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A primeira pessoa a fundamentar cientificamente que as Línguas de Sinais são línguas foi
As Línguas de Sinais possuem especificidades linguísticas próprias da sua modalidade. Uma dessas especificidades é:
Segundo o Decreto n. 5.626 de 22/12/2005, as instituições federais de ensino responsáveis pela educação básica devem garantir a inclusão de alunos surdos ou com deficiência auditiva, por meio da organização de escolas e classes de educação bilíngue. As escolas e classes de educação bilíngue são
Pesquisas sobre a condição linguística da pessoa surda têm apontado que
Segundo Quadros e Karnopp (2004), NÃO é mito sobre as línguas de sinais:
A linguística é o estudo científico das línguas naturais e humanas e se divide em áreas que estudam os vários aspectos da linguagem. Estudos linguísticos sobre as línguas de sinais demonstram que
De acordo com a Lei n.10.436 de 24/04/2002 e Quadros e Karnopp (2004), a Libras deve ser entendida como
Vários aspectos históricos e sociais contribuíram para o desenvolvimento da Libras no Brasil, dentre esses destaca- se:
De acordo com a Lei Federal n.10.436, de 24/04/2002, a Libras deve ser ensinada como parte integrante dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN, conforme legislação vigente. Segundo o Decreto Federal n.5.626, de 22/12/2005, a língua portuguesa deve ser ensinada
Segundo o Decreto n.5.626, de 22/12/2005, a Libras deve ser inserida como disciplina curricular obrigatória
O Art. 58 do Capítulo IV do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prescreve que “no processo educacional respeitar-se-ão os valores culturais, artísticos e históricos próprios do contexto social da criança e do adolescente, garantindo-se a estes a liberdade da criação e o acesso às fontes de cultura”.
Em Goiás, o Conselho Estadual de Educação, pela Resolução n.07/2006, estabelece normas e parâmetros para a educação inclusiva e educação especial no sistema educativo. Nesta resolução, estão inscritas atribuições para o instrutor de Libras, as quais levam ao cumprimento do Art. do ECA, supracitado. Nesse sentido, as atribuições do instrutor conferidas pela Resolução n.07/2006 são:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 06.
LITERATURA PARA CURTIR NO BANHEIRO
O escritor japonês Koji Suzuki, autor da trilogia O Chamado, conseguiu que uma marca de papel higiênico no Japão publicasse uma de suas histórias de horror. Intitulado Drop, o conto fala de uma superstição japonesa sobre espíritos que habitam vasos sanitários. Cada rolo terá o conto impresso repetidas vezes. O representante da marca de papéis Hayashi Paper Corp não vê nada de anormal no lançamento, com a diferença que se pode ler uma boa história antes de usar o papel. Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa. Cerca de mil “exemplares” estão à venda em lojas, supermercados e pela internet. A ideia, no entanto, não é nova. Na versão espanhola do produto, já foram impressos trechos de literatura, teatro, poesia e até salmos da Bíblia.
Literatura para curtir no banheiro. Língua Portuguesa. S. Paulo: Segmento, Ano 4. n. 47. set. 2009. p. 9. Vírgulas.(Adaptado)
No trecho: “Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa”, o lançamento de estampas e inscrições é
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LITERATURA PARA CURTIR NO BANHEIRO
O escritor japonês Koji Suzuki, autor da trilogia O Chamado, conseguiu que uma marca de papel higiênico no Japão publicasse uma de suas histórias de horror. Intitulado Drop, o conto fala de uma superstição japonesa sobre espíritos que habitam vasos sanitários. Cada rolo terá o conto impresso repetidas vezes. O representante da marca de papéis Hayashi Paper Corp não vê nada de anormal no lançamento, com a diferença que se pode ler uma boa história antes de usar o papel. Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa. Cerca de mil “exemplares” estão à venda em lojas, supermercados e pela internet. A ideia, no entanto, não é nova. Na versão espanhola do produto, já foram impressos trechos de literatura, teatro, poesia e até salmos da Bíblia.
Literatura para curtir no banheiro. Língua Portuguesa. S. Paulo: Segmento, Ano 4. n. 47. set. 2009. p. 9. Vírgulas.(Adaptado)
Ao falar da versão espanhola do produto, o autor do texto pretende mostrar que
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LITERATURA PARA CURTIR NO BANHEIRO
O escritor japonês Koji Suzuki, autor da trilogia O Chamado, conseguiu que uma marca de papel higiênico no Japão publicasse uma de suas histórias de horror. Intitulado Drop, o conto fala de uma superstição japonesa sobre espíritos que habitam vasos sanitários. Cada rolo terá o conto impresso repetidas vezes. O representante da marca de papéis Hayashi Paper Corp não vê nada de anormal no lançamento, com a diferença que se pode ler uma boa história antes de usar o papel. Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa. Cerca de mil “exemplares” estão à venda em lojas, supermercados e pela internet. A ideia, no entanto, não é nova. Na versão espanhola do produto, já foram impressos trechos de literatura, teatro, poesia e até salmos da Bíblia.
Literatura para curtir no banheiro. Língua Portuguesa. S. Paulo: Segmento, Ano 4. n. 47. set. 2009. p. 9. Vírgulas.(Adaptado)
No texto, a consideração de que a história publicada tem boa qualidade é atestada pelo
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LITERATURA PARA CURTIR NO BANHEIRO
O escritor japonês Koji Suzuki, autor da trilogia O Chamado, conseguiu que uma marca de papel higiênico no Japão publicasse uma de suas histórias de horror. Intitulado Drop, o conto fala de uma superstição japonesa sobre espíritos que habitam vasos sanitários. Cada rolo terá o conto impresso repetidas vezes. O representante da marca de papéis Hayashi Paper Corp não vê nada de anormal no lançamento, com a diferença que se pode ler uma boa história antes de usar o papel. Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa. Cerca de mil “exemplares” estão à venda em lojas, supermercados e pela internet. A ideia, no entanto, não é nova. Na versão espanhola do produto, já foram impressos trechos de literatura, teatro, poesia e até salmos da Bíblia.
Literatura para curtir no banheiro. Língua Portuguesa. S. Paulo: Segmento, Ano 4. n. 47. set. 2009. p. 9. Vírgulas.(Adaptado)
No texto, a palavra “exemplares” aparece entre aspas porque
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LITERATURA PARA CURTIR NO BANHEIRO
O escritor japonês Koji Suzuki, autor da trilogia O Chamado, conseguiu que uma marca de papel higiênico no Japão publicasse uma de suas histórias de horror. Intitulado Drop, o conto fala de uma superstição japonesa sobre espíritos que habitam vasos sanitários. Cada rolo terá o conto impresso repetidas vezes. O representante da marca de papéis Hayashi Paper Corp não vê nada de anormal no lançamento, com a diferença que se pode ler uma boa história antes de usar o papel. Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa. Cerca de mil “exemplares” estão à venda em lojas, supermercados e pela internet. A ideia, no entanto, não é nova. Na versão espanhola do produto, já foram impressos trechos de literatura, teatro, poesia e até salmos da Bíblia.
Literatura para curtir no banheiro. Língua Portuguesa. S. Paulo: Segmento, Ano 4. n. 47. set. 2009. p. 9. Vírgulas.(Adaptado)
Um dos motivos pelos quais o escritor japonês quis publicar uma história de horror num rolo de papel higiênico está relacionado
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LITERATURA PARA CURTIR NO BANHEIRO
O escritor japonês Koji Suzuki, autor da trilogia O Chamado, conseguiu que uma marca de papel higiênico no Japão publicasse uma de suas histórias de horror. Intitulado Drop, o conto fala de uma superstição japonesa sobre espíritos que habitam vasos sanitários. Cada rolo terá o conto impresso repetidas vezes. O representante da marca de papéis Hayashi Paper Corp não vê nada de anormal no lançamento, com a diferença que se pode ler uma boa história antes de usar o papel. Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa. Cerca de mil “exemplares” estão à venda em lojas, supermercados e pela internet. A ideia, no entanto, não é nova. Na versão espanhola do produto, já foram impressos trechos de literatura, teatro, poesia e até salmos da Bíblia.
Literatura para curtir no banheiro. Língua Portuguesa. S. Paulo: Segmento, Ano 4. n. 47. set. 2009. p. 9. Vírgulas.(Adaptado)
O principal objetivo do texto é
No texto, não se provoca erro ou alteração de sentido ao se:
Assim como as palavras usadas nas línguas orais, os sinais, na LIBRAS, podem sofrer alterações decorrentes das necessidades comunicativas da geração que os utiliza.
Na LIBRAS, há verbos específicos para expressar tempo e modo, favorecendo a escrita em segunda língua.