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Q2189934 Pedagogia
Os alunos que dependem de auxílio na higienização, locomoção e alimentação, conforme orientação da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008), devem receber o atendimento
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Q2189933 Pedagogia
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente,
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Q2189932 Pedagogia
De acordo com o Estatuto da Pessoa com Deficiência, garantir à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida viver de forma independente e exercer seus direitos de cidadania e de participação social refere-se ao direito à
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Q2189931 Pedagogia
Considerando a atual legislação nacional que versa sobre o direito à educação bem como o Estatuto da Pessoa com Deficiência, avalie as afirmações abaixo.
I – A educação é um dever corresponsabilizado entre o Estado, que assume o papel de provedor da educação pública, e a Família.
II – A escola deve promover acessibilidade para todos os estudantes, excluindo-se os trabalhadores da educação e demais integrantes da comunidade escolar.
III – O Atendimento Educacional Especializado (AEE) gratuito deve ser garantido aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, preferencialmente, na rede regular de ensino.
IV – O sistema educacional inclusivo é prioritário na educação infantil, preferencial, no ensino fundamental e no ensino médio, facultativo nas modalidades de ensino. Nesse sistema, deve-se garantir as adaptações nos ambientes, nos serviços e no currículo.
V – Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.

Estão corretas as afirmações:
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Q2189930 Pedagogia
Diz respeito a produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação, de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social (BRASIL, 2015). Essa descrição refere-se à
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Q2189929 Pedagogia
Todo e qualquer equipamento, adaptação, ajuda de pessoa ou serviço que visa a possibilitar ou facilitar o desempenho de funções, atividades e participação ativa das pessoas com deficiência é denominado de
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Q2189928 Pedagogia
Os procedimentos de emergência que devem ser aplicados a uma pessoa em perigo de vida, evitando o agravamento do caso, até que ela receba assistência definitiva, denominam-se
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Q2189927 Pedagogia
Responsabilizar-se pelos cuidados com a higiene corporal ou física do educando a ser cuidado é uma das atribuições do profissional cuidador no espaço escolar. Sobre a higiene corporal ou física, é correto afirmar que
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Q2189926 Pedagogia
O acompanhamento do cuidador destina-se, prioritariamente, para os educandos público-alvo da educação especial com necessidade de apoio. Os apoios são classificados pela sua intensidade (BRASIL, 2008). Sobre os tipos de apoio, é correto afirmar que o
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Q2189925 Pedagogia
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996 e alterações propostas pela Lei nº. 12.796/2013), em seu art. 4º, é assegurado o atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com deficiência, 
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Q2189924 Pedagogia
Entre as funções do cuidador escolar, destacam-se: 
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Q2189923 Pedagogia
No Estatuto da Pessoa com Deficiência, o termo inclusão social refere-se
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Q2189922 Pedagogia
Sobre a adaptação das crianças e dos adolescentes na escola, avalie as afirmações abaixo.
I – O cuidador escolar deve transmitir ao estudante, público-alvo da educação especial, o conteúdo programático de forma similar para todos, sem proporcionar um ensino humanizado e individualizado.
II – Na escola, o cuidador deve integrar-se à equipe que dará apoio pedagógico no contexto das ações de inclusão escolar, a fim de ajudar no planejamento, na execução e na avaliação das ações a serem executadas.
III – Quando o aluno chora na escola, é algo que não necessita de muita atenção, pois apenas está querendo chamar atenção por estar longe da família.
IV – Conversar com a família sobre a história de vida e das experiências escolares bem como planejar atividades específicas de acordo com as necessidades educativas do estudante faz parte do atendimento pedagógico, individualizado e humanizado ao estudante, público-alvo da educação especial.
V – Ao receber um estudante com deficiência, a escola deve preocupar-se, prioritariamente, com a estrutura física.
VI – Ao cuidador compete o acompanhamento do estudante nas atividades físicas e na realização das tarefas escolares em sala de aula.

Estão corretas as afirmações
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Q2178128 Noções de Informática
Um dos principais métodos de backup é o armazenamento em nuvem, que consiste no ato de armazenar arquivos em um servidor, através da internet. Um exemplo de serviço de armazenamento em nuvem é 
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Q2178126 Noções de Informática
No programa Microsoft Word Professional Plus 2016 PT-BR, é preciso mudar a fonte de um TCC que tem mais de 200 páginas digitados. O atalho mais adequado para selecionar o texto todo é 
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Q2178123 Português
TEXTO

Há 30 anos, o Brasil começava sua revolução contra a Aids.

Alexandre Versignassi
Diretor de redação

    “A Aids era uma doença variada, e uniformemente fatal”, definiu Drauzio Varella num episódio recente de seu (ótimo) podcast, o Outras Histórias. “À medida que a imunidade ia caindo”, ele segue, “repetiam-se as infecções oportunistas: pneumonias, meningites, lesões cerebrais por toxoplasmose... Você tratava uma infecção e vinha outra, depois outra. Uma hora o doente estava tão debilitado que não sobrevivia”.
     Drauzio usa o tempo verbal no passado por um motivo óbvio: Aids sem tratamento é uma página virada no Brasil. Começou há 30 anos, em 1991. Foi quando teve início a compra e distribuição gratuita de remédios contra HIV pelo SUS. Na época, o principal era o AZT, pouco eficaz. Em 1995, porém, viriam os inibidores de protease. Funciona assim: as cópias do vírus emergem capengas das células infectadas. Para ter como invadir novas células, eles precisam amadurecer. A protease é uma enzima que edita as proteínas do HIV, conferindo-lhe poder de fogo. Os inibidores de protease, então, impedem essa “fase de crescimento”. E o vírus fica dormente.
    Há diversos inibidores de protease, cada um feito para pegar o vírus numa fase diferente de maturação – combinados com outras classes de medicamentos, eles formam a versão moderna do coquetel antiaids. “Foi uma revolução absurda. Eu tinha doentes internados que estavam virtualmente morrendo. Eles saíram do hospital, e muitos estão vivos até hoje. Uma doença que era uniformemente fatal passou a ser controlável.”
    A aquisição dos novos medicamentos pelo SUS não foi simples. Envolveu negociações duras de preços com as farmacêuticas e quebra de patente. Mas deu certo. E produziu frutos fora do Brasil também.
    Em 2002, a organização Médicos Sem Fronteiras (MSR) lutava contra a Aids na África do Sul. Com mais de 4 milhões de infectados (10% da população), havia mil mortes por dia em decorrência do HIV. O governo era negacionista. O presidente da época, Thabo Mbeki, dizia que o HIV não causava Aids, então não tinha por que gastar com antirretrovirais.
    A MSR, então, comprou cargas de coquetel antiaids do governo brasileiro, a preços baixos, e levou para a África do Sul para administrar em doentes terminais. Um ano depois, 91% dos pacientes tratados por eles estavam vivos e saudáveis. A opinião pública, então, convenceu-se de que era possível vencer a Aids. E em 2003 o governo de lá deu o braço a torcer: passou a distribuir os remédios.
    A África do Sul ainda é o epicentro global da doença. Infelizmente, a proporção de infectados até subiu, para 20,4% da população (7,7 milhões) – no Brasil, é de 0,43% (920 mil). O número de mortes, ao menos, baixou brutalmente. Hoje são 200 por dia. Sem o coquetel gratuito, seriam dez vezes mais. Ou seja: uma iniciativa que o Brasil tomou há 30 anos é responsável por salvar vidas até hoje não só aqui, mas na África do Sul também.
    Governantes negacionistas vêm e vão. O que fica para sempre são as vitórias do bom senso contra o obscurantismo. Parabéns à imensa maioria dos brasileiros, que agora, na pandemia, confiou na ciência e aderiu às vacinas. Vocês fizeram jus à história do país.

Superinteressante, dez/2021. [texto adaptado] 
No primeiro parágrafo do texto, são utilizadas citações
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Q2178122 Português
TEXTO

Há 30 anos, o Brasil começava sua revolução contra a Aids.

Alexandre Versignassi
Diretor de redação

    “A Aids era uma doença variada, e uniformemente fatal”, definiu Drauzio Varella num episódio recente de seu (ótimo) podcast, o Outras Histórias. “À medida que a imunidade ia caindo”, ele segue, “repetiam-se as infecções oportunistas: pneumonias, meningites, lesões cerebrais por toxoplasmose... Você tratava uma infecção e vinha outra, depois outra. Uma hora o doente estava tão debilitado que não sobrevivia”.
     Drauzio usa o tempo verbal no passado por um motivo óbvio: Aids sem tratamento é uma página virada no Brasil. Começou há 30 anos, em 1991. Foi quando teve início a compra e distribuição gratuita de remédios contra HIV pelo SUS. Na época, o principal era o AZT, pouco eficaz. Em 1995, porém, viriam os inibidores de protease. Funciona assim: as cópias do vírus emergem capengas das células infectadas. Para ter como invadir novas células, eles precisam amadurecer. A protease é uma enzima que edita as proteínas do HIV, conferindo-lhe poder de fogo. Os inibidores de protease, então, impedem essa “fase de crescimento”. E o vírus fica dormente.
    Há diversos inibidores de protease, cada um feito para pegar o vírus numa fase diferente de maturação – combinados com outras classes de medicamentos, eles formam a versão moderna do coquetel antiaids. “Foi uma revolução absurda. Eu tinha doentes internados que estavam virtualmente morrendo. Eles saíram do hospital, e muitos estão vivos até hoje. Uma doença que era uniformemente fatal passou a ser controlável.”
    A aquisição dos novos medicamentos pelo SUS não foi simples. Envolveu negociações duras de preços com as farmacêuticas e quebra de patente. Mas deu certo. E produziu frutos fora do Brasil também.
    Em 2002, a organização Médicos Sem Fronteiras (MSR) lutava contra a Aids na África do Sul. Com mais de 4 milhões de infectados (10% da população), havia mil mortes por dia em decorrência do HIV. O governo era negacionista. O presidente da época, Thabo Mbeki, dizia que o HIV não causava Aids, então não tinha por que gastar com antirretrovirais.
    A MSR, então, comprou cargas de coquetel antiaids do governo brasileiro, a preços baixos, e levou para a África do Sul para administrar em doentes terminais. Um ano depois, 91% dos pacientes tratados por eles estavam vivos e saudáveis. A opinião pública, então, convenceu-se de que era possível vencer a Aids. E em 2003 o governo de lá deu o braço a torcer: passou a distribuir os remédios.
    A África do Sul ainda é o epicentro global da doença. Infelizmente, a proporção de infectados até subiu, para 20,4% da população (7,7 milhões) – no Brasil, é de 0,43% (920 mil). O número de mortes, ao menos, baixou brutalmente. Hoje são 200 por dia. Sem o coquetel gratuito, seriam dez vezes mais. Ou seja: uma iniciativa que o Brasil tomou há 30 anos é responsável por salvar vidas até hoje não só aqui, mas na África do Sul também.
    Governantes negacionistas vêm e vão. O que fica para sempre são as vitórias do bom senso contra o obscurantismo. Parabéns à imensa maioria dos brasileiros, que agora, na pandemia, confiou na ciência e aderiu às vacinas. Vocês fizeram jus à história do país.

Superinteressante, dez/2021. [texto adaptado] 
Considerando o modo de organização dos parágrafos 5 e 6, a sequência textual dominante, nesses dois parágrafos, é 
Alternativas
Respostas
3381: B
3382: A
3383: C
3384: C
3385: C
3386: D
3387: B
3388: B
3389: A
3390: C
3391: C
3392: D
3393: C
3394: A
3395: B
3396: D
3397: A
3398: C
3399: B
3400: C