutivos. A conduta inicial mais apropriada é:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDEPES Órgão: UPA-CS
Q1220159 Medicina
Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, estabelecendo a melhor correlação entre as alterações radiológicas pulmonares e a etiologia mais provável da pneumonia. 
COLUNA I
1. Abaulamento cissural
2. Infiltrado focal, com broncograma aéreo
3. Infiltrados apicais ou posteriores
4. Infiltrados intersticiais bilaterais
5. Múltiplos infiltrados abscedados
COLUNA II
( ) Klebsiella, Legionella
( ) Mycobacterium tuberculosis
( ) Mycoplasma pneumoniae
( ) Staphylococcus aureus
( ) Streptococcus pneumoniae
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFMA Órgão: UFMA
Q1211381 Medicina
Mulher, 59 anos, pianista, evoluindo de maneira insidiosa com dor em articulações das mãos, com rigidez predominantemente vespertina. Procura atendimento por notar que vem tendo prejuízo em sua prática profissional. Ao exame, observa-se discreto aumento de volume das 2as, 3as e 4as articulações interfalangeanas proximais e distais, bilateralmente, com desconforto à palpação. Não há acometimento de punhos ou metacarpofalangeanas. O padrão descrito sugere: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDEPES Órgão: UPA-CS
Q1209857 Enfermagem
Em relação ao acidente ofídico crotálico, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: MSConcursos Órgão: Prefeitura de Jequié - BA
Q1208713 Direito Sanitário
A Lei nº 8.080/90 estabelece, na Sessão II do Capítulo IV, as competências para os agentes do Sistema Único de Saúde. No art. 18 do referido dispositivo, estão listadas as competências da direção municipal do SUS que seguem abaixo, exceto: 
Alternativas
Q1194648 Português
O diamante – Crônica de Fernando Sabino 
Em 1933 Jovelino, garimpeiro no interior da Bahia, concluiu que ali não havia mais nada a garimpar. Os filhos viviam da mão pra boca, Jovelino já não via jeito de conseguir com que prover o sustento da família. E resolveu se mandar para Goiás, onde Anápolis, a nova terra da promissão, atraía a cobiça dos garimpeiros de tudo quanto era parte, com seus diamantes reluzindo à flor da terra. Jovelino reuniu a filharada, e com a mulher, o genro, dois cunhados, meteu o pé na estrada. Longa era a estrada que levava ao Eldorado de Jovelino: quase um ano consumiu ele em andança com a sua tribo, pernoitando em paióis de fazendas, em ranchos de beira caminho, em chiqueiros e currais, onde quer que lhe dessem pasto e pousada.  Vai daí Jovelino chegou aos arredores de Anápolis depois de muitas luas e ali se estabeleceu, firme no cabo da enxada, cavando a terra e encontrando pedras que não eram diamantes. Daqui para ali, dali para lá, ano vai, ano vem, Jovelino existia de nômade com seu povinho cada vez mais minguando de fome. Comia como podia — e não podia. Vivia ao deus- dará — e Deus não dava. Quem me conta é o filho do fazendeiro de quem Jovelino se tornou empregado:  — Ao fim de dez anos ele concluiu que não encontraria diamante nenhum, e resolveu voltar com sua família para a Bahia onde a vida, segundo diziam, agora era melhorzinha. Não dava diamante não, mas o governo prometia emprego seguro a quem quisesse trabalhar.  Jovelino reuniu a família e botou pé na estrada, de volta à terra de nascença, onde haveria de morrer. Mais um ano palmilhado palmo a palmo em terra batida, vivendo de favor, Jovelino e sua obrigação, de vez em quando perdendo um, que isso de filho é criação que morre muito. Foi nos idos de 43:  — Chegou lá e se instalou no mesmo lugar de onde havia saído. Governo deu emprego não. Plantou sua rocinha e foi se aguentando. Até que um dia…  Até que um dia de noite Jovelino teve um sonho. Sonhou que amanhava a terra e de repente, numa enxadada certeira, a terra escorreu… A terra escorreu e aos seus olhos brilhou, reluziu, faiscou, resplandeceu um diamante soberbo, deslumbrante como uma imensa estrela no céu — como uma estrela no céu? Como o próprio olho de Deus! Jovelino olhou ao redor de seu sonho e viu que estava em Anápolis, no mesmo sítio em que tinha desenterrado a sua desilusão.  E para lá partiu, dia seguinte mesmo, arrastando sua cambada. Levou nisso um entreano, repetindo pernoites revividos, tome estrada! Deu por si em terra de novo goiana. Quem me conta é o filho do fazendeiro:  — Você precisava de ver o furor com que Jovelino procurou o diamante de seu sonho. A terra de Goiás ficou para sempre revolvida, graças à enxada dele. De vez em quando desmoronava, Jovelino ia ver, não era um diamante, era um calhau. Até que um dia…  — Encontrou? — perguntei, já aflito.  — Encontrou nada! Empregou-se na fazenda de meu pai, o tempo passou, os filhos crescidos lhe deram netos, a mulher já morta e enterrada, livre dos cunhados, os genros bem arranjados na vida. Um deles é coletor em Goiânia.  O próprio Jovelino, entrado em anos, era agora um velho sacudido e bem disposto, que tinha mais o que fazer do que cuidar de garimpagens. Mas um dia não resistiu: passou a mão na sua enxada, e sem avisar ninguém, o olhar reluzente de esperança, partiu à procura do impossível, do irreal, do inexistente diamante de seu sonho.   http://contobrasileiro.com.br/o-diamante-cronica-de-fernando-sabino/ 
Analise as afirmativas abaixo: 
I) O conto narra a história de um retirante, muito característico na transformação econômica brasileira no tempo em que se situa o conto para o leitor. 
II) Embora o personagem não obtenha sucesso, ainda sim se trata de uma busca dos sonhos. 
III) Jovelino não representa nenhuma parte da população brasileira, é um personagem com ações e reações fictícias. 
Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q1194526 Português
O diamante – Crônica de Fernando Sabino Em 1933 Jovelino, garimpeiro no interior da Bahia, concluiu que ali não havia mais nada a garimpar. Os filhos viviam da mão pra boca, Jovelino já não via jeito de conseguir com que prover o sustento da família. E resolveu se mandar para Goiás, onde Anápolis, a nova terra da promissão, atraía a cobiça dos garimpeiros de tudo quanto era parte, com seus diamantes reluzindo à flor da terra. Jovelino reuniu a filharada, e com a mulher, o genro, dois cunhados, meteu o pé na estrada. Longa era a estrada que levava ao Eldorado de Jovelino: quase um ano consumiu ele em andança com a sua tribo, pernoitando em paióis de fazendas, em ranchos de beira caminho, em chiqueiros e currais, onde quer que lhe dessem pasto e pousada. Vai daí Jovelino chegou aos arredores de Anápolis depois de muitas luas e ali se estabeleceu, firme no cabo da enxada, cavando a terra e encontrando pedras que não eram diamantes. Daqui para ali, dali para lá, ano vai, ano vem, Jovelino existia de nômade com seu povinho cada vez mais minguando de fome. Comia como podia — e não podia. Vivia ao deus- dará — e Deus não dava. Quem me conta é o filho do fazendeiro de quem Jovelino se tornou empregado: — Ao fim de dez anos ele concluiu que não encontraria diamante nenhum, e resolveu voltar com sua família para a Bahia onde a vida, segundo diziam, agora era melhorzinha. Não dava diamante não, mas o governo prometia emprego seguro a quem quisesse trabalhar. Jovelino reuniu a família e botou pé na estrada, de volta à terra de nascença, onde haveria de morrer. Mais um ano palmilhado palmo a palmo em terra batida, vivendo de favor, Jovelino e sua obrigação, de vez em quando perdendo um, que isso de filho é criação que morre muito. Foi nos idos de 43: — Chegou lá e se instalou no mesmo lugar de onde havia saído. Governo deu emprego não. Plantou sua rocinha e foi se aguentando. Até que um dia… Até que um dia de noite Jovelino teve um sonho. Sonhou que amanhava a terra e de repente, numa enxadada certeira, a terra escorreu… A terra escorreu e aos seus olhos brilhou, reluziu, faiscou, resplandeceu um diamante soberbo, deslumbrante como uma imensa estrela no céu — como uma estrela no céu? Como o próprio olho de Deus! Jovelino olhou ao redor de seu sonho e viu que estava em Anápolis, no mesmo sítio em que tinha desenterrado a sua desilusão. E para lá partiu, dia seguinte mesmo, arrastando sua cambada. Levou nisso um entreano, repetindo pernoites revividos, tome estrada! Deu por si em terra de novo goiana. Quem me conta é o filho do fazendeiro: — Você precisava de ver o furor com que Jovelino procurou o diamante de seu sonho. A terra de Goiás ficou para sempre revolvida, graças à enxada dele. De vez em quando desmoronava, Jovelino ia ver, não era um diamante, era um calhau. Até que um dia… — Encontrou? — perguntei, já aflito. — Encontrou nada! Empregou-se na fazenda de meu pai, o tempo passou, os filhos crescidos lhe deram netos, a mulher já morta e enterrada, livre dos cunhados, os genros bem arranjados na vida. Um deles é coletor em Goiânia. O próprio Jovelino, entrado em anos, era agora um velho sacudido e bem disposto, que tinha mais o que fazer do que cuidar de garimpagens. Mas um dia não resistiu: passou a mão na sua enxada, e sem avisar ninguém, o olhar reluzente de esperança, partiu à procura do impossível, do irreal, do inexistente diamante de seu sonho. http://contobrasileiro.com.br/o-diamante-cronica-de-fernando-sabino/ 
Leia o trecho a seguir: “Jovelino existia de nômade com seu povinho cada vez mais minguando de fome. Comia como podia — e não podia. Vivia ao deus- dará — e Deus não dava.” Acerca das expressões e seu efeito de sentido apresentado no texto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: SES-PE
Q1193106 Medicina
Paciente, 67 anos, hipertenso, diabético e sedentário, dá entrada no prontosocorro municipal referindo dor torácica tipo em aperto associada à sudorese. O médico plantonista, pensando na hipótese diagnóstica de infarto agudo do miocárdio, solicitou um eletrocardiograma logo na admissão. Ao avaliar o exame complementar solicitado, verificou-se que existia supradesnivelamento do segmento ST nas derivações V5, V6, DI e aVL. Sabendo que existe uma correlação entre o supradesnivelamento nas derivações e as paredes acometidas do coração, o provável segmento acometido seria 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: SES-PE
Q1193058 Medicina
Síndrome coronariana aguda (SCA) é uma das causas mais graves e frequentes de procura dos serviços de emergência hospitalares e pré-hospitalares, sendo o sintoma mais comum a dor torácica. A respeito da classificação funcional de angina, de acordo com a Canadian Cardiovascular Society (CCS), a limitação discreta das atividades, como angina ao andar mais de dois quarteirões ou subir um lance de escadas, caracteriza-se como classe 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDEPES Órgão: UPA-CS
Q1185654 Medicina
Assinale a alternativa que não é característica da ausculta cardíaca de paciente com estenose mitral reumática.
Alternativas
Respostas
13261: B
13262: B
13263: C
13264: D
13265: C
13266: D
13267: B
13268: A
13269: C
13270: A
13271: B
13272: A
13273: D
13274: B
13275: B
13276: B
13277: D
13278: C
13279: B
13280: C