Questões de Concurso Comentadas para médico clínico

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Q2755015 Português

Leia o texto a seguir e responda às questões de 1 a 8.

Poluição do ar tira R$ 15,8 bi anuais do Brasil com 62 mil mortes prematuras

1 Décadas atrás, quem dirigia pelas estradas brasileiras topava com placas de mensagens lúgubres

2 como “não faça do seu carro uma arma – a vítima pode ser você”.

3 As placas sumiram, mas as mortes no trânsito, não: são mais de 40 mil por ano, e crescendo. De 19

4 óbitos por 100 mil habitantes em 2009, o país passou para 23,4/100 mil em 2013, segundo relatório da

5 Organização Mundial da Saúde (OMS).

6 Correr demais ou usar o celular enquanto se dirige não são, porém, as únicas maneiras de fazer do

7 seu carro uma arma. São apenas as mais ruidosas, como sair dando tiros por aí. Basta ligar o motor

8 para fazer dele também uma arma química.

9 O cano de escapamento cospe uma série de compostos tóxicos, como os monóxidos de nitrogênio

10 (NO) ou de carbono (CO) e precursores de ozônio (O₃). Dali sai também material particulado, com

11 destaque para a poeira fina (PM2,5) que penetra até os alvéolos dos pulmões e faz estragos neles.

12 Não faltam pesquisas a mostrar que a poluição do ar está diretamente relacionada com mortes

13 prematuras causadas por doença cardíaca isquêmica (enfarte), derrame, doença pulmonar obstrutiva

14 crônica, câncer de pulmão, infecção respiratória aguda e pneumonia. Velhos e crianças pequenas são

15 as maiores vítimas.

16 O Banco Mundial estima que 2,9 milhões morrem antes da hora no mundo, todos os anos, por causa

17 da poluição do ar. A maior parte por cozinhar dentro de casa com lenha e carvão, como fazem 2,8

18 bilhões de pessoas, principalmente na África e no Sul da Ásia. Fora daí, as mortes por poluição do ar

19 se dão por força das emissões veiculares.

20 As cifras acabrunhantes estão na publicação “O Custo da Poluição do Ar”, que teve lançamento na

21 semana passada. Em anos de vida produtiva perdidos, isso custou à economia global, em 2013, a

22 bagatela de estimados US$ 225 bilhões.

23 Outra medida feita pelo Banco Mundial diz respeito à perda de bem-estar. Aqui, o valor monetário do

24 prejuízo é calculado por meio de metodologia diversa – quanto cada pessoa se disporia a pagar para

25 livrar-se do risco de morrer por aquela causa. Neste caso, o montante sobe para US$ 5,1 trilhões.

26 Estima-se que 87% da população mundial viva em áreas acima do máximo de concentração de PM2,5

27 recomendado pela OMS, de 10 microgramas por metro cúbico. A de ozônio vem caindo no mundo,

28 mas Brasil, China, Índia, Paquistão e Bangladesh viram-na aumentar entre 10% e 20%.

29 No que toca ao PM2,5, a média do Brasil se encontrava ligeiramente abaixo do recomendado pela OMS

30 em 2009, com 9,68 micrograma/m3. Em 2013, contudo, esse valor já se encontrava em 16,5

31 micrograma/m3.

32 As mortes decorrentes, segundo a estimativa do Banco Mundial, subiram de 59,6 mil para 62,2 mil ao

33 ano no intervalo. Em matéria de produtividade perdida, o custo foi de US$ 4,9 bilhões em 2013, ou R$

34 15,8 bilhões na taxa de câmbio atual.

35 Com transporte de massa eletrificado, seria possível matar três coelhos com um único golpe de

36 progresso tecnológico: diminuir os acidentes fatais, abater as mortes prematuras por poluição e ainda

37 mitigar o aquecimento global, pois os motores a explosão também emitem gases do efeito estufa.

38 Não há por que continuar indefinidamente com essa insanidade de ênfase no deslocamento individual

39 propelido a combustíveis poluentes. Melhor seria retomar as placas dos anos 1970, com uma pequena

40 adaptação: “Não faça de seu carro uma arma – o fóssil pode ser você”.

(LEITE, Marcelo. Poluição do ar tira R$ 15,8 bi anuais do Brasil com 62 mil mortes prematuras. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/marceloleite/2016/09/1812251-poluicao-do-ar-tira-r-158-bi-anuais-do-brasil-com-62-mil-mortes-prematuras.shtml>. Acesso em: 15 set. 2016.)

A relação de sentido estabelecida pelos termos sublinhados nos enunciados está corretamente indicada em:

Alternativas
Q2755014 Português

Leia o texto a seguir e responda às questões de 1 a 8.

Poluição do ar tira R$ 15,8 bi anuais do Brasil com 62 mil mortes prematuras

1 Décadas atrás, quem dirigia pelas estradas brasileiras topava com placas de mensagens lúgubres

2 como “não faça do seu carro uma arma – a vítima pode ser você”.

3 As placas sumiram, mas as mortes no trânsito, não: são mais de 40 mil por ano, e crescendo. De 19

4 óbitos por 100 mil habitantes em 2009, o país passou para 23,4/100 mil em 2013, segundo relatório da

5 Organização Mundial da Saúde (OMS).

6 Correr demais ou usar o celular enquanto se dirige não são, porém, as únicas maneiras de fazer do

7 seu carro uma arma. São apenas as mais ruidosas, como sair dando tiros por aí. Basta ligar o motor

8 para fazer dele também uma arma química.

9 O cano de escapamento cospe uma série de compostos tóxicos, como os monóxidos de nitrogênio

10 (NO) ou de carbono (CO) e precursores de ozônio (O₃). Dali sai também material particulado, com

11 destaque para a poeira fina (PM2,5) que penetra até os alvéolos dos pulmões e faz estragos neles.

12 Não faltam pesquisas a mostrar que a poluição do ar está diretamente relacionada com mortes

13 prematuras causadas por doença cardíaca isquêmica (enfarte), derrame, doença pulmonar obstrutiva

14 crônica, câncer de pulmão, infecção respiratória aguda e pneumonia. Velhos e crianças pequenas são

15 as maiores vítimas.

16 O Banco Mundial estima que 2,9 milhões morrem antes da hora no mundo, todos os anos, por causa

17 da poluição do ar. A maior parte por cozinhar dentro de casa com lenha e carvão, como fazem 2,8

18 bilhões de pessoas, principalmente na África e no Sul da Ásia. Fora daí, as mortes por poluição do ar

19 se dão por força das emissões veiculares.

20 As cifras acabrunhantes estão na publicação “O Custo da Poluição do Ar”, que teve lançamento na

21 semana passada. Em anos de vida produtiva perdidos, isso custou à economia global, em 2013, a

22 bagatela de estimados US$ 225 bilhões.

23 Outra medida feita pelo Banco Mundial diz respeito à perda de bem-estar. Aqui, o valor monetário do

24 prejuízo é calculado por meio de metodologia diversa – quanto cada pessoa se disporia a pagar para

25 livrar-se do risco de morrer por aquela causa. Neste caso, o montante sobe para US$ 5,1 trilhões.

26 Estima-se que 87% da população mundial viva em áreas acima do máximo de concentração de PM2,5

27 recomendado pela OMS, de 10 microgramas por metro cúbico. A de ozônio vem caindo no mundo,

28 mas Brasil, China, Índia, Paquistão e Bangladesh viram-na aumentar entre 10% e 20%.

29 No que toca ao PM2,5, a média do Brasil se encontrava ligeiramente abaixo do recomendado pela OMS

30 em 2009, com 9,68 micrograma/m3. Em 2013, contudo, esse valor já se encontrava em 16,5

31 micrograma/m3.

32 As mortes decorrentes, segundo a estimativa do Banco Mundial, subiram de 59,6 mil para 62,2 mil ao

33 ano no intervalo. Em matéria de produtividade perdida, o custo foi de US$ 4,9 bilhões em 2013, ou R$

34 15,8 bilhões na taxa de câmbio atual.

35 Com transporte de massa eletrificado, seria possível matar três coelhos com um único golpe de

36 progresso tecnológico: diminuir os acidentes fatais, abater as mortes prematuras por poluição e ainda

37 mitigar o aquecimento global, pois os motores a explosão também emitem gases do efeito estufa.

38 Não há por que continuar indefinidamente com essa insanidade de ênfase no deslocamento individual

39 propelido a combustíveis poluentes. Melhor seria retomar as placas dos anos 1970, com uma pequena

40 adaptação: “Não faça de seu carro uma arma – o fóssil pode ser você”.

(LEITE, Marcelo. Poluição do ar tira R$ 15,8 bi anuais do Brasil com 62 mil mortes prematuras. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/marceloleite/2016/09/1812251-poluicao-do-ar-tira-r-158-bi-anuais-do-brasil-com-62-mil-mortes-prematuras.shtml>. Acesso em: 15 set. 2016.)

Sobre o trecho “[...] Não faça de seu carro uma arma – o fóssil pode ser você” (linha 40), é INCORRETO afirmar:

Alternativas
Q2755013 Português

Leia o texto a seguir e responda às questões de 1 a 8.

Poluição do ar tira R$ 15,8 bi anuais do Brasil com 62 mil mortes prematuras

1 Décadas atrás, quem dirigia pelas estradas brasileiras topava com placas de mensagens lúgubres

2 como “não faça do seu carro uma arma – a vítima pode ser você”.

3 As placas sumiram, mas as mortes no trânsito, não: são mais de 40 mil por ano, e crescendo. De 19

4 óbitos por 100 mil habitantes em 2009, o país passou para 23,4/100 mil em 2013, segundo relatório da

5 Organização Mundial da Saúde (OMS).

6 Correr demais ou usar o celular enquanto se dirige não são, porém, as únicas maneiras de fazer do

7 seu carro uma arma. São apenas as mais ruidosas, como sair dando tiros por aí. Basta ligar o motor

8 para fazer dele também uma arma química.

9 O cano de escapamento cospe uma série de compostos tóxicos, como os monóxidos de nitrogênio

10 (NO) ou de carbono (CO) e precursores de ozônio (O₃). Dali sai também material particulado, com

11 destaque para a poeira fina (PM2,5) que penetra até os alvéolos dos pulmões e faz estragos neles.

12 Não faltam pesquisas a mostrar que a poluição do ar está diretamente relacionada com mortes

13 prematuras causadas por doença cardíaca isquêmica (enfarte), derrame, doença pulmonar obstrutiva

14 crônica, câncer de pulmão, infecção respiratória aguda e pneumonia. Velhos e crianças pequenas são

15 as maiores vítimas.

16 O Banco Mundial estima que 2,9 milhões morrem antes da hora no mundo, todos os anos, por causa

17 da poluição do ar. A maior parte por cozinhar dentro de casa com lenha e carvão, como fazem 2,8

18 bilhões de pessoas, principalmente na África e no Sul da Ásia. Fora daí, as mortes por poluição do ar

19 se dão por força das emissões veiculares.

20 As cifras acabrunhantes estão na publicação “O Custo da Poluição do Ar”, que teve lançamento na

21 semana passada. Em anos de vida produtiva perdidos, isso custou à economia global, em 2013, a

22 bagatela de estimados US$ 225 bilhões.

23 Outra medida feita pelo Banco Mundial diz respeito à perda de bem-estar. Aqui, o valor monetário do

24 prejuízo é calculado por meio de metodologia diversa – quanto cada pessoa se disporia a pagar para

25 livrar-se do risco de morrer por aquela causa. Neste caso, o montante sobe para US$ 5,1 trilhões.

26 Estima-se que 87% da população mundial viva em áreas acima do máximo de concentração de PM2,5

27 recomendado pela OMS, de 10 microgramas por metro cúbico. A de ozônio vem caindo no mundo,

28 mas Brasil, China, Índia, Paquistão e Bangladesh viram-na aumentar entre 10% e 20%.

29 No que toca ao PM2,5, a média do Brasil se encontrava ligeiramente abaixo do recomendado pela OMS

30 em 2009, com 9,68 micrograma/m3. Em 2013, contudo, esse valor já se encontrava em 16,5

31 micrograma/m3.

32 As mortes decorrentes, segundo a estimativa do Banco Mundial, subiram de 59,6 mil para 62,2 mil ao

33 ano no intervalo. Em matéria de produtividade perdida, o custo foi de US$ 4,9 bilhões em 2013, ou R$

34 15,8 bilhões na taxa de câmbio atual.

35 Com transporte de massa eletrificado, seria possível matar três coelhos com um único golpe de

36 progresso tecnológico: diminuir os acidentes fatais, abater as mortes prematuras por poluição e ainda

37 mitigar o aquecimento global, pois os motores a explosão também emitem gases do efeito estufa.

38 Não há por que continuar indefinidamente com essa insanidade de ênfase no deslocamento individual

39 propelido a combustíveis poluentes. Melhor seria retomar as placas dos anos 1970, com uma pequena

40 adaptação: “Não faça de seu carro uma arma – o fóssil pode ser você”.

(LEITE, Marcelo. Poluição do ar tira R$ 15,8 bi anuais do Brasil com 62 mil mortes prematuras. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/marceloleite/2016/09/1812251-poluicao-do-ar-tira-r-158-bi-anuais-do-brasil-com-62-mil-mortes-prematuras.shtml>. Acesso em: 15 set. 2016.)

Em relação às estratégias de organização do texto, é CORRETO afirmar:

Alternativas
Q2755012 Português

Leia o texto a seguir e responda às questões de 1 a 8.

Poluição do ar tira R$ 15,8 bi anuais do Brasil com 62 mil mortes prematuras

1 Décadas atrás, quem dirigia pelas estradas brasileiras topava com placas de mensagens lúgubres

2 como “não faça do seu carro uma arma – a vítima pode ser você”.

3 As placas sumiram, mas as mortes no trânsito, não: são mais de 40 mil por ano, e crescendo. De 19

4 óbitos por 100 mil habitantes em 2009, o país passou para 23,4/100 mil em 2013, segundo relatório da

5 Organização Mundial da Saúde (OMS).

6 Correr demais ou usar o celular enquanto se dirige não são, porém, as únicas maneiras de fazer do

7 seu carro uma arma. São apenas as mais ruidosas, como sair dando tiros por aí. Basta ligar o motor

8 para fazer dele também uma arma química.

9 O cano de escapamento cospe uma série de compostos tóxicos, como os monóxidos de nitrogênio

10 (NO) ou de carbono (CO) e precursores de ozônio (O₃). Dali sai também material particulado, com

11 destaque para a poeira fina (PM2,5) que penetra até os alvéolos dos pulmões e faz estragos neles.

12 Não faltam pesquisas a mostrar que a poluição do ar está diretamente relacionada com mortes

13 prematuras causadas por doença cardíaca isquêmica (enfarte), derrame, doença pulmonar obstrutiva

14 crônica, câncer de pulmão, infecção respiratória aguda e pneumonia. Velhos e crianças pequenas são

15 as maiores vítimas.

16 O Banco Mundial estima que 2,9 milhões morrem antes da hora no mundo, todos os anos, por causa

17 da poluição do ar. A maior parte por cozinhar dentro de casa com lenha e carvão, como fazem 2,8

18 bilhões de pessoas, principalmente na África e no Sul da Ásia. Fora daí, as mortes por poluição do ar

19 se dão por força das emissões veiculares.

20 As cifras acabrunhantes estão na publicação “O Custo da Poluição do Ar”, que teve lançamento na

21 semana passada. Em anos de vida produtiva perdidos, isso custou à economia global, em 2013, a

22 bagatela de estimados US$ 225 bilhões.

23 Outra medida feita pelo Banco Mundial diz respeito à perda de bem-estar. Aqui, o valor monetário do

24 prejuízo é calculado por meio de metodologia diversa – quanto cada pessoa se disporia a pagar para

25 livrar-se do risco de morrer por aquela causa. Neste caso, o montante sobe para US$ 5,1 trilhões.

26 Estima-se que 87% da população mundial viva em áreas acima do máximo de concentração de PM2,5

27 recomendado pela OMS, de 10 microgramas por metro cúbico. A de ozônio vem caindo no mundo,

28 mas Brasil, China, Índia, Paquistão e Bangladesh viram-na aumentar entre 10% e 20%.

29 No que toca ao PM2,5, a média do Brasil se encontrava ligeiramente abaixo do recomendado pela OMS

30 em 2009, com 9,68 micrograma/m3. Em 2013, contudo, esse valor já se encontrava em 16,5

31 micrograma/m3.

32 As mortes decorrentes, segundo a estimativa do Banco Mundial, subiram de 59,6 mil para 62,2 mil ao

33 ano no intervalo. Em matéria de produtividade perdida, o custo foi de US$ 4,9 bilhões em 2013, ou R$

34 15,8 bilhões na taxa de câmbio atual.

35 Com transporte de massa eletrificado, seria possível matar três coelhos com um único golpe de

36 progresso tecnológico: diminuir os acidentes fatais, abater as mortes prematuras por poluição e ainda

37 mitigar o aquecimento global, pois os motores a explosão também emitem gases do efeito estufa.

38 Não há por que continuar indefinidamente com essa insanidade de ênfase no deslocamento individual

39 propelido a combustíveis poluentes. Melhor seria retomar as placas dos anos 1970, com uma pequena

40 adaptação: “Não faça de seu carro uma arma – o fóssil pode ser você”.

(LEITE, Marcelo. Poluição do ar tira R$ 15,8 bi anuais do Brasil com 62 mil mortes prematuras. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/marceloleite/2016/09/1812251-poluicao-do-ar-tira-r-158-bi-anuais-do-brasil-com-62-mil-mortes-prematuras.shtml>. Acesso em: 15 set. 2016.)

A partir da leitura do texto, é CORRETO afirmar:

Alternativas
Q2755011 Português

Leia o texto a seguir e responda às questões de 1 a 8.

Poluição do ar tira R$ 15,8 bi anuais do Brasil com 62 mil mortes prematuras

1 Décadas atrás, quem dirigia pelas estradas brasileiras topava com placas de mensagens lúgubres

2 como “não faça do seu carro uma arma – a vítima pode ser você”.

3 As placas sumiram, mas as mortes no trânsito, não: são mais de 40 mil por ano, e crescendo. De 19

4 óbitos por 100 mil habitantes em 2009, o país passou para 23,4/100 mil em 2013, segundo relatório da

5 Organização Mundial da Saúde (OMS).

6 Correr demais ou usar o celular enquanto se dirige não são, porém, as únicas maneiras de fazer do

7 seu carro uma arma. São apenas as mais ruidosas, como sair dando tiros por aí. Basta ligar o motor

8 para fazer dele também uma arma química.

9 O cano de escapamento cospe uma série de compostos tóxicos, como os monóxidos de nitrogênio

10 (NO) ou de carbono (CO) e precursores de ozônio (O₃). Dali sai também material particulado, com

11 destaque para a poeira fina (PM2,5) que penetra até os alvéolos dos pulmões e faz estragos neles.

12 Não faltam pesquisas a mostrar que a poluição do ar está diretamente relacionada com mortes

13 prematuras causadas por doença cardíaca isquêmica (enfarte), derrame, doença pulmonar obstrutiva

14 crônica, câncer de pulmão, infecção respiratória aguda e pneumonia. Velhos e crianças pequenas são

15 as maiores vítimas.

16 O Banco Mundial estima que 2,9 milhões morrem antes da hora no mundo, todos os anos, por causa

17 da poluição do ar. A maior parte por cozinhar dentro de casa com lenha e carvão, como fazem 2,8

18 bilhões de pessoas, principalmente na África e no Sul da Ásia. Fora daí, as mortes por poluição do ar

19 se dão por força das emissões veiculares.

20 As cifras acabrunhantes estão na publicação “O Custo da Poluição do Ar”, que teve lançamento na

21 semana passada. Em anos de vida produtiva perdidos, isso custou à economia global, em 2013, a

22 bagatela de estimados US$ 225 bilhões.

23 Outra medida feita pelo Banco Mundial diz respeito à perda de bem-estar. Aqui, o valor monetário do

24 prejuízo é calculado por meio de metodologia diversa – quanto cada pessoa se disporia a pagar para

25 livrar-se do risco de morrer por aquela causa. Neste caso, o montante sobe para US$ 5,1 trilhões.

26 Estima-se que 87% da população mundial viva em áreas acima do máximo de concentração de PM2,5

27 recomendado pela OMS, de 10 microgramas por metro cúbico. A de ozônio vem caindo no mundo,

28 mas Brasil, China, Índia, Paquistão e Bangladesh viram-na aumentar entre 10% e 20%.

29 No que toca ao PM2,5, a média do Brasil se encontrava ligeiramente abaixo do recomendado pela OMS

30 em 2009, com 9,68 micrograma/m3. Em 2013, contudo, esse valor já se encontrava em 16,5

31 micrograma/m3.

32 As mortes decorrentes, segundo a estimativa do Banco Mundial, subiram de 59,6 mil para 62,2 mil ao

33 ano no intervalo. Em matéria de produtividade perdida, o custo foi de US$ 4,9 bilhões em 2013, ou R$

34 15,8 bilhões na taxa de câmbio atual.

35 Com transporte de massa eletrificado, seria possível matar três coelhos com um único golpe de

36 progresso tecnológico: diminuir os acidentes fatais, abater as mortes prematuras por poluição e ainda

37 mitigar o aquecimento global, pois os motores a explosão também emitem gases do efeito estufa.

38 Não há por que continuar indefinidamente com essa insanidade de ênfase no deslocamento individual

39 propelido a combustíveis poluentes. Melhor seria retomar as placas dos anos 1970, com uma pequena

40 adaptação: “Não faça de seu carro uma arma – o fóssil pode ser você”.

(LEITE, Marcelo. Poluição do ar tira R$ 15,8 bi anuais do Brasil com 62 mil mortes prematuras. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/ colunas/marceloleite/2016/09/1812251-poluicao-do-ar-tira-r-158-bi-anuais-do-brasil-com-62-mil-mortes-prematuras.shtml>. Acesso em: 15 set. 2016.)

O termo sublinhado é usado em sentido denotativo em:

Alternativas
Q2735301 Medicina

Considere os itens a seguir sobre a classificação das depressões:


I – Depressão orgânica, Depressão sintomática.

II – Depressão periódica, Depressão involutiva, Depressão Cíclica.

Baseado nos itens acima é correto afirmar que:

Alternativas
Q2735300 Medicina

“É o maior regulador do armazenamento corporal de potássio por seus efeitos na excreção de potássio pelo rim. A hipercalemia estimula e a hipocalemia inibe sua liberação.”

Dos mecanismos reguladores do Potássio, o texto faz menção a (ao):

Alternativas
Q2735299 Medicina

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), as únicas contraindicações para o uso da bomba de infusão de insulina são:


I - Pessoas com baixa capacidade de entendimento ou sem suporte familiar ou apoio de enfermagem para as determinações do basal, bolus e troca dos conjuntos de infusão, reservatórios de insulina e baterias.

II - Pessoas que não estejam dispostas a medir a glicemia capilar no mínimo 3 vezes/dia.

III - Indivíduos com problemas psiquiátricos ou distúrbios alimentares, como anorexia nervosa e bulimia.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2735298 Medicina

Responda verdadeiro (V) ou falso (F) sobre as recomendações da Sociedade Brasileira de Diabetes (DM) sobre o diagnóstico e monitoramento do Diabetes e assinale a alternativa que traz a sequência correta:


(__) O nível de HbA1c se correlaciona diretamente com a incidência de complicações crônicas do diabetes mellitus.

(__) A hemodiálise e a diálise peritoneal introduzem interferentes específicos que alteram a confiabilidade nos métodos de avaliação do controle glicêmico.

(__) A Doença Renal Crônica é uma complicação importante do DM e as alterações secundárias à falência renal facilitam o monitoramento do controle glicêmico.

(__) O valor de meta da HbA1c deve variar de acordo com o paciente, a depender de uma série de fatores, especialmente comorbidades.

Alternativas
Q2735297 Medicina

Com relação à Classificação clínica de Bamford para AVC agudo, consideram-se Síndromes da circulação anterior parcial (Pacs):

Alternativas
Q2735296 Medicina

Com relação à trombólise embólica com rtPA no Acidente Vascular Cerebral (AVC) Isquêmico, considere os critérios a seguir:



K

Possibilidade de se iniciar a infusão do rtPA dentro de 4,5 horas do início dos sintomas.

X

Uso de anticoagulantes orais com tempo de protrombina (TP) com RNI > 1,7.

Y

Déficits neurológicos leves (sem repercussão funcional significativa)

W

História pregressa de hemorragia intracraniana ou de malformação vascular cerebral.

Z

AVC isquêmico em qualquer território encefálico.


São critérios de inclusão para o uso de rtPA os apresentados em:

Alternativas
Q2735295 Medicina

Com relação às manifestações clínicas em pacientes portadores de Acromegalia, o sintoma mais incidente entre os pacientes (99%) é (são):

Alternativas
Q2735294 Medicina

Para que a insuficiência adrenal primária se manifeste, 90% do tecido funcional do córtex adrenal deve estar comprometido. Pacientes com a forma crônica (com instalação insidiosa da perda de função adrenal) têm, inicialmente, manifestações mais sutis das deficiências hormonais. A apresentação clínica da insuficiência adrenal aguda resulta principalmente do déficit mineralocorticoide, sendo dominada pela:

Alternativas
Q2735293 Medicina

Linfomas não-Hodgkin de células B de zona marginal (LZM) correspondem a 5% dos linfomas não Hodgkin e acometem principalmente adultos com idade mediana de 61 anos com predomínio no sexo feminino. Nos adultos, o LZM extranodal mais frequente ocorre no:

Alternativas
Q2735292 Medicina

Histiocitose de Células de Langerhans (HCL) é uma doença rara caracterizada pelo acúmulo e proliferação anormal de células de Langerhans nos tecidos. A HCL afeta principalmente os:

Alternativas
Q2735291 Medicina

Síndrome de Kabuki é uma anomalia congênita rara descrita por Niikawa e Kuroki (1981). Os pacientes apresentam retardo mental e alterações fenotípicas faciais semelhantes à Síndrome de Down. Também podem apresentar defeitos cardíacos congênitos e imunodeiciências que os tornam suscetíveis a infecções bacterianas determinando internações recorrentes. As alterações hematológicas descritas são:

Alternativas
Q2735290 Medicina

“Doença genética de maior prevalência no Brasil e no mundo, a ___________________________________ é considerada problema de saúde pública. O seu diagnóstico no Brasil passou a ser realizado em recém-nascidos pelo Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN).”

Completa corretamente a lacuna do texto a alternativa:

Alternativas
Q2732332 Medicina

Paciente de 62 anos, sexo masculino, chegou ao Pronto Socorro com queixa de febre há 4 dias. Ao exame físico, apresentava-se taquipneico, cianótico e com macicês pulmonar até o terço médio do pulmão direito. A radiografia de tórax confirmou a condensação encontrada na propedêutica. Internado, o paciente evoluiu com febre alta, escarro hemoptoico, cianose de extremidades e hipotensão. Foi transferido para a UTI em franca insuficiência respiratória aguda, entubado, colocado no ventilador, necessitando de 100% de oxigênio. Não houve resposta ao tratamento e foi a óbito, com parada cardiorrespiratória, no dia seguinte. A causa básica de óbito desse paciente foi

Alternativas
Q2732331 Estatística

Em uma pesquisa clínica de avaliação da eficácia de dois medicamentos, A e B, participaram 500 pacientes para o medicamento A e 100 pacientes para o medicamento B. Na avaliação do tempo para receber alta hospitalar, a média aritmética geral, considerando os dois medicamentos, foi 4,0 dias. Mas, considerando-se apenas os candidatos ao medicamento A, a média cai para 3,8 dias. Logo, o tempo médio para a alta entre aqueles que receberam o medicamento B foi

Alternativas
Respostas
12881: A
12882: A
12883: C
12884: B
12885: A
12886: D
12887: C
12888: C
12889: A
12890: C
12891: C
12892: D
12893: C
12894: C
12895: A
12896: A
12897: B
12898: D
12899: A
12900: C