Questões de Concurso Comentadas para técnico de laboratório - edificações

Foram encontradas 743 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2720802 Português

Texto para responder às questões de 8 a 10.

1 Cultura, pela definição clássica de Edward B. Tylor,

que é considerado o pai do conceito moderno de cultura, é

“aquele todo complexo que inclui o conhecimento, as

4 crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os

outros hábitos e capacidades adquiridos pelo homem como

membro da sociedade”.

7 A cultura de massa é aquela considerada, por uma

maioria, sem valor cultural real. Ela é veiculada nos meios

de comunicação de massa, produzida pela indústria cultural

10 e apreciada pela massa, a qual, é preciso dizer, não é uma

classe social. Esse termo se refere à maioria da população.

Cultura erudita, por sua vez, é aquela considerada

13 superior, normalmente apreciada por um público com maior

acúmulo de capital, e seu acesso é restrito a quem possui o

necessário para usufruir dela. A cultura erudita está muitas

16 vezes ligada a museus e obras de arte, óperas e espetáculos

de teatro.

Por último, há a cultura popular, que engloba

19 qualquer estilo musical e de dança, crença, literatura,

costumes, artesanatos e outras formas de expressão

transmitidas por um povo, por gerações, muitas vezes

22 oralmente. Essa cultura vem do povo, não é imposta por

uma indústria cultural ou por uma elite. Por exemplo, o

carnaval é uma festa da cultura popular brasileira.

Internet: http://www.portaleducacao.com.br/ (com adaptações)

De acordo com o texto,
Alternativas
Q2720800 Português

Texto para responder às questões de 8 a 10.

1 Cultura, pela definição clássica de Edward B. Tylor,

que é considerado o pai do conceito moderno de cultura, é

“aquele todo complexo que inclui o conhecimento, as

4 crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os

outros hábitos e capacidades adquiridos pelo homem como

membro da sociedade”.

7 A cultura de massa é aquela considerada, por uma

maioria, sem valor cultural real. Ela é veiculada nos meios

de comunicação de massa, produzida pela indústria cultural

10 e apreciada pela massa, a qual, é preciso dizer, não é uma

classe social. Esse termo se refere à maioria da população.

Cultura erudita, por sua vez, é aquela considerada

13 superior, normalmente apreciada por um público com maior

acúmulo de capital, e seu acesso é restrito a quem possui o

necessário para usufruir dela. A cultura erudita está muitas

16 vezes ligada a museus e obras de arte, óperas e espetáculos

de teatro.

Por último, há a cultura popular, que engloba

19 qualquer estilo musical e de dança, crença, literatura,

costumes, artesanatos e outras formas de expressão

transmitidas por um povo, por gerações, muitas vezes

22 oralmente. Essa cultura vem do povo, não é imposta por

uma indústria cultural ou por uma elite. Por exemplo, o

carnaval é uma festa da cultura popular brasileira.

Internet: http://www.portaleducacao.com.br/ (com adaptações)

Tem a função de separar termo de uma enumeração a vírgula empregada imediatamente após

Alternativas
Q2720799 Português

Texto para responder às questões de 8 a 10.

1 Cultura, pela definição clássica de Edward B. Tylor,

que é considerado o pai do conceito moderno de cultura, é

“aquele todo complexo que inclui o conhecimento, as

4 crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os

outros hábitos e capacidades adquiridos pelo homem como

membro da sociedade”.

7 A cultura de massa é aquela considerada, por uma

maioria, sem valor cultural real. Ela é veiculada nos meios

de comunicação de massa, produzida pela indústria cultural

10 e apreciada pela massa, a qual, é preciso dizer, não é uma

classe social. Esse termo se refere à maioria da população.

Cultura erudita, por sua vez, é aquela considerada

13 superior, normalmente apreciada por um público com maior

acúmulo de capital, e seu acesso é restrito a quem possui o

necessário para usufruir dela. A cultura erudita está muitas

16 vezes ligada a museus e obras de arte, óperas e espetáculos

de teatro.

Por último, há a cultura popular, que engloba

19 qualquer estilo musical e de dança, crença, literatura,

costumes, artesanatos e outras formas de expressão

transmitidas por um povo, por gerações, muitas vezes

22 oralmente. Essa cultura vem do povo, não é imposta por

uma indústria cultural ou por uma elite. Por exemplo, o

carnaval é uma festa da cultura popular brasileira.

Internet: http://www.portaleducacao.com.br/ (com adaptações)

Seria mantida a correção gramatical e o sentido do texto caso se substituísse

Alternativas
Q2720798 Português

Texto para responder às questões de 1 a 7.

1 Podemos entender cultura como uma dimensão do

processo social e utilizá-la como um instrumento para

compreender as sociedades contemporâneas. O que não

4 podemos fazer é discutir sobre cultura ignorando as relações

de poder dentro de uma sociedade ou entre sociedades.

Notem bem: o estudo da cultura não se reduz a isso, mas

7 essa é uma realidade que sempre se impõe. Assim é porque

as próprias preocupações com cultura nasceram associadas

às relações de poder, e também porque, como dimensão do

10 processo social, a cultura registra as tendências e os

conflitos da história coletiva por cuja transformação e por

cujos benefícios as forças sociais se defrontam.

13 O que quer dizer que as preocupações com a cultura

desenvolveram-se associadas às relações de poder?

Lembrem-se que elas se consolidaram junto com o

16 processo de formação de nações modernas dominadas por

uma classe social. Por outro lado, consolidaram-se

integrando a nova ciência do mundo contemporâneo, que

19 rompia com o domínio da interpretação religiosa,

transformando a vida e a sociedade em esferas que podiam

ser estudadas para que se pudesse agir sobre elas.

22 As preocupações com cultura surgiram associadas

tanto ao progresso da sociedade do conhecimento quanto a

novas formas de dominação. Notem que o conhecimento não

25 é só conteúdo básico das concepções da cultura; as próprias

preocupações com cultura são instrumentos de

conhecimento, respondem a necessidades de conhecimento

28 da sociedade, as quais se desenvolveram claramente

associadas com relações de poder.

Hoje os centros de poder da sociedade se

31 preocupam com a cultura, procuram defini-la, entendê-la,

controlá-la, agir sobre seu desenvolvimento. Há instituições

públicas encarregadas disso; da mesma forma, a cultura é

34 uma esfera de atuação econômica, com empresas

diretamente voltadas para ela. As preocupações com a

cultura são institucionalizadas, fazem parte da própria

37 organização social. Expressam seus conflitos e interesses, e

nelas os interesses dominantes da sociedade manifestam

sua força.

José Luiz dos Santos. O que é cultura. São Paulo: Brasiliense, 2007 (com adaptações).

Seria mantida a correção gramatical do texto e sua coerência se

Alternativas
Q2720797 Português

Texto para responder às questões de 1 a 7.

1 Podemos entender cultura como uma dimensão do

processo social e utilizá-la como um instrumento para

compreender as sociedades contemporâneas. O que não

4 podemos fazer é discutir sobre cultura ignorando as relações

de poder dentro de uma sociedade ou entre sociedades.

Notem bem: o estudo da cultura não se reduz a isso, mas

7 essa é uma realidade que sempre se impõe. Assim é porque

as próprias preocupações com cultura nasceram associadas

às relações de poder, e também porque, como dimensão do

10 processo social, a cultura registra as tendências e os

conflitos da história coletiva por cuja transformação e por

cujos benefícios as forças sociais se defrontam.

13 O que quer dizer que as preocupações com a cultura

desenvolveram-se associadas às relações de poder?

Lembrem-se que elas se consolidaram junto com o

16 processo de formação de nações modernas dominadas por

uma classe social. Por outro lado, consolidaram-se

integrando a nova ciência do mundo contemporâneo, que

19 rompia com o domínio da interpretação religiosa,

transformando a vida e a sociedade em esferas que podiam

ser estudadas para que se pudesse agir sobre elas.

22 As preocupações com cultura surgiram associadas

tanto ao progresso da sociedade do conhecimento quanto a

novas formas de dominação. Notem que o conhecimento não

25 é só conteúdo básico das concepções da cultura; as próprias

preocupações com cultura são instrumentos de

conhecimento, respondem a necessidades de conhecimento

28 da sociedade, as quais se desenvolveram claramente

associadas com relações de poder.

Hoje os centros de poder da sociedade se

31 preocupam com a cultura, procuram defini-la, entendê-la,

controlá-la, agir sobre seu desenvolvimento. Há instituições

públicas encarregadas disso; da mesma forma, a cultura é

34 uma esfera de atuação econômica, com empresas

diretamente voltadas para ela. As preocupações com a

cultura são institucionalizadas, fazem parte da própria

37 organização social. Expressam seus conflitos e interesses, e

nelas os interesses dominantes da sociedade manifestam

sua força.

José Luiz dos Santos. O que é cultura. São Paulo: Brasiliense, 2007 (com adaptações).

A correção gramatical e o sentido original do texto seriam mantidos caso fosse inserida uma vírgula imediatamente após

Alternativas
Q2720796 Português

Texto para responder às questões de 1 a 7.

1 Podemos entender cultura como uma dimensão do

processo social e utilizá-la como um instrumento para

compreender as sociedades contemporâneas. O que não

4 podemos fazer é discutir sobre cultura ignorando as relações

de poder dentro de uma sociedade ou entre sociedades.

Notem bem: o estudo da cultura não se reduz a isso, mas

7 essa é uma realidade que sempre se impõe. Assim é porque

as próprias preocupações com cultura nasceram associadas

às relações de poder, e também porque, como dimensão do

10 processo social, a cultura registra as tendências e os

conflitos da história coletiva por cuja transformação e por

cujos benefícios as forças sociais se defrontam.

13 O que quer dizer que as preocupações com a cultura

desenvolveram-se associadas às relações de poder?

Lembrem-se que elas se consolidaram junto com o

16 processo de formação de nações modernas dominadas por

uma classe social. Por outro lado, consolidaram-se

integrando a nova ciência do mundo contemporâneo, que

19 rompia com o domínio da interpretação religiosa,

transformando a vida e a sociedade em esferas que podiam

ser estudadas para que se pudesse agir sobre elas.

22 As preocupações com cultura surgiram associadas

tanto ao progresso da sociedade do conhecimento quanto a

novas formas de dominação. Notem que o conhecimento não

25 é só conteúdo básico das concepções da cultura; as próprias

preocupações com cultura são instrumentos de

conhecimento, respondem a necessidades de conhecimento

28 da sociedade, as quais se desenvolveram claramente

associadas com relações de poder.

Hoje os centros de poder da sociedade se

31 preocupam com a cultura, procuram defini-la, entendê-la,

controlá-la, agir sobre seu desenvolvimento. Há instituições

públicas encarregadas disso; da mesma forma, a cultura é

34 uma esfera de atuação econômica, com empresas

diretamente voltadas para ela. As preocupações com a

cultura são institucionalizadas, fazem parte da própria

37 organização social. Expressam seus conflitos e interesses, e

nelas os interesses dominantes da sociedade manifestam

sua força.

José Luiz dos Santos. O que é cultura. São Paulo: Brasiliense, 2007 (com adaptações).

Em “um instrumento para compreender as sociedades contemporâneas” (linhas 2 e 3), a preposição “para”

Alternativas
Q2720795 Português

Texto para responder às questões de 1 a 7.

1 Podemos entender cultura como uma dimensão do

processo social e utilizá-la como um instrumento para

compreender as sociedades contemporâneas. O que não

4 podemos fazer é discutir sobre cultura ignorando as relações

de poder dentro de uma sociedade ou entre sociedades.

Notem bem: o estudo da cultura não se reduz a isso, mas

7 essa é uma realidade que sempre se impõe. Assim é porque

as próprias preocupações com cultura nasceram associadas

às relações de poder, e também porque, como dimensão do

10 processo social, a cultura registra as tendências e os

conflitos da história coletiva por cuja transformação e por

cujos benefícios as forças sociais se defrontam.

13 O que quer dizer que as preocupações com a cultura

desenvolveram-se associadas às relações de poder?

Lembrem-se que elas se consolidaram junto com o

16 processo de formação de nações modernas dominadas por

uma classe social. Por outro lado, consolidaram-se

integrando a nova ciência do mundo contemporâneo, que

19 rompia com o domínio da interpretação religiosa,

transformando a vida e a sociedade em esferas que podiam

ser estudadas para que se pudesse agir sobre elas.

22 As preocupações com cultura surgiram associadas

tanto ao progresso da sociedade do conhecimento quanto a

novas formas de dominação. Notem que o conhecimento não

25 é só conteúdo básico das concepções da cultura; as próprias

preocupações com cultura são instrumentos de

conhecimento, respondem a necessidades de conhecimento

28 da sociedade, as quais se desenvolveram claramente

associadas com relações de poder.

Hoje os centros de poder da sociedade se

31 preocupam com a cultura, procuram defini-la, entendê-la,

controlá-la, agir sobre seu desenvolvimento. Há instituições

públicas encarregadas disso; da mesma forma, a cultura é

34 uma esfera de atuação econômica, com empresas

diretamente voltadas para ela. As preocupações com a

cultura são institucionalizadas, fazem parte da própria

37 organização social. Expressam seus conflitos e interesses, e

nelas os interesses dominantes da sociedade manifestam

sua força.

José Luiz dos Santos. O que é cultura. São Paulo: Brasiliense, 2007 (com adaptações).

A correção gramatical do texto seria mantida caso se substituísse

Alternativas
Q2720794 Português

Texto para responder às questões de 1 a 7.

1 Podemos entender cultura como uma dimensão do

processo social e utilizá-la como um instrumento para

compreender as sociedades contemporâneas. O que não

4 podemos fazer é discutir sobre cultura ignorando as relações

de poder dentro de uma sociedade ou entre sociedades.

Notem bem: o estudo da cultura não se reduz a isso, mas

7 essa é uma realidade que sempre se impõe. Assim é porque

as próprias preocupações com cultura nasceram associadas

às relações de poder, e também porque, como dimensão do

10 processo social, a cultura registra as tendências e os

conflitos da história coletiva por cuja transformação e por

cujos benefícios as forças sociais se defrontam.

13 O que quer dizer que as preocupações com a cultura

desenvolveram-se associadas às relações de poder?

Lembrem-se que elas se consolidaram junto com o

16 processo de formação de nações modernas dominadas por

uma classe social. Por outro lado, consolidaram-se

integrando a nova ciência do mundo contemporâneo, que

19 rompia com o domínio da interpretação religiosa,

transformando a vida e a sociedade em esferas que podiam

ser estudadas para que se pudesse agir sobre elas.

22 As preocupações com cultura surgiram associadas

tanto ao progresso da sociedade do conhecimento quanto a

novas formas de dominação. Notem que o conhecimento não

25 é só conteúdo básico das concepções da cultura; as próprias

preocupações com cultura são instrumentos de

conhecimento, respondem a necessidades de conhecimento

28 da sociedade, as quais se desenvolveram claramente

associadas com relações de poder.

Hoje os centros de poder da sociedade se

31 preocupam com a cultura, procuram defini-la, entendê-la,

controlá-la, agir sobre seu desenvolvimento. Há instituições

públicas encarregadas disso; da mesma forma, a cultura é

34 uma esfera de atuação econômica, com empresas

diretamente voltadas para ela. As preocupações com a

cultura são institucionalizadas, fazem parte da própria

37 organização social. Expressam seus conflitos e interesses, e

nelas os interesses dominantes da sociedade manifestam

sua força.

José Luiz dos Santos. O que é cultura. São Paulo: Brasiliense, 2007 (com adaptações).

O sujeito da oração iniciada por “Há” (linha 32) classifica-se como
Alternativas
Q2720792 Português

Texto para responder às questões de 1 a 7.

1 Podemos entender cultura como uma dimensão do

processo social e utilizá-la como um instrumento para

compreender as sociedades contemporâneas. O que não

4 podemos fazer é discutir sobre cultura ignorando as relações

de poder dentro de uma sociedade ou entre sociedades.

Notem bem: o estudo da cultura não se reduz a isso, mas

7 essa é uma realidade que sempre se impõe. Assim é porque

as próprias preocupações com cultura nasceram associadas

às relações de poder, e também porque, como dimensão do

10 processo social, a cultura registra as tendências e os

conflitos da história coletiva por cuja transformação e por

cujos benefícios as forças sociais se defrontam.

13 O que quer dizer que as preocupações com a cultura

desenvolveram-se associadas às relações de poder?

Lembrem-se que elas se consolidaram junto com o

16 processo de formação de nações modernas dominadas por

uma classe social. Por outro lado, consolidaram-se

integrando a nova ciência do mundo contemporâneo, que

19 rompia com o domínio da interpretação religiosa,

transformando a vida e a sociedade em esferas que podiam

ser estudadas para que se pudesse agir sobre elas.

22 As preocupações com cultura surgiram associadas

tanto ao progresso da sociedade do conhecimento quanto a

novas formas de dominação. Notem que o conhecimento não

25 é só conteúdo básico das concepções da cultura; as próprias

preocupações com cultura são instrumentos de

conhecimento, respondem a necessidades de conhecimento

28 da sociedade, as quais se desenvolveram claramente

associadas com relações de poder.

Hoje os centros de poder da sociedade se

31 preocupam com a cultura, procuram defini-la, entendê-la,

controlá-la, agir sobre seu desenvolvimento. Há instituições

públicas encarregadas disso; da mesma forma, a cultura é

34 uma esfera de atuação econômica, com empresas

diretamente voltadas para ela. As preocupações com a

cultura são institucionalizadas, fazem parte da própria

37 organização social. Expressam seus conflitos e interesses, e

nelas os interesses dominantes da sociedade manifestam

sua força.

José Luiz dos Santos. O que é cultura. São Paulo: Brasiliense, 2007 (com adaptações).

Conclui-se do texto que

Alternativas
Q2720791 Português

Texto para responder às questões de 1 a 7.

1 Podemos entender cultura como uma dimensão do

processo social e utilizá-la como um instrumento para

compreender as sociedades contemporâneas. O que não

4 podemos fazer é discutir sobre cultura ignorando as relações

de poder dentro de uma sociedade ou entre sociedades.

Notem bem: o estudo da cultura não se reduz a isso, mas

7 essa é uma realidade que sempre se impõe. Assim é porque

as próprias preocupações com cultura nasceram associadas

às relações de poder, e também porque, como dimensão do

10 processo social, a cultura registra as tendências e os

conflitos da história coletiva por cuja transformação e por

cujos benefícios as forças sociais se defrontam.

13 O que quer dizer que as preocupações com a cultura

desenvolveram-se associadas às relações de poder?

Lembrem-se que elas se consolidaram junto com o

16 processo de formação de nações modernas dominadas por

uma classe social. Por outro lado, consolidaram-se

integrando a nova ciência do mundo contemporâneo, que

19 rompia com o domínio da interpretação religiosa,

transformando a vida e a sociedade em esferas que podiam

ser estudadas para que se pudesse agir sobre elas.

22 As preocupações com cultura surgiram associadas

tanto ao progresso da sociedade do conhecimento quanto a

novas formas de dominação. Notem que o conhecimento não

25 é só conteúdo básico das concepções da cultura; as próprias

preocupações com cultura são instrumentos de

conhecimento, respondem a necessidades de conhecimento

28 da sociedade, as quais se desenvolveram claramente

associadas com relações de poder.

Hoje os centros de poder da sociedade se

31 preocupam com a cultura, procuram defini-la, entendê-la,

controlá-la, agir sobre seu desenvolvimento. Há instituições

públicas encarregadas disso; da mesma forma, a cultura é

34 uma esfera de atuação econômica, com empresas

diretamente voltadas para ela. As preocupações com a

cultura são institucionalizadas, fazem parte da própria

37 organização social. Expressam seus conflitos e interesses, e

nelas os interesses dominantes da sociedade manifestam

sua força.

José Luiz dos Santos. O que é cultura. São Paulo: Brasiliense, 2007 (com adaptações).

Quanto ao tipo e ao gênero, o texto é predominantemente
Alternativas
Q765661 Edificações
Em uma residência com circuitos de 120 V, mensalmente suas lâmpadas ficam acesas 6 horas por dia e utiliza-se um chuveiro elétrico 2 horas por dia, durante os 30 dias. Esta residência possui 3 lâmpadas fluorescentes de 40 W cada, 8 lâmpadas compactas de 20 W cada e chuveiro de 4000 W. O consumo mensal em kWh é
Alternativas
Q765660 Edificações
Entre os índices físicos, determinados diretamente por meio de ensaios de laboratório, podem-se citar
Alternativas
Q753053 Legislação Federal
Considerando a Lei Federal n.º 11.892/2008, os Institutos Federais I. têm autonomia para criar e extinguir cursos, nos limites de sua área de atuação territorial. II. no que se refere à criação de novas instituições, bem como à expansão das já existentes, levará em conta o modelo de Instituto Federal, sem a interferência de parâmetros e normas do Ministério da Educação. III. relativamente à sua administração, em razão de sua autonomia política e administrativa, não possui conselhos e órgãos superiores. IV. têm como uma de suas finalidades e características o desenvolvimento de programas de extensão e de divulgação científica e tecnológica. Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q753052 Legislação Federal

Segundo a Lei n.° 12.527/2011, que regula o acesso às informações públicas, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando os termos presentes na lei às suas respectivas definições.

COLUNA I

1. Informação

2. Documento

3. Informação sigilosa

COLUNA II

( ) Aquela submetida temporariamente à restrição de acesso público em razão de sua imprescindibilidade para a segurança da sociedade e do Estado.

( ) Unidade de registro de informações, qualquer que seja o suporte ou o formato.

( ) Dados, processados ou não, que podem ser utilizados para produção e transmissão de conhecimento, contidos em qualquer meio, suporte ou formato.

A sequência correta é

Alternativas
Q753051 Direito Administrativo
De acordo com o art. 9º da Lei n.º 8.429/1992, constitui ato de improbidade administrativa, importando enriquecimento ilícito,
Alternativas
Q753046 Direito Constitucional
Sobre a Constituição da República de 1988: I. A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito. II. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos da Constituição. III. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações. IV. Conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violação aos seus direitos de elegibilidade. Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q753045 Direito Constitucional
NÃO é um dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil
Alternativas
Q753044 Direito Constitucional
Sobre os direitos constitucionais individuais e coletivos,
Alternativas
Q753043 Direito Constitucional
A condição de idade mínima de trinta e cinco anos para elegibilidade, prevista na Constituição Federal de 1988, aplica-se a
Alternativas
Q753037 Português

INSTRUÇÃO: A questão, a seguir, deve ser respondida com base nos textos 1 e 2. Caso necessário, releia ambos os textos, antes de responder a essa questão.

TEXTO 1

Além do clichê

Tamara Santos*

    [1º§] Os meios de comunicação de massa nunca estiveram tão presentes na vida das pessoas, informando a coletividade e interferindo no seu comportamento. Quando a mídia se torna objeto de estudo, é preciso entendê-la com base na compreensão de poder entre o subjetivo e o objetivo, o imparcial e o parcial da mensagem que se quer transmitir. Chauí (2010), conservando a sociologia marxista, diz que a mídia é a detentora da informação e a propagadora de ideologias dominantes. 

    [2º§] Sobre ‘poder’, entende-se que existe uma relação de subordinados e mandatários, o que significa dizer que há influência na relação da mídia com seu público. Relação essa que afeta, de forma sutil, ou mesmo violenta, os conteúdos trabalhados nas diferentes programações televisivas. Sendo assim, é importante compreender o porquê da grande influência ou mesmo da intervenção dos meios de comunicação de massa, sendo que eles exercem um papel fundamental na formação e na propagação de ideologias que afetam a construção opinativa da população alcançada por esse meio.

    [3º§] A mídia é a grande concentração dos veículos de comunicação de massa. Entre eles, está aquele que agrupa um público maior: a televisão. Esta atinge indivíduos que se tornam fieis a uma programação, a um quadro e a um canal, pois a TV é um dos veículos de comunicação mais utilizados e aquele que mais ocupa a atenção dos telespectadores. Bourdieu afirma: “Há uma proporção muito importante de pessoas que não leem nenhum jornal, que estão devotadas de corpo e alma à televisão como fonte única de informações” (BOURDIEU, 1983). A TV não só influencia na construção de opinião como também intervém na mudança de comportamento de quem assiste a seus programas. [...]

    [4º§] A questão da audiência é um fator determinante na definição das programações na “telinha”, pois, observando-a na perspectiva econômica, a televisão se insere na política do mercado e na própria existência do capitalismo. Ou seja, o conteúdo transmitido é baseado na hegemonia de mercado e nas ações monetárias que compram um horário em um programa de televisão, por isso a TV é classificada como a disseminadora de uma ideia dominante, pois quem a domina é quem a compra. Nesse contexto, a TV, além de ser um veículo de comunicação, é também uma empresa com grande valor e com poder financeiro. Segundo Moraes: “Um dos traços distintivos da mídia, como sistema de produção de sentido, é a sua capacidade de processar certas demandas da audiência. Os meios não vivem na estratosfera; pelo contrário, estão entranhados no mercado e dele dependem para suas ambições monopólicas” (MORAES, 2009, p. 2).

    [5º§] Com base nesse fator econômico, muito do que é feito pela TV é baseado em manipulações de “senhorios” e na venda do produto noticioso. Cada programa é patrocinado por uma marca, o que confirma, de forma mais clara, a dominação do capital sobre esse veículo. Sobre o produto-notícia vendido, é necessário destacar a indústria cultural como fruto da determinação econômica que vende a informação.

    [6º§] A credibilidade, a imparcialidade e a ética formam um canal direto da mídia televisa com a população, pois existe a sensação de que os telespectadores se sentem representados com essas características, o que corrobora a construção de uma opinião com base nesse sentimento de representatividade. A cada mensagem apresentada, são absorvidos e fixados conteúdos que, muitas vezes, não são verdadeiros, mas que, apesar disso, não abalam a credibilidade do programa. Bourdieu afirma que a televisão que era para ser um instrumento de registro, torna-se um instrumento de criação da realidade, “cada vez mais rumo a universos em que o mundo social é descrito e prescrito pela TV” (BOURDIEU, 1997).

*Tamara Santos é jornalista.

Fonte: Edição 859 do Observatório da Imprensa, disponível em: http://observatoriodaimprensa.com.br/tv-em-questao/alem-do-cliche, 14/07/2015. Texto adaptado.


TEXTO 2

O telejornalismo ainda é jornalismo?

Débora Cristine Rocha**

    [1º§] Ligo a televisão e ouço o apresentador do telejornal matutino, da maior rede de televisão brasileira, dizer: “Vocês vão me ajudando aí nos nomes, que eu vou falando errado.” Ele estava se referindo a nomes de times de futebol. Como assim, vão ajudando em nomes errados? Não era para ele trazer a informação correta? Não era para ter treinado antes a locução desses nomes? Em uma hora e meia de jornal televisivo, há muitos momentos como este. Uma coisa é informalidade, tirar a sisudez da bancada clássica. Outra é trazer informação incompleta, mal apurada, justificar a falta de profissionalismo como leveza na linguagem jornalística.

    [2º§] Depois de uma hora e meia, descubro que vi uma porção de piadinhas, brincadeirinhas de todo tipo, gírias que forçam a intimidade com o telespectador. E estou mal informada. Preciso recorrer a outros meios para ter o que o telejornalismo deveria ter me dado: informação de qualidade. O episódio não é isolado e não se restringe à televisão, embora obviamente nela se torne mais visível. Motivos para esse estado de coisas? [...] O jornalismo agora tem a obrigação de ser entretenimento, pois levar informação de modo sério e compenetrado está fora de moda. Pois é, nos dias de hoje, informar tem a sazonalidade da moda.

    [3º§] Uma vez que é preciso prender a atenção do telespectador a todo custo, dados os índices de audiência, o método jornalístico que nos perdoe, mas precisa ser descaracterizado. Levamos dezenas de anos para construir esse método, que foi testado exaustivamente e aprovado pela imprensa mundial no decorrer do tempo, mas agora ele não nos serve mais porque o público brasileiro não quer saber de informação de qualidade. O público brasileiro quer saber de pautas leves e descompromissadas. Será mesmo? Do meu humilde ponto de vista, é subestimar demais as pessoas.

    [4º§] Enfim, quando um jornalista trata o colega como ‘gatão’ no ar e torna-se rotina enviar o público ao site do programa para obter informações básicas, que deveriam ser dadas na matéria, a gente sabe que algo anda estranho. Afinal, e a confiança que o público depositou naquele veículo para receber a melhor informação? Credibilidade é um dos pilares jornalísticos. Quando este pilar é comprometido, a essência do jornalismo desmorona.

    [5º§] Ah, é a concorrência com os telejornais populares. Não vamos restringir a questão. O dito telejornalismo popular explora, na verdade, algo que vai além do popular, explora o sensacionalismo. E o embate entre jornalismo e sensacionalismo é histórico, fundamental. Uma coisa é jornalismo; outra é sensacionalismo. Acontece que a busca pelo entretenimento escancarou as portas para a entrada do sensacionalismo com toda a força. Cuidado com isso porque o sensacionalismo privilegia o que é de interesse do público e não o que é de interesse público. Há diferença. [...]

    [6º] [...] O jornalismo nasceu para criticar o poder, e não para desviar a atenção do público das artimanhas engendradas pelo poder. E o entretenimento na sociedade de consumo, as ciências sociais nos ensinam, tem justamente a missão de desviar o foco do que realmente interessa para o que não interessa. Em outras palavras, com este jeito despojado em excesso, o jornalismo passa a servir ao poder que ele deveria criticar, levando a sociedade à alienação: a falta de consciência de que nos fala Marx.

***Débora Cristine Rocha é jornalista, professora doutora em Comunicação e Semiótica, docente da Universidade Anhembi Morumbi e membro do grupo de pesquisa Espacc (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

Fonte: Edição 884 do Observatório da Imprensa, disponível em: <http://observatoriodaimprensa.com.br/tv-em-questao/o-telejornalismo-ainda-e-jornalismo/>. Acesso em 25/09/2016. Texto adaptado.

A partir da relação entre os textos 1 e 2, analise as assertivas a seguir:

I. Ambos os textos apresentam uma estrutura dissertativo-argumentativa.

II. ‘Credibilidade’ é uma característica importante tanto para a programação televisiva, abordada no texto 1, quanto para o telejornalismo, analisado no texto 2.

III. Ambos os textos apresentam uma linguagem impessoal.

IV. Ambos os textos tematizam uma abordagem de interesse público: o primeiro, por apresentar considerações sobre a mídia televisiva; o segundo, por discutir aspectos referentes ao sensacionalismo no telejornal.

Estão corretas apenas as assertivas

Alternativas
Respostas
621: C
622: B
623: D
624: A
625: E
626: C
627: E
628: A
629: B
630: D
631: C
632: E
633: B
634: E
635: E
636: C
637: C
638: C
639: C
640: B