Foram encontradas 17.735 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
De acordo com as regras de colocação pronominal, as formas corretas dos pronomes oblíquos para substituir os termos destacados são:
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como:
Em relação à classe gramatical, o vocábulo destacado denomina-se, nesta frase:
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no modo:
I.A polifarmácia (uso de 5 ou mais medicamentos) é um fator de risco independente para reações adversas, quedas e declínio cognitivo em idosos.
II.O Diazepam é um benzodiazepínico de meia-vida longa, sendo considerado um Medicamento Potencialmente Inapropriado (MPI) para idosos, conforme os Critérios de Beers, devido ao alto risco de sedação prolongada, confusão e quedas.
III.O processo de "desprescrição", que envolve a revisão e suspensão planejada de medicamentos cujos riscos superam os benefícios, é a abordagem indicada para este paciente.
Está correto o que se afirma em:
Trecho 2: O acesso ao Tibete é "restrito" e a circulação de informações é rigidamente controlada pelo governo, o que torna mais difícil acompanhar a situação em tempo real.
Em relação à significação das palavras destacadas, é correto afirmar que:
De acordo com a regência nominal, a preposição "de" é exigida pelo termo "cobertas" para indicar:
Em relação à classe gramatical, os termos destacados são, respectivamente,
De acordo com o texto base, é correto afirmar que:
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Em relação à classe gramatical, o termo destacado trata-se de:
Leia:
Nem tudo se pode ver, ouvir ou dizer
Revista Veja, 12/01/2011
Um músico me escreve para o Consultório Sentimental contando que pertence a uma grande orquestra, mas não tem prazer no trabalho por causa dos colegas. Não suporta o despotismo, a vaidade, a prepotência, a arrogância e a mania de grandeza de alguns. O convívio com “egos inflados” é demasiadamente penoso e ele me pergunta o que fazer.
Eu que sempre faço a apologia do ato generoso da escuta, sugiro ao músico que faça ouvidos moucos. Lembro que tem o privilégio de escutar os sons mais sutis e sabe ouvir o silêncio. Não precisa dar ouvidos ao que não interessa. Inclusive porque os egos inflados estão em toda parte e a luta contra eles não leva a nada. Evitar a luta de prestígio é um bem que nós fazemos a nós mesmos e aos outros.
Para viver, nem tudo nós podemos ver, escutar ou dizer. Isso é representado, desde a antiguidade, através dos três macacos da sabedoria. Cada um cobre uma parte diferente do rosto com as mãos. O primeiro cobre os olhos, o segundo as orelhas e o terceiro a boca. A representação é originária da China. Foi introduzida no Japão, no século VIII, por um monge budista e uma das esculturas mais antigas, datada do século XVII, está no Japão. A máxima implícita na representação é “não ver, não ouvir e não dizer nada de mal”. Foi adotada por Gandhi, que nunca se separou dos três macacos. Levava sempre consigo o cego, o surdo e o mudo, Mizaru, Kikazaru e Iwazaru.
Todas as proposições feitas acerca da oração destacada do texto são corretas. Isenta-se: