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Q3587861 Português
Um cão, apenas


    Subidos, de ânimo leve e descansado passo, os quarenta degraus do jardim – plantas em flor, de cada lado; borboletas incertas; salpicos de luz no granito –, eis-me no patamar. E a meus pés, no áspero capacho de coco, à frescura da cal do pórtico, um cãozinho triste interrompe o seu sono, levanta a cabeça e fita-me. É um triste cãozinho doente, com todo o corpo ferido; gastas, as mechas brancas do pelo; o olhar dorido e profundo, com esse lustro de lágrima que há nos olhos das pessoas muito idosas. Com um grande esforço, acaba de levantar-se. Eu não lhe digo nada; não faço nenhum gesto. Envergonha-me haver interrompido o seu sono. Se ele estava feliz ali, eu não devia ter chegado. Já que lhe faltavam tantas coisas, que ao menos dormisse: também os animais devem esquecer, enquanto dormem...
   Ele, porém, levantava-se e olhava-me. Levantava-se com a dificuldade dos enfermos graves: acomodando as patas da frente, o resto do corpo, sempre com os olhos em mim, como à espera de uma palavra ou de um gesto. Mas eu não o queria vexar nem oprimir. Gostaria de ocupar-me dele: chamar alguém, pedir-lhe que o examinasse, que receitasse, encaminhá-lo para um tratamento... Mas tudo é longe, meu Deus, tudo é tão longe. E era preciso passar. E ele estava na minha frente, inábil, como envergonhado de se achar tão sujo e doente, com o envelhecido olhar numa espécie de súplica.
   Até o fim da vida guardarei seu olhar no meu coração. Até o fim da vida sentirei esta humana infelicidade de nem sempre poder socorrer, neste complexo mundo dos homens.
    Então, o triste cãozinho reuniu todas as suas forças, atravessou o patamar, sem nenhuma dúvida sobre o caminho, como se fosse um visitante habitual, e começou a descer as escadas e as suas rampas, com as plantas em flor de cada lado, as borboletas incertas, salpicos de luz no granito, até o limiar da entrada. Passou por entre as grades do portão, prosseguiu para o lado esquerdo, desapareceu.
    Ele ia descendo como um velhinho andrajoso, esfarrapado, de cabeça baixa, sem firmeza e sem destino. Era, no entanto, uma forma de vida. Uma criatura deste mundo de criaturas inumeráveis. Esteve ao meu alcance, talvez tivesse fome e sede: e eu nada fiz por ele; amei-o, apenas, com uma caridade inútil, sem qualquer expressão concreta. Deixei-o partir, assim, humilhado, e tão digno, no entanto; como alguém que respeitosamente pede desculpas de ter ocupado um lugar que não era o seu.
    Depois pensei que nós todos somos, um dia, esse cãozinho triste, à sombra de uma porta. E há o dono da casa e a escada que descemos, e a dignidade final da solidão. 
 (MEIRELES, Cecília. Inéditos – Crônicas. Rio de Janeiro: Editora Bloch, 1967.)

Considerando as estruturas linguísticas do texto, assinale a afirmativa INCORRETA.



Alternativas
Q3587860 Português
Um cão, apenas


    Subidos, de ânimo leve e descansado passo, os quarenta degraus do jardim – plantas em flor, de cada lado; borboletas incertas; salpicos de luz no granito –, eis-me no patamar. E a meus pés, no áspero capacho de coco, à frescura da cal do pórtico, um cãozinho triste interrompe o seu sono, levanta a cabeça e fita-me. É um triste cãozinho doente, com todo o corpo ferido; gastas, as mechas brancas do pelo; o olhar dorido e profundo, com esse lustro de lágrima que há nos olhos das pessoas muito idosas. Com um grande esforço, acaba de levantar-se. Eu não lhe digo nada; não faço nenhum gesto. Envergonha-me haver interrompido o seu sono. Se ele estava feliz ali, eu não devia ter chegado. Já que lhe faltavam tantas coisas, que ao menos dormisse: também os animais devem esquecer, enquanto dormem...
   Ele, porém, levantava-se e olhava-me. Levantava-se com a dificuldade dos enfermos graves: acomodando as patas da frente, o resto do corpo, sempre com os olhos em mim, como à espera de uma palavra ou de um gesto. Mas eu não o queria vexar nem oprimir. Gostaria de ocupar-me dele: chamar alguém, pedir-lhe que o examinasse, que receitasse, encaminhá-lo para um tratamento... Mas tudo é longe, meu Deus, tudo é tão longe. E era preciso passar. E ele estava na minha frente, inábil, como envergonhado de se achar tão sujo e doente, com o envelhecido olhar numa espécie de súplica.
   Até o fim da vida guardarei seu olhar no meu coração. Até o fim da vida sentirei esta humana infelicidade de nem sempre poder socorrer, neste complexo mundo dos homens.
    Então, o triste cãozinho reuniu todas as suas forças, atravessou o patamar, sem nenhuma dúvida sobre o caminho, como se fosse um visitante habitual, e começou a descer as escadas e as suas rampas, com as plantas em flor de cada lado, as borboletas incertas, salpicos de luz no granito, até o limiar da entrada. Passou por entre as grades do portão, prosseguiu para o lado esquerdo, desapareceu.
    Ele ia descendo como um velhinho andrajoso, esfarrapado, de cabeça baixa, sem firmeza e sem destino. Era, no entanto, uma forma de vida. Uma criatura deste mundo de criaturas inumeráveis. Esteve ao meu alcance, talvez tivesse fome e sede: e eu nada fiz por ele; amei-o, apenas, com uma caridade inútil, sem qualquer expressão concreta. Deixei-o partir, assim, humilhado, e tão digno, no entanto; como alguém que respeitosamente pede desculpas de ter ocupado um lugar que não era o seu.
    Depois pensei que nós todos somos, um dia, esse cãozinho triste, à sombra de uma porta. E há o dono da casa e a escada que descemos, e a dignidade final da solidão. 
 (MEIRELES, Cecília. Inéditos – Crônicas. Rio de Janeiro: Editora Bloch, 1967.)

Considerando o foco narrativo do texto, é possível inferir que a crônica “Um cão, apenas” se trata de uma narração:


  

Alternativas
Q3587859 Português
Um cão, apenas


    Subidos, de ânimo leve e descansado passo, os quarenta degraus do jardim – plantas em flor, de cada lado; borboletas incertas; salpicos de luz no granito –, eis-me no patamar. E a meus pés, no áspero capacho de coco, à frescura da cal do pórtico, um cãozinho triste interrompe o seu sono, levanta a cabeça e fita-me. É um triste cãozinho doente, com todo o corpo ferido; gastas, as mechas brancas do pelo; o olhar dorido e profundo, com esse lustro de lágrima que há nos olhos das pessoas muito idosas. Com um grande esforço, acaba de levantar-se. Eu não lhe digo nada; não faço nenhum gesto. Envergonha-me haver interrompido o seu sono. Se ele estava feliz ali, eu não devia ter chegado. Já que lhe faltavam tantas coisas, que ao menos dormisse: também os animais devem esquecer, enquanto dormem...
   Ele, porém, levantava-se e olhava-me. Levantava-se com a dificuldade dos enfermos graves: acomodando as patas da frente, o resto do corpo, sempre com os olhos em mim, como à espera de uma palavra ou de um gesto. Mas eu não o queria vexar nem oprimir. Gostaria de ocupar-me dele: chamar alguém, pedir-lhe que o examinasse, que receitasse, encaminhá-lo para um tratamento... Mas tudo é longe, meu Deus, tudo é tão longe. E era preciso passar. E ele estava na minha frente, inábil, como envergonhado de se achar tão sujo e doente, com o envelhecido olhar numa espécie de súplica.
   Até o fim da vida guardarei seu olhar no meu coração. Até o fim da vida sentirei esta humana infelicidade de nem sempre poder socorrer, neste complexo mundo dos homens.
    Então, o triste cãozinho reuniu todas as suas forças, atravessou o patamar, sem nenhuma dúvida sobre o caminho, como se fosse um visitante habitual, e começou a descer as escadas e as suas rampas, com as plantas em flor de cada lado, as borboletas incertas, salpicos de luz no granito, até o limiar da entrada. Passou por entre as grades do portão, prosseguiu para o lado esquerdo, desapareceu.
    Ele ia descendo como um velhinho andrajoso, esfarrapado, de cabeça baixa, sem firmeza e sem destino. Era, no entanto, uma forma de vida. Uma criatura deste mundo de criaturas inumeráveis. Esteve ao meu alcance, talvez tivesse fome e sede: e eu nada fiz por ele; amei-o, apenas, com uma caridade inútil, sem qualquer expressão concreta. Deixei-o partir, assim, humilhado, e tão digno, no entanto; como alguém que respeitosamente pede desculpas de ter ocupado um lugar que não era o seu.
    Depois pensei que nós todos somos, um dia, esse cãozinho triste, à sombra de uma porta. E há o dono da casa e a escada que descemos, e a dignidade final da solidão. 
 (MEIRELES, Cecília. Inéditos – Crônicas. Rio de Janeiro: Editora Bloch, 1967.)

Após a leitura do texto e, ainda, considerando todo o contexto retratado, assinale a afirmativa INCORRETA. 



Alternativas
Q3587858 Português
Um cão, apenas


    Subidos, de ânimo leve e descansado passo, os quarenta degraus do jardim – plantas em flor, de cada lado; borboletas incertas; salpicos de luz no granito –, eis-me no patamar. E a meus pés, no áspero capacho de coco, à frescura da cal do pórtico, um cãozinho triste interrompe o seu sono, levanta a cabeça e fita-me. É um triste cãozinho doente, com todo o corpo ferido; gastas, as mechas brancas do pelo; o olhar dorido e profundo, com esse lustro de lágrima que há nos olhos das pessoas muito idosas. Com um grande esforço, acaba de levantar-se. Eu não lhe digo nada; não faço nenhum gesto. Envergonha-me haver interrompido o seu sono. Se ele estava feliz ali, eu não devia ter chegado. Já que lhe faltavam tantas coisas, que ao menos dormisse: também os animais devem esquecer, enquanto dormem...
   Ele, porém, levantava-se e olhava-me. Levantava-se com a dificuldade dos enfermos graves: acomodando as patas da frente, o resto do corpo, sempre com os olhos em mim, como à espera de uma palavra ou de um gesto. Mas eu não o queria vexar nem oprimir. Gostaria de ocupar-me dele: chamar alguém, pedir-lhe que o examinasse, que receitasse, encaminhá-lo para um tratamento... Mas tudo é longe, meu Deus, tudo é tão longe. E era preciso passar. E ele estava na minha frente, inábil, como envergonhado de se achar tão sujo e doente, com o envelhecido olhar numa espécie de súplica.
   Até o fim da vida guardarei seu olhar no meu coração. Até o fim da vida sentirei esta humana infelicidade de nem sempre poder socorrer, neste complexo mundo dos homens.
    Então, o triste cãozinho reuniu todas as suas forças, atravessou o patamar, sem nenhuma dúvida sobre o caminho, como se fosse um visitante habitual, e começou a descer as escadas e as suas rampas, com as plantas em flor de cada lado, as borboletas incertas, salpicos de luz no granito, até o limiar da entrada. Passou por entre as grades do portão, prosseguiu para o lado esquerdo, desapareceu.
    Ele ia descendo como um velhinho andrajoso, esfarrapado, de cabeça baixa, sem firmeza e sem destino. Era, no entanto, uma forma de vida. Uma criatura deste mundo de criaturas inumeráveis. Esteve ao meu alcance, talvez tivesse fome e sede: e eu nada fiz por ele; amei-o, apenas, com uma caridade inútil, sem qualquer expressão concreta. Deixei-o partir, assim, humilhado, e tão digno, no entanto; como alguém que respeitosamente pede desculpas de ter ocupado um lugar que não era o seu.
    Depois pensei que nós todos somos, um dia, esse cãozinho triste, à sombra de uma porta. E há o dono da casa e a escada que descemos, e a dignidade final da solidão. 
 (MEIRELES, Cecília. Inéditos – Crônicas. Rio de Janeiro: Editora Bloch, 1967.)

Em relação ao título do texto – “Um cão, apenas”, pode-se afirmar que:

 


Alternativas
Q3580259 Enfermagem
No que se refere à vacina Covid -19 para as gestantes, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3580250 Saúde Pública
Sobre características e especificidades dos soros e imunoglobulinas disponíveis nos serviços de vacinação do SUS, analise as afirmativas a seguir:
I- A administração de soros e imunoglobulinas caracteriza a imunização passiva, por meio da qual o organismo humano recebe anticorpos pré-formados ou fragmentos deles, de modo a neutralizar toxinas e vírus, prevenindo ou atenuando as manifestações clínicas de uma doença ou agravo.
II- São considerados soros antitóxicos: soro antiescorpiônico, soro antibotrópico (pentavalente), soro antibotrópico (pentavalente) e anticrotálico, soro antibotrópico (pentavalente) e antilaquético, soro anticrotálico, soro antielapídico (bivalente), soro antiaracnídico (Loxosceles, Phoneutria e Tityus), soro antilonômico e soro antiloxoscélico (trivalente).
III- São considerados antivenenos: soro antitetânico, soro antidiftérico e soro antibotulínico AB. E, por fim, o soro antirrábico (vírus).
IV- Os soros são produtos cada vez mais purificados, por isso, considera-se rara a possibilidade de causarem reações anafiláticas graves ou outras reações. Mesmo sendo rara a ocorrência dessas reações, a administração de soros só deve ser feita em serviço de saúde com suporte para atendimentos de urgência e emergência decorrentes de possíveis eventos adversos.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3580249 Enfermagem
Sobre procedimentos e técnicas para administração de vacinas, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3580248 Saúde Pública
Há dois tipos de limpeza a serem realizadas nos serviços de saúde, quais sejam: concorrente e terminal. A CORRETA frequência mínima de limpeza terminal programada para a sala de vacinação devido à sua criticidade é: 
Alternativas
Q3580247 Saúde Pública
Sobre intervalos das vacinações entre si e com outros imunobiológicos, analise as afirmativas a seguir.
I- Se a primeira dose de uma série é administrada até quatro (4) dias antes da idade mínima recomendada, deve-se registrar como erro de imunização e a dose deve ser repetida respeitando os intervalos recomendados entre as doses.
II- No menor de 2 anos de idade, a vacina tríplice viral ou tetraviral não devem ser aplicadas simultaneamente com a vacina de febre amarela em situações de rotina.
III- A vacina pneumocócica 13-valente (conjugada) (VPC13), quando disponível, e a vacina pneumocócica 23-valente (polissacarídica) (VPP23) não devem ser aplicadas simultaneamente e devem ser utilizadas com, no mínimo, oito semanas de intervalo. Avacina VPC13 deve ser aplicada primeiro. Caso a VPP23 tenha sido administrada primeiramente, o intervalo mínimo para a administração de VPC13 é de um ano.
IV- Vacinas atenuadas orais, por desencadearem diferente processo imunológico, não interferem na resposta à vacina injetável, portanto podem ser administradas simultaneamente ou em qualquer momento antes ou depois de outra vacina injetável.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3580246 Enfermagem
A segurança do paciente na sala de vacinação está relacionada à ocorrência de incidentes, o qual é um evento ou circunstância que poderia ter resultado, ou resultou, em dano desnecessário ao usuário. Nesse sentido, faz-se necessário o estabelecimento de cultura de segurança de processos seguros. Para tal, algumas competências precisam ser desenvolvidas e estabelecidas pelos profissionais que atuam com imunização. A Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta essas competências organizadas em domínios. Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.
I- A OMS preconiza seis (6) domínios de competências para a segurança do paciente, a saber: 1. Contribuir para uma cultura de segurança do paciente; 2. Trabalhar em equipe pela segurança do paciente; 3. Comunicar-se de modo eficiente para a segurança do paciente; 4. Gerenciar os riscos de segurança; 5. Otimizar fatores humanos e ambientais; 6. Reconhecer, responder e revelar eventos adversos.
II- No Domínio 1 - Contribuir para uma cultura de segurança: Nesse sentido, o enfoque é o erro – “quem está envolvido?” – em vez de “o que aconteceu?”, gerando discussão dentro da equipe sobre quem cometeu o erro, oferecendo a este profissional a oportunidade de refletir sobre a falha e participar de cursos de aperfeiçoamento.
III- No Domínio 3 - Comunicação eficiente: Para tal, o serviço de saúde deve valorizar as informações relatadas pelos usuários, como o conhecimento de precauções e contraindicações, suas preferências, experiências anteriores e sua postura em relação ao risco.
IV- No Domínio 5 - Otimizar fatores humanos e ambientais: compreender fatores humanos contribuirá para identificar possibilidades de erro e ajudará os profissionais a aprender como evitá-los e minimizá-los, isto é, o contexto de suas ações.
É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3579960 Pedagogia
A função social da escola que contempla o público da educação especial é:
Alternativas
Q3579959 Pedagogia
Considerando a vasta literatura educacional abordando o tema do brinquedo e da brincadeira no espaço escolar, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3579958 Pedagogia
Para o público da educação especial, a escola inclusiva representa: 
Alternativas
Q3579957 Pedagogia
O processo de alfabetização da criança com deficiência deve ser efetivado:
I- respeitando as necessidades do educando inerentes à acessibilidade, linguagem, comunicação, comportamento e socialização.
II- com recursos de tecnologia assistiva, sempre que houver necessidade.
III- seguindo um modelo padronizado para a alfabetização de todas as crianças, observando-se as recomendações da BNCC para a respectiva etapa da educação.
É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3579956 Pedagogia
A avaliação da aprendizagem do educando público-alvo da educação especial, no espaço de sala de aula, abrange as dimensões diagnóstica e emancipatória, o que implica em:
I- Adotar, na avaliação de pessoas com deficiência, as mesmas práticas aplicadas aos demais educandos.
II- Elaborar um plano de mediação focado nas dificuldades individuais do educando com deficiência.
III- Elaborar pareceres descritivos com foco nas dificuldades e avanços do educando com deficiência.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3579955 Pedagogia
Conforme José Carlos Libâneo (2013), a condição para os planos de ensino se tornarem, efetivamente, instrumentos para a ação, é que apresentem:
Alternativas
Q3579954 Pedagogia
Para minimizar as dificuldades de interpretação e ação do educando com deficiência, no contexto escolar, o profissional de apoio realiza a mediação entre a criança e as situações vivenciadas por ela. Essas dificuldades, comumente, estão relacionadas com:
I- Questões sociais e de comportamento.
II- Comunicação e linguagem.
III- Atividades e brincadeiras escolares.
IV- Atividades dirigidas ou pedagógicas na escola.
É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3579953 Serviço Social
Os recursos de tecnologia assistiva utilizados no espaço escolar que vêm contribuindo para facilitar e efetivar a comunicação das pessoas com ausência ou prejuízo da fala são chamados de:
Alternativas
Q3579952 Pedagogia
Atendimento Educacional Especializado (AEE), no contexto da educação especial, é:
Alternativas
Q3579951 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Apolítica nacional de proteção aos direitos da pessoa com transtorno do espectro autista, instituída pela Lei Nº 12.764, de 2012 e suas atualizações, considera direito(s) da pessoa com Transtorno do Espectro Autista:
I- O acesso à educação e ao ensino profissionalizante.
II- O acesso à nutrição adequada e a terapia nutricional.
III- O acesso ao mercado de trabalho.
É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Respostas
3601: D
3602: B
3603: D
3604: D
3605: E
3606: D
3607: A
3608: B
3609: C
3610: E
3611: E
3612: C
3613: D
3614: C
3615: D
3616: C
3617: D
3618: A
3619: E
3620: A