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Q868593 Engenharia de Software

Considere, por hipótese, que na Defensoria esteja sendo desenvolvido um projeto com prazo crítico, sendo necessário que os desenvolvedores avaliem o software frequentemente. A equipe envolvida decidiu utilizar uma abordagem de teste de integração que trabalha da seguinte maneira:


I. Componentes necessários para implementar funções do software, como arquivos de dados, bibliotecas, módulos reutilizáveis etc são integrados em uma build (construção).

II. Diversos testes são projetados para que erros que possam impedir a build em andamento de desempenhar de forma adequada sua função, com o objetivo de descobrir showstoppers que impliquem em atrasos no cronograma.

III. A build é integrada a outras builds e todo o software passa diariamente por este tipo de teste, podendo usar abordagem ascendente ou descendente de integração.


O teste de integração descrito é denominado teste

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Q868592 Engenharia de Software
Uma Analista de Sistemas da Defensoria sugeriu que um novo projeto fosse desenvolvido utilizando a metodologia ágil
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Q868590 Governança de TI

Considere, por hipótese, que um Analista de Sistemas esteja participando de uma auditoria na Defensoria, cujo objetivo é realizar a validação e avaliação do controle interno de um sistema de informação. No planejamento dos trabalhos ficou decido que seria aplicada uma técnica com as seguintes características:


I. Elaborar uma massa de testes a ser submetida ao programa que deve prever as seguintes situações: transações com campos inválidos, transações com valores nos limites, transações incompletas, transações incompatíveis, transações em duplicidade.

II. Seguir os passos: a. compreender a lógica do programa; b. fazer a simulação dos dados pertinentes ao teste a ser realizado; c. elaborar os formulários de controle; d. fazer a transcrição dos dados para o computador; e. preparar o ambiente de teste; f. executar o processamento do teste; g. fazer a avaliação dos resultados; h. emitir opinião sobre o teste.


Pelas características apresentadas, a escolha recaiu sobre a técnica de  

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Q868586 Governança de TI
O CMMI versão 1.3 possui duas representações e estas representações permitem à organização utilizar diferentes caminhos para a melhoria de seus processos de acordo com seu interesse. As representações trabalham com Process Areas − PAs e para cada PA são definidos dois conjuntos de metas para as quais são recomendadas práticas. De acordo com o CMMI:
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Q868585 Governança de TI
O Modelo de Referência MPS para Software (MR-MPS-SW) define níveis de maturidade que são uma combinação entre processos e sua capacidade. Considere, por hipótese, que a Defensoria esteja buscando alcançar níveis de maturidade mais altos e já tenha implementado com sucesso os seguintes processos (com seus respectivos atributos de processo): Gerência de Projetos, Gerência de Requisitos, Aquisição, Medição, Gerência de Configuração e Gerência de Portfólio de Projetos. Neste cenário, a Defensoria já alcançou o nível de maturidade
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Q868583 Governança de TI
De acordo com a ITIL v3 edição 2011, o Cumprimento de Requisições é o processo que executa as Requisições de Serviço. Estes serviços
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Q868581 Segurança da Informação
Na criação, implantação e gestão de uma Política de Segurança da Informação − PSI,
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Q868580 Segurança da Informação

Um Plano de Continuidade de Negócios pode ser estruturado em quatro outros planos ligados entre si, cada qual criado para cuidar de um estágio diferente:


I. Define funções e responsabilidades das equipes envolvidas com o acionamento das ações de contingência, antes durante e após a ocorrência.

II. Deve ser utilizado em último caso, quando todas as prevenções tiverem falhado. Define as necessidades e ações mais imediatas.

III. Seu objetivo é reestabelecer o funcionamento dos principais ativos que suportam as operações de uma empresa, reduzindo o tempo de queda e os impactos provocados por um eventual incidente. Um exemplo simples é a queda de conexão à internet.

IV. Determina o planejamento para que, uma vez controlada a contingência e passada a crise, a empresa retome seus níveis originais de operação.


O plano

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Q868579 Segurança da Informação
Como medida de segurança da informação, um Analista de Sistemas da Defensoria instalou
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Q868578 Segurança da Informação

... é um utilitário para a realização de cópias de segurança dos aplicativos instalados no Android. Com a ajuda deste aplicativo, é possível realizar operação do tipo 1 e também operação do tipo 2, recuperando os apps de forma bastante rápida e eficaz. Em sua primeira inicialização, o utilitário irá buscar por todos os apps que poderão ser salvos e, então, montará um cache local dos mesmos. Em seguida, o usuário será apresentado a uma lista em que ele deverá escolher quais aplicativos passarão pela operação 1.


Um ponto importante a ser observado, consiste na definição do diretório em que os aplicativos serão salvos. De forma a auxiliar o usuário, o utilitário aconselha que sejam armazenados em uma pasta do cartão SD ou micro SD. Caso o dispositivo não possua uma mídia deste tipo, será possível realizar a cópia na sua memória interna. Quando o usuário desejar realizar a operação 2, é importante marcar a opção “Instalar aplicativos de fontes desconhecidas” no menu de configurações do Android. Caso contrário, a operação 2 não será bem sucedida.

(Adaptado de: http://www.techtudo.com.br/tudo-sobre/)


De acordo com o texto, as operações 1 e 2 são, correta e respectivamente,

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Q868577 Arquitetura de Computadores

Considere a seguinte configuração de um computador:


I. Seagate SATA 3.5’ IronWolf NAS 2TB 5400RPM 64MB Cache SATA 6.0Gb/s.

II. Kingston HyperX FURY 16GB 2133Mhz DDR4 CL14 Black.

III. VGA AMD PowerColor RADEON RX 580 8GB Red Dragon.

IV. AMD Ryzen 7 1700X, Octa Core, Cache 20MB, 3.4GHz (3.8GHz Max Turbo).

V. Kingston KC400 2.5’ 256GB SATA III Leituras: 550MB/s e Gravações: 540MB/s.


Um Analista de Sistemas concluiu corretamente que

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Q868575 Direito Constitucional

Considere os seguintes itens:


I. Ação individual de mandado de segurança.

II. Ação coletiva de mandado de segurança.

III. Ação de habeas corpus.

IV. Ação de habeas data.


A Constituição Federal estabelece que são gratuitas as ações previstas nos itens

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Q868574 Direito Constitucional
A Constituição Federal, quanto aos direitos e deveres individuais e coletivos, estabelece que
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Q868573 Legislação da Defensoria Pública
No que se refere à organização da Defensoria Pública da União, a Lei Complementar n° 80/94 estabelece que
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Q868572 Legislação da Defensoria Pública
Consoante estabelece a Lei Complementar n° 1/90, é prerrogativa dos membros da Defensoria Pública do Estado
Alternativas
Q868571 Legislação da Defensoria Pública

Considere os seguintes itens:


I. promover a ação penal privada e a subsidiária da ação pública.

II. promover a ação cível em todos os atos até o final.

III. exercer a defesa do menor.


Conforme estabelece a Lei Complementar n° 1/90, os itens referem-se à

Alternativas
Q868570 Português

      Uma amiga me disse que em alguns cursos da Universidade de Princeton o celular e o tablet foram proibidos porque os estudantes filmavam e fotografavam as aulas, ou simplesmente brincavam com joguinhos eletrônicos. A proibição do uso de aparelhos eletrônicos em sala de aula numa das maiores universidades dos Estados Unidos não é desprezível. O celular na palma da mão desconcentra o estudante e abole uma prática antiga: a caligrafia.

      Dos milenares hieróglifos egípcios gravados em pedra e palavras escritas em pergaminho à mais recente prescrição médica, a caligrafia tem uma longa história. Mas essa história − que marca uma forte relação da palavra com o gesto da mão − parece fenecer com o advento do minúsculo teclado e sua tela.

      Lembro uma entrevista com Roland Barthes, em que o crítico francês dizia que as correções das provas tipográficas dos romances de Balzac pareciam fogos de artifícios. É uma bela imagem do efeito estético da caligrafia no papel impresso. Quando pude ver essas páginas numa exposição de manuscritos, fiquei impressionado com a metáfora precisa de Barthes, e admirado com a obsessão de Balzac em acrescentar, cortar e substituir palavras e frases, e alterar a pontuação. O autor de Ilusões Perdidas não poupava esforço para alcançar o que desejava expressar, e esse empenho tão grande acabou por exauri-lo quando escrevia seu último romance.

      Mas há beleza também na caligrafia torta e hesitante de uma criança, numa carta de amor escrita a lápis, na mensagem pintada à mão no para-choque de um caminhão, no muro grafitado da cidade poluída.

      Num de seus poemas memoráveis, “O Sobrevivente”, Carlos Drummond de Andrade escreveu à mão e depois datilografou: “Há máquinas terrivelmente complicadas para as necessidades mais simples. / Se você quer fumar um charuto aperte um botão”.

      Na mão que move a escrita há um gesto corporal atávico, um desejo da nossa ancestralidade, que a maquininha subtrai, ou até mesmo anula. Ainda escrevo alguns textos à mão, antes de digitá-los no computador. No trabalho diário de um jornalista, isso é quase impossível, mas na escrita de uma crônica, pego a caneta e o papel e exercito minha pobre caligrafia.

      Talvez eu seja o antepenúltimo dinossauro. Mal escrevo essa palavra, vejo um dos minúsculos seres que se originaram de um dinossauro emplumado. É um pássaro que desconheço; pousou num galho do manacá florido, e seu canto misterioso me remete ao livro A Linguagem dos Pássaros, escrito no século 12 pelo poeta persa Farid Ud-din Attar. Nele, a caligrafia é sinônimo de “beleza da escrita, linguagem da mão e nobreza do sentimento”.

  (Adaptado de: Milton Hatoum. Disponível em: cultura.estadao.com.br)

Está correta a redação alternativa do seguinte segmento do texto:
Alternativas
Q868569 Português

      Uma amiga me disse que em alguns cursos da Universidade de Princeton o celular e o tablet foram proibidos porque os estudantes filmavam e fotografavam as aulas, ou simplesmente brincavam com joguinhos eletrônicos. A proibição do uso de aparelhos eletrônicos em sala de aula numa das maiores universidades dos Estados Unidos não é desprezível. O celular na palma da mão desconcentra o estudante e abole uma prática antiga: a caligrafia.

      Dos milenares hieróglifos egípcios gravados em pedra e palavras escritas em pergaminho à mais recente prescrição médica, a caligrafia tem uma longa história. Mas essa história − que marca uma forte relação da palavra com o gesto da mão − parece fenecer com o advento do minúsculo teclado e sua tela.

      Lembro uma entrevista com Roland Barthes, em que o crítico francês dizia que as correções das provas tipográficas dos romances de Balzac pareciam fogos de artifícios. É uma bela imagem do efeito estético da caligrafia no papel impresso. Quando pude ver essas páginas numa exposição de manuscritos, fiquei impressionado com a metáfora precisa de Barthes, e admirado com a obsessão de Balzac em acrescentar, cortar e substituir palavras e frases, e alterar a pontuação. O autor de Ilusões Perdidas não poupava esforço para alcançar o que desejava expressar, e esse empenho tão grande acabou por exauri-lo quando escrevia seu último romance.

      Mas há beleza também na caligrafia torta e hesitante de uma criança, numa carta de amor escrita a lápis, na mensagem pintada à mão no para-choque de um caminhão, no muro grafitado da cidade poluída.

      Num de seus poemas memoráveis, “O Sobrevivente”, Carlos Drummond de Andrade escreveu à mão e depois datilografou: “Há máquinas terrivelmente complicadas para as necessidades mais simples. / Se você quer fumar um charuto aperte um botão”.

      Na mão que move a escrita há um gesto corporal atávico, um desejo da nossa ancestralidade, que a maquininha subtrai, ou até mesmo anula. Ainda escrevo alguns textos à mão, antes de digitá-los no computador. No trabalho diário de um jornalista, isso é quase impossível, mas na escrita de uma crônica, pego a caneta e o papel e exercito minha pobre caligrafia.

      Talvez eu seja o antepenúltimo dinossauro. Mal escrevo essa palavra, vejo um dos minúsculos seres que se originaram de um dinossauro emplumado. É um pássaro que desconheço; pousou num galho do manacá florido, e seu canto misterioso me remete ao livro A Linguagem dos Pássaros, escrito no século 12 pelo poeta persa Farid Ud-din Attar. Nele, a caligrafia é sinônimo de “beleza da escrita, linguagem da mão e nobreza do sentimento”.

  (Adaptado de: Milton Hatoum. Disponível em: cultura.estadao.com.br)

O segmento em que se exprime noção de finalidade está em:
Alternativas
Q868568 Português

      Uma amiga me disse que em alguns cursos da Universidade de Princeton o celular e o tablet foram proibidos porque os estudantes filmavam e fotografavam as aulas, ou simplesmente brincavam com joguinhos eletrônicos. A proibição do uso de aparelhos eletrônicos em sala de aula numa das maiores universidades dos Estados Unidos não é desprezível. O celular na palma da mão desconcentra o estudante e abole uma prática antiga: a caligrafia.

      Dos milenares hieróglifos egípcios gravados em pedra e palavras escritas em pergaminho à mais recente prescrição médica, a caligrafia tem uma longa história. Mas essa história − que marca uma forte relação da palavra com o gesto da mão − parece fenecer com o advento do minúsculo teclado e sua tela.

      Lembro uma entrevista com Roland Barthes, em que o crítico francês dizia que as correções das provas tipográficas dos romances de Balzac pareciam fogos de artifícios. É uma bela imagem do efeito estético da caligrafia no papel impresso. Quando pude ver essas páginas numa exposição de manuscritos, fiquei impressionado com a metáfora precisa de Barthes, e admirado com a obsessão de Balzac em acrescentar, cortar e substituir palavras e frases, e alterar a pontuação. O autor de Ilusões Perdidas não poupava esforço para alcançar o que desejava expressar, e esse empenho tão grande acabou por exauri-lo quando escrevia seu último romance.

      Mas há beleza também na caligrafia torta e hesitante de uma criança, numa carta de amor escrita a lápis, na mensagem pintada à mão no para-choque de um caminhão, no muro grafitado da cidade poluída.

      Num de seus poemas memoráveis, “O Sobrevivente”, Carlos Drummond de Andrade escreveu à mão e depois datilografou: “Há máquinas terrivelmente complicadas para as necessidades mais simples. / Se você quer fumar um charuto aperte um botão”.

      Na mão que move a escrita há um gesto corporal atávico, um desejo da nossa ancestralidade, que a maquininha subtrai, ou até mesmo anula. Ainda escrevo alguns textos à mão, antes de digitá-los no computador. No trabalho diário de um jornalista, isso é quase impossível, mas na escrita de uma crônica, pego a caneta e o papel e exercito minha pobre caligrafia.

      Talvez eu seja o antepenúltimo dinossauro. Mal escrevo essa palavra, vejo um dos minúsculos seres que se originaram de um dinossauro emplumado. É um pássaro que desconheço; pousou num galho do manacá florido, e seu canto misterioso me remete ao livro A Linguagem dos Pássaros, escrito no século 12 pelo poeta persa Farid Ud-din Attar. Nele, a caligrafia é sinônimo de “beleza da escrita, linguagem da mão e nobreza do sentimento”.

  (Adaptado de: Milton Hatoum. Disponível em: cultura.estadao.com.br)

Constituem uma causa e seu efeito, nessa ordem, os segmentos:
Alternativas
Q868567 Português

      Uma amiga me disse que em alguns cursos da Universidade de Princeton o celular e o tablet foram proibidos porque os estudantes filmavam e fotografavam as aulas, ou simplesmente brincavam com joguinhos eletrônicos. A proibição do uso de aparelhos eletrônicos em sala de aula numa das maiores universidades dos Estados Unidos não é desprezível. O celular na palma da mão desconcentra o estudante e abole uma prática antiga: a caligrafia.

      Dos milenares hieróglifos egípcios gravados em pedra e palavras escritas em pergaminho à mais recente prescrição médica, a caligrafia tem uma longa história. Mas essa história − que marca uma forte relação da palavra com o gesto da mão − parece fenecer com o advento do minúsculo teclado e sua tela.

      Lembro uma entrevista com Roland Barthes, em que o crítico francês dizia que as correções das provas tipográficas dos romances de Balzac pareciam fogos de artifícios. É uma bela imagem do efeito estético da caligrafia no papel impresso. Quando pude ver essas páginas numa exposição de manuscritos, fiquei impressionado com a metáfora precisa de Barthes, e admirado com a obsessão de Balzac em acrescentar, cortar e substituir palavras e frases, e alterar a pontuação. O autor de Ilusões Perdidas não poupava esforço para alcançar o que desejava expressar, e esse empenho tão grande acabou por exauri-lo quando escrevia seu último romance.

      Mas há beleza também na caligrafia torta e hesitante de uma criança, numa carta de amor escrita a lápis, na mensagem pintada à mão no para-choque de um caminhão, no muro grafitado da cidade poluída.

      Num de seus poemas memoráveis, “O Sobrevivente”, Carlos Drummond de Andrade escreveu à mão e depois datilografou: “Há máquinas terrivelmente complicadas para as necessidades mais simples. / Se você quer fumar um charuto aperte um botão”.

      Na mão que move a escrita há um gesto corporal atávico, um desejo da nossa ancestralidade, que a maquininha subtrai, ou até mesmo anula. Ainda escrevo alguns textos à mão, antes de digitá-los no computador. No trabalho diário de um jornalista, isso é quase impossível, mas na escrita de uma crônica, pego a caneta e o papel e exercito minha pobre caligrafia.

      Talvez eu seja o antepenúltimo dinossauro. Mal escrevo essa palavra, vejo um dos minúsculos seres que se originaram de um dinossauro emplumado. É um pássaro que desconheço; pousou num galho do manacá florido, e seu canto misterioso me remete ao livro A Linguagem dos Pássaros, escrito no século 12 pelo poeta persa Farid Ud-din Attar. Nele, a caligrafia é sinônimo de “beleza da escrita, linguagem da mão e nobreza do sentimento”.

  (Adaptado de: Milton Hatoum. Disponível em: cultura.estadao.com.br)

Considerando-se o contexto, o segmento sublinhado pode ser substituído pelo que se encontra entre parênteses em:
Alternativas
Respostas
101: A
102: B
103: E
104: D
105: A
106: C
107: D
108: E
109: A
110: B
111: E
112: B
113: A
114: E
115: A
116: B
117: C
118: D
119: E
120: A