Questões de Concurso Comentadas para técnico de edificações

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Q2633473 Direito Sanitário

Sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2633472 Atualidades

Leia o trecho de notícia a seguir: “O outubro chuvoso, com volume acumulado em quase 233 milímetros no mês, deverá ter reflexos positivos na agricultura da região de Piracicaba (SP), de acordo com análise do professor e pesquisador Fábio Marin, do Departamento de Engenharia de Biossistemas da Escola Superior de Agricultura ‘Luiz de Queiroz (Esalq)’, o campus da Universidade de São Paulo (USP) na cidade” (Fonte: G1, 2023). Qual é o principal cultivo da matriz produtiva agropecuária da região de Piracicaba?

Alternativas
Q2633470 Português

Ninguém mais elege o “pra sempre” como meta


Por Martha Medeiros


  1. Nunca imaginei que um dia subiria ao palco do Theatro São Pedro, mas aconteceu – é
  2. a literatura cumprindo a promessa de me levar aonde nunca estive. Mesmo não sendo atriz,
  3. “contracenei” com o psicanalista Christian Dunker durante a gravação comemorativa dos 20 anos
  4. do programa Café Filosófico, onde debatemos, diante de numerosa plateia, um tema que a todos
  5. interessa: o amor.
  6. Durante a nossa troca de reflexões, condenei ___ antiga cultura dos contos de fada, que
  7. apresentava o amor como salvação da vida de son...as princesas. Uma vez despertadas por um
  8. beijo, elas se acomodavam a um enigmático “pra sempre” que antecipava o ponto final de suas
  9. histórias, como se, a partir dali, nada de mais interessante pudesse acontecer. Este romantismo
  10. nunca foi aliado do amor: colocou na cabeça das mulheres que, se elas não cumprissem a missão
  11. de formar um par, de pouco valeriam.
  12. Hoje, personagens guerreiras e ativistas substituíram as princesas como modelos de
  13. heroínas, e ninguém mais elege o “pra sempre” como meta – o que tem que durar é o entusiasmo
  14. em realizar os próprios desejos, que mudam com o tempo. Não é o fim do amor, e sim um
  15. recomeço menos idealizado. O amor sem o dramalhão incluído. O amor como recompensa por
  16. diminuirmos a ansiedade e buscarmos autoconhecimento e autoestima, que é o que faz o amor
  17. se aproximar. Sem rufar de tambores.
  18. A meu ver, a melhor frase da noite não foi minha nem de Dunker, mas a do publicitário e
  19. poeta Marcelo Pires, que durante uma pergunta dirigida a nós sobre a razão deste sentimento
  20. ser tão superlativo, conjecturou: “___ vezes, parece que o amor atrapalha o amar”. Exato. Se
  21. nossa solidão tivesse o mesmo prestígio que namoros e casamentos, não cederíamos ___
  22. cobrança de “ter que” amar alguém, as relações seriam mais espontâneas.
  23. Se o amor romântico descesse do pedestal em que foi colocado e circulasse no meio da
  24. multidão, não seria tão divinizado. O amor ainda é visto como coisa de Deus e o sexo como coisa
  25. do Diabo. Só que é do sexo o encargo de manter a continuidade da espécie, então o amor tornou-
  26. se um álibi providencial para que o processo pareça sublime, em vez de ob...eno. O amor como
  27. elevação dos hábitos mundanos.
  28. Bonito, mas prefiro o amor rés do chão, mais maduro e livre. A simples alegria de estar
  29. junto, a dispensa do grude, a paciência com as diferenças do outro, planos imediatos em vez de
  30. aposta na eternidade, o apoio necessário, a amizade erótica prevalecendo sobre os desatinos.
  31. Algum sofrimento surge, mas os momentos difíceis não precisam ser glorificados como sacrifícios
  32. inerentes ao amor. Zero tolerância para a violência, bom humor, mesa farta e, se for
  33. impre...indível alguma coisa grandiosa que inspire um poema épico, que seja o rótulo do vinho.


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale o número do termo (inserido imediatamente depois dele) que tem a função sintática de adjunto adnominal no trecho a seguir:


“Se o amor romântico (1) descesse do pedestal (2) em que foi colocado e circulasse no meio da multidão (3), não (4) seria tão divinizado (5)”.

Alternativas
Q2633469 Português

Ninguém mais elege o “pra sempre” como meta


Por Martha Medeiros


  1. Nunca imaginei que um dia subiria ao palco do Theatro São Pedro, mas aconteceu – é
  2. a literatura cumprindo a promessa de me levar aonde nunca estive. Mesmo não sendo atriz,
  3. “contracenei” com o psicanalista Christian Dunker durante a gravação comemorativa dos 20 anos
  4. do programa Café Filosófico, onde debatemos, diante de numerosa plateia, um tema que a todos
  5. interessa: o amor.
  6. Durante a nossa troca de reflexões, condenei ___ antiga cultura dos contos de fada, que
  7. apresentava o amor como salvação da vida de son...as princesas. Uma vez despertadas por um
  8. beijo, elas se acomodavam a um enigmático “pra sempre” que antecipava o ponto final de suas
  9. histórias, como se, a partir dali, nada de mais interessante pudesse acontecer. Este romantismo
  10. nunca foi aliado do amor: colocou na cabeça das mulheres que, se elas não cumprissem a missão
  11. de formar um par, de pouco valeriam.
  12. Hoje, personagens guerreiras e ativistas substituíram as princesas como modelos de
  13. heroínas, e ninguém mais elege o “pra sempre” como meta – o que tem que durar é o entusiasmo
  14. em realizar os próprios desejos, que mudam com o tempo. Não é o fim do amor, e sim um
  15. recomeço menos idealizado. O amor sem o dramalhão incluído. O amor como recompensa por
  16. diminuirmos a ansiedade e buscarmos autoconhecimento e autoestima, que é o que faz o amor
  17. se aproximar. Sem rufar de tambores.
  18. A meu ver, a melhor frase da noite não foi minha nem de Dunker, mas a do publicitário e
  19. poeta Marcelo Pires, que durante uma pergunta dirigida a nós sobre a razão deste sentimento
  20. ser tão superlativo, conjecturou: “___ vezes, parece que o amor atrapalha o amar”. Exato. Se
  21. nossa solidão tivesse o mesmo prestígio que namoros e casamentos, não cederíamos ___
  22. cobrança de “ter que” amar alguém, as relações seriam mais espontâneas.
  23. Se o amor romântico descesse do pedestal em que foi colocado e circulasse no meio da
  24. multidão, não seria tão divinizado. O amor ainda é visto como coisa de Deus e o sexo como coisa
  25. do Diabo. Só que é do sexo o encargo de manter a continuidade da espécie, então o amor tornou-
  26. se um álibi providencial para que o processo pareça sublime, em vez de ob...eno. O amor como
  27. elevação dos hábitos mundanos.
  28. Bonito, mas prefiro o amor rés do chão, mais maduro e livre. A simples alegria de estar
  29. junto, a dispensa do grude, a paciência com as diferenças do outro, planos imediatos em vez de
  30. aposta na eternidade, o apoio necessário, a amizade erótica prevalecendo sobre os desatinos.
  31. Algum sofrimento surge, mas os momentos difíceis não precisam ser glorificados como sacrifícios
  32. inerentes ao amor. Zero tolerância para a violência, bom humor, mesa farta e, se for
  33. impre...indível alguma coisa grandiosa que inspire um poema épico, que seja o rótulo do vinho.


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa na qual NÃO tenha sido empregada linguagem figurada.

Alternativas
Q2633468 Português

Ninguém mais elege o “pra sempre” como meta


Por Martha Medeiros


  1. Nunca imaginei que um dia subiria ao palco do Theatro São Pedro, mas aconteceu – é
  2. a literatura cumprindo a promessa de me levar aonde nunca estive. Mesmo não sendo atriz,
  3. “contracenei” com o psicanalista Christian Dunker durante a gravação comemorativa dos 20 anos
  4. do programa Café Filosófico, onde debatemos, diante de numerosa plateia, um tema que a todos
  5. interessa: o amor.
  6. Durante a nossa troca de reflexões, condenei ___ antiga cultura dos contos de fada, que
  7. apresentava o amor como salvação da vida de son...as princesas. Uma vez despertadas por um
  8. beijo, elas se acomodavam a um enigmático “pra sempre” que antecipava o ponto final de suas
  9. histórias, como se, a partir dali, nada de mais interessante pudesse acontecer. Este romantismo
  10. nunca foi aliado do amor: colocou na cabeça das mulheres que, se elas não cumprissem a missão
  11. de formar um par, de pouco valeriam.
  12. Hoje, personagens guerreiras e ativistas substituíram as princesas como modelos de
  13. heroínas, e ninguém mais elege o “pra sempre” como meta – o que tem que durar é o entusiasmo
  14. em realizar os próprios desejos, que mudam com o tempo. Não é o fim do amor, e sim um
  15. recomeço menos idealizado. O amor sem o dramalhão incluído. O amor como recompensa por
  16. diminuirmos a ansiedade e buscarmos autoconhecimento e autoestima, que é o que faz o amor
  17. se aproximar. Sem rufar de tambores.
  18. A meu ver, a melhor frase da noite não foi minha nem de Dunker, mas a do publicitário e
  19. poeta Marcelo Pires, que durante uma pergunta dirigida a nós sobre a razão deste sentimento
  20. ser tão superlativo, conjecturou: “___ vezes, parece que o amor atrapalha o amar”. Exato. Se
  21. nossa solidão tivesse o mesmo prestígio que namoros e casamentos, não cederíamos ___
  22. cobrança de “ter que” amar alguém, as relações seriam mais espontâneas.
  23. Se o amor romântico descesse do pedestal em que foi colocado e circulasse no meio da
  24. multidão, não seria tão divinizado. O amor ainda é visto como coisa de Deus e o sexo como coisa
  25. do Diabo. Só que é do sexo o encargo de manter a continuidade da espécie, então o amor tornou-
  26. se um álibi providencial para que o processo pareça sublime, em vez de ob...eno. O amor como
  27. elevação dos hábitos mundanos.
  28. Bonito, mas prefiro o amor rés do chão, mais maduro e livre. A simples alegria de estar
  29. junto, a dispensa do grude, a paciência com as diferenças do outro, planos imediatos em vez de
  30. aposta na eternidade, o apoio necessário, a amizade erótica prevalecendo sobre os desatinos.
  31. Algum sofrimento surge, mas os momentos difíceis não precisam ser glorificados como sacrifícios
  32. inerentes ao amor. Zero tolerância para a violência, bom humor, mesa farta e, se for
  33. impre...indível alguma coisa grandiosa que inspire um poema épico, que seja o rótulo do vinho.


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “não é o fim do amor, e sim um recomeço menos idealizado”, a conjunção “e” tem sentido de ___________ de ideias e poderia ser substituída por ____________ sem causar alterações ao sentido do texto.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

Alternativas
Q2633467 Português

Ninguém mais elege o “pra sempre” como meta


Por Martha Medeiros


  1. Nunca imaginei que um dia subiria ao palco do Theatro São Pedro, mas aconteceu – é
  2. a literatura cumprindo a promessa de me levar aonde nunca estive. Mesmo não sendo atriz,
  3. “contracenei” com o psicanalista Christian Dunker durante a gravação comemorativa dos 20 anos
  4. do programa Café Filosófico, onde debatemos, diante de numerosa plateia, um tema que a todos
  5. interessa: o amor.
  6. Durante a nossa troca de reflexões, condenei ___ antiga cultura dos contos de fada, que
  7. apresentava o amor como salvação da vida de son...as princesas. Uma vez despertadas por um
  8. beijo, elas se acomodavam a um enigmático “pra sempre” que antecipava o ponto final de suas
  9. histórias, como se, a partir dali, nada de mais interessante pudesse acontecer. Este romantismo
  10. nunca foi aliado do amor: colocou na cabeça das mulheres que, se elas não cumprissem a missão
  11. de formar um par, de pouco valeriam.
  12. Hoje, personagens guerreiras e ativistas substituíram as princesas como modelos de
  13. heroínas, e ninguém mais elege o “pra sempre” como meta – o que tem que durar é o entusiasmo
  14. em realizar os próprios desejos, que mudam com o tempo. Não é o fim do amor, e sim um
  15. recomeço menos idealizado. O amor sem o dramalhão incluído. O amor como recompensa por
  16. diminuirmos a ansiedade e buscarmos autoconhecimento e autoestima, que é o que faz o amor
  17. se aproximar. Sem rufar de tambores.
  18. A meu ver, a melhor frase da noite não foi minha nem de Dunker, mas a do publicitário e
  19. poeta Marcelo Pires, que durante uma pergunta dirigida a nós sobre a razão deste sentimento
  20. ser tão superlativo, conjecturou: “___ vezes, parece que o amor atrapalha o amar”. Exato. Se
  21. nossa solidão tivesse o mesmo prestígio que namoros e casamentos, não cederíamos ___
  22. cobrança de “ter que” amar alguém, as relações seriam mais espontâneas.
  23. Se o amor romântico descesse do pedestal em que foi colocado e circulasse no meio da
  24. multidão, não seria tão divinizado. O amor ainda é visto como coisa de Deus e o sexo como coisa
  25. do Diabo. Só que é do sexo o encargo de manter a continuidade da espécie, então o amor tornou-
  26. se um álibi providencial para que o processo pareça sublime, em vez de ob...eno. O amor como
  27. elevação dos hábitos mundanos.
  28. Bonito, mas prefiro o amor rés do chão, mais maduro e livre. A simples alegria de estar
  29. junto, a dispensa do grude, a paciência com as diferenças do outro, planos imediatos em vez de
  30. aposta na eternidade, o apoio necessário, a amizade erótica prevalecendo sobre os desatinos.
  31. Algum sofrimento surge, mas os momentos difíceis não precisam ser glorificados como sacrifícios
  32. inerentes ao amor. Zero tolerância para a violência, bom humor, mesa farta e, se for
  33. impre...indível alguma coisa grandiosa que inspire um poema épico, que seja o rótulo do vinho.


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa na qual há uma palavra com um hiato acentuado.

Alternativas
Q2633466 Português

Ninguém mais elege o “pra sempre” como meta


Por Martha Medeiros


  1. Nunca imaginei que um dia subiria ao palco do Theatro São Pedro, mas aconteceu – é
  2. a literatura cumprindo a promessa de me levar aonde nunca estive. Mesmo não sendo atriz,
  3. “contracenei” com o psicanalista Christian Dunker durante a gravação comemorativa dos 20 anos
  4. do programa Café Filosófico, onde debatemos, diante de numerosa plateia, um tema que a todos
  5. interessa: o amor.
  6. Durante a nossa troca de reflexões, condenei ___ antiga cultura dos contos de fada, que
  7. apresentava o amor como salvação da vida de son...as princesas. Uma vez despertadas por um
  8. beijo, elas se acomodavam a um enigmático “pra sempre” que antecipava o ponto final de suas
  9. histórias, como se, a partir dali, nada de mais interessante pudesse acontecer. Este romantismo
  10. nunca foi aliado do amor: colocou na cabeça das mulheres que, se elas não cumprissem a missão
  11. de formar um par, de pouco valeriam.
  12. Hoje, personagens guerreiras e ativistas substituíram as princesas como modelos de
  13. heroínas, e ninguém mais elege o “pra sempre” como meta – o que tem que durar é o entusiasmo
  14. em realizar os próprios desejos, que mudam com o tempo. Não é o fim do amor, e sim um
  15. recomeço menos idealizado. O amor sem o dramalhão incluído. O amor como recompensa por
  16. diminuirmos a ansiedade e buscarmos autoconhecimento e autoestima, que é o que faz o amor
  17. se aproximar. Sem rufar de tambores.
  18. A meu ver, a melhor frase da noite não foi minha nem de Dunker, mas a do publicitário e
  19. poeta Marcelo Pires, que durante uma pergunta dirigida a nós sobre a razão deste sentimento
  20. ser tão superlativo, conjecturou: “___ vezes, parece que o amor atrapalha o amar”. Exato. Se
  21. nossa solidão tivesse o mesmo prestígio que namoros e casamentos, não cederíamos ___
  22. cobrança de “ter que” amar alguém, as relações seriam mais espontâneas.
  23. Se o amor romântico descesse do pedestal em que foi colocado e circulasse no meio da
  24. multidão, não seria tão divinizado. O amor ainda é visto como coisa de Deus e o sexo como coisa
  25. do Diabo. Só que é do sexo o encargo de manter a continuidade da espécie, então o amor tornou-
  26. se um álibi providencial para que o processo pareça sublime, em vez de ob...eno. O amor como
  27. elevação dos hábitos mundanos.
  28. Bonito, mas prefiro o amor rés do chão, mais maduro e livre. A simples alegria de estar
  29. junto, a dispensa do grude, a paciência com as diferenças do outro, planos imediatos em vez de
  30. aposta na eternidade, o apoio necessário, a amizade erótica prevalecendo sobre os desatinos.
  31. Algum sofrimento surge, mas os momentos difíceis não precisam ser glorificados como sacrifícios
  32. inerentes ao amor. Zero tolerância para a violência, bom humor, mesa farta e, se for
  33. impre...indível alguma coisa grandiosa que inspire um poema épico, que seja o rótulo do vinho.


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica um sinônimo da palavra “inerentes” (l. 32).

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Q2633465 Português

Ninguém mais elege o “pra sempre” como meta


Por Martha Medeiros


  1. Nunca imaginei que um dia subiria ao palco do Theatro São Pedro, mas aconteceu – é
  2. a literatura cumprindo a promessa de me levar aonde nunca estive. Mesmo não sendo atriz,
  3. “contracenei” com o psicanalista Christian Dunker durante a gravação comemorativa dos 20 anos
  4. do programa Café Filosófico, onde debatemos, diante de numerosa plateia, um tema que a todos
  5. interessa: o amor.
  6. Durante a nossa troca de reflexões, condenei ___ antiga cultura dos contos de fada, que
  7. apresentava o amor como salvação da vida de son...as princesas. Uma vez despertadas por um
  8. beijo, elas se acomodavam a um enigmático “pra sempre” que antecipava o ponto final de suas
  9. histórias, como se, a partir dali, nada de mais interessante pudesse acontecer. Este romantismo
  10. nunca foi aliado do amor: colocou na cabeça das mulheres que, se elas não cumprissem a missão
  11. de formar um par, de pouco valeriam.
  12. Hoje, personagens guerreiras e ativistas substituíram as princesas como modelos de
  13. heroínas, e ninguém mais elege o “pra sempre” como meta – o que tem que durar é o entusiasmo
  14. em realizar os próprios desejos, que mudam com o tempo. Não é o fim do amor, e sim um
  15. recomeço menos idealizado. O amor sem o dramalhão incluído. O amor como recompensa por
  16. diminuirmos a ansiedade e buscarmos autoconhecimento e autoestima, que é o que faz o amor
  17. se aproximar. Sem rufar de tambores.
  18. A meu ver, a melhor frase da noite não foi minha nem de Dunker, mas a do publicitário e
  19. poeta Marcelo Pires, que durante uma pergunta dirigida a nós sobre a razão deste sentimento
  20. ser tão superlativo, conjecturou: “___ vezes, parece que o amor atrapalha o amar”. Exato. Se
  21. nossa solidão tivesse o mesmo prestígio que namoros e casamentos, não cederíamos ___
  22. cobrança de “ter que” amar alguém, as relações seriam mais espontâneas.
  23. Se o amor romântico descesse do pedestal em que foi colocado e circulasse no meio da
  24. multidão, não seria tão divinizado. O amor ainda é visto como coisa de Deus e o sexo como coisa
  25. do Diabo. Só que é do sexo o encargo de manter a continuidade da espécie, então o amor tornou-
  26. se um álibi providencial para que o processo pareça sublime, em vez de ob...eno. O amor como
  27. elevação dos hábitos mundanos.
  28. Bonito, mas prefiro o amor rés do chão, mais maduro e livre. A simples alegria de estar
  29. junto, a dispensa do grude, a paciência com as diferenças do outro, planos imediatos em vez de
  30. aposta na eternidade, o apoio necessário, a amizade erótica prevalecendo sobre os desatinos.
  31. Algum sofrimento surge, mas os momentos difíceis não precisam ser glorificados como sacrifícios
  32. inerentes ao amor. Zero tolerância para a violência, bom humor, mesa farta e, se for
  33. impre...indível alguma coisa grandiosa que inspire um poema épico, que seja o rótulo do vinho.


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Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 06, 20 e 21.

Alternativas
Q2633464 Português

Ninguém mais elege o “pra sempre” como meta


Por Martha Medeiros


  1. Nunca imaginei que um dia subiria ao palco do Theatro São Pedro, mas aconteceu – é
  2. a literatura cumprindo a promessa de me levar aonde nunca estive. Mesmo não sendo atriz,
  3. “contracenei” com o psicanalista Christian Dunker durante a gravação comemorativa dos 20 anos
  4. do programa Café Filosófico, onde debatemos, diante de numerosa plateia, um tema que a todos
  5. interessa: o amor.
  6. Durante a nossa troca de reflexões, condenei ___ antiga cultura dos contos de fada, que
  7. apresentava o amor como salvação da vida de son...as princesas. Uma vez despertadas por um
  8. beijo, elas se acomodavam a um enigmático “pra sempre” que antecipava o ponto final de suas
  9. histórias, como se, a partir dali, nada de mais interessante pudesse acontecer. Este romantismo
  10. nunca foi aliado do amor: colocou na cabeça das mulheres que, se elas não cumprissem a missão
  11. de formar um par, de pouco valeriam.
  12. Hoje, personagens guerreiras e ativistas substituíram as princesas como modelos de
  13. heroínas, e ninguém mais elege o “pra sempre” como meta – o que tem que durar é o entusiasmo
  14. em realizar os próprios desejos, que mudam com o tempo. Não é o fim do amor, e sim um
  15. recomeço menos idealizado. O amor sem o dramalhão incluído. O amor como recompensa por
  16. diminuirmos a ansiedade e buscarmos autoconhecimento e autoestima, que é o que faz o amor
  17. se aproximar. Sem rufar de tambores.
  18. A meu ver, a melhor frase da noite não foi minha nem de Dunker, mas a do publicitário e
  19. poeta Marcelo Pires, que durante uma pergunta dirigida a nós sobre a razão deste sentimento
  20. ser tão superlativo, conjecturou: “___ vezes, parece que o amor atrapalha o amar”. Exato. Se
  21. nossa solidão tivesse o mesmo prestígio que namoros e casamentos, não cederíamos ___
  22. cobrança de “ter que” amar alguém, as relações seriam mais espontâneas.
  23. Se o amor romântico descesse do pedestal em que foi colocado e circulasse no meio da
  24. multidão, não seria tão divinizado. O amor ainda é visto como coisa de Deus e o sexo como coisa
  25. do Diabo. Só que é do sexo o encargo de manter a continuidade da espécie, então o amor tornou-
  26. se um álibi providencial para que o processo pareça sublime, em vez de ob...eno. O amor como
  27. elevação dos hábitos mundanos.
  28. Bonito, mas prefiro o amor rés do chão, mais maduro e livre. A simples alegria de estar
  29. junto, a dispensa do grude, a paciência com as diferenças do outro, planos imediatos em vez de
  30. aposta na eternidade, o apoio necessário, a amizade erótica prevalecendo sobre os desatinos.
  31. Algum sofrimento surge, mas os momentos difíceis não precisam ser glorificados como sacrifícios
  32. inerentes ao amor. Zero tolerância para a violência, bom humor, mesa farta e, se for
  33. impre...indível alguma coisa grandiosa que inspire um poema épico, que seja o rótulo do vinho.


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Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 07, 26 e 33.

Alternativas
Q2633463 Português

Ninguém mais elege o “pra sempre” como meta


Por Martha Medeiros


  1. Nunca imaginei que um dia subiria ao palco do Theatro São Pedro, mas aconteceu – é
  2. a literatura cumprindo a promessa de me levar aonde nunca estive. Mesmo não sendo atriz,
  3. “contracenei” com o psicanalista Christian Dunker durante a gravação comemorativa dos 20 anos
  4. do programa Café Filosófico, onde debatemos, diante de numerosa plateia, um tema que a todos
  5. interessa: o amor.
  6. Durante a nossa troca de reflexões, condenei ___ antiga cultura dos contos de fada, que
  7. apresentava o amor como salvação da vida de son...as princesas. Uma vez despertadas por um
  8. beijo, elas se acomodavam a um enigmático “pra sempre” que antecipava o ponto final de suas
  9. histórias, como se, a partir dali, nada de mais interessante pudesse acontecer. Este romantismo
  10. nunca foi aliado do amor: colocou na cabeça das mulheres que, se elas não cumprissem a missão
  11. de formar um par, de pouco valeriam.
  12. Hoje, personagens guerreiras e ativistas substituíram as princesas como modelos de
  13. heroínas, e ninguém mais elege o “pra sempre” como meta – o que tem que durar é o entusiasmo
  14. em realizar os próprios desejos, que mudam com o tempo. Não é o fim do amor, e sim um
  15. recomeço menos idealizado. O amor sem o dramalhão incluído. O amor como recompensa por
  16. diminuirmos a ansiedade e buscarmos autoconhecimento e autoestima, que é o que faz o amor
  17. se aproximar. Sem rufar de tambores.
  18. A meu ver, a melhor frase da noite não foi minha nem de Dunker, mas a do publicitário e
  19. poeta Marcelo Pires, que durante uma pergunta dirigida a nós sobre a razão deste sentimento
  20. ser tão superlativo, conjecturou: “___ vezes, parece que o amor atrapalha o amar”. Exato. Se
  21. nossa solidão tivesse o mesmo prestígio que namoros e casamentos, não cederíamos ___
  22. cobrança de “ter que” amar alguém, as relações seriam mais espontâneas.
  23. Se o amor romântico descesse do pedestal em que foi colocado e circulasse no meio da
  24. multidão, não seria tão divinizado. O amor ainda é visto como coisa de Deus e o sexo como coisa
  25. do Diabo. Só que é do sexo o encargo de manter a continuidade da espécie, então o amor tornou-
  26. se um álibi providencial para que o processo pareça sublime, em vez de ob...eno. O amor como
  27. elevação dos hábitos mundanos.
  28. Bonito, mas prefiro o amor rés do chão, mais maduro e livre. A simples alegria de estar
  29. junto, a dispensa do grude, a paciência com as diferenças do outro, planos imediatos em vez de
  30. aposta na eternidade, o apoio necessário, a amizade erótica prevalecendo sobre os desatinos.
  31. Algum sofrimento surge, mas os momentos difíceis não precisam ser glorificados como sacrifícios
  32. inerentes ao amor. Zero tolerância para a violência, bom humor, mesa farta e, se for
  33. impre...indível alguma coisa grandiosa que inspire um poema épico, que seja o rótulo do vinho.


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Assinale a alternativa que NÃO indica uma característica do amor valorizada pela autora.

Alternativas
Q2633462 Português

Ninguém mais elege o “pra sempre” como meta


Por Martha Medeiros


  1. Nunca imaginei que um dia subiria ao palco do Theatro São Pedro, mas aconteceu – é
  2. a literatura cumprindo a promessa de me levar aonde nunca estive. Mesmo não sendo atriz,
  3. “contracenei” com o psicanalista Christian Dunker durante a gravação comemorativa dos 20 anos
  4. do programa Café Filosófico, onde debatemos, diante de numerosa plateia, um tema que a todos
  5. interessa: o amor.
  6. Durante a nossa troca de reflexões, condenei ___ antiga cultura dos contos de fada, que
  7. apresentava o amor como salvação da vida de son...as princesas. Uma vez despertadas por um
  8. beijo, elas se acomodavam a um enigmático “pra sempre” que antecipava o ponto final de suas
  9. histórias, como se, a partir dali, nada de mais interessante pudesse acontecer. Este romantismo
  10. nunca foi aliado do amor: colocou na cabeça das mulheres que, se elas não cumprissem a missão
  11. de formar um par, de pouco valeriam.
  12. Hoje, personagens guerreiras e ativistas substituíram as princesas como modelos de
  13. heroínas, e ninguém mais elege o “pra sempre” como meta – o que tem que durar é o entusiasmo
  14. em realizar os próprios desejos, que mudam com o tempo. Não é o fim do amor, e sim um
  15. recomeço menos idealizado. O amor sem o dramalhão incluído. O amor como recompensa por
  16. diminuirmos a ansiedade e buscarmos autoconhecimento e autoestima, que é o que faz o amor
  17. se aproximar. Sem rufar de tambores.
  18. A meu ver, a melhor frase da noite não foi minha nem de Dunker, mas a do publicitário e
  19. poeta Marcelo Pires, que durante uma pergunta dirigida a nós sobre a razão deste sentimento
  20. ser tão superlativo, conjecturou: “___ vezes, parece que o amor atrapalha o amar”. Exato. Se
  21. nossa solidão tivesse o mesmo prestígio que namoros e casamentos, não cederíamos ___
  22. cobrança de “ter que” amar alguém, as relações seriam mais espontâneas.
  23. Se o amor romântico descesse do pedestal em que foi colocado e circulasse no meio da
  24. multidão, não seria tão divinizado. O amor ainda é visto como coisa de Deus e o sexo como coisa
  25. do Diabo. Só que é do sexo o encargo de manter a continuidade da espécie, então o amor tornou-
  26. se um álibi providencial para que o processo pareça sublime, em vez de ob...eno. O amor como
  27. elevação dos hábitos mundanos.
  28. Bonito, mas prefiro o amor rés do chão, mais maduro e livre. A simples alegria de estar
  29. junto, a dispensa do grude, a paciência com as diferenças do outro, planos imediatos em vez de
  30. aposta na eternidade, o apoio necessário, a amizade erótica prevalecendo sobre os desatinos.
  31. Algum sofrimento surge, mas os momentos difíceis não precisam ser glorificados como sacrifícios
  32. inerentes ao amor. Zero tolerância para a violência, bom humor, mesa farta e, se for
  33. impre...indível alguma coisa grandiosa que inspire um poema épico, que seja o rótulo do vinho.


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:


I. A autora mostra-se contra os contos de fadas, nos quais a princesa precisa do amor para ser salva.

II. A autora participou como atriz de um programa gravado no Theatro São Pedro.

III. Para Martha Medeiros, amor e romantismo são companheiros inseparáveis.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2322779 Edificações
Quanto ao levantamento topográfico altimétrico ou planialtimétrico, devem ser consideradas a equidistância das curvas de nível e a densidade de pontos cotados para a modelagem do terreno (modelo digital de terreno), de acordo com o grau de detalhamento suscitado pela finalidade do levantamento ou pelas condições ambientais. Cuidados especiais devem ser tomados ao estacionar o instrumento nas medições de campo, para se evitarem os erros de centragem e da posição do sinal a ser visado, pois estes representam a maior fonte de erros na medição angular. Com relação ao exposto, analise as assertivas a seguir:

I. As medições angulares horizontais para fins de poligonação devem ser feitas pelo método das direções, em séries de leituras conjugadas (luneta nas posições direta e inversa).
II. Para o nivelamento trigonométrico, as medições angulares verticais devem ser feitas em séries de leituras conjugadas (luneta nas posições direta e inversa).
III. Para efeito de validação de uma série qualquer, deve ser feito, no campo, o cálculo do desvio dos ângulos em relação ao valor médio de todas as séries. Rejeitam-se, uma por vez, as séries que se afastarem mais de três vezes da precisão nominal do instrumento.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2322778 Edificações
Considerando as finalidades do levantamento topográfico (de acordo com a ABNT NBR 13133:2021 Execução de levantamento topográfico – Procedimento), a densidade de informações a serem representadas, as dimensões e a acurácia necessária a cada finalidade, tem-se duas classes de poligonais planimétricas. Quais são elas?
Alternativas
Q2321909 Matemática
O gráfico abaixo representa a distribuição das idades dos funcionários do setor de obras e serviços de uma prefeitura. Pode-se dizer que a idade média dos funcionários desse setor é de aproximadamente:

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q2321906 Noções de Informática
Carolina trabalha em um setor que utiliza muito o recurso de mala direta do Word 2016 para criar e imprimir cartas que usam os dados de uma planilha do Excel. Essa opção está disponível na guia:
Alternativas
Q2321905 Noções de Informática
No Gmail, qual é a funcionalidade do botão  Imagem associada para resolução da questão ?
Alternativas
Q2321903 Noções de Informática
No Google Chrome, qual é o comando de teclado para abrir a página de downloads em uma nova guia? (Observação: o sinal de + não faz parte do comando, significa que as teclas devem ser pressionadas simultaneamente).
Alternativas
Q2321902 Noções de Informática

Analise a Figura 1, abaixo, que mostra dados digitados no Excel 2016:


 Imagem associada para resolução da questão


Com base na análise da Figura 1, ao utilizar a alça de preenchimento, sinalizada pela seta, e arrastar até a coluna B, qual será o resultado apresentado nas células B1 a B4, respectivamente? 

Alternativas
Q2321901 Direito Constitucional
São competências da União definidas pela Constituição Federal:

I. Declarar a guerra e celebrar a paz. II. Decretar o estado de sítio, o estado de defesa e a intervenção federal. III. Autorizar e fiscalizar a produção e o comércio de material bélico. IV. Administrar as reservas cambiais do país e fiscalizar as operações de natureza financeira, desde que não sejam de crédito, câmbio e capitalização, e sim de seguros e de previdência privada. V. Emitir moeda.

Quais estão corretas?
Alternativas
Respostas
381: D
382: C
383: A
384: B
385: D
386: B
387: C
388: A
389: E
390: C
391: A
392: E
393: A
394: C
395: E
396: C
397: E
398: A
399: B
400: E